Ideias e poesias, por mim próprio.

Segunda-feira, 7 de Outubro de 2013
Partidocracia.

O problema de Portugal é o poder dos partidos políticos na Constituição, estúpido!

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 09:50
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Domingo, 6 de Outubro de 2013
A razão do medo dos partidos políticos perante a abstenção.

Segundo o artigo 10.º, n.º 1 da Constituição da República Portuguesa "o povo exerce o poder político através do sufrágio universal", "concorrendo os partidos políticos para a expressão da vontade popular".

E, ainda segundo o artigo 2.º da Constituição, "a República Portuguesa é baseada na soberania popular, no pluralismo de expressão e organização política democráticas."

Finalmente, segundo o artigo 3.º, n.º 1, "a soberania reside no povo, que a exerce segundo as formas previstas na Constituição e, segundo o n.º 2, "o Estado subordina-se à Constituição e funda-se na legalidade democrática".

A atitude deliberada de não votar, ou seja a massiva abstenção eleitoral, pode ser, e é neste momento, de grande parte do povo português, uma opção e uma tomada de posição políticas que tem uma mensagem, fins e objectivos bem delineados e concretos.

A opção de 47,4% de portugueses de não participarem nas últimas eleições autárquicas, foi claramente uma opção deliberada, considerando este mesmo povo que as eleições mais não são do que uma farsa, que estão viciadas à partida e não permitem que os melhores candidatos e programas de governo se apresentem ao escrutínios e aos eleitores, que os partidos e o Estado não o representam e não merecem mais a sua confiança.

Ora, a partir do momento em que mais de metade dos portugueses optem por não votar, expressando os portugueses a opção de que o atual regime politicamente não mais o representa e assim tomando opção de recusa de delegação da soberania nos partidos políticos, tem de se concluir, inequivocamente, que o regime político-constitucional perdeu toda e qualquer legitimidade para representar este mesmo povo.

E este é que é o grande temor dos partidos políticos: optando maioritariamente o povo português pela abstenção, portanto não participando nas eleições mais de metade dos eleitores e assim não sendo delegada a sua soberania política aos partidos, estes mesmos partidos, à luz da própria Constituição da República Portuguesa, passam a estar a desligitimados para exercerem o poder em nome do povo e não mais o representam.

E a partir deste momento, todo e qualquer poder político para além de ser ilegítimo, portanto não representando mais o povo, mais não é do que uma usurpação da soberania popular.

A abstenção é, soberanamente, um voto negativo do povo nos partidos que tem efeitos e consequências.

 

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 21:51
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Sexta-feira, 4 de Outubro de 2013
República Democrática Portuguesa das Bananas.

Até que os partidos políticos não sejam totalmente retirados do texto da Constituição Política de Portugal jamais haverá uma democracia digna desse nome em Portugal.

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 11:29
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Quinta-feira, 3 de Outubro de 2013
A enorme fraude político-jurídica do texto da Constituição da República.

Não foi a direita que redigiu a atual Constituição Política da República, mas sim a esquerda maioritária na então Assembleia Constituite de 1975, que foi elaborada com as imposições e os limites ditados pelo Conselho Militar da Revolução e sob a ameaça dos esquerdistas e golpistas violentos e armados do Movimento das Forças Armadas.

Já o Conselho da Revolução, órgão militar e controleiro dos partidos políticos, só foi extinto na revisão constitucional de 1982, sob o síndrome da morte do seu maior inimigo, Sá Carneiro, contra o que, paradoxalmente ou talvez não, se bateu o "democrata" Mário Soares.

Não deixa de ser interessante que na atual Constituição da República a palavra Povo só se encontra aí escrita 21 vezes, mas já os partidos se encontrem mencionados 35 vezes, enquanto a palavra democracia e democrático estão só 17 vezes e os portugueses só são lembrados em 18 ocasiões.

Nos artigos relativos aos Órgãos de Soberania políticos - PR, Governo e Assembleia da República - encontramos escritos 15 vezes os partidos, no que diz respeito ao seu poder, às suas prerrogativas e à sua intervenção, e nenhuma vez aí encontramos a menção ao povo, nem sequer aos portugueses ou e muito menos aos cidadãos.

 

Em verdade, os partidos detêm o exclusivo de se candidatarem à Assembleia da República e, por sua vez, ao Povo está vedado de se fazer eleger, sejam por meio de candidaturas individuais ou colectivas (membros de cidadãos incluídos), e não tendo ele lugar naquela que havia de ser a casa da democracia.

