Ideias e poesias, por mim próprio.

Quarta-feira, 22 de Janeiro de 2020
Grande Governo, grandes abusos (3)

O Estado Português atual, ao revés da sua legal missão e constitucional função e fim, no respeito à soberania do povo, transformou-se no exclusivo amigo, serventuário e propriedade dos Partidos Políticos, dos seus agentes, apaniguados e acólitos, desprezando a larga maioria dos portugueses.

E os Partidos Políticos, sintomaticamente havendo um Partido dos animais, odeiam os portugueses que não se lhe subjugam e não dizem amém às suas tropelias, crimes e abusos.

O Estado criminal e da malandragem é hoje a religião oficial vigente, todos aqueles que não se convertem ao seu credo e comando, por se recusam a ser seus acólitos, discípulos ou criados, são social, económica e politicamente perseguidos, ostracizados e prejudicados.

Em face da nossa experiência coletiva das quatro últimas décadas e meia, temos agora de perguntar: se o Estado tivesse menos poder, menos governantes, autarcas, decisores e funcionários públicos, se fosse menos intervencionista, cobrasse menos impostos e custasse muito menos financiamento dos contribuintes, se a sociedade, a economia, o ensino, as artes e os demais setores em geral fossem mais livres e independentes, não seria mais difícil de fazer as negociatas corruptas, perdulárias e escandalosas, de maior dificuldade de se darem as tropelias, abusos e crimes dos políticos, suas seitas e máfias associadas, como bem sabemos e sofremos atualmente a pagar em mais impostos e custos... e que conduziram a Portugal à atual insolvência e, desta melhores sorte e escolha, não viveríamos todos em muito melhores e saudáveis condições?

Ou seja, se houvesse menos lugares no Estado para nomeações, atribuições, concessões e adjudicações diretas, não seria mais difícil de fazer negociatas, cometerem-se abusos, desvios, furtos e, em geral, existir muito menos corrupção, abusos de poder, desvios e furtos do erário pública?

A sabedoria do povo diz, com razão, “A ocasião faz o ladrão”, então e o que é fácil de concluir, tendo nós de aceitar, um Governo Socialista com 70 membros (20 Ministros e 50 Secretários de Estado), custando aos portugueses nos próximos quatro anos 20,5 milhões de euros, sem contar com os centos de subsecretários de Estado, boys, girls, motoristas e demais criadagem que acompanharão aqueles..., quadruplicando, quintuplicando, ou mais, os seus custos, apresentando-se assim à nascença em mais um assalto à carteira dos contribuintes, será muito certa a nova vaga de desmandos e abusos públicos que em breve se nos vão apresentar e custar muito mais nas nossas carteiras e piorar as nossas vidas.

Infelizmente.

 

(twitter: @passossergio)

(artigo do autor, publicado na edição de 31 de Dezembro de 2019 do jornal mensário regional "Horizonte" de Avelar, Ansião, Leiria)

 

horizonte janeiro.jpg

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 09:27
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Grande Governo, grandes abusos (2)

45 anos volvidos do 25 de Abril e instaurada a democracia partidária, percebemos que tudo isto que temos presenciado, atingindo dolorosamente a nossa própria carne, sacrificando as nossas famílias e destruindo a sociedade, as empresas, as pessoas, os jovens e o meio ambiente, enfim o país, não faz qualquer sentido.

Os casos de corrupção, abusos públicos e muita pouca vergonha político-partidários, acontecem diariamente por todo o Portugal, conspurcando as instituições e empresas públicas, passando por autarquias e governos regionais, chegando aos órgãos de soberania.

O resultado deste magnicídio constata-se na situação pornográfica dos autores destes delitos, vivendo, gozando e desfrutando luxuosamente do produto financeiro dos seus saques e crimes, impunemente, sem responsabilidade, à descarada e sem castigo, do dinheiro furtado aos contribuintes, sabendo nós hoje que foram eles a causa principal para a destruição e ruína gerais do país, do povo e dos seus recursos nacionais.

