Ideias e poesias, por mim próprio.

Sábado, 2 de Julho de 2016
Cleptocracia financeira portuguesa

Primeiro foi o saque às reservas de ouro do Banco de Portugal: em 25 de Abril de 1974 somavam 900 toneladas, das quais em 2007, e após os 8 anos do consulado despesista e ruínoso do socialista Vítor Constâncio, sobram hoje pouco mais de 280 toneladas.

Só por exemplo, por acaso alguma autoridade judicial portuguesa sabe, ou se atreveu a responder aos portugueses, onde foram parar as 17 toneladas de ouro do Banco de Portugal que ANIBAL CAVACO SILVA mandou para o Banco DREXEL BURNHAM LAMBERT em Nova YORK / EUA, em 1990, e que foi a falência uma semana depois do ouro ter chegado à América?

Depois foi o rápido endividamento público de Portugal que em 1974, a custos de hoje não ultrapassava os 10 mil milhões de euros, equivalendo a cerca de 14% do Produto Interno Bruto (PIB), isto é, da riqueza gerada no ano do 25 de Abril.

Ora, em meros 40 anos, os cleptomaníacos democratas que assaltaram o poder em Portugal cavaram uma dívida pública que ascende hoje a 229 mil milhões de euros, ou seja, 128,7% do PIB nacional.

A seguir a seita de "colarinho branco" nacional, sempre ávida de dinheiro e sem olhar a meios, tomou o gosto pelos Bancos.

Primeiro foi o BPN, de onde foram sacados impunemente, até hoje e sem culpas determinadas dos seus muitos e conhecidos autores, 5.2 mil milhões euros aos contribuintes portugueses, naquela que foi a maior associação criminosa político-partidária, com ligações às mais altas instâncias do Estado, que Portugal assistiu na seus mais 900 anos de História.

Depois foi o BPP, um pequeno Banco privado, em que os seus depositantes ficaram a "arder" em 450 milhões de euros no final de 2008.

Para que conste, os três principais administradores do Banco Privado Português - João Rendeiro, Paulo Guichard e Fezas Vital -, receberam 6,4 milhões de euros em 2008, ano em que a instituição faliu, só João Rendeiro, antigo presidente do conselho de administração, arrecadou 2,8 milhões.

A CMVM apurou que no último ano de vida do BPP a sua administração fez dissipar "só" 100 milhões em vários offshores, factos estes que não tiveram mais consequências judiciais até os dias de hoje.

A seguir veio o BES, que somou até hoje em prejuízos a suportar pelos contribuintes 4.9 mil milhões de euros para financiar em seu lugar o Novo Banco, aos quais se devem somar mais 856 milhões para os contribuintes pagarem o reembolso o último ardiloso esquema do "papel comercial" montado por Ricardo Salgado.

Só a Caixa Geral de Depósitos, o dito Banco de todos nós, mas que tem servido especialmente para engordar tantos e tantos políticos do CDS, PS e PSD, e que suportou tudo o que foram prejuízos e desfalques públicos e políticos nacionais, consumiu nos últimos 15 anos aos contribuintes nacionais em sucessivas, mas mal contadas, injeções de capital, via Orçamento Geral de Estado, a módica maquia de 6.650 mil milhões de euros.

Ainda os contribuintes não tinham engolido completamente tantos os gordos elefantes que saqueiam Portugal, a seguir viria a suculenta cereja milionário no Banif, a coutada privada repartida dos PSD-Madeira e PS-Açores, ao preço de 3 mil milhões de euros a suportar pelos contribuintes portugueses.

Mas, o que até não nos devia surpreender, ainda faltava conhecer a falência da Caixa Geral de Depósitos após ser conhecido o recente buraco de mais de 5.000 milhões de euros!

E o que é mais certo é que ror de saques ainda nãotenha terminado, ou não avistássemos nós a maioria dos seus autores e cúmplices alcandorados nos principais partidos políticos que se sentam na Assembleia da República e no Governo de Portugal!

 

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publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 22:41
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Sexta-feira, 8 de Janeiro de 2016
Banif: vira o disco e toca o mesmo

Primeiro foram as reservas de ouro do Banco de Portugal que em 25 de Abril de 1974 somavam 865 toneladas, sobram hoje pouco mais de 380 toneladas.