Veja-se que o próprio povo português não pode sequer referendar a Constituição, portanto pronunciar-se sobre o texto legal máximo do país, nem sequer pode pronunciar-se ou fazer-se ouvir publicamente com as suas próprias propostas de alteração, ou propor revisões, da Constituição, o que é um poder exclusivo e único dos partidos políticos.

Mas é assim que melhor se compreende a designação de Assembleia da República e não Parlamento, porque, definitivamente aquela não é uma casa da democracia, nem sequer é a expressão livre e genuína do povo.

É sim a casa dos partidos e a expressão do regime político e constitucional partidocrático.

Por outro lado, a lei eleitoral para a Assembleia da República, que é a mesma de 1979, mantém-se refém do espírito que presidiu às leis eleitorais originais de 1975 e de 1976, em que o povo ficou afastado de aí se poder se fazer representar.

 

Em substância, temos ideologicamente uma Constituição Política marxista e comunista, de forte pendor colectivista e estatita, que menorizam o Povo e colocam do poder político e a soberania efetiva nas mãos dos partidos políticos, portanto que vincam e caracterizam o sistema em que vivemos como uma verdadeira partidocracia.

O centralismo partidário na vida política portuguesa abafa democracia.

E não tem que admirar o facto que os partidos se tenham transformado em aparelhos retrógrados, mafiosos e maçónicos, e desfrutem só para si das riquezas e dos recursos do país e que deste modo levem o povo português à miséria e à pobreza gerais.

Infelizmente!

 

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 23:45
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Pornocracia.

Pornocracia é a república portuguesa, pretensamente democrática, governada e agida sob influência das meretrizes.

As meretrizes são as conhecidas personagens da vida fácil, escabrosa e escusa que infestam todo o aparelho do Estado.

Ideologicamente, por sua vez, são mandatadas pelo grande partido dos reformados, no qual se destacam, entre muitos outros, três grandes líderes, Mário Soares, Cavaco Silva e Assunção Esteves!

A pornocracia portuguesa só nos dois últimos anos subsidiou os partidos políticos, diretamente do Orçamento Geral de Estado, em 87 milhões, 535 mil, 61 euros, 51 cêntimos.

Na época de grave crise que vivemos, de fome, miséria, desemprego, cortes na saúde e nas pensões, morte, destruição social e familiar, o que mais vemos são os gastos pornográficos dos governantes e dos partidos políticos.

A Standard & Poor's veio avisar-nos de que a continuar com as atuais políticas, não se tomando rapidamente medidas de redução da despesa do Estado, em breve caminhamos para a ruína certa.

Mas o Governo, o Tribunal Constitucional, o PS, os pantomineiros do Estado Social e demais esquerda, histericamente bradam pela sua honra perdida quais virgens ofendidas.

As políticas seguidas, na senda da Constituição social-marxista portuguesa, de intervencionismo estatal, da subsidiação da economia e da politização social e educacional, visam unicamente colocar o país na posição de cócoras e sob o servilismo estrangeiro e, assim, manter vivo o regime partidocrático vigente.

O FMI que em pouco mais de 30 anos já esteve em Portugal 3 vezes para nos salvar da falência, mas e enquanto durar este regime cleptocrático e plutocrático, em breve voltará para nos dar mais esmolas e dívidas.

O regime, o sistema político e a ordem jurídicas vigentes não responsabilizam e não punem os grandes delinquentes da política que se diluem na opacidade dos Partidos Políticos.

Lá diz o ditado: "a ocasião faz o ladrão".

Para quando uma democracia cívica e personalizada, uma economia e uma sociedade livres e concorrenciais e, finalmente, uma justa justiça para esta malandragem?

 

(artigo do autor publicado na edição de 1 de Outubro de 2013 do mensário regional Horizonte, de Avelar, Ansião, Leiria - http://www.jhorizonte.com)

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 09:49
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Quarta-feira, 2 de Outubro de 2013
A reforma da democracia que os partidos políticos portugueses proíbem.

 

A democracia dos círculos eleitorais uninominais:

 

Uma verdadeira democracia deverá sempre passar sempre pela eleição dos deputados para a Assembleia da República baseado num sistema de eleição individual, por método maioritário e círculos eleitorais uninominais.