Mais Estado, como bem se sabe e está sobejamente provado em Portugal, requer mais cargos nomeados e, por consequência, maior oportunidade de corrupção, abusos e delitos.

Mas, a cada novo Governo a pandilha sob de número, a despesa agrava-se, aumentam os encargos da nação, batendo à vez e sucessivamente o recorde dos gastos anteriores

O centralismo estatal português existente faz com que tudo seja feito numa rede perniciosa de meios financeiros, patrimoniais e jurídicos, de forma fácil de controlar pelos seus corruptos e criminosos autores e beneficiários, de modo mais obscuro e incontrolável, em ordem angariar proveitos ilícitos dos negócios públicos.

Ao longo de todos estes longos anos, os partidos do arco da governação e do Regime, PS, PSD, CDS, BE, PEV e PCP, foram exigindo mais e mais meios e fundos dos cidadãos para um saco a fundo perdido, de forma a beneficiar grupos económicos, políticos, sociais, corporativos e sindicais, para depois aí, esses mesmos ex-governantes, em contrapartida, virem a receber os respetivos ilícitos benefícios, em cargos, vencimentos e pagamentos por cima e por debaixo da mesa.

O Estado Português é hoje o maior inimigo da classe média, das liberdades económica, intelectual, social e familiar dos cidadãos e das empresas, e, em geral e em particular, dos cidadãos livres, criativos e criadores, empreendedores e inovadores.

 

(twitter: @passossergio)

(artigo do autor, publicado na edição de 31 de Novembro de 2019 do jornal mensário regional "Horizonte" de Avelar, Ansião, Leiria)

 

Horizonte - novembro 222de 2019.jpg

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 09:19
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Terça-feira, 12 de Novembro de 2019
Grande Governo, grandes abusos (1)

Os últimos 45 anos de Portugal foram conduzidos pela ilusão política, criada, alimentado e amplamente difundida pelos Partidos Políticos do Regime em tornar um país mais igualitário.

As ideias centraram-se sempre na redistribuição de riqueza, consumindo os eleitores, cada vez em menor número a cada novo ato eleitoral, as patranhas lhe impingidas.

Para esse fito, os Partidos levaram a que o Estado agravasse os impostos sobre o rendimento e trabalho, IRS e IRC, criaram uma cada vez maior e mais gravosa parafernália de novos impostos e taxas, castigaram a criação de riqueza, desincentivando e punindo a produção, o trabalho e a poupança, mas estimulando e subsidiando a preguiça, a ociosidade e a vadiagem.

A história da partidocracia de 45 anos é o do endividamento progressivo dos cidadãos, os contribuintes e do país, a venda e hipoteca das riquezas nacionais, e, com tudo isto, pouco mais se obteve do que os medíocres, mas careiros e deficitários serviços públicos, com destaque para os ineficazes serviço nacional de saúde, abortista e eugenista, e o sistema educacional, anárquico e grevista, que nunca conseguiram dar uma adequada e responsável resposta às necessidades humanas e sociais dos portugueses.

A própria justiça tornou-se cada vez mais cara e inacessível aos comuns cidadãos, apresentando-se dura e desumana com os mais fracos e desprotegidos, anti familiar e inimiga da paz social, muitas vezes, muito por culpa da lei, pactuando, tolerando e fechando os olhos aos abusos dos mais fortes, poderosos, ou beneficiários de imunidades, privilégios políticas, sociais, económicos e sindicais.

O Estado glutão e gastador, cada vez mais centralista e omnipresente, incapaz de combater corrupção, o clientelismo e os favoritismos de uma oligarquia corrupta e delinquente, não ajudando os mais necessitados e não conseguindo transformar um País onde todos tivessem, com plenas igualdade e dignidade, orgulho de viver, trabalhar e residir na sua própria pátria, reconduziu os portugueses à pobreza, à emigração e ao atraso de outrora, recuperando memórias de tempos que pensávamos estar para trás …e, espante-se, colocando-nos no lugar do país mais pobre e subdesenvolvido da União Europeia.