Em 1990, Cavaco Silva 1º Ministro, mandou 17 toneladas de ouro do Banco de Portugal para o Banco DREXEL BURNHAM LAMBERT, em Nova Iorque, que foi à falência uma semana depois do ouro ter chegado à América!

Desse ouro só se sabe do seu silêncio oficial!

Depois foi o endividamento público de Portugal que, em meros 40 anos, passou de 10 mil milhões de euros, equivalendo a cerca de 14% do Produto Interno Bruto (PIB), em 1974, à gigantesca dívida pública atual que ascende a 229 mil milhões de euros, ou seja, 128,7% do PIB nacional.

A seguir foram os Bancos.

Primeiro foi o BPN, de onde foram sacados impunemente, até hoje e sem culpas determinadas, 5.2 mil milhões euros aos contribuintes portugueses, naquela que foi a maior associação criminosa político-governamental, com ligações às mais altas instâncias do Estado, a que Portugal assistiu nos seus mais de 900 anos de História.

Depois foi o BPP, um pequeno Banco privado, no final de 2008 os seus depositantes ficaram a "arder" em 450 milhões de euros.

A CMVM apurou que no último ano de vida do BPP a sua administração fez dissipar "só" 100 milhões em vários offshore, e até os dias de hoje não houveram mais quaisquer consequências criminais.

A seguir veio o BES, com 4.9 mil milhões de euros suportados pelos contribuintes para financiar em seu lugar um já falido Novo Banco, devendo em breve somarem-se mais 856 milhões para o buraco do "papel comercial"

Já a Caixa Geral de Depósitos, o dito Banco de todos nós, servindo especialmente para apascentar políticos do CDS, PS e PSD e suportar tudo o que foram prejuízos e desfalques públicos e políticos nacionais, nos últimos 15 anos, terá consumido aos contribuintes, em sucessivas injeções de capital, via Orçamento Geral de Estado, a “bela” maquia de 6.650 mil milhões de euros.

Ainda os contribuintes portugueses não tinham engolido completamente tantos e gordos elefantes, ficamos agora a saber da amarga cereja milionário do minúsculo Banif, a coutada privada repartida dos PSD-Madeira e PS-Açores, orçada em 4 (quatro) mil milhões de euros.

Mas, o ror de saques político-financeiros nacionais ainda terminou, os seus autores e cúmplices continuam sendo ou deputados ou ministros da nação, ou para lá irão, tudo com o voto de muitos eleitores portugueses.

Não há limites para a indecência em Portugal!

 

(artigo do autor publicado na edição de 1 de Janeiro de 2016 do jornal mensário regional "Horizonte" de Avelar, Ansião, Leiria - http://www.jhorizonte.com)

 

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publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 12:20
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Terça-feira, 22 de Dezembro de 2015
Há o antes, o Banif e depois. E há os contribuintes portugueses a arder.

Temos sempre de perguntar: até onde, quanto e quando vão continuar a saquear Portugal?

Primeiro foi o saque às reservas de ouro do Banco de Portugal: em 25 de Abril de 1974 somavam 865 toneladas, das quais em 2007, e após os 8 anos do consulado despesista e ruínoso do socialista Vítor Constâncio, sobram hoje pouco mais de 380 toneladas.

Só por exemplo, por acaso alguma autoridade judicial portuguesa sabe, ou se atreveu a responder aos portugueses, onde foram parar as 17 toneladas de ouro do Banco de Portugal que ANIBAL CAVACO SILVA mandou para o Banco DREXEL BURNHAM LAMBERT em Nova YORK / EUA, em 1990, e que foi a falência uma semana depois do ouro ter chegado à América?

Depois foi o rápido endividamento público de Portugal que em 1974, a custos de hoje, não ultrapassava os 10 mil milhões de euros e equivalendo a cerca de 14% do Produto Interno Bruto (PIB) de então, isto é, da riqueza gerada no ano do 25 de Abril.

Ora, em meros 40 anos, os cleptomaníacos democratas que assaltaram o poder em Portugal cavaram uma dívida pública que ascende hoje a 229 mil milhões de euros, ou seja, 128,7% do PIB nacional.

