Ideias e poesias, por mim próprio.

Quinta-feira, 6 de Março de 2014
António José Seguro, a Guiné-Equatorial e os negócios com a CPLP.

Quem escutou na passada segunda-feira o secretário-geral do PS, José António Seguro, a queixar-se de Durão Barroso e Passos Coelho, porque, segundo ele, estes dois estariam a cozinhar coisas nas suas costas na adesão da Guiné-Equatorial à CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) e que não o chamavam também à mesa das negociações, não deve ter percebido mesmo nada destas queixinhas socialistas.

A questão é bem comezinha e fácil de perceber, mas foram mesmo muito poucos os portugueses que a entenderam.

Na verdade, a operação que envolve a Guiné-Equatorial é simples de perceber!

A Guiné-Equatorial é governado ininterruptamente há 40 anos por um ditador sanguinário, Teodoro Obiang Nguema Mbasog, que ganha as eleições com fraudes maciças e pratica os mais graves atropelos aos direitos humanos sobre o seu próprio povo, chacinando todos que se lhe opõem, vivendo o seu povo na mais absoluta miséria, mas, enquanto isso, uma minoria política e partidária do seu governo vive na maior opulência.

O regime equato-guineense está suportado pelo facto de ser o terceiro exportador de petróleo de África.

Ora, a adesão à CPLP, o que permitirá atenuar o isolamento internacional e "branquear" as massivas violações dos direitos humanos deste regime, vai ser oferecida em troca da compra pela Guiné-Equatorial do banco falido Banif e, como sempre acontece nestes negócios com regimes sanguinários, criminosos e corruptos, com o pagamento de enormes "luvas e comissões" milionárias aos políticos europeus envolvidos.

No caso, estão envolvidos os políticos e personalidades portuguesas.

Afinal, do que se queixava mesmo A. José Seguro?

Simples: que ele não estava a ser chamado para também partilhar das luvas pagas pelo regime político corrupto da Guiné-Equatorial para a sua entrada na CPLP. 

E o PS português, como é sabido, não só não dorme na forma, como está sempre presente nos grandes negócios internacionais para receber o seu quinhão.

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 12:53
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Quinta-feira, 27 de Fevereiro de 2014
Passos Coelho, é militante do PCP?

Não há como ir a um Serviço de Finanças para melhor se perceber como já estamos a viver sob um regime comunista. Não só o Fisco nos aplica os montantes de impostos que muito bem entende, como, perante o nosso protesto e as nossas reclamações, nos respondem dizendo que se quisermos reclamar, o que é de muito duvidosa utilidade, porque os Tribunais colocam a prioridade no interesse da receita fiscal, temos primeiro pagar ao Estado. E querem que paguemos até mesmo levando-nos à falência, se necessário for com a camisa que trazemos em cima do corpo, ou com a comida que havíamos de dar aos nossos filhos. Sem dúvida, após 40 anos de vigência da Constituição da República que advoga no seu preambulo a "caminhada para o socialismo", chegámos agora à superior etapa do comunismo que, em nome do Estado e dos Partidos Políticos, permite que o Estado nos roube, consuma e se aproprie impunemente de tudo com aparente favor da lei e, ainda por cima, o regime político, escarneça da miséria do povo apregoando que é feito em nome da salvação do regime poilítio partidarista. Em contrapartida, o que vemos e assistimos é que os aparelhos partidários e os políticos portugueses, os seus apaniguados, afilhados, "boys e girls", por todo o lado, aparentam cada vez mais sinais de riqueza e ostentação, ao invés e ao contrário da crescente miséria do povo. Curiosamente esta realidade de miséria do povo e da opulência da partidocracia está a ser perfeitamente conseguida por um governo chefiado por um pseudo-liberal, de nome Passos Coelho, mas que foi e é um assumido comunista desde a sua adolescência.

 

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 13:28
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Domingo, 23 de Fevereiro de 2014
Miguel Relvas já foi estudar?

Passos Coelho não pode mesmo passar sem a presença de Miguel Relvas!

Passos Coelho e Miguel Relvas são unha e carne, são carne da mesma tramóia.

É conhecida a história de Dr. Jekyll e Mr. Hyde, ou do médico e do monstro: no dia em que o primeiro negligenciou o segundo, o monstro matou o seu criador.

Eis a história e o seu resultado anunciado: a volta de Miguel Relvas ao PSD!

Miguel Relvas e Passos Coelho são a sinistra combinação da política com os negócios criminosos da corrupção do Estado, os impostos destrutivos da economia e da sociedade, as máfias empresariais, a maçonaria político-partidária e a subsídio-dependência estatal dos negócios.

O tempo ditará a sentença a estas duas sinistras personagens e a sua acção de coveiros de Portugal.

Só ainda não fomos informados se Miguel Relvas depois do seu abandono do Governo aproveitou o tempo para estudar!