 

(twitter: @passossergio)

(artigo do autor, publicado na edição de 31 de Outubro de 2019 do jornal mensário regional "Horizonte" de Avelar, Ansião, Leiria)

Horizonte - novembro de 2019.jpg



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 11:13
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Sábado, 21 de Janeiro de 2017
Portugal, o país do ilusionista e do palhaço

António Costa, o maior ilusionista português da atualidade, no passado dia 21 de Dezembro veio impingir-nos mais um monstruoso malabarismo.

Até foi simples, com a maior desfaçatez do mundo, foi à televisão dizer-nos que o défice das contas públicas em 2016 ficou em 2,5%.

Ora, é totalmente falso que o défice das contas públicas tenha ficado somente em 2,5%, basta ler o Orçamento Geral do Estado (Lei n.º 7-A/2016 de 30 de Março) e cruzar os seus dados com os boletins mensais do Instituto de Gestão do Crédito Público (www.igcp.pt).

O verdadeiro e real défice das contas públicas nacionais em 2016 vai ser de, pelo menos, 20,3% (e até é bem superior!).

Mas em Portugal, o país há muito governado por ilusionistas e presidido por palhaços, é possível mentir aos portugueses, porque muitos destes inocentes (palermas?) até gostam de ser enganados.

Os reais números das contas públicas portuguesas são estes:

  1. I) Receitas do Estado Português: 88,798 mil milhões de euros (mme).
  2. II) Despesas correntes do Estado: 90,650 mme.

III) Despesa total do Estado (despesas correntes mais as despesas com encargos de capital): 133,920 mme (74% do PIB português, de 179,369 mme).

  1. IV) Aumento do endividamento público em 2016: 18,081 mme (até Outubro de 2016).

Face a estes dados oficiais, é mesmo muito fácil determinar o verdeiro número do défice das contas públicas!

E o real défice das contas públicas acha-se do seguinte modo:

  1. A) défice de 20,3%, se for calculado tomando-se as (I) receitas e (II) despesas correntes em relação ao (IV) aumento da dívida pública;
  2. B) défice de 150,08%, se for calculado tomando-se (I) as receitas e as (II) despesas correntes em relação (III) às despesas correntes mais as despesas com encargos de capital.

Portanto, o pretenso défice de 2,5% reside em se tomar unicamente a conta entre, por um lado, as (I) receitas correntes e, por outro, as (II) despesas correntes!

Os 2,5% mais não são do que uma maquilhagem, truque, deste Governo, para se apregoar a uma absoluta falsidade ideológica.

Afinal, são estes os "grandes" sucessos do Governo da "geringonça”, e nós os tontos vivemos num país de palermas, só pode!

Mas quando o país estourar, para o que já não falta muito tempo, com os alto custos económicos e sociais que isso vai representar para todos, ou seja o chamado segundo “resgate” financeiro nacional e uma nova troika, então é que vai ser o delas.

Em breve, os portugueses irão "chiar" alto e bom som com o que a futura “Venezuela da Europa” ainda lhes vai doer no corpinho!

marceloecosta.png

 

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 21:19
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Quinta-feira, 2 de Junho de 2016
Reféns

 

O Estado Português, qual toxicodependente, ou vulgar vadio inútil, nos últimos anos, ao nacionalizar os fundos de pensões, nos quais se destacam o dos bancários e da antiga Portugal Telecom, tem continuamente recorrido à clássica solução da espoliação da propriedade privada para continuar a sustentar os seus vícios e má vida.

Aliás, nos últimos 30 anos, à semelhança do período dos Governos de Vasco Gonçalves de influência do Partido Comunista Português, na pós-revolução de 1974, do que ainda hoje sofremos as consequências nefastas e que explicam em muito a falta de modernização social, política e económica de Portugal, o Estado Português tem, de modo geral, insistido em políticas económicas interventivas expansionistas que, quase sempre, descambam na alienação das poupanças dos portugueses.

