Ideias e poesias, por mim próprio.

Sexta-feira, 13 de Outubro de 2017
População

A taxa de natalidade em Portugal voltou a baixar em 2016 recuando a população a 10 milhões e 325 mil.

Nos países que mais se desenvolvem na Europa e no mundo o crescimento económico acompanha o crescimento populacional.

Os países da Europa com o menor número de nascimentos e em progressiva perda de população, Portugal, Itália e Grécia, são os mais afetados no seu crescimento económico.

Nestes países, o crescente défice na natalidade e o envelhecimento populacional fazem-se acompanhar duma alta emigração nacional e de indicadores negativos de produto interno bruto.

O número oficial de emigrantes portugueses ronda os 2,5 milhões, são mais de 20% dos portugueses a viver e trabalhar fora do seu país de origem.

A diminuição da natalidade tem um efeito multiplicador do atrofiamento económico, afetando imediatamente o seu crescimento e prejudicando ainda mais no futuro a situação de todos.

Não nascendo bebés não teremos quem pagar na nossa velhice e invalidez as reformas, em 2050 30% da população portuguesa terá mais de 65 anos e apenas 8 milhões.

São urgentes medidas de apoio, crescimento e robustecimento da natalidade nacional, premiando-se a vida humana, a qualidade e o seu progresso, visando o aumento da população nacional residente e, no médio e no longo prazos, um robusto, duradouro e consolidado desenvolvimento socioeconómico.

As políticas de natalidade são essenciais, decisivas, para a nossa sobrevivência económica, a defesa da independência e soberania nacionais e, no final, a própria existência de Portugal.

Em conjugação têm de ser criados incentivos fiscais, apoios económicos e materiais para a atração dos milhões de portugueses da diáspora.

A extensão da nacionalidade portuguesa aos netos estrangeiros dos emigrantes portugueses é uma pequena ajuda.

Já a nova lei dos Estrangeiros e Fronteiras e a sua imigração apenas permitem que dezenas de milhares de estrangeiros pés-descalços, desde os mais oportunistas até aos mais perigosos, utilizem Portugal como mero entreposto.

A acrescer aos problemas e tensões raciais latentes nalguns grandes aglomerados urbanos, especialmente à volta da cintura de Lisboa, permitiu-se agora a entrada em Portugal de todos quantos a Europa rejeita.

Perante o crescimento da violência do terrorismo na Europa, a atual maioria parlamentar de esquerda pretende fazer de Portugal o santuário de todos os rejeitados e enjeitados da Europa.

A aculturação e a invasão estrangeiras de Portugal apenas servem conjunturalmente o consumo e a disrupção social, benéficos a formas e grupos de poder efémeros e antinacionais.

Afonso Henriques há 900 anos atrás demonstrou que Portugal faz-se e acrescenta-se com os portugueses e o seu território.

Isto é óbvio!

(artigo do autor publicado na edição de 1 de Outubro de 2017 do jornal mensário regional "Horizonte" de Avelar, Ansião, Leiria - http://www.jhorizonte.com)

horizonteoutubro2017.jpg

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 11:06
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Segunda-feira, 27 de Janeiro de 2014
Não há crescimento económico sem natalidade.

A taxa de natalidade em Portugal em 2013 foi a mais baixa dos últimos 60 anos.

Em contrapartida, nos países que mais crescem na Europa e no mundo, como por exemplo a Suíça, que é o melhor local do mundo para o nascimento de crianças, o crescimento económico acompanha o crescimento populacional.

Não é por acaso que os países da Europa com menor número de nascimentos, como são os casos da Espanha, Portugal, Itália e Grécia, sejam, simultaneamente, os países europeus mais diminuídos e afetados no seu crescimento económico.

Chegando até mesmo ao ponto, o que é caso dos quatro referidos países, que o seu crescente défice na natalidade seja acompanhado do mesmo crescente défice nos seus indicadores negativos de produto interno bruto.

Estes mesmos países, com particular destaque para Portugal, assistem também a uma maior emigração da sua população.

A agudização da situação económica portuguesa irá aumentar cada vez mais, não nascendo bebés igualmente não teremos quam para pagar as reformas, lá para 2050 vamos ter 30% da população com mais de 65 anos e deixaremos em definitivo de ser 10 milhões para estarmos a rondar os 8 Milhões.

A diminuição da natalidade tem um efeito multiplicador do atrofiamento económico presente e futuro, afetando imediatamente hoje o crescimento ecónómico e diminuindo ainda mais no futuro a situação de todos.

O Estado, caso esteja interessado verdadeira e conscientemente no crescimento económico, não só deverá promover medidas de apoio à natalidade, como terá que incentivar e premiar o seu crescimento e robustecimento, e, jamais, como tem feito até aqui, continuando a apoiar medidas contra a natalidade, nomeadamente as incentivadoras do aborto, do homossexualismo e da destruição familiar.

Tem de existir uma ação concertada, por parte do Estado e da sociedade em geral, em vários setores, para que haja uma estrutura ativa equilibrada da sociedade e que deverão passar essencialmente pela promoção da vida, da sua qualidade, do seu progresso e, muito em particular, o aumento em número da população.

A promoção de políticas de natalidade é assim essencial, mesmo decisivo, para o futuro de Portugal.

Sem o imediato, rápido e forte aumento da natalidade em Portugal jamais haverá no futuro, no médio e no longo prazos, um robusto, duradouro e consolidado crescimento económico.

Não haverá nunca um verdadeiro e real crescimento económico em Portugal, com condições reais de consolidação, incremento e progressividade, sem uma efetiva e real política de forte aumento natalidade.

Isto é óbvio!

E só não o conseguem ver quem não quiser ver, ou quem estiver comprometido com a destruição de Portugal.

 

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 23:20
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