A seguir a seita de "colarinho branco" nacional, sempre ávida de dinheiro e sem olhar a meios para o gastar à tripa forra, tomou o gosto pelos Bancos.

Primeiro foi o BPN, de onde foram sacados impunemente, até hoje e sem culpas determinadas dos seus públicos e conhecidos autores, 5.2 mil milhões euros aos contribuintes portugueses, naquela que foi a maior e mais escandalosa associação criminosa político-partidária, e com ligações às mais altas instâncias do Estado, que Portugal assistiu na seus mais 900 anos de História.

Depois foi o BPP, um pequeno Banco privado, em que os seus depositantes ficaram a "arder" em 450 milhões de euros no final de 2008. Para que conste, os três principais administradores do Banco Privado Português - João Rendeiro, Paulo Guichard e Fezas Vital -, receberam 6,4 milhões de euros em 2008, ano em que a instituição faliu, só João Rendeiro, antigo presidente do conselho de administração, arrecadou 2,8 milhões.

A CMVM apurou que no último ano de vida do BPP a sua administração fez dissipar "só" 100 milhões em vários offshores, factos estes ilícitos que não tiveram mais consequências judiciais até os dias de hoje. A seguir veio o BES, que somou até hoje em prejuízos a suportar pelos contribuintes 4.9 mil milhões de euros para financiar em seu lugar um já quase falido Novo Banco, aos quais em breve se devem somar mais 856 milhões para os contribuintes pagarem o reembolso do último ardiloso esquema do "papel comercial" montado por Ricardo Salgado.

Por sua vez, a Caixa Geral de Depósitos, o dito Banco de todos nós, mas que tem servido especialmente para engordar tantos e tantos políticos do CDS, PS e PSD, e que suportou tudo o que foram prejuízos e desfalques públicos e políticos nacionais, consumiu nos últimos 15 anos aos contribuintes nacionais em sucessivas, mas mal contadas, injeções de capital, via Orçamento Geral de Estado, a módica maquia de 6.650 mil milhões de euros.

Mas, ainda os contribuintes portugueses não tinham engolido completamente tantos e gordos elefantes, ficamos hoje a saber da suculenta cereja milionário no Banif, a coutada privada repartida dos PSD-Madeira e PS-Açores, orçada em 4 (quatro) mil milhões de euros.

E o mais certo é que o ror de saques polìtico-financeiros nacionais ainda não terminou, ou não avistássemos nós a maioria dos seus autores e cúmplices alcandorados nos principais partidos políticos que se sentam na Assembleia da República e no Governo de Portugal.

Parece mesmo não haverem limites para a indecência em Portugal!

 

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publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 00:25
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Sexta-feira, 22 de Agosto de 2014
O que liga Cavaco Silva a Ricardo Espírito Santo?

Será verdade?

O que é facto é que o genro de Cavaco Silva ganhou em 2012 o concurso aberto pelo Governo para a venda do Pavilhão Atlântico, aprovada este ano pela Autoridade da Concorrência, apesar dos vários processos de execução a correr em tribunal contra as empresas de Luís Montez, por dívidas a várias outras empresas.

Luís Montez era considerado nos meios financeiros como financeiramente inelegível, por não possuir garantias suficientes para poder, em condições normas, só por si, portanto sem uma alta recomendação, conseguir chegar a um financiamento de mais de 20 milhões de euros para a referida compra.

O Pavilhão Atlântico foi depois vendido por 21,2 milhões de euros ao Consórcio Arena Atlântico, no qual se inclui Luís Montez, dono da Música no Coração.

O equipamento custou ao Estado 50 milhões de euros e “era rentável”, tendo os seus lucros triplicados entre 2009 e 2010, segundo o parecer da própria Ministra Assunção Cristas.

Além de financiar a operação, o BES também assessorou financeiramente Luís Montez.

Relembramos aqui as relações íntimas de amizade entre Cavaco Silva e Ricardo Espírito Santo e a generosa doação do BES ao candidato Cavaco na campanha presidencial de 2006 e em que este foi eleito.

E, caso tenha existido uma alta cunha, será que a III República vai aguentar-se de pé por muito mais tempo com mais um alto escândalo?
Seria este o risco para a sobrevivência da III República Portuguesa de que falou recentemente o ex-ministro das Finanças Miguel Cadilhe quando se pronunciou sobre os negócios estranhos do defunto BES?