Porque será que a esquerda que Governa atualmente se bate tão acerrimamente contra os pouco mais de 30 milhões de euros de subsídios do Estado concedidos aos colégios privados, mas já não mexe uma palha contra os milhares de milhões de Euros deitados à rua pelo Estado em serviços públicos inúteis, redundantes, ou total e absolutamente supérfluos? 

Não será que explicação é tão simples quanto o da esquerda abominar as liberdades de ensino, de pensamento e de expressão, ou seja, querer cercear tudo o que seja diferente do que é a política oficial de Estado?

Esta mesma esquerda de tratar de cortar a fundo na despesa da inútil máquina do Estado, nomeadamente, atacando nas inúteis despesas da oligarquia política, nos seus gastos luxuosos, sumptuários e pornográficos de milhares de milhões de Euros, ou obrigando a poupanças nas Câmaras, Empresas Públicas, Segurança Social, Assembleia da República e Parlamentos Regionais, Ministérios, Ministros da República, Orçamentos da Presidência da República, da Presidência do Conselho de Ministros, boys e girls, ou acabando com as frotas de milhares de automóveis luxuosos do Estado, etc., etc., isso, os decisores públicos não fazem e não querem.

Mas, nisto os partidos portugueses, representados há mais de 40 anos no Parlamento, sem exceção, são todos iguais, ninguém neles defende ou se atreve a falar verdade e, nem ao menos, denunciando a cleptocracia que tomou como sua a vida pública.

Todos os 6 partidos políticos parlamentares, incluindo a nova maioria de esquerda, aceitam continuar vivendo nesta senda da alienação de Portugal e, a qualquer custo, mesmo "entregando a alma ao diabo", chegar ao poder e continuar gastando o que temos e o que não temos.

Os portugueses, parece, não terem salvação à vista, a cultura e a mentalidade do despesismo, da fraude e do parasitismo estatais está publicamente disseminada, salvo raras e honrosas exceções, um pouco por todo o seu Estado.

O Estado Português foi assaltado por quadrilhas que o tomaram como sua propriedade privada, pautando as suas vidas de luxos, benesses e prendas ilícitas, e que, à vista e sem rebuço, vivem acima das possibilidades dos comuns contribuintes portugueses.

Ora, até quanto e quando os portugueses aceitarão continuar reféns deste iníquo Estado Português, continuando a sacrificar as suas vidas?

(artigo do autor publicado na edição de 1 de Junho de 2016 do jornal mensário regional "Horizonte" de Avelar, Ansião, Leiria - http://www.jhorizonte.com)

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publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 12:46
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Domingo, 14 de Fevereiro de 2016
A incomportável despesa publica do Estado Português

No final de Janeiro de 2016 fora oram divulgados os números relativos a 2015, relativos à receita fiscal e despesa global do Estado Português.

Os termos da comparação são entre os anos civis de 2014 e o de 2015:

Receita Total : 43,023M€ ( + 1,712M€ ; + 4.1% )
Das quais :
Receitas fiscais : 38,984M€ ( + 1,873M€ ; + 5.0%)
IRS : 12,693M€ ( - 156M€ ; - 1.2%)
IRC : 5,247€ ( + 729M€ ; + 16.1%)
IVA : 14,834M€ ( + 1,022M€ ; + 7.4%)
ISP : 2,238M€ ( + 145M€ ; + 6.9%)

Despesa Total : 48,591M€ ( + 187M€ ; + 0.4%)
Despesa Corrente Primária : 41,495M€ ( + 100M€ ; + 0.2%)
Despesa de Capital : 1,382€ ( + 85M€ ; + 6.6%)

Despesas com juros : 7,096M€ ( + 87M€ ; + 1.2%)

Saldo Primário : + 1,528M€ ( melhorou 1,611M€ )

Saldo : -5,568M€ ( melhorou 1,525M€ ; corresponde a 3.1% do PIB projetado para 2015)

Como se pode verificar o Estado Português, apesar da enorme carga de impostos que sobrecarregam os contribuintes e colocam a economia num permanente estado anémico, continua a gastar mais do que angaria em receitas e não se vê que o atual Governo do Partido Socialista, suportado pela extrema esquerda, queira inverter o atual rumo da situação.
 

