Ideias e poesias, por mim próprio.

Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2014
As “cifras negras” da III República Portuguesa em 2013: 40 anos de cleptocracia, nepotismo e corrupção contra o povo português.

PIB de Portugal: 173.407.800.000,00 € (fonte: Banco de Portugal).

Crescimento do PIB: 1,06% de 2000 a 2013 (+6,47% de 2000 a 2010, -5,41% de 2011 a 2013) (fonte: Banco de Portugal).

Dívida Pública: 207.396.000.000,00 €. Rácio dívida pública/PIB: 119,6% (fonte: Banco de Portugal). Aumento da Dívida Pública nos últimos 12 meses: 9.175.000.000,00 €; Aumento diário da dívida pública: 25.136.990,00 € dia. A 25 de Abril de 1974 a dívida pública equivalia a cerca de 14% do Produto Interno Bruto, correspondendo a preços de então a 304 milhões de euros e a preços de hoje 10 mil milhões de euros.

Juros da Dívida Pública em 2013: 6.924.000.000,00 € (fonte: Banco de Portugal).

Reservas de Ouro do Banco de Portugal: 382.509,58 kg. em 31 de Dezembro de 2010, sendo que em 25 de Abril de 1974 eram 865.936 kg de ouro. Ou seja, em 36 anos foram alienadas 483.426,42 kg de ouro das reservas do BdP, o que dá uma média de gasto de 13.428,5 kg por ano.

Défice das Contas Públicas em 2013: 4,9% do PIB, ou seja 8.121.700.00 €.

Encargos do Estado com as Parcerias Público Privadas em 2013: 1.645 milhões de euros.

População residente: 10.542.398 em 2011, 10.427.301 em 2013 (fonte: Instituto Nacional de Estatística).

População ativa (dos 15 aos 64 anos): 6.882.018 pessoas (fonte: Instituto Nacional de Estatística).

Funcionários Públicos: 552.959 (fonte: Direção-Geral da Administração e do Emprego Público).

Desempregados: 13,1%* (729.000) segundo o INE, mas 22,9%* (1.260.000) segundo a Confederação Geral dos Trabalhadores de Portugal - Intersindical)

Número oficial de emigrantes: 1.999.560 (INE). 31,2 milhões de portugueses expatriados pelo mundo até à 3ª geração (estimativa segundo várias fontes).

Pobres: 1.961.122 portugueses (INE)

População em risco de pobreza permanente: 25,6% (2,6 milhões portugueses) (fonte: Eurostat).

25,4% (2.7 milhões) dos habitantes vivem com menos de 414,00 € por mês, ou sejam são os considerados oficialmente (!)  como pobres (fonte: INE).

41% (4.3 milhões) dos portugueses vivem em privação material, (dificuldade, por exemplo, em pagar as rendas sem atraso, manter a casa aquecida ou fazer uma refeição de carne ou de peixe pelo menos de dois em dois dias). (fonte: INE).

14,5% (1.6 milhões) dos portugueses vivem em casas sobrelotadas. (fonte: INE).

Taxa de risco de pobreza para menores de 18 anos: 24,4% (412 mil crianças) (fonte: UNICEF, dados de 2012).

Crianças com fome diária permanente: 120 mil (mais 35 mil do que em 2012) (fonte: Banco Alimentar Contra A Fome-BACF). 21,8% das crianças viviam em agregados familiares com rendimentos per capita inferiores a 416,00 € mensais (INE)

População com carências alimentares diárias: 26% (2 milhões e 750 mil portugueses), passavam fome permanente durante a semana, e 14% (1,5 milhões de portugueses) e, pelo menos, um dia por semana, não conseguem obter uma refeição completa (fonte: BACF).

População com fome permanente diária: 375 mil portugueses assistidos diariamente pelo Banco Alimentar Contra A Fome (fonte: BACF).

População em privação material severa: 41% (4.3 milhões) dos portugueses vivem com dificuldade, por exemplo, em pagar as rendas em atraso, manter a casa aquecida, ou fazer uma refeição de carne ou de peixe de dois em dois dias (fonte: INE).