O atual sistema proporcional, de círculos plurinominais e do domínio de listas partidárias para a eleição dos deputados nacionais, tem demonstrado ser um sistema representativo em que a relação entre o deputado e o eleitor é inexistente, as preocupações reais das populações são delegadas para segundo plano e substituídas pelos interesses dos lóbis e das agendas particulares dos partidos políticos.

O sistema eleitoral português assente no método proporcional e de Hondt é uma total fraude política e eleitoral: não só despreza muitos dos votos, que de nada servem para a efetiva escolha e eleição dos candidatos, mas que já servem, tal como os votos nulos e em branco, para darem dinheiro do Orçamento de Estado aos partidos políticos, como, fundamentalmente, ignoram o sentido real do voto no candidato efetivamente escolhido pelo eleitor

O sistema de Hondt limita-se a distribuir os votos dos eleitores por quotas consoante o número de candidatos a eleger, desprezando o sentido direto e efetivo de cada um dos votos.

O eleitor neste método acaba por ser o elemento menor da própria eleição, servindo unicamente o seu voto para o preenchimento de uma aritmética pré-determinada de distribuição dos votos pelo acordo estabelecido entre os partidos políticos intervenientes.

E as atuais listas partidárias submetidas ao sufrágio popular fazem dos deputados meros representantes dos partidos e não do povo.

A orientação e a loja maçónicas dos deputados têm mais poder sobre os atuais deputados do que o próprio povo que os elege e lhes paga o seu salário e demais mordomias.

Já por outro lado, os círculos uninominais transformam um deputado eleito em representante de toda a comunidade do seu círculo eleitoral regional, responsabilizando personalizadamente cada um dos deputados perante os seus eleitores locais.

Os círculos uninominais permitem oportunidades para os verdadeiros candidatos independentes e locais, reforça a participação ativa dos cidadãos na política, implementa a democracia participativa e direta popular e, isto tudo, com uma participação política dos cidadãos e dos eleitores mais ativa e fiscalizadora.

A democracia faz-se na liberdade das pessoas e no respeito da sua individualidade e, fundamentalmente, pela participação direta do povo e das populações na tomada de decisões política e governativas, nacionais, regionais ou locais, que lhes dizem diretamente respeito.

O círculo uninominal tem a vantagem de fazer as pazes entre a população e o Parlamento, permite mais oportunidades para candidatos independentes locais, estimula e reforça a participação ativa dos cidadãos na política, com uma participação política dos cidadãos e dos eleitores mais ativa e fiscalizadora, desde a base da população até acima ao poder e, fundamentalmente, desprendida dos partidos políticos tradicionais e dos seus interesses cristalizados.

O método desta fórmula de eleição personalizado coloca o acento tónico do sistema político-constitucional na defesa dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos, ao invés, portanto, da primazia do Estado, fazendo-se recentrar a democracia na liberdade das pessoas e no respeito da sua individualidade.

Para tanto importa proceder à alteração dos artigos 149º, n.º 1 e 151º, n.º 1 da Constituição da República Portuguesa e a revogação da atual Lei Eleitoral para a Assembleia da República, Lei n.º 14/79, de 16 Maio, sendo em seu lugar criado e implementado um efetivo sistema de eleição dos deputados para o Parlamento, baseado na sua eleição pessoal e individual, por método maioritário, regional e local, e pelos círculos eleitorais uninominais.

É tempo de implantarmos uma verdadeira democracia em Portugal, em que os cidadãos sejam a prioridade e pondo fim ao regime partidocrático!

 

Petição Pública para implementação dos círculos uninominais:


http://www.peticaopublica.com/?pi=Cirunin

 

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 10:21
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Domingo, 22 de Setembro de 2013
A nova democracia portuguesa, liberal e democrática.

1 - A participação dos cidadãos na política deverá ser sempre colectiva e estruturada, em ordem ao funcionamento racional de uma sociedade, portanto seguindo um sistema colectivo e colectivo, perseguindo um modelo sistema político e constitucional racional, lógico e coerente representativo. O sistema eleitoral deverá legitimar-se sempre por meio do voto universal e secreto, no respeito das liberdades e dos méritos individuais.