Vamos então aguardar pelas novidades que vêm aí nos próximos meses e sobre o que esconde o BES para saber do que é feito tudo isto e se é verdade ou não.

A ver vamos!




publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 16:34
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Quinta-feira, 26 de Junho de 2014
Impeachment popular de Cavaco Silva já!
O Conselho da Diáspora, da autoria do Presidente da República, foi apenas mais um sinal do grave exemplo do autoritarismo do regime político português.
Este foi mais um exemplo de um órgão colegial, aliás semelhante a muitos outros órgãos políticos, como o Conselho de Estado, o Tribunal Constitucional, os Tribunais, o Ministério Público, os Órgãos ou Altas Autoridades, os Institutos, as Direções-Gerais, entre muitos outros, que não são eleitos ou sequer influenciados pelo voto popular.
Este Conselho da Diáspora chega até a ser escandaloso e antipatriótico, é um órgão composto por agentes e pessoas vindas de governos estrangeiros, muitos deles portugueses que há décadas não têm qualquer contacto com Portugal e os portugueses.
Mas, devemos também olhar para o que já não espanta e que ninguém pensa, vejam-se o próprio Governo e o seu Chefe, o 1.º Ministro, que também não são eleitos ou escolhidos direta ou nominalmente pelos portugueses.
Até mesmo os deputados são eleitos em lista fechada, por escolha e controle absoluto dos Partidos Políticos, acontecendo que, na maioria das vezes, um grande número dos deputados eleitos não chegam sequer a tomar posse dos seus cargos na Assembleia da República ou nas Assembleias Regionais.
E a eleição dos deputados das Assembleias é de tal maneira fraudulenta que a maioria dos eleitos, antes mesmo de figurarem nas listas partidárias, entregam previamente uma declaração de demissão aos seus partidos, fazendo estes, inúmeras vezes, o seu uso para afastarem os deputados eleitos pelo povo caso não obedeçam às ordens das direções dos seus partidos.
Já no caso do Presidente da República chega-se ao cúmulo antidemocrático e da impunidade criminal, quase própria de uma autocracia ou uma ditadura que, faça o que fizer o titular do cargo, cometa ele o crime que muito bem lhe dê na gana (mate, roube, viole, ofenda ou atinja pessoas ou o património de terceiros), ou até mesmo que fique gravemente doente, ou incapacitado, por exemplo com alzheimer, fique demente ou louco, que não existe qualquer meio legal ou constitucional para ser deposto, demitido ou afastado do cargo.
O PR pode até se marimbar para a própria Constituição que jura cumprir e fazer cumprir, e não existe qualquer meio ou de impeachment que o afaste das suas funções e do seu lugar.
Ora, com este regime político autocrático e nepotista o povo português sabe certamente que tem de pagar os altos custos dos desmandos e da corrupção dos titulares dos cargos políticos, mas não tem à sua disposição qualquer meio de sancionar, punir ou destituir os políticos corruptos e abusadores.
E abundam atualmente inúmeros titulares de cargos políticos que estão ou estiveram envolvidos e estão condenados em casos de corrupção, abusos de poder, usos e apropriação indevidas e ilegais, até mesmo criminosas, de meios do Estado e ou utilização de cargos, funções ou meios públicos em proveito próprio e para o seu ilícito enriquecimento.
Sejam o Presidente da República, o 1.º Ministro, a Presidente da Assembleia da República, o Presidente do Governo Regional da Madeira, os deputados da Assembleia da República ou os das Assembleias Regionais, os Presidentes das Câmara Municipais e muitos outros, todos eles estão manchados da sujeira do nepotismo deste regime e, muitos deles, estão inclusiva e comprovadamente envolvidos em corrupção, abusos de funções, tráficos de influências, apropriação indevidas de meios e recursos públicos, e na utilização de funções públicas para ilegítima e ilicitamente enriquecerem.
Mas, porventura, ainda haverá um qualquer português em juízo perfeito, que não beneficie ou que não tenha as mãos manchadas deste regime corrupto, que não seja criminosamente protegido pelo este Estado-de-Mal-e-de-Crime, que racionalmente acredite que vivemos numa democracia nesta III República?
E voto popular e os atos eleitorIs eleições mais não são do que a mentira e a fraude pela qual o regime e os seus autores, desde o 25 de Abril de 1974, mantêm o obscurantismo político do povo.
Está na altura do povo dar o fim à III República, pondo fim ao regime partidocrático, e exigir uma democracia real, participativa e cívica em Portugal.