Portugueses sem médico de família: 1,4 milhões de portugueses (fonte: Ministério da Saúde).

Toxicodependentes em tratamento: 47.770 (fonte: Ministério da Saúde).

Portadores de HIV e SIDA: Cerca de 42.000 pessoas infetadas em Portugal (cerca de 0,4% da população Portuguesa) (fonte: UNAIDS).

Abortos praticados em 2013: 17.414 - 11,2% em mulheres com menos de 20 anos, 23,6% em mulheres desempregadas (fonte: Direção-Geral de Saúde).

Beneficiários do Rendimento Social de Inserção: 360.372 portugueses (fonte: Ministério da Segurança Social).

Indivíduos sem-abrigo: 4.420 (fonte: Instituto da Segurança Social).

Idosos vivendo na solidão: 23.000 (fonte: Censo da Guarda Nacional Republicana).

População prisional: 14.148 (fonte: Ministério da Justiça).

Criminalidade em 2013: 368.452 crimes. Crimes mais participados: 29.654 furtos em veículos motorizado, 25.048 agressões, 24.607 condução com álcool, 22.197 furto em residência, 22.908 violência conjugal. Crimes violentos: 20.144 (roubos, extorsão sequestro, violação, homicídio, rapto e outros) (fonte: Ministério da Administração Interna).

Taxa de cobertura de saneamento e esgotos em Portugal: 79%, ou seja, 700 mil portugueses sem esgotos e água ao domicílio (fonte: ERSAR: Entidade Reguladora de Serviços de Águas Residuais).

Orçamento da Assembleia da República para 2014: 130.639.872,25 € (fonte: Assembleia da República Portuguesa).

Orçamento da Presidência da República para 2014: 14.683.500,00 € (fonte: Presidência da República Portuguesa).

Subvenções do Estado Português aos Partidos Políticos em 2014: 38.359.647,35 € (ano sem qualquer ato eleitoral) (fonte: Assembleia da República Portuguesa).

Pensões especiais (chamadas popularmente de “douradas”) pagas aos políticos e ex-políticos em 2014: 9,1 milhões € (fonte: Caixa Geral de Aposentações).

Índice de Corrupção: 33º lugar em 176 países no mundo (ex-áqueo Botswana, Chipre e Porto Rico), 17º lugar na União Europeia (fonte: “Transparency International”)

Analfabetismo: 5,2% (taxa mais alta da Europa) (fonte: INE).


Etc., etc.

 

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publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 23:00
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Sexta-feira, 20 de Dezembro de 2013
O Tribunal Constitucional e o "Triunfo dos Porcos".

 Segundo o romance de George Orwell, cujo título original é "Animal Farm", e publicado em 1945 a sua história relata a revolução dos animais da quinta Manor, propriedade do senhor Jones.
O velho Major, o mais respeitado dos porcos da quinta, reúne, numa certa a noite, todos os animais da quinta e conta-lhes um sonho que tivera - a sua morte estava para breve e compreendia, então, o valor da vida.

Explica logo aos companheiros que devem a sua miserável existência à tirania dos homens que, preguiçosos e incompetentes, usufruem do trabalho dos animais, vítimas de uma exploração prepotente.

O velho porco Major incita o grupo não só à rebelião, para derrotar o inimigo, como também a entoar o cântico de revolta "Animais de Inglaterra".
Três dias depois, morre o Velho Major.

Mas a revolução prossegue, com novos líderes - os porcos Snowball, Napoleão e Squealer, que criam o Animalismo, como sistema doutrinário, com "Os Sete Mandamentos".

Expulsam o dono da quinta e mudam o nome da propriedade para "Quinta dos Animais".

Dada a estupidez e a limitação de alguns, que não conseguem decorar os "Mandamentos", Snowball reduziu-os a uma máxima: "Quatro pernas, bom; duas pernas, mau".
O regime do Animalismo começa logo de forma vigorosa, com todos os animais a trabalharem, de forma a fazerem progredir a quinta – a autogestão estimulava o orgulho animal.

