Ideias e poesias, por mim próprio.

Domingo, 20 de Outubro de 2013
A cleptocracia segundo José Sócrates.

É exatamente este tipo de fulanos que nos comprovam em Portugal não vivermos numa democracia.

Uma cleptocracia, certamente!

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 12:05
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Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2011
A responsabilidade pessoal e solidária dos políticos e governantes portugueses dos últimos 20 anos pela actual dívida externa.

Abram os olhos e aprendam com uma lição sábia da recente História de Portugal que nos ensina como responsabilizar os políticos e os corruptos portugueses pela impagável e criminosa actual Dívida Externa Portuguesa:

1828-1834: A fatura do "miguelismo".

Com o enterro de D. João VI em 1826, abre-se uma crise de sucessão que desaguou numa guerra civil entre liberais constitucionalistas e conservadores miguelistas que se agrupavam em torno da viúva Carlota Joaquina e do filho Miguel Maria.
O apoio geopolítico vinha do chanceler austríaco Metternich, então o chefe de uma Santa Aliança europeia, uma coligação fundada pela Prússia, Rússia e Áustria contra o liberalismo, e que teria a oposição dos ingleses e dos americanos.
Miguel governaria entre 1828 e 1834 e precisou de um empréstimo, que ficou conhecido nos meios financeiros internacionais como "empréstimo de Dom Miguel".
No meio da guerra civil, Miguel negociou em 1832 um empréstimo de 40 milhões de francos junto dos banqueiros parisienses Outrequin & Jauge, com um juro de 5% com uma maturidade generosa a 32 anos.
Apesar dos riscos envolvidos, os banqueiros franceses conseguiram que estes títulos fossem admitidos para cotação na Bolsa de Paris, onde, aliás, se mantiveram até 1837.
"Os credores internacionais que emprestaram ao governo de D. Miguel sabiam que estavam a apostar num governo com a possibilidade de cair. Sabiam que corriam um grande risco.
Foi um empréstimo político", sublinha Pedro Lains, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, e editor da "História Económica de Portugal".
Os juros e a amortização ainda foram pagas até setembro de 1833.
Depois, derrotado Miguel, o empréstimo viria a ser renegado pelos liberais e depois pelo governo de Dona Maria da Glória, sobrinha de Miguel.
O empréstimo não foi considerado legítimo.
Eram contas do tio que, entretanto, fugira para a Alemanha.

Que o fossem cobrar à Baviera, onde ele morreria.
O assunto passou, assim, a contencioso.
Os credores franceses organizaram-se em comité em 1840 e várias manobras diplomáticas continuaram pelas décadas seguintes a ver se conseguiam reaver pelo menos 2,5 milhões de francos, cujos papéis comprovativos consta que se encontravam no Tesouro em Lisboa.

 

Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/o-bau-das-bancarrotas

 

Lido isto, pergunta-se: em vez de andarmos a pagar o que a esmagadora maioria de nós não deve, o que fazemos com imenso sofrimento e dor enquanto os Sócrates, Cavacos, Guterres, Durões, Santanas, Varas, Loureiros, Oliveiras e outros que tais que se abotoaram com o dinheiro da escandalosa e corrupta dívida externa e vivem no "bem bom", porque não corremos é com estes malandros para fora das nossas fronteiras e dizemos aos credores internacionais que vão cobrar a esses malandros o dinheiro que eles nos roubaram???

Não será então tempo do Povo português abrir os olhos e responsabilizar efectivamente aquela malandragem, tal como fez o Rei D. Pedro ao Rei D. Miguel "o renegado"?



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 16:08
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Quinta-feira, 8 de Dezembro de 2011
Para quando a justa Justiça para José Sócrates?

As declarações de José Sócrates em Paris, a partir da sua Universidade em faz actualmente as suas férias douradas, a propósito e defendendo o não pagamento da dívida pública portuguesa é de molde, a mim, a lembrar-me também é que este fulano, rodeado de luxo e conforto, continue a viver sossegada e ufanamente e ainda tem direito a gozar com a miséria em que deixou os portugueses.
Só posso mesmo concluir que a máxima regra política vigente em Portugal seja a de que qualquer bandido com os amigos certos, pode até viver com a maior das impunidades.