 

 

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 01:00
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Terça-feira, 18 de Fevereiro de 2014
Governos de Portugal e Alemanha: as diferenças entre o uso e o abuso do erário público

Já o poeta António Aleixo havia escrito:

 

"Esta mascarada enorme

com que o mundo nos aldraba

dura enquanto o povo dorme,

quando ele acordar, acaba."


Vem isto a propósito de mais um exemplo que nos chega da Alemanha.

Sabemos agora que o Estado alemão paga os gabinetes de trabalho dos Ministros mas não as casas particulares, que devem ser pagas por cada um deles.

Na Alemanha são 1 Chanceler, Ângela Merkel, e 15 ministros, sendo que cada um deles tem de pagar o seu próprio alojamento, os transportes para o trabalho, as faturas da água, da eletricidade, alimentação e andam nos seus próprios carros.

Já em Portugal, entre 1 Primeiro-ministro, mais 15 Ministros e 38 Secretários de Estado, o erário público tem de sustentar uma residência oficial para Passos Coelho, paga a este e aos demais ministros e secretários de estado despesas de representação, subsídios de alojamento, motoristas e veículos oficiais para cada um deles, entre muitas outras despesas.

Assim se constata como nalguns países, como é o caso da Alemanha, os seus governantes administram o erário público de modo a poupá-lo e jamais onerando despropositando os contribuintes, enquanto outros, como é o caso de Portugal, os seus governantes usam e abusam do erário público e, não tem outro nome, roubam e empobrecem os seus próprios povos e países.

Ou seja, enquanto uns Governos trabalham para fazer cresecer desenvolver e enriquecer os seus países, outros Governos tudo fazem para empobrecer os seus povos.

Neste infeliz último caso, temos o de Portugal!

 

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 12:07
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Sexta-feira, 10 de Janeiro de 2014
O PSD requereu a sua insolvência?

A candidatura solitária de Passos Coelho à nova liderança do Partido Social Democrata, de mais um mandato à frente dos destinos do PSD, ou seja a recandidatura de Passos Coelho à presidência do PSD, portanto a sua própia reeleição, só vem mostrar o quanto grassa a mediocridade dentro do PSD.
Mas, dentro daquele "saco-de-gatos", ou "albergue espanhol", ou "baderna", ou "caso de negócios", ou entreposto de negócios", ou "casa de alterne", ou "associação de lojas maçónicas", ou "laranjal podre", "agência de empregos", ou "ninho de cobras", ou..., não há nada melhorzinho que aquela figurinha?

Quanto mais não fosse porque o PSD com Passos Coelho nos próximo atos eleitorais, as Europeias de 2014 e as Legislativas de 2015, o PSD vai, certamente, desaparecer do mapa eleitoral!
Oh pobre PSD, oh tristeza franciscana, ao nível a que o PSD chegou...!

Ou, será que o PSD requereu a sua própria insolvência, ou seja abriu falência, e os portugueses disso ainda não foram informados?

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 12:03
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Quinta-feira, 26 de Dezembro de 2013
39 anos de mentiras pelo Natal dos portugueses.

Passos Coelho veio, uma vez mais, contudo limitando-se a repetir a ladainha dos seus antecessores chefes de governo de Portugal desde 1975, debitar o discurso estafado e gasto dos pecadilhos da crise económica que assola Portugal.

Mas, se nos seus anteriores dois discursos de Natal, Passos Coelho, vinha prometendo a rápida ultrapassagem da crise e acrescentando promessas de melhorias económicas a breve prazo, nesta sua última mensagem, já mais modestamente, veio dizer que o seu projeto «está a mostrar os primeiros frutos», avisando para 2014 "um ano cheio de desafios", mas que "os sinais positivos ainda não são suficientes para podermos dizer que vencemos esta crise".

Ora, a verdade da crise portuguesa é outra e bem distinta daquela que Passos Coelho teima em não enxergar nas suas mensagens natalícias.

A crise portuguesa dura há já 39 anos e é o simples resultado do sistema económico e político em que a própria economia nacional assenta.

A crise em que vivemos dura há já quase 4 décadas é apenas o claro e direto efeito dos altos impostos cobrados sobre as rendas, poupança e investimentos, que têm resultado no enfraquecimento das atividades e da produtividade económica.

E este alto volume de impostos, especialmente quando combinados com as distorções económicas causadas pelo intervencionismo económico estatal na economia, vem levando a uma crescente escassez de capital, em resultado do elevado consumo público e estatal do volume vital de capital circulante.

Este facto é evidente e está comprovado à saciedade, os portugueses e os consumidores percebem-no e sentem-no bem nos seus bolsos, em seu resultado as empresas abrem falência em virtude da escassez financeira e, em geral, a atividade económica e comercial definha por falta de capital circulante, mas então porque será que os governantes e os decisores políticos insistem em nos enganar repetidamente há 39 anos?

