Ideias e poesias, por mim próprio.

Sexta-feira, 3 de Janeiro de 2020
O Programa de Candidatura à Presidência do Partido Democrático Republicano: "o (novo) PARTIDO DEMOCRÁTICO”

- Refundar e democratizar o Partido Democrático Republicano (PDR), a emergência democrática para Portugal: ao serviço e na promoção de um país democrático, cívico, livre e humanista -

0 projeto de refundar o PDR, o novo “Partido Democrático”, passa por vários pontos, apresentando-se aqui os principais pontos programáticos, necessários e obrigatórios, que me proponho e comprometo a levar a efeito, no prazo máximo de 2 anos, e que aqui sumariamente se descrevem, como sejam:

- inventariação do estado material, patrimonial e financeiro do PDR por meio de uma avaliação de uma entidade externa de modo a apresentar objetiva, pormenorizada e detalhadamente aos militantes a situação do Partido e, a partir daqui, apresentar um programa de trabalho de reestruturação, implantação e ação político-partidária nacional do Partido, como eu escrevi no início do ano de 2019: https://www.facebook.com/groups/413920168784158/permalink/1155929434583224;

- a mudança do seu nome e imagem do Partido, criando-se em seu lugar o novo “Partido Democrático”, fazendo-se para o efeito um referendo interno, propondo-se desde já a (nova) denominação de “Partido Democrático”;

- moção de um programa político e ideológico para o “Partido Democrático”, de cariz democrático direto, democrático, liberal, representativo, direto e misto, assente em valores e princípios éticos, humanistas, sociais e culturais nacionais e europeus, o que eu tenho já formulado no meu blog, no meu escrito “Um projeto para um Partido Democrático”, em https://euacuso.blogs.sapo.pt/um-projeto-para-um-partido-democratico-349719;

- urgente arrendamento, económico, mas digno e apto ao desenvolvimento do trabalho político-partidário do Partido, de um espaço para localização da nova sede do Partido;

- a revisão/modificação dos Estatutos do Partido, o novo “Partido Democrático”, e demais regulamentação interna central regional, distrital e municipal, em ordem à democratização interna do (novo) “Partido Democrático”, tudo a fazer-se por meio de um debate democrático, amplo, livre e participado com todos os militantes e demais cidadãos interessados;

- reestruturação, com descentralização nacional do Partido, com criação das estruturas regionais e distritais, reativação e implementação dos núcleos, ou representantes, concelhios/municipais em todo país, com a articulação nacional e superior do Partido;

- realização anual de Congressos/Assembleia de Cidadãos filiados/militantes;

- eleição direta do Presidente e dos demais órgãos políticos do Partido, sendo ratificados em Congresso/Assembleia Geral de Cidadãos filiados/militantes;

- democratização da vida interna do Partido, reforço dos poderes e direitos democráticos e participativos dos filiados, implementação dos deveres de informação dos órgãos diretivos aos filiados, prioridade da democracia participativa, direta, representativa e cívica dos filiados na ação e na vida interna de base e superior do Partido, com o tenho escrito, entre outros textos, em: https://euacuso.blogs.sapo.pt/um-projeto-para-um-partido-democratico-349719

- divulgação e ação geral e nacional do Partido nas redes sociais, via WhatsApp, Facebook, Twitter, Instagram e outras;

- ativismo direto do Partido e dos militantes junto dos portugueses, pelas vias e meios de contacto e participação pessoal, animação sociopolítico, ligação e dinamização nas matérias questões ambientais, sociais e económicas e políticas;

- reforço dos quadros e meios políticos, humanos e materiais do Partido, com a associação, inscrição e militância de cidadãos dos mais variados setores, experiências e habilitações;

- diálogo alargado e generalizado com os movimentos sociais e políticos sem inscrição partidária, para a sua admissão e participação direta na vida do Partido;

- implantação e ativismos político-partidário nacional, distrital, municipal, de bairro e associativo;

- recuperação e refiliação, dos mais de 2.500 filiados/militantes perdidos, excluídos e demitidos nos últimos 3 anos do PDR, e a admissão de novos filiados no (novo) Partido Democrático;

- profissionalização da nova estrutura político-jurídica central, descentralizada, regional e local do “Partido Democrático”, com recurso e admissão de cidadãos e quadros técnicos, humanos e culturais, portadores de elevadas e reconhecidas capacidades técnicas, habilitações e conhecimentos aprofundados nas mais variadas áreas científicas, sociais e humanas;