Snowball cria uma lista de comissões para conceber programas de desenvolvimento social, educação e formação.
Com o passar do tempo, os porcos tornam-se corruptos pelo poder.

Instala-se então uma nova tirania, sob o comando de Napoleão, que passa a impor um novo princípio: "Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais do que outros".

Ora, exatamente, decorridos que estão em Portugal 39 anos após o triunfo dos porcos, perdão, o 25 de Abril de 1974, e  segundo o Tribunal Constitucional Português neste seu último Acórdão, ao declarar-se que os pensionistas de luxo da Caixa Geral de Aposentações não podem ver de nenhum modo, em razão dos seus direitos previamente adquiridos, as suas pensões diminuídas, mesmo e apesar do país e dos demais comuns portugueses estarem numa situação de austeridade, portanto de séria diminuição dos seus direitos já muito constrangidos, temos de concluir também haverem dois distintos tipos de portugueses:

- o primeiro e privilegiado, o dos pensionistas milionários da Caixa Geral de Aposentações, que já antes auferiam salários, regalias e mordomias superiores à média dos portugueses, pagos com o trabalho do setor privado,

- e um segundo e desfavorecido grupo, o do Regime Geral da Segurança Social que e apesar de receberem pensões de menor valor, pagos e suportados integralmente com o produto do seu trabalho, sem quaisquer privilégios ou favores, mas que, em nome e benefício dos primeiros, podem ser arbitrariamente sacrificados, esmifrados e até mesmo padecerem de todos os sacrifícios que lhe venham a ser exigidos.

 

Ora digam lá que em Portugal não há uns porcos " mais iguais do que outros"?

 

 

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 16:29
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O Tribunal Constitucional apenas confirmou a natureza comunista do regime.

A última decisão do Tribunal Constitucional só vem confirmar o tratamento de desigualdade política e humana que subjaz ao regime político protegido pela Constituição da República Portuguesa.

O TC apenas veio defender um regime e tratamento priveligiado para os pensionistas da Caixa Geral de Aposentações, ou seja, uma minoria de funcionários do regime político e do Estado vigentes, portanto, funcionários públicos já só por si tratados e privilegiados duplamente durante muitos anos e em desfavor dos demais portugueses e trabalhadores do regime geral da Segurança Social, que pelos vistos, e até mesmo perante situação de emergência nacional, não podem nem sequer abdicar de 10% das suas gordas pensões.

E não podemos esquecer que estes privilégios salariais passados foram adquiridos recentemente com favor e a acima da média relativamente à sua real produtividade e por mera decisão de política de atribuição de salários de luxo em relação aos demais portugueses comuns.

E se já antes os seus salários fantásticos foram pagos especialmente com a criação de dívida pública, agora as respetivas pensões de luxo vão ter de continuar a ser suportados e pagos pelos já muito sacrificados protugueses contribuintes produtivos.

E como estes aparatchiks não pode ver nem sequer reduzidas em 10% as suas milionárias pensões, muitas delas de 3, 4 ou mais de 5 mil euros mensais, a alternativa é coagir com IVA e sacrificar ainda mais os mais pobres e os mais carentes, os desempregados, as crianças esfomeadas e subnutridas, aumentando o fecho das empresas, o aumento do desemprego e a destruição da economia nacional.

É oficial segundo o TC, pelos vistos é conforme a Constituição, que hajam uns portugueses que não podem deixar de ter os seus privilégios, mesmo em relação aos mais desfavorecidos e ao agravamento das desigualdades.

Mas isto não é nada que verdadeiramente me surpreeenda vindo de um regime político social-comunista!

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 14:10
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Sábado, 28 de Setembro de 2013
A Segurança Social portuguesa e a sua destruição ao serviço da política partidária.