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publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 17:01
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Domingo, 7 de Fevereiro de 2016
O suicídio de Portugal, ou o novo Orçamento de Estado

Cobrar Mais Para Gastar Mais, ou a receita mais rápida para a falência de Portugal, eis Orçamento Geral do Estado de António Costa e do PS para 2016

A forma mais simples para entender este Orçamento suicidário é percebe-lo pelas suas grandes linhas:

a) aumento de impostos 1.3 mil milhões de impostos, aumentando o total cobrado em 2,9% para 47 mil milhões;

b) aumento de 6,3%, para o total de 21,9 mil milhões em contribuições sociais;

c) no total de receitas públicas (impostos diretos e indiretos, taxas e outros) o agravamento duplica de 2,1% em 2015, para 4,2% em 2016;

d) descida do investimento público em 5,6%;

e) aumento dos gastos correntes aceleram de 0,1% em 2015, para 3,1% em 2016;

e) 25,5% em aumento de despesas com subsídios;

f) 8,6% em aumento de consumos intermédios;

g) 3,3% em aumento com gastos de pessoal;

h) 1,1% em aumento com prestações sociais;

i) 0,4% em aumento com custos da dívida pública (em 2015 teve uma baixa de 0,6%);

Conclusão: o objetivo da redução do défice público em cerca de 1,4 mil milhões de euros (0,8% do PIB) face a 2015, resulta de um aumento da receita de 1,8% do PIB superior ao aumento da despesa em 1% do PIB.

Em suma, a mesma receita de sempre para um país falido e sem rumo, apenas um Orçamento despesista, e ...quem vier a seguir que feche a porta...!

 

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publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 18:12
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Segunda-feira, 16 de Março de 2015
A despesa do Estado Português: a explicação da ruína nacional.

As famílias portuguesas, desde 2007, ano do início do aumento progressivo e continuado da poupança das famílias, até 2014, ou seja, em 8 anos apenas, segundo dados oficiais do Banco de Portugal, conseguiram aumentar as suas em 55,1%, passando a taxa bruta de poupança de 4,9% para 7,6%.

Face a estes números temos de perguntar, por princípio, porque é que o Estado não consegue aumentar de modo nenhum a sua poupança?

Ou, o que é pior, como é que o Estado no mesmo período de tempo, portanto de 2007 a 2014, aumentou a sua despesa nominal em relação ao PIB em 5,4%.

Pior mesmo o último ano do Governo socialista com José Sócrates, no ano de 2010, em que o Estado gastou mais 16% em relação ao ano de 2007.

Ou, ainda para nos escandalizar mais, desde 1984 até final de 2014, passados que foram 30 anos, o Estado Português, aumentou a despesa pública nominal em ralação ao PIB em mais de 54%?

Em 30 de Outubro de 2014 a dívida pública ascendia a 207.396.000,99 €. Rácio dívida pública/PIB: 119,6% (fonte: Banco de Portugal).

O aumento da Dívida Pública nos últimos 12 meses de 2014 foi de 9.175.000.000,00 €, e o aumento diário da dívida pública em 2014 foi de 25.136.990,00 €.

A dívida pública portuguesa no final de 2013 era de 204.252.341.733,00€, no final de 2014 já era de 217.126.401.453,00€ e no final de Fevereiro de 2015 ascendia a 228.226.646.971,00€.

Para que se saiba, em 25 de Abril de 1974 a dívida pública equivalia a cerca de 14% do Produto Interno Bruto, correspondendo a preços de então a 304 milhões de euros, equivalendo a preços de hoje a 10 mil milhões de euros, jooje a dívida pública é 21 vezes maior do quem há 40 anos atrás. 

Cada português deve agora 21 mil euros, quando devia apenas 1.000 euros em 1974.

Estes escandalosos dados não deviam servir para julgar esta classe política e partidária que tem destruído Portugal?