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 23:28
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Sexta-feira, 18 de Novembro de 2011
A suprema mentira de Portugal.

Quem fala verdade afinal no caso das escutas a José Sócrates?
Em quem podemos nós confiar?

Quem está afinal a mentir: os investigadores e os procuradores que faziam a investigação contra José Sócrates e que se pronunciaram pelo processo crime contra ele, ou o Procurador-Geral da República e o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça que defenderam o arquivamento e a destruição das provas?

Que credibilidade resta no final disto tudo?

Qual a credibilidade que nos merecem?
Mas que Estado é este cujos titulares dos seu mais altos cargos e, inclusivamente, os titulares dos Órgãos de Soberania, não nos merecem já qualquer confiança?
Como podemos nós viver descansados connosco mesmos, com os nossos filhos e com a nossa sobrevivência futura, enquanto uma seita maléfica e criminosa impunemente trata de roubar, atentar contra a nossa segurança, a nossa liberdade e contra a nossa mínima sobrevivência, sem que haja qualquer sancionamento contra tais condutas e seus factos?
Que merda de democracia é esta em que os governantes usando o dinheiro do erário público tratam de abafar a liberdade de expressão, atentam contra a liberdade da comunicação social e contra as liberdades em geral dos seus cidadãos?
Como podemos nós confiar neste sistema judicial, político e representativo português enquanto surgem suspeitas graves contra os seus agentes e funcionários públicos e acusações da prática de tráficos de influências entre as altas figuras do Estado e dos Tribunais?
Como podem os portugueses dormir descansados enquanto indivíduos a coberto dos poderes e das prerrogativas do Estado tratam de enriquecer pessoalmente e por meio da prática de crimes?
Como podem os portugueses confiar nos eleitos, ou nos demais titulares da instituições do Estado, enquanto estes se aproveitam dos cargos públicos, das leis e dos benefícios daí resultantes para praticarem toda a espécie de crimes, atentaram em violação contra a Lei, o Direito, a Justiça e a Constituição da República?
Mas não há nem punição, nem sanção, contra quem pratica tamanhos e graves crimes contra a comunidade e o povo portugueses em geral?
Afinal que podre e malcheiroso país é este?
Que República das bananas é esta?

Não há vergonha, nem mais decência em Portugal?
E os portugueses aceitam viver nesta tamanha ignomínia e a indecência das suas instituições?
A vilanagem é agora a lei e a moral vigentes em Portugal?

Que tristeza.

Que profunda tristeza é esta, de um povo submerso pelo esterco em que este país se atolou.
A imundície tomou conta de Portugal inteiro!



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 15:48
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Sábado, 4 de Setembro de 2010
Passos Coelho e Sócrates: irresponsáveis ou perigosos?

Passos Coelho e Sócrates continuam a brincar aos orçamentos, sem a coragem de assumirem imediata e de modo perceptível, cada um deles, as suas próprias e futuras responsabilidades políticas dos seus actos e das suas palavras para com Portugal e com o futuro de todos nós. E continuam a fazê-lo mesmo e apesar de poderem vir a mergulhar Portugal num atoleiro sem fim e numa crise sem precedentes pela falta da aprovação de um Orçamento de Estado para 2011, passando-se depois, com muito nefastas consequências, o país a viver quase um ano sem Governo e com um Orçamento de Estado por duodécimos. Só posso concluir por duas coisas: a situação da sobrevivência futura dos portugueses é-lhes completamente indiferente e a sua actual irresponsabilidade, mesmo que aparente, mas já com custos enormes diários na dívida soberana de todos os portugueses, é no mínimo criminosa. Eu respondo-lhes e à sua tamanha desfaçatez: houvessem ao menos mil portugueses corajosos e dispostos a arriscar as suas vidas por Portugal, e iríamos de pronto a Lisboa com as nossas próprias mãos pôr fim a este regime de loucos que tem reféns os portugueses junto de um abismo!



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 11:38
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