- implementação de uma cultura pessoal, social e humana de meritocracia, ética e deontológica na vida e nas relações internas e externas do Partido, como eu tenho escrito há mais de 8 anos em: https://euacuso.blogs.sapo.pt/47087.html;

- apresentação pública nacional de um programa de reforma política, constitucional, jurídica e legal do ordenamento jurídico-constitucional, iniciando-se abolição da atual Constituição marxista de Portugal pelo referendo e nova da (nova) Constituição Democrática, Cidadã e Humanista de Portugal, o que eu tenho formulado no meu blog no meu escrito político, entre vários outros, “Por uma Constituição Democrática de Portugal”, no meu blog, entre outros escritos: https://euacuso.blogs.sapo.pt/29350.html

- apresentação pública da proposta de reforma do regime-ordenamento jurídico e político-Constitucional Português, o que eu tenho escrito de “35 medidas para instituir uma democracia cívica e cidadã para Portugal”, no meu blog, entre outros escritos: https://euacuso.blogs.sapo.pt/35-medidas-para-instituir-uma-338114

- apresentação pública de um programa de reforma do sistema eleitoral para a Assembleia da República, entregando o poder eleitoral ativo e passivo ao povo português e aos seus cidadãos, no reforço da democracia direta, o que eu tenho escrito no meu blog: https://euacuso.blogs.sapo.pt/5121.html

Sérgio Marcos de Abreu Mendes Ferreira Passos

o novo Partido Democrático.jpg

 

 

 