 

Dados consultados:

https://desviocolossal.wordpress.com/tag/despesa-publica/ 

https://www.bportugal.pt/pt-PT/BdP%20Publicaes%20de%20Investigao/ab201213_p.pdf

http://www.pordata.pt/Portugal/Rendimento+e+poupan%C3%A7a+das+fam%C3%ADlias+em+percentagem+do+PIB-1153

http://desmitos.blogspot.pt/2010/10/legados-deste-governo-1-divida-publica.html

 

evolução despesa publica.png

 

 

Divida Publica portuguesa 1850-2010 _ Valerio e Ma

 

 

 

 

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 22:59
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Quarta-feira, 23 de Julho de 2014
Presidência do Conselho de Ministros tem 530 carros ao seu serviço e custa por ano aos contribuintes 260 milhões, 310 mil e 77 euros.

A Presidência do Conselho de Ministros, chefiada por Passos Coelho, custa anualmente aos contribuintes portugueses a pornográfica despesa de 260 milhões, 310 mil e 77 euros.

(Ver em :http://www.dgo.pt/politicaorcamental/Paginas/OEpagina..aspx?Ano=2014&TipoOE=Or%u00e7amento+Estado+Aprovado&TipoDocumentos=Lei+%2f+Mapas+Lei+%2f+Relat%u00f3rio)

Definição: A Presidência do Conselho de Ministros (PCM) é o departamento central do Governo de Portugal. Tem por missão prestar apoio ao Conselho de Ministros e aos demais membros do Governo nele integrados e promover a coordenação dos diversos departamentos governamentais que a integram. A PCM é equiparada a um ministério diretamente chefiado pelo primeiro-ministro, na sua qualidade de presidente do Conselho de Ministros.

São tachos e mais tachos, boys e girls no Governo de Passos Coelho.

Ora, a austeridade é apenas o preço da corrupção a pagar pelos portugueses!

Só o Gabinete do Primeiro Ministro Passos Coelho detém uma frota de 31 carros de luxo de alta gama, uma dúzia de motoristas e ainda dezenas de boys e girls com vencimentos milionários!

E a Presidência do Conselho de Ministros tem uma frota total de 530 carros, para distribuir pelos ministros, secretários de estado e assessores!

Em conjunto os ministério governamentais e as suas secretarias de estado, em 2013, possuíam uma frota que contava 26 mil 861 carros!

(Ver em: http://www.espap.pt/docs/eSPap_Relat_PVE_1T2013.pdf)

 

EIS A COMPOSIÇÃO DO GABINETE DO ''NOSSO'' 1º-MINISTRO E OS SEUS VENCIMENTOS:

Por,
Função:
Nome:
Idade:
Nomeação:
Vencimento:

