Ideias e poesias, por mim próprio.

Quinta-feira, 10 de Novembro de 2011
Portugal exige um futuro!

Da actual Constituição da República Portuguesa, de uma ponta à outra, há muito que os portugueses concluíram que se trata de uma pura incongruência e uma fantasia irrealizável. 

Isto para além de a considerarem também contraditória em muitos dos seus pontos com a realidade e, pior ainda, irrealizável em relação ao país desenvolvido que os melhores portugueses desejavam e desejam para Portugal. 
Passaram-se mais de 35 anos desde a sua aprovação e vigência e os portugueses em geral concluem agora, com certeza, absoluta, que a Constituição ultrapassou todos os piores receios. 

Constatamos, muitos de nós, agora o estado em que miseravelmente Portugal se encontra e que, em muito, fala pelo balanço da vigência de tal texto político, das suas instituições e de todo o sistema que criou: um país inteiro colapsado. 

Não bastando tal, mas decerto que eles se bastam bem a si mesmos e às suas clientelas, os Partidos políticos da esquerda portuguesa com assento parlamentar, começando no PSD e acabando no PCP, passando pelo PS, BE, pelos Verdes e demais grupelhos políticos, teimam num passado ideológico e programático, nada mais, nada menos do que, de resultados amplamente provados de destrutivos para Portugal. 

Os actuais partidos políticos com assento na Assembleia da República, que formam o espectro do poder, insistem e persistem na sua teimosia, na sua arrogância e na sua cegueira, mostrando-se cruelmente indiferentes ao sofrimento de milhões de portugueses, mostrando-se assim alheios, deste modo e por meio das suas condutas públicas, ao progressivo desalento e à crescente destruição de Portugal e das famílias e dos jovens portugueses.

Face à iminência da até já admitida e possível perda de independência de Portugal, um expressivo número de portugueses apelam já hoje a todos os corajosos e genuínos democratas portugueses, ainda existentes em Portugal, instando-os a baterem-se pelo futuro e pela liberdade de todos nós, em nome e pela honra do sangue derramado dos "egrégios" avós, que tomemos o nobre e valente esforço pela derradeira salvação de Portugal. 
Ora, nós os portugueses preocupados e angustiados não esquecemos, antes sentimos no nosso bater do coração e do sangue que pulsa nos nossos corações pela História, pelos antepassados, e pelos presentes filhos e bem assim como pelo futuro de Portugal.

Para os democratas portugueses basta já de destruição, de insensibilidade, de miséria, de sofrimento e da agonia profunda pela qual passa a Portugal inteiro de lés a lés.

Nós os democratas de boa e recta consciência, que trazemos no coração o pesar e o sentido de Portugal, é a hora de nos levantar e lutar esforçada, mas e sempre meritória e dignamente, pela independência, pela liberdade e pela democracia da nossa pátria, pela vida e pelo futuro da nossa língua e pela dignidade ímpar da alma portuguesa, propugnando sem desfalecer e sem nunca temer por um novo e radioso futuro de Portugal.

Pela salvação de Portugal, exigimos o nosso lugar e a nossa continuidade na História Universal.

Passaram já 868 anos da fundação de Portugal, e a esperança por um brilhante futuro Portugal é uma certeza entre nós, querendo-o nós por muitos e muitos mais anos e sem cessar.

Nós não desistimos e nós não vacilamos.

O nosso empenho e o nosso caminho são a certeza da nossa esperança e da nossa entrega, sem contrapartidas mas e só pela certeza do futuro dos portugueses e de Portugal.

Por Portugal, tudo.

Viva Portugal!



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 10:05
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Sábado, 11 de Setembro de 2010
Portugal, terra de bandidos?

Portugal, terra de bandidos? O presidente que inventa falsas escutas, o governo que endivida o país e arruína a economia, os partidos e os políticos que fazem intriga com o orçamento de estado e com a nação, os ministros que traficam influências e atentam contra a lei, as empresas públicas que pagam salários multi-milionários a filhos, sobrinhos e afilhados de políticos, o erário e o património públicos abusados em beneficio de particulares, a justiça que não merece confiança do povo, os magistrados que fazem greve e política nos jornais, as testemunhas que mentem, advogados acusados de enriquecerem com os clientes mortos, de traficarem favores e sentenças, os polícias acusadas de parcialidade e de intriga e que ameaçam greves,  a comunicação social que inventa notícias, os municípios empobrecidos e os autarcas ricos, os gestores que enriquecem falindo as empresas, funcionários públicos colocados por “cunhas” e favores, populações que falseiam declarações para receberem subsídios, caloteiros que não pagam e calotes que abundam, os campos abandonados e as empresas fechadas, padres que compram ferraris, igrejas ricas com fiéis mais pobres, o desporto e os clubes com dirigentes e árbitros escutados a comprarem e a venderem resultados, indivíduos e grupos que  se associam ás escondidas e quem em público pedem favores para os amigos, leis que promovem uniões temporárias e homossexuais em prejuízo das famílias e dos filhos naturais, que incentivam o aborto e punem fiscalmente a natalidade, que incentivam o divórcio e a destruição das famílias, o estado e os seus funcionários que roubam os contribuintes, cidadãos que mentem uns aos outros e à comunidade, pessoas que criam boatos, que invejam e vivem para a maledicência e que maltratam os idosos, jovens que cabulam para obterem diplomas, estudantes que agridem professores e faltam sem justificação, adultos que promovem sem punição a preguiça, o álcool e as drogas, mulheres que se prostituem para subirem na vida, chefes de família que gastam o salário em vícios, crianças vivem na vadiagem e na delinquência, roubos e furtos cada vez mais, crimes e criminosos mais e mais violentos, violência social, familiar e conjugal e marginalidade em crescimento, que mais que mais… Que país é este? Onde pára a vergonha? Já não Basta?



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 17:47
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Sexta-feira, 7 de Maio de 2010
O regime do poeta.

Há um poeta e um regime

Poeta e regime, até há quem o diga,

Ou ao contrário.

Eles estão um para o outro

Ele é um tempo da fome e do povo

E das suas abundâncias deles poeta e do regime

O povo que é povo morre e não canta

O poeta e o regime aumentam a pança

O regime do poeta engorda e colesterol

O regime ao povo oprime, prende e sufoca

O poeta quer ser mandão e não lhe dão.

Foi lá longe ao atlântico declamar a República

Povo já não há, há povo e cidadão

Poetas os há, oiço-os calados e amputados

Há um poeta e há um regime e ressoa

Há um poeta com uma pança a maior

Há um povo com fome e menor

Há palavras não ditas e guardadas no rancor

Eis o povo, o regime e o do poeta

Eis povo o fim para onde caminhas

O poeta canta decerto a história do fim

Há poeta e poeta e quem o queira e que o compre.

Mandam os que lá estão, são mandados os humilhados.

A palavra fá-la ou não o povo

A palavra não se cala e não fala

O sonho vive mesmo com o poeta e o seu regime.



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 23:14
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