Ideias e poesias, por mim próprio.
Quinta-feira, 20 de Outubro de 2011
O fim de Portugal é certo.

Quando os próprios Órgãos de Soberania vivem hoje reféns dos partidos políticos e dos seus afilhados e de clientelas diversas, de máfias e de grupos de pressão diversos, das lojas maçónicas e das opus, de bancos e banqueiros, de corruptos e corruptores das mais diferentes proveniências e fabricações, de países e grupos económicos e até criminosos estrangeiros, de sindicatos e sindicalistas, de clubes de futebol e dirigentes desportivos, de corporações profissionais diversas, de empresas e grupos de construção civil, de incompetentes e dos seus acólitos das mais diversas categorias e qualidades, de grandes escritórios de advogados e dos seus mandantes, etc., etc., ou seja de grupinhos e grupelhos, onde cada um trata de "sacar", roubar e traficar, e ninguém trata dos interesses do bem-comum ou do nacional, e nem sequer sequer do país, o que se há-de esperar???

Só podemos certamente vir a encontrar o caos, as dívidas, os défices, a recessão, a pobreza e a miséria generalizadas, os desvios e os roubos do erário público, a corrupção e os corruptos, os tráficos, a prostituição, a imoralidade, a sacanagem da política e dos assuntos de Estado e de Portugal, a pouca-vergonha pública, os atentados contra o Estado, a Lei e o Direito, contra a Ordem e contra a Soberania nacionais, enfim a ofensa e o escarro generalizado contra Portugal e contra a sua História!

Tristes tempos estes os dos Portugal que vivem com esta vergonha geral de Governantes que temos, constituídos por homens e mulheres sem cepa, nem força, nem autoridades alguma e de paupérrima estirpe e muito débil formação.

E este Povo sorumbático, acabrunhado, cobarde, servil, preguiçoso, maldoso e cheio de vícios, por sua vez, assiste impávido e sereno enquanto é gozado, roubado, espezinhado e assiste à sua e à dos seus filhos, fome, miséria, desemprego, emigração forçada, à degradação geral do país, bem como à destruição de todas as suas condições sociais, culturais, educacionais.

E um qualquer dia, não distante e em breve, estará ele povo, assim como as suas mulheres, os seus filhos e todos os seus familiares, na sua própria terra que os viu nascer e que lhes deu uma nacionalidade própria, a servirem de