Chefe de Gabinete
Francisco Ribeiro de Menezes
46 anos
06-08-2011
4.592,43

Assessor
Carlos Henrique Pinheiro Chaves
60 anos
21-06-2011
3.653,81

Assessor
Pedro Afonso A. Amaral e Almeida
38 anos
18-07-2011
3.653,81

Assessor
Paulo João L. Rego Vizeu Pinheiro
48 anos
11-07-2011
3.653,81

Assessor
Rudolfo Manuel Trigoso Rebelo
48 anos
21-06-2011
3.653,81

Assessor
Rui Carlos Baptista Ferreira
47 anos
21-06-2011
3.653,81

Assessora
Eva Maria Dias de Brito Cabral
54 anos
12-10-2011
3.653,81


Assessor
Miguel Ferreira Morgado
37 anos
21-06-2011
3.653,81

Assessor
Carlos A. Sá Carneiro Malheiro
38 anos
01-12-2011
3.653,81

Assessora
Marta Maria N. Pereira de Sousa
34 anos
21-06-2011
3.653,81

Assessor
Bruno V. de Castro Ramos Maçaes
37 anos
01-07-2011
3.653,81

Adjunta
Mafalda Gama Lopes Roque Martins
35 anos
01-07-2011
3.287,08

Adjunto
Carlos Alberto Raheb Lopes Pires
38 anos
21-06-2011
3.287,08

Adjunto
João Carlos A. Rego Montenegro
34 anos
21-06-2011
3.287,08

Adjunta
Cristina Maria Cerqueira Pucarinho
46 anos
23-08-2011
3.287,08

Adjunta
Paula Cristina Cordeiro Pereira
41 anos
22-08-2011
3.287,08

Adjunto
Vasco Lourenço C. P. Goulart Ávila
47 anos
21-11-2011
3.287,08

Adjunta
Carla Sofia Botelho Lucas
28 anos
25-01-2012
3.287,08

Técnico Especialista
Bernardo Maria S. Matos Amaral
38 anos
07-09-2011
3.287,08

Técnica Especialista
Teresa Paula Vicente de Figueiredo Duarte
44 anos
21-07-2011
3.653,81

Técnica Especialista
Elsa Maria da Palma Francisco
40 anos
16-01-2012
3.653,81

Técnica Especialista
Maria Teresa Goulão de Matos Ferreira
49 anos
18-07-2012
3.653,81

Secretária pessoal
Maria Helena Conceição Santos Alves
54 anos
18-07-2011
1.882,76

Secretária pessoal
Inês Rute Carvalho Araújo
46 anos
18-07-2011
1.882,76

Secretária pessoal
Ana Clara S. Oliveira
38 anos
13-07-2011
1.882,76

Secretária pessoal
Maria de Fátima M. L. Hipólito Samouqueiro
47 anos
21-06-2011
1.882,76

Secretária pessoal
Maria Dulce Leal Gonçalves
52 anos
01-07-2011
1.882,76

Secretária pessoal
Maria M. Brak-Lamy Paiva Raposo
59 anos
13-07-2011
1.882,76

Secretária pessoal
Margarida Maria A. A. Silva Neves Ferro
53 anos
21-06-2011
1.882,76

Secretária pessoal
Maria Conceição C. N. Leite Pinto
51 anos
21-06-2011
1.882,76

Secretária pessoal
Maria Fernanda T. C. Peleias de Carvalho
45 anos
01-08-2011
1.882,76

Secretária pessoal
Maria Rosa E. Ramalhete Silva Bailão
58 anos
01-09-2011
1.882,76

Coordenadora
Luísa Maria Ferreira Guerreiro
48 anos
01-01-2012
1.506,20

Técnico administrativo
Alberto do Nascimento Cabral
59 anos
01-01-2012
1.506,20

Técnica administrativa
Ana Paula Costa Oliveira da Silva
42 anos
01-01-2012
1.506,20

Técnica administrativa
Elisa Maria Almeida Guedes
47 anos
01-01-2012
1.500,00

Técnica administrativa
Isaura Conceição A. Lopes de Sousa
59 anos
01-01-2012
1.506,20

Técnico administrativo
José Manuel Perú Éfe
60 anos
01-01-2012
1.506,20

Técnica administrativa
Liliana de Brito
50 anos
01-01-2012
1.500,00

Técnica administrativa
Maria de Lourdes Gonçalves Ferreira Alves
61 anos
01-01-2012
1.506,20

Técnica administrativa
Maria Fernanda Esteves Ferreira
57 anos
01-01-2012
1.506,20

Técnica administrativa
Maria Fernanda da Piedade Vieira
61 anos
01-01-2012
1.506,20

Técnica administrativa
Maria Umbelina Gregório Fernandes Barroso
47 anos
01-01-2012
1.500,00

Técnica administrativa
Zulmira Jesus G. Simão Santos Velosa
47 anos
01-01-2012
1.506,20

Técnico administrativo
Artur Vieira Gomes
53 anos
01-01-2012
1.600,15

Técnica administrativa
Benilde Rodrigues Loureiro da Silva
58 anos
01-01-2012
975,52