Portanto, o acento tónico da liberdade e da participação deverá ser sempre feito na pessoa humana individual.
Ou seja, sempre sem menosprezar um equilibro entre o colectivo e o individual, o acento tónico democrático deve ser posto na individualidade única do ser humano. 
Exemplo: a eleição do parlamento deverá ser realizada por meio da eleição dos deputados em círculos individuais, uninominais e regionais, ou locais, saindo desta eleição a representação coletiva eleita da Casa da Democracia. Esta Cas, correspondendo a uma delegação da soberania popular, mediatamente agirá em ordem à formação e implementação da democracia, com a função primacial d criação de legislação e a fiscalização da atividade do Governo da República.
A eleição dos parlamentares deverá corresponder, como já se escreveu, por meio dos círculos uninominais, sendo os candidatos apresentados e eleitos em listas individuais, eleitos por maioria e quando necessário a duas voltas.
Defendo igualmente a criação e implementação de um sistema político-institucional Presidencialista, ocupando este Presidente simultaneamente as funções e cargos políticos e administrativos de Chefe de Estado e de Chefe de Governo.
2 - O Estado deverá existir e funcionar na medida da necessidade da defesa das liberdades e direitos individuais, como sejam as políticas e económicas, garantindo as condições mínimas, do ponto de vista do funcionamento institucional, para que haja à partida o mais e o melhor possível uma efectiva igualdade de oportunidades para todos os cidadãos.
3 - Deve haver uma fórmula optimizada e contrabalançada entre as duas formas de participação política popular.
As fórmulas locais e regionais de participação popular deverão ser o mais próxima e directas, quanto possível, e a nacional, ou parlamentar, de vertente acentuadamente indirecta, reforço por meios de democracia indirecta e participativa, contando-se, por exemplo, as petições e iniciativas populares, individuais e coletivas legislativasa, a obrigatoriedade de conhecimento e votação na Casa da Democracia das petições populares, o reforço dos poderes de participação popular e política do Provedor de Justiça, a implementação da regra dos tribunais de júri, a obrigatoriedade da eleição popular dos juízes e dos procuradores, etc.
4 - A unidade do Estado com um poder central forte, contudo dando efectivos poderes, conforme a boa tradição portuguesa, aos municípios.
Estes últimos deverão ser alvo de severa diminuição de número, portanto, a criação de médios e grandes municípios, e a atribuição a estes de maiores, melhores e reforçado poderes económicos, políticos e financeiros.
5 - A participação cívica e popular deverá assumir duas essenciais premissas e características: um poder e um contrato, neste caso pela delegação e eleição pelo voto, portanto a delegação da soberania, no poder parlamentar.
A participação deverá e tenderá a ter uma lógica formativa, construtiva, opinativa, deliberativa e também constituinte.
Proponho a implementação de meios efectivos e dinâmicos de democracia directa, como sejam os das iniciativas populares vinculativas e obrigatórias por meio dos referendo, sem exclusão de quaisquer matérias políticas e legais,as das iniciativas legislativas singulares e colectivas com carácter obrigatório e vinculativo para o Parlamento e, finalmente, as iniciativas populares de censura política dos eleitos, com a possibilidade da sua destituição..
6 - Reforço e dignificação dos poderes do Parlamento, ou da Casa da Democracia: impossibilidade da sua dissolução pelo Presidente da República; atribuição ao Parlamento de poderes de impeachemente do Presidente; extinção de todas as Altas Autoridade e Entidades Reguladoras e reforço dos poderes de fiscalização social, económica e cultural do Parlamento.



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 11:26
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Quinta-feira, 10 de Novembro de 2011
Portugal exige um futuro!

Da actual Constituição da República Portuguesa, de uma ponta à outra, há muito que os portugueses concluíram que se trata de uma pura incongruência e uma fantasia irrealizável. 

Isto para além de a considerarem também contraditória em muitos dos seus pontos com a realidade e, pior ainda, irrealizável em relação ao país desenvolvido que os melhores portugueses desejavam e desejam para Portugal. 
Passaram-se mais de 35 anos desde a sua aprovação e vigência e os portugueses em geral concluem agora, com certeza, absoluta, que a Constituição ultrapassou todos os piores receios. 

Constatamos, muitos de nós, agora o estado em que miseravelmente Portugal se encontra e que, em muito, fala pelo balanço da vigência de tal texto político, das suas instituições e de todo o sistema que criou: um país inteiro colapsado. 

Não bastando tal, mas decerto que eles se bastam bem a si mesmos e às suas clientelas, os Partidos políticos da esquerda portuguesa com assento parlamentar, começando no PSD e acabando no PCP, passando pelo PS, BE, pelos Verdes e demais grupelhos políticos, teimam num passado ideológico e programático, nada mais, nada menos do que, de resultados amplamente provados de destrutivos para Portugal. 

