
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) veio agora dizer que o Estado Português está ao serviço dos mais ricos, em detrimento dos desfavorecidos e dos mais pobres, e que está a contribuir para o aumento da pobreza em Portugal.
Eis mais uma prova do que tem sido a minha repetida denúncia e a razão da minha incessante acusação: o corrupto Estado Português agrava as desigualdades, beneficia os ricos e os privilegiados, e empobrece ainda mais os pobres.
O relatório da OCDE nota que as desigualdades em Portugal se mantêm entre as mais elevadas da Europa e que os 30% com maior rendimento recebem mais transferências em dinheiro – incluindo pensões – do que os 30% com menor rendimento.
Diz ainda que os jovens que não estão a trabalhar, a estudar ou em formação é de 15,3%, é superior à taxa média dos 33 países que pertencem à organização: 12,6%.
Pior que esta realidade só mesmo a Turquia e o México!
Afinal, onde é que está mesmo a democracia em Portugal?
Ora, a democracia em Portugal é uma treta, uma fraude e uma mentira pegada.
Os portugueses, em geral, têm de abrir a pestana, porque nós seremos os próximos pobres e sem-abrigo!
Relatorio em inglês: http://www.oecd.org/portugal/OECD-SocietyAtaGlance2014-Highlights-Portugal.pdf
Esta história é mesmo real, como aqui documentamos.
O Fisco português resolveu aplicar uma coima a um cidadão português falecido em 1999, por este não ter entregue em 2012, no ano passado, ou seja, 13 anos depois de morrer, a sua declaração de IRS!
Pasme-se, isto é mesmo verdade!
Para que não haja dúvidas, esta pessoa foi e está oficialmente participada e documentada como morta ao próprio Fisco desde o mesmo ano de 1999, facto de que esses serviços oficiais são conhecedoras e estão devidamente documentados.
Lembramos que a morte, para todos os devidos e legais efeitos fiscais, nomeadamente a Lei Geral Tributária, extingue as obrigações tributárias pessoais dos contribuintes e jamais, o que é causa da sua automática extinção, permite a aplicação de uma coima.
Mas, pelos vistos, a atual avidez de impostos do Estado Português é tanta que já nem os mortos escapam da exigência de entregarem a sua própria declaração de IRS e também de pagarem impostos!
Enfim... só fica a dúvida qual a profissão que o morto, segundo este mesmo Fisco, deverá declarar na sua próxima declaração de IRS relativa ao ano de 2013: "fabricante de tijolos"?
Abaixo deixamos as cópias dos documentos oficiais da coima aplicada pelo Fisco, da liquidação oficiosa de imposto em substituição da faltosa e, para que se prove, da certidão de óbito da pessoa em causa.
IMPORTANTE: rasuramos alguns elementos e dizeres nos 3 documentos em causa relativos ao falecido, o que fizemos em seu respeito e à sua família.





A prova de facto, com provas materiais e financeiras em como o Estado, à data de então do Governo de José Sócrates, firmou em Janeiro de 2011 um contrato com a EDP, ruinoso para o Estado Português e altamente lesivo para os contribuintes portugueses, que só servirá para enriquecer ainda mais os seus acionistas privados e os seus gestores e executivos, ao invés criando enormes dívidas para o Estado Português e encarecendo ainda mais o preço de eletricidade em Portugal.
Querem mais e melhores provas do qualidade do corrupto Governo de Portugal chefiado por José Sócrates?
Mas alguém em juízo perfeito pensará que estes governantes e políticos nos negócios do Estado Português "dão ponta sem nó"? Ou, como poderão explicar estes fulaninhos as suas vultuosas fortunas e a crescente ostentação de sinais de riqueza milhares de vezes superiores aos seus parcos e cada vez mais curtos salários oficiais? O processo da privatização dos Estaleiros de Viana do Castelo é apenas mais um, entre milhares de outros, casos suspeitos de negociatas muito mal explicadas, onde, certamente, também abundam inúmeros sinais de total incompetência dos decisores políticos. E as ligações promíscuas entre Ministros, Sociedades de Advogados e Gestores mercenários de ocasião apenas se limitam a revelar o óbvio das ligações perigosas que presidem aos processos negociais em causa. Os Estaleiros de Viana, como tantas outras, tais como a TAP, CP, Refer, Metros, etc., para além de mostrarem a péssima e enorme incompetência dos sucessivos governos na gestão das ineptas empresas públicas, põe também a nu o terrorismo político, económico e social dos demais atores envolvidos. Os sindicatos, os partidos políticos, os Governos Central e Regional, o Presidente da República, os Deputados e as Câmaras Municipais, em geral e em particular, são descarada e assumidamente agentes odientos e destrutivos que tudo fazem para destruírem e levarem Portugal ao charco. Onde é que está a justiça para punir estes tantos bandidos? É mesmo muita a pretensão a dos esquerdistas ao criticarem e quererem substituir os outros esquerdistas no governo das empresas públicas, julgando-se uns melhores do que os outros. Afinal, todos eles, só ainda não perceberam que a sua vaidade mostra-os exatamente iguais, porque e caso fossem melhores tudo fariam para se livrarem das causas da corrupção político e económica que está por detrás da sua gestão, ou seja, privatizando essas empresas públicas ruinosas. Mas, afinal de contas, o que todos eles querem é, como o povo diz sabiamente, mandar e mamar!
Foi publicado no passado dia 15 do corrente mês no Diário da República a Resolução do Conselho de Ministros n.º 72-A/2013, aprovando a realização de um acordo formal, para a respetiva respetiva venda, dos equipamentos ou infraestruturas do sistema fixo de acesso de assinante, da rede de transmissão, dos nós de concentração, de comutação e processamento da rede de comunicações, ou seja o conjunto elementos que, nos termos do artigo 12.º da Lei de Bases de Telecomunicações, em vigor à data da celebração do respetivo contrato, celebrado a 27 de dezembro de 2002 entre o Estado e a PT Comunicações, S.A., compunham a rede básica de telecomunicações nacionais.
Ora e segundo esta nova resolução a outorga formal do novo contrato tem em vista a regularização da venda do acervo de bens que compunham a rede básica de telecomunicações e da rede de telex e que por razão de "um lapso material" não foram incluídos no "Anexo II" do contrato do anterior negócio de compra e venda e cuja minuta foi aprovada então pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 147/2002, de 26 de dezembro.
Veja-se: a universalidade de infraestruturas de telecomunicações que integravam a referida rede básica à data do anterior negócio de alienação de 2002, parece, diz-se agora, por razão de um "lapso material", não foram incluídos no anexo do contrato que identificava as infraestruturasobjeto.
Ainda mais estranho é que a própria PT-Telecom integrou contabilisticamente e registou, entre 1 e 27 de dezembro de 2002, esses bens no seu ativo.
E durante 11 anos, qual sono de princesas, ninguém se deu conta de nada!
E as nossas perguntas surgem:
Então e só agora e passado quase 11 anos é que se detetou que um vultuoso conjunto de bens do património do Estado não foi integrado naquele contrato e tenha assim ficado de fora? E, para além da Anacom, quem mais é que agora fiscaliza isto? Como é que foi acontecer? "Lapso material" mesmo? Alguém acredita mesmo na enormidade deste lapso e logo num contrato celebrado entre o Governo Português e a PT-Telecom? E quem foram os incompetentes que redigiram esse contrato?
Tudo isto parece muito estranho e e cheira a esturro!!!