Apoio Auxiliar
Fernando Manuel da Silva
68 anos
01-01-2012
975,52

Apoio Auxiliar
Francisco José Madaleno Coradinho
45 anos
01-01-2012
1.472,82

Apoio Auxiliar
Joaquim Carlos da Silva Batista
57 anos
01-01-2012
975,52

Apoio Auxiliar
José Augusto Morais
51 anos
01-01-2012
975,52

Apoio Auxiliar
Maria Lurdes da Silva Barbosa Pinto
58 anos
01-01-2012
975,52

Apoio Auxiliar
Maria de Lurdes Camilo Silva
65 anos
01-01-2012
975,52

Apoio Auxiliar
Maria Júlia R Gonçalves Ribeiro
58 anos
01-01-2012
975,52


Apoio Auxiliar
Maria Natália Figueiredo
64 anos
01-01-2012
975,52

Apoio Auxiliar
Maria Rosa de Jesus Gonçalves
58 anos
01-01-2012
975,52

Motorista
António Francisco Guerra
52 anos
01-01-2012
1.848,53

Motorista
António Augusto Nunes Meireles
61 anos
01-01-2012
2.028,28

Motorista
António José Pereira
48 anos
01-01-2012
1.848,53

Motorista
Arnaldo de Oliveira Ferreira
49 anos
01-01-2012
1.848,53

Motorista
Jaime Manuel Valadas Matias
52 anos
01-01-2012
1.848,53

Motorista
Jorge Henrique S. Teixeira Cunha
52 anos
01-01-2012
1.848,53

Motorista
Jorge Martins Morais
46 anos
01-01-2012
1.848,53

Motorista
José Hermínio Frutuoso
53 anos
01-01-2012
1.848,53

Motorista
Nuno Miguel R. Martins Cardoso
37 anos
01-01-2012
1.848,53

Motorista
Paulo Jorge Pinheiro da Cruz Barra
40 anos
01-01-2012
1.848,53

Motorista
Rui Miguel Pedro da Silva Machado
42 anos
01-01-2012
1.848,53

Motorista
Vitor Manuel G Marques Ferreira
42 anos
01-01-2012
1.848,53

Chefe de Gabinete - 1
Assessores -10 
Adjuntos - 7
Técnicos Especialistas - 4
Secretárias Pessoais - 10
Coordenadora - 1
Técnicos Administrativos - 13
Apoio Auxiliar - 9
Motoristas – 12

 

Como é que a despesa pública alguma vez poderá baixar com esta gente a derreter dinheiro e a encherem os bolsos à custa do nosso sacrifício!?

Como é que se pode aceitar que um Governo derreta dinheiro público assim?

Isto é um ultraje!

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 16:42
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Terça-feira, 20 de Maio de 2014
Assembleia da República branqueia corrupção das PPP`s.

Foi criado mais um Observatório Público, o "Observatório das PPP", que funcionará na dependência da Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) da Assembleia da República.

A maioria PSD-CDS/PP já admitiu que se torna necessária "a preferência por uma posição conjunta com os socialistas em matérias que "afectam uma ou mesmo duas gerações". O deputado social-democrata considera que "é uma obrigação dos partidos do arco do governo proteger os contribuintes", tentando, com isso, puxar o PS para um acordo.

O que nós já sabemos é que isto é a conversa do costume entre os partidos políticos do "poleiro" para se mancomunarem em atividades públicas de corrupção e delapidação do erário público!

Até porque os novos contratos de PPP`s acima dos 100 milhões de euros embora tenham que passar pela Assembleia,o seu eventual veto não impede os projectos de avançarem!

Ora, isto é apenas mais uma forma criada pela Assembleia da República para branquear a corrupção das PPP`s e para aumentar a despesa pública!

Nunca mais saímos nunca mais desta escandaleira de corruptos e da corrupção!

A nossa conclusão é a de que enquanto vigore e mande esta partidocracia nunca mais nos conseguimos livrar do assalto à nossa carteira!

Fechem mas é o Estado!

 

*Fonte:

http://www.ionline.pt/artigos/dinheiro/maioria-quer-criar-observatrio-no-parlamento-controlar-ppp

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 12:34
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