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Sexta-feira, 23 de Outubro de 2015
Do que é que é feita a democracia?
O respeito pelos procedimentos, até mesmo alguns mais ou menos burocráticos, mostra muitas vezes algo tão elementar e essencial como o cumprimento e o respeito pela boa educação, os bons modos, a cortesia, a humanidade pelos outros, em suma, a vivência em equilíbrio e respeito com os demais seres humanos que nos rodeiam.
Em geral este respeito pode ser chamado de hábitos, a etiqueta, ou, ainda mais em geral ser chamado de as "instituições".
E são estas e o seu melhor cumprimento que nos definem e delimitam na melhor forma de vida em sociedade, no respeito pelas regras, muitas delas jurídicas, outras morais e ainda algumas ditas sociais, tais como a etiqueta ou de mera cortesia,mas são estas que nos articulam e fazem viver com os demais sujeitos, nomeadamente, respeitando-os e fazendo que nos respeitem de acordo com e dentro de uma ordem de salutar convivência
Serve isto para dizer que antes de querermos fazer vencer os nossos desejos e as nossas vontades egoístas temos de primeiro e antes que mais respeitar os demais sujeitos, isto de modo a que eles também saibam que somos merecedores de respeito.
Ora, sem este pensamento básico e essencial de vida em sociedade não pode haver democracia, porque a democracia não pode ser, e não é, um mero conceito "só" para encher a boca, deve ser fundamentalmente um exemplo, um dar ao outro, fazendo-o com humanismo, com tolerância, com igualdade e solidariedade humana e social.
Realmente tive e aprendi uma lição fantástica nesta última campanha eleitoral para as eleições legislativas, e foi a de que há muitas faltas de respeito, de civilidade, de tolerância entre os portugueses e, em especial, o que é ainda mais grave e grosseiro e que não tem perdão, é a falta do respeito mínimo mútuo entre candidatos e políticos.
É verdade também vi, muitas vezes vindo de pessoas diversas, quer de extractos sociais e económicos mais altos, quer dos mais baixos, de jovens, ou idosos, etc., belos exemplos de respeito e tolerância democrática e cívica.
Conto só aqui, entre as centenas de grosserias e maus exemplos a que assisto, o episódio para mim mais marcante de toda a campanha eleitoral para as últimas legislativas: já no final do debate da Rádio Universidade de Coimbra, realizado no passado dia 24-09-2015 ao vivo e no Teatro Gil Vicente, contando com as presenças dos representantes da Coligação (Miguel Pires da Silva), do PS (João Galamba), do PDR (Dr. Marinho e Pinto), do Livre (José Reis), do PCP (Manuel Rocha) e do Bloco de Esquerda (Miguel Cardina), quando o representante da Coligação proferia as suas últimas palavras em defesa do seu programa de Governo este foi interrompido por uma grotesca e indecorosa pateada e alta gritaria por parte dos representantes dos partidos da esquerda e extrema esquerda (PS; Livre, PCP, BE) e os seus demais apaniguados presentes na audiência.
Cabe o particular destaque para o DR. Marinho e Pinto se insurgiu contra este mau exemplo de intolerância democrática e ali mesmo criticou os excessos daqueles indignos representantes políticos.
Tenho que dizer, face a este maus exemplos vindos um pouco d toda a parte, quer do povo quer dos políticos, o que não é nem tolerável nem aceitável, que já basta de tantas intolerância, arrogância e altivez em Portugal!
Ou seja, a democracia é o respeito no respeito mútuo, e sem isto nada feito!
O respeito pelos procedimentos, até mesmo alguns mais ou menos burocráticos, mostra muitas vezes algo tão elementar e essencial como o cumprimento e o respeito pela boa educação, os bons modos, a cortesia, a humanidade pelos outros, em suma, a vivência em equilíbrio e respeito com os demais seres humanos que nos rodeiam.
Em geral este respeito pode ser chamado de hábitos, a etiqueta, ou, ainda mais em geral ser chamado de as "instituições".
E são estas e o seu melhor cumprimento que nos definem e delimitam na melhor forma de vida em sociedade, no respeito pelas regras, muitas delas jurídicas, outras morais e ainda algumas ditas sociais, tais como a etiqueta ou de mera cortesia,mas são estas que nos articulam e fazem viver com os demais sujeitos, nomeadamente, respeitando-os e fazendo que nos respeitem de acordo com e dentro de uma ordem de salutar convivência
Serve isto para dizer que antes de querermos fazer vencer os nossos desejos e as nossas vontades egoístas temos de primeiro e antes que mais respeitar os demais sujeitos, isto de modo a que eles também saibam que somos merecedores de respeito.
Ora, sem este pensamento básico e essencial de vida em sociedade não pode haver democracia, porque a democracia não pode ser, e não é, um mero conceito "só" para encher a boca, deve ser fundamentalmente um exemplo, um dar ao outro, fazendo-o com humanismo, com tolerância, com igualdade e solidariedade humana e social.
Realmente tive e aprendi uma lição fantástica nesta última campanha eleitoral para as eleições legislativas, e foi a de que há muitas faltas de respeito, de civilidade, de tolerância entre os portugueses e, em especial, o que é ainda mais grave e grosseiro e que não tem perdão, é a falta do respeito mínimo mútuo entre candidatos e políticos.
É verdade também vi, muitas vezes vindo de pessoas diversas, quer de extractos sociais e económicos mais altos, quer dos mais baixos, de jovens, ou idosos, etc., belos exemplos de respeito e tolerância democrática e cívica.
Conto só aqui, entre as centenas de grosserias e maus exemplos a que assisto, o episódio para mim mais marcante de toda a campanha eleitoral para as últimas legislativas: já no final do debate da Rádio Universidade de Coimbra, realizado no passado dia 24-09-2015 ao vivo e no Teatro Gil Vicente, contando com as presenças dos representantes da Coligação (Miguel Pires da Silva), do PS (João Galamba), do PDR (Dr. Marinho e Pinto), do Livre (José Reis), do PCP (Manuel Rocha) e do Bloco de Esquerda (Miguel Cardina), quando o representante da Coligação proferia as suas últimas palavras em defesa do seu programa de Governo este foi interrompido por uma grotesca e indecorosa pateada e alta gritaria por parte dos representantes dos partidos da esquerda e extrema esquerda (PS; Livre, PCP, BE) e os seus demais apaniguados presentes na audiência.
Cabe-me assinalar com satisfação um particular destaque para o DR. Marinho e Pinto, que logo ali perante aqueles ululantes sujeitos, gindo com grave desrespeito por um dos participantes se insurgiu contra este mau exemplo de intolerância democrática e ali mesmo criticou os excessos daqueles indignos representantes políticos.
Tenho que dizer, face a este maus exemplos vindos um pouco por toda a parte, quer do povo quer dos políticos, o que não é nem tolerável nem aceitável, que já basta de tantas intolerância, arrogância e altivez em Portugal!
Ou seja, a democracia é o respeito no respeito mútuo, e sem isto nada feito!
 

democracia2.jpg

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 11:28
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Segunda-feira, 14 de Novembro de 2011
A santa hipocrisia.

O incómodo e o borburinho causados este fim-de-semana em alguns meios judiciais e políticos, quer por causa da reportagem do Diário de Notícias sobre a actividade da Maçonaria, quer por causa da denúncia de Marinho Pinto, o Bastonário da Ordem dos Advogados, contra os “cambões” de alguns escritórios de Advogados e as suas relações promíscuas com o Estado português, mais uma vez se assemelham aos esgares histéricos das pitonisas e falsas virgens enganadas.