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 00:39
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Sábado, 18 de Janeiro de 2014
A esquerda e o presidente fascistas.
Chama-se ao referendo popular a verdadeira democracia directa e o exercício direto pelo povo português da sua própria soberania popular.
Em contrapartida, os deputados corruptos, muitos deles do PSD e do PS, não contando já com o Governo incompetente e corrupto de Passos Coelho, fazem à sucapa leis que roubam milhares de milhões aos portugueses.
O problema de alguns contra o referendo chama-se prepotência e falta de respeito pela democracia cívica e popular.
Só aos autocratas e aos plutocratas, falsos e mentirosos democratas, é que causa alergia que o povo se pronuncie sobre as questões que lhe dizem respeito.
Os deputados da esquerda, nomedamente os do Partido Socialista, ao votarem contra o referendo sobre as temáticas da adoção e da coadoção mostraram apenas o seu profundo desrespeito pelos cidadãos portugueses, vedando-lhes o direito de exercerem o seu direito à opinião e ao exercício da soberania popular.
Caso o Presidente Cavaco Silva se pronuncie no sentido de vetar o referendo só vem, uma vez mais demonstrar, a sua intolerância democrática e a sua personalidade autocrata.



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 15:20
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Terça-feira, 24 de Dezembro de 2013
Os cromos das mensagens de Natal na TV.

Este fenómeno não tem igual em mais nenhum país do mundo, é um fenómeno surreal e único dos lusitanos.

Ora vejamos: na coleção de cromos das mensagens de Natal o 1º e que lançou a moda, ainda no tempo da ditadura do Estado Novo, estávamos no final dos anos de 1960, portanto no tempo da "outra senhora", foi o então presidente do conselho Marcelo Caetano.

   

Depois vieram os cardeais patriarcas de Lisboa da Igreja Católica, começando por Dom António Ribeiro no final do anos 70, já no "reinado" da democracia da III República.

     

A seguir, no início dos anos 80, juntaram-se à coleção de natalinos os Presidentes da República, no presente temos o decano Cavaco Silva e a sua    "sempre" Maria.

       

Por último, a partir de meados de 1990 passámos a ter a companhia dos 1.os Ministros, temos agora o Passos Coelho via Facebook com as suas prendas da austeridade.

Eis senão quando o republicano, socialista e laico Partido Socialista fez neste 2013 a sua entrada com António José Seguro.

  

E para o ano será a vez do democrata-cristão, mas pouco, Paulo Portas?

  

E para quando a estreia natalícia do camarada Jerónimo de Sousa?

  

E mais quem se seguirá? O Presidente do Constitucional? O PGR? O secretário-geral da CGTP? O Cristiano Ronaldo? E...



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 22:37
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Quinta-feira, 17 de Outubro de 2013
"Só se sente quem é filho de boa gente!"

Mário Soares apelidou Cavaco Silva de ladrão.

Cavaco Silva respondeu a Mário Soares dizendo-lhe que "...se esqueceu dos esclarecimentos que lhe foram prestados ..."

...

Palhaços há muitos não é?!

Se fossem mas é trabalhar...

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 20:17
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Mário Soares pode impunemente chamar de ladrão a Cavaco Silva?

Mário Soares, ex-PR, ontem e a propósito do BPN, apelidou de ladrão, implícita e diretamente, Cavaco Silva, e, para meu enorme espanto, não vi ainda ninguém em público a insurgir-se contra isto, e nem sequer vi da parte da Procuradoria-Geral da República qualquer pronto movimento para abrir um inquérito criminal ao autor do insulto.