Os actuais partidos políticos com assento na Assembleia da República, que formam o espectro do poder, insistem e persistem na sua teimosia, na sua arrogância e na sua cegueira, mostrando-se cruelmente indiferentes ao sofrimento de milhões de portugueses, mostrando-se assim alheios, deste modo e por meio das suas condutas públicas, ao progressivo desalento e à crescente destruição de Portugal e das famílias e dos jovens portugueses.

Face à iminência da até já admitida e possível perda de independência de Portugal, um expressivo número de portugueses apelam já hoje a todos os corajosos e genuínos democratas portugueses, ainda existentes em Portugal, instando-os a baterem-se pelo futuro e pela liberdade de todos nós, em nome e pela honra do sangue derramado dos "egrégios" avós, que tomemos o nobre e valente esforço pela derradeira salvação de Portugal. 
Ora, nós os portugueses preocupados e angustiados não esquecemos, antes sentimos no nosso bater do coração e do sangue que pulsa nos nossos corações pela História, pelos antepassados, e pelos presentes filhos e bem assim como pelo futuro de Portugal.

Para os democratas portugueses basta já de destruição, de insensibilidade, de miséria, de sofrimento e da agonia profunda pela qual passa a Portugal inteiro de lés a lés.

Nós os democratas de boa e recta consciência, que trazemos no coração o pesar e o sentido de Portugal, é a hora de nos levantar e lutar esforçada, mas e sempre meritória e dignamente, pela independência, pela liberdade e pela democracia da nossa pátria, pela vida e pelo futuro da nossa língua e pela dignidade ímpar da alma portuguesa, propugnando sem desfalecer e sem nunca temer por um novo e radioso futuro de Portugal.

Pela salvação de Portugal, exigimos o nosso lugar e a nossa continuidade na História Universal.

Passaram já 868 anos da fundação de Portugal, e a esperança por um brilhante futuro Portugal é uma certeza entre nós, querendo-o nós por muitos e muitos mais anos e sem cessar.

Nós não desistimos e nós não vacilamos.

O nosso empenho e o nosso caminho são a certeza da nossa esperança e da nossa entrega, sem contrapartidas mas e só pela certeza do futuro dos portugueses e de Portugal.

Por Portugal, tudo.

Viva Portugal!



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 10:05
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Segunda-feira, 22 de Agosto de 2011
Limites aos políticos na Constituição de Portugal.

O caminho para tornar o Estado mais eficiente é reduzi-lo em 65%, ou seja passar de 750.000 para 250.000 o número total de funcionários públicos.

Portugal só tem capacidade para pagar os ordenados se o número total dos trabalhadores públicos forem no máximo 5% da população activa, devendo esse passar a ser o limite máximo que deve constar na Constituição.

Assim como se deve impor na mesma Constituição o tecto e limite da Divida Pública a um máximo de 30% do PIB.

Por último impor a obrigatoriedade de uma aprovação de maioria qualificada de 2/3 dos deputados do Parlamento para a alienação de qualquer quantidade de ouro do Banco de Portugal.

Tudo isto deve ser levado a efeito em ordem a nunca mais permitir que os políticos e governantes, como os que fizeram nos últimos 37 anos, possam hipotecar ou destruir Portugal.



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 10:28
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Domingo, 26 de Junho de 2011
A democracia estará para chegar em breve a Portugal?

Começo a ouvir e a ler alguns sinais positivos de abertura dos partidos políticos a uma profunda reforma constitucional e para a essencial alteração das leis eleitorais ao parlamento.

A ver vamos se finalmente iremos ter uma verdadeira Constituição moderna, plena de liberdades e dirigida à felicidade dos portugueses, vocacionada em especial para o progresso e o desenvolvimento nacional e que enalteça e valorize a cidadania responsável, e que seja sua garantia e a sua defesa perante o Estado.

Que essa nova Lei seja um projecto comum nacional pautado pelo respeito das individualidade e das diferenças das pessoas, apelando ao civismo dos cidadãos e à sua participação crítica e construtiva no governo da coisa pública e, em última mas derradeira concretização, que reúna os portugueses em solidariedade e comunhão colectivas numa verdadeira Casa da Democracia.


http://www.publico.pt/Política/assis-e-seguro-convergem-com-psd-na-reforma-das-leis-eleitorais_1500279



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 21:49
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