Ora, desde há muito são já do domínio e conhecimento públicos o poder e as actividades da Maçonaria, as suas diferentes lojas, os seus membros e as suas práticas, nomeadamente as suas influências na política e nos Tribunais, bem como também já há muito é comentada a prática dos cambalachos de diversos grandes escritórios de advogados e a sua mancomunagem com a corrupção e o compadrio dentro do Estado.

Enfim, não admira já hoje a ninguém, na sociedade portuguesa, a prática generalizada, por meio de certos grupos de indivíduos, de muitos e gritantes exemplos tráficos de influências e de favores e dos abundantes crimes económicos por si cometidos.

Há muito que são denunciados nos meios dos altos tribunais portugueses, bem como nos da política governamental, a actuação dos lóbis da Maçonaria portuguesa, sejam do GOL ou da Maçonaria regular, a dimensão das suas teias e das suas maquinações, a prática da troca de favores entre os seus membros, os respectivos actos de tráfico de favores e das suas trocas de influências entre os seus sujeitos, os meios utilizados para as suas actividades criminosas, quais os seus actos comprovadamente criminosos e atentatórias contra o Estado de Direito e, especialmente, em prejuízo do Erário Público, do Estado e dos contribuintes, bem como são bem conhecidos e estão identificados a maioria de todos os seus autores e confessos criminosos.

Aliás, todos estes sujeitos, sem qualquer inibição ou pudor, gabam-se na actualidade publicamente da sua qualidade e da sua pertença a seitas criminosas e até, sem qualquer medo usam já hoje e a descoberto essa sua qualidade criminal para ameaçar e constranger os cidadãos honestos, chantagear instituições públicas e condicionar funcionários públicos, coagir empresas e controlar negócios, participar e exigir ilicitamente benefícios e comissões e até assim condicionarem as polícias e autoridades para, de tal modo, continuarem a levar por diante, à luz do dia e impunemente, as suas práticas criminosas.

Portanto, nada há mais já a estranhar, e até mesmo são conhecidas e amplamente divulgadas as acusações das suas práticas de tráficos e de compras de sentenças e acórdãos, de trocas de favores entre os seus membros e pelos seus clientes, dentro e fora dos tribunais, na política e na governação do Estado em geral.

Desde as suas ligações sujas, corruptas e perigosas entre e por meio dos membros dos sucessivos Governos dos últimos 15 a 20 anos, aos muitos negócios e práticas lesivas contra o Estado, o património e o erário públicos, às suas ligações a certos conhecidos governantes, ministros, juízes, procuradores, deputados e outros diferentes actores políticos e a sua actuação ao serviço e em favor de grandes sociedades financeiras, dos Bancos, e das grandes empresas de Construção Civil, que levaram o Estado português à quase bancarrota e à actual miséria generalizada do povo português, até aos conhecidos processos judiciais mal esclarecidos da Cova da Beira, Freeport, etc., etc., até ao agora muito conhecido processo da Face Oculta, os portugueses comuns e mais ou menos informados bem sabem hoje, o que é do completo domínio público, o poder e a influência esmagadora da Maçonaria e dos seus agentes sobre o Estado português, sobre os seus diferentes Órgãos de Soberania e bem assim dos seus titulares.

A presença esmagadora destes indivíduos nas empresas monopolistas vulgo EDP, PT e outras similares, e de uma maneira geral o seu domínio e poder nos grandes negócios e nas grandes obras públicas, é já hoje omnipresente e quase totalitária de sul a norte de Portugal.

Praticamente e nos dias que correm já nada meche ou se faz de significativo em Portugal, senão mesmo ninguém consegue hoje um bom negócio ou um melhor emprego, sem ser pela cunha e pelo favor destas seitas de adoradores de belzebu.

O Ministério Público há muito que detém as acusações, tem as provas e tem identificado os envolvidos nestas práticas e actividades.

Depois disto tudo e do que é sobeja e abundantemente conhecido e do domínio público, afinal, porque há ainda tanta gente a tentar e tão empenhada a esconder o “sol com a peneira” e porque se ouvem os tão sentidos e hipócritas pruridos das deusas vestais e das chorosas pitonisas da praça pública portuguesa?

Só podemos concluir e responder que, realmente neste país, antes e mais significativo do que o culto da nossa Senhora em Fátima, em dimensão, importância e unanimidade, só o ultrapassa o culto e a veneração públicas da santa hipocrisia.

Ora pois, assim sendo e a contento das alminhas presentes dos portugueses, viva então a santa hipocrisia nacional, à boa maneira da nossa terrinha.

 

 

 

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 11:26
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