O mesmo BPN referido a propósito deste insulto de Mário Soares, é o mesmo vergonhoso Banco, com a sua conhecida ruinosa nacionalização, que permite até hoje que um Primeiro-Ministro José Sócrates e um Ministro das Finanças Teixeira dos Santos vivam impunemente, apesar das mais variadas e graves provas dos muitos atos praticados por eles dois em prejuízo do país, do erário público e do Estado e, para nossa maior perplexidade, estes e muitos outros conhecidos sujeitos ainda hoje continuam a enriquecer e a angariarem proveitos e fortuna à custa do erário público e da rapina fiscal exercida sobre os portugueses.

E se o Ministério Público ainda não moveu uma palha para apurar as razões da criminosa nacionalização do BPN, para o cúmulo, vemos o seu primeiro autor a ser pago na RTP para aí vir dizer aos domingos todo o tipo de dislates.

Ora, se fosse um qualquer jornalista, ou um qualquer cidadão anónimo, bastando-se a insinuarem sobre a seriedade, a aparência do fato de profissão ou da bolinha no nariz, ou dos hábitos de trabalho do PR, de Cavaco Silva, logo veríamos a PGD e o Ministério Público prontamente a atuarem, mas, curiosamente e com coindidência, como os autores dos crimes praticados são conhecidos maçons socialistas nada vemos a ser investigado e tudo continua indiferentemente na paz do senhor.

Uma vez mais, se a PGD nada fizer perante este vergonhoso ataque à Presidência da República, terá de se entender que lidamos com um antro de gente fraca e cobarde, envergonhando a Justiça portuguesa e, acima de tudo, que não cumprem com as obrigações decorrentes, nomeadamente, da sua Lei Orgânica e da Constituição da República, esta última segundo os seus artigos 202º, n.º 1 e 219º, n.º 1, e se recusam a aplicar da justiça e defender a legalidade democrática em nome do Povo português.

Mas, temos sempre e outra vez de perguntar: a justiça em Portugal é feita a favor de alguns ou em nome do povo português?

Tenham vergonha!

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 10:31
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Quinta-feira, 3 de Outubro de 2013
Pornocracia.

Pornocracia é a república portuguesa, pretensamente democrática, governada e agida sob influência das meretrizes.

As meretrizes são as conhecidas personagens da vida fácil, escabrosa e escusa que infestam todo o aparelho do Estado.

Ideologicamente, por sua vez, são mandatadas pelo grande partido dos reformados, no qual se destacam, entre muitos outros, três grandes líderes, Mário Soares, Cavaco Silva e Assunção Esteves!

A pornocracia portuguesa só nos dois últimos anos subsidiou os partidos políticos, diretamente do Orçamento Geral de Estado, em 87 milhões, 535 mil, 61 euros, 51 cêntimos.

Na época de grave crise que vivemos, de fome, miséria, desemprego, cortes na saúde e nas pensões, morte, destruição social e familiar, o que mais vemos são os gastos pornográficos dos governantes e dos partidos políticos.

A Standard & Poor's veio avisar-nos de que a continuar com as atuais políticas, não se tomando rapidamente medidas de redução da despesa do Estado, em breve caminhamos para a ruína certa.

Mas o Governo, o Tribunal Constitucional, o PS, os pantomineiros do Estado Social e demais esquerda, histericamente bradam pela sua honra perdida quais virgens ofendidas.

As políticas seguidas, na senda da Constituição social-marxista portuguesa, de intervencionismo estatal, da subsidiação da economia e da politização social e educacional, visam unicamente colocar o país na posição de cócoras e sob o servilismo estrangeiro e, assim, manter vivo o regime partidocrático vigente.

O FMI que em pouco mais de 30 anos já esteve em Portugal 3 vezes para nos salvar da falência, mas e enquanto durar este regime cleptocrático e plutocrático, em breve voltará para nos dar mais esmolas e dívidas.

O regime, o sistema político e a ordem jurídicas vigentes não responsabilizam e não punem os grandes delinquentes da política que se diluem na opacidade dos Partidos Políticos.

Lá diz o ditado: "a ocasião faz o ladrão".

Para quando uma democracia cívica e personalizada, uma economia e uma sociedade livres e concorrenciais e, finalmente, uma justa justiça para esta malandragem?

 

(artigo do autor publicado na edição de 1 de Outubro de 2013 do mensário regional Horizonte, de Avelar, Ansião, Leiria - http://www.jhorizonte.com)

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 09:49
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