Simples: temos de concluir que este engano que teimam em nos vender reside no caráter fraudulento do próprio sistema político e económico português, de evidente matriz socialista, estatista e intervencionista e que, necessária e progressivamente, apenas serve para nos levar à pobreza e à miséria coletivas.

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 00:12
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Terça-feira, 24 de Dezembro de 2013
Os cromos das mensagens de Natal na TV.

Este fenómeno não tem igual em mais nenhum país do mundo, é um fenómeno surreal e único dos lusitanos.

Ora vejamos: na coleção de cromos das mensagens de Natal o 1º e que lançou a moda, ainda no tempo da ditadura do Estado Novo, estávamos no final dos anos de 1960, portanto no tempo da "outra senhora", foi o então presidente do conselho Marcelo Caetano.

   

Depois vieram os cardeais patriarcas de Lisboa da Igreja Católica, começando por Dom António Ribeiro no final do anos 70, já no "reinado" da democracia da III República.

     

A seguir, no início dos anos 80, juntaram-se à coleção de natalinos os Presidentes da República, no presente temos o decano Cavaco Silva e a sua    "sempre" Maria.

       

Por último, a partir de meados de 1990 passámos a ter a companhia dos 1.os Ministros, temos agora o Passos Coelho via Facebook com as suas prendas da austeridade.

Eis senão quando o republicano, socialista e laico Partido Socialista fez neste 2013 a sua entrada com António José Seguro.

  

E para o ano será a vez do democrata-cristão, mas pouco, Paulo Portas?

  

E para quando a estreia natalícia do camarada Jerónimo de Sousa?

  

E mais quem se seguirá? O Presidente do Constitucional? O PGR? O secretário-geral da CGTP? O Cristiano Ronaldo? E...



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 22:37
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Domingo, 15 de Dezembro de 2013
Passos Coelho, o "Compungido".

Passos Coelho não precisa de nos dizer compungido que "não pode confiscar a riqueza dos ricos", porque isso é, no mínimo, uma declaração hipócrita.
Os portugueses honestos e sérios pedem somente, e mais não pedem, que os poderes públicos julguem e confisquem a riqueza que os os políticos, governantes e empresário corruptos nos últimos 20 anos roubaram aos cofres públicos, ao Estado e aos contribuintes.
Afinal, isto é pedir muito, ou onde é que para o Estado de Direito em Portugal?

 

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 11:59
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Quarta-feira, 13 de Novembro de 2013
REN e EDP, ou como os portugueses são estúpidos?

Já alguma vez se perguntaram porque é que as nossas paisagens naturais e urbanas se estão a cobrir de um emaranhado cada vez mais confuso e denso de postes e fios de eletricidade?

Para quem não sabe, por lei, a REN goza da renda fixa paga pelo Estado Português de 8,5% em todos os seus novos investimentos!

E, com um rendimento destes, uma taxa sem igual no mundo da finança internacional, não faltam instituições financeiras dispostas a emprestar dinheiro à altamente endividada REN para levantar mais e mais postes e ligar fios de eletricidade!

Esta irracionalidade é tão absurda que não há que admirar a crescente poluição visual a que estamos cada vez mais sujeitos com fios e mais fiarada espalhada por ruas, telhados, árvores, serras e montes!

Já sabe, cada fio a mais que a EDP coloca você está pagar!

Já agora, pergunto eu: é agora no Orçamento para 2014 que o Governo de Passos Coelho, vai, finalmente, acabar com a escandalosa e surreal renda, chamada de "défice tarifário", que custa, conjuntamente, com a EDP, qualquer coisa como 608 milhões de euros por ano aos contribuintes portugueses?

...

Só podemos mesmo estar a viver num país loucos!

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 22:54
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Sábado, 9 de Novembro de 2013
Swaps: qual é o interesse do Governo nesta escandaleira?

O Tribunal da Lousada anulou mais um contrato de Swaps e condenou o Santander Totta a indeminzar empresa vítima deste ardiloso tipo de empréstimo bancário.

O meio legal recorrido para por fim a esta vergonha exploração da parte mais débil é simples: o artigo 437º do Código Civil enuncia e dita que "Se as circunstâncias em que as partes fundaram a decisão de contratar tiverem sofrido uma alteração anormal, tem a parte lesada direito à resolução do contrato, ou à modificação dele segundo juízos de equidade, desde que a exigência das obrigações por ela assumidas afecte gravemente os princípios da boa fé e não esteja coberta pelos riscos próprios do contrato."

Perante esta justa decisão judicial, com previsão legal, e perante os gravosos contratos que o Estado continua suportar pelas Swaps contraídas pelo anterior Governo de José Sócrates, fica a pergunta legítima dos portugueses: o porquê de se continuar a pagar esta desmusarada exploração dos contribuintes que tanto agrava a débil situação económica geral de Portugal e dos portugueses?

Qual é, afinal, o real interesse que está pode detrás disto tudo de modo a que o Governo de Passos Coelho assegure a continuidade desta sobre-exploração?

 

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 20:24
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