"... As diferenças nas pensões médias dos dois regimes excedem significativamente as diferenças nos salários médios declarados nos dois sectores, 1.800 euros no sector público, contra 700 euros no sector privado. Isto significa que o regime de segurança social do sector público atribui um prémio de 15% aos seus pensionistas, em relação aos pensionistas do sector privado ou do regime de Segurança Social. E este prémio é mais expressivo se considerarmos que os funcionários públicos trabalham menos horas do que os do sector privado, e em vários casos, como os militares, diplomatas, juízes e oficiais de justiça, a fórmula de cálculo da pensão considera cada ano de trabalho como mais do que um ano efectivo para afeitos da atribuição de pensão (isto é, recebe uma majoração). Além disso, alguns trabalhadores do Estado ainda têm a acumular várias pensões, que podem levar a um nível de benefícios ainda maior." ... "Entre estes, contam-se mesmo decisores políticos que tiveram responsabilidades no regime público de pensões e, em bom rigor, técnico, acabaram por se beneficiar a si próprios com as decisões que tomaram..." ... O Governo que encomendou o estudo ...da situação da Segurança Social enviou-o ao FMI com os pressupostos já ..."encaminhados", misturando deliberadamente as duas parcelas da conta das pensões a pagar anualmente pelo Estado português, ou seja misturando a conta das pensões a pagar pelo Regime Geral e a conta do Regime de Protecção Social e Cidadania. ... Os políticos têm ido buscar ao Regime de Providência Contributivo, grande parte do dinheiro que querem para aplicar em políticas sociais activas não contributivas. Isto é, põem o dinheiro guardado para as nossas pensões de reforma ao serviço de políticas sociais que têm servido para ganhar eleições e para favorecer forças partidárias em concreto." "O meu programa de governo." - José Gomes Ferreira.

 

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 11:35
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Terça-feira, 22 de Novembro de 2011
Já não há vergonha em Portugal?

 O PSD e CDS vieram agora a público, pasme-se, por via da elaboração do Orçamento de Estado para 2012, declarar que querem aumentar contribuição extraordinária que incide sobre pensões milionárias da função pública que se encontrem acima de 5030 euros, passando estas a ser taxadas em 25% na parte que exceda aquele montante.

E ao mesmo tempo, para as pensões que excedam 18 vezes o Indexante de apoios Sociais, cerca de 7545 euros, propõem que a contribuição extraordinária será de 50% sobre a parte que exceda aquele montante.

Os restantes partidos políticos com assento na Assembleia da República, essa casa da vergonha ou da falta dela, calam-se, anuindo ao "laissez faire, laissez aller, laissez passer" que também tanto convém às suas clientelas.

Lido e ouvido isto assaltam-me logo à ideia os mais 3 milhões de pobres em Portugal, as suas mais de 700 mil crianças em situação de fome, subnutrição e privações várias, os crescentes milhares de sem-abrigo, os quase 1 milhão de desempregados, os mais de 1 milhão de idosos com crescentes e graves dificuldade de saúde e morrendo por falta de capacidade para o pagamento dos seus medicamentos vitais de saúde, as dezenas de milhares de famílias em aflição financeira, etc., etc.

No meu íntimo fica-me uma pergunta repetida a pesar: descontos ou taxas sobre as pensões douradas, mas a que títulos?

Mas digam-me lá outra vez, porque eu ainda não conseguir mesmo perceber!
Ou seja, o que eu pergunto é como num Estado falido, parasitário, endividado e deficitário, ainda há quem receba essas escandalosas pensões de luxo, pagas a peso de ouro?

Tem de haver maneira de perguntar aos portugueses se não há quem se insurja contra este abuso dos políticos e em seu favor, ou estaremos perante um completo absurdo?

E não vejo nada nem ninguém a erguer-se contra isto, nem a protestar, nem tão-pouco a indignar-se.

Verifico o silêncio cúmplice dos portugueses perante afronta.

Perante isto tido fico cada vez mais espantado.

Vivemos num país de faz de conta, em que os luxos de uns são pagos com a miséria absoluta de muitos.

Ora, perante a passividade popular generalizada a que assisto, numa coisa eu estou completamente seguro: um povo que suporta este gozo descarado e os abusos deste tamanho escancarado e escandaloso dos seus governantes é decerto um povo ignóbil e reles.

Com o coração a sangrar digo e sinto: tenho vergonha de ser português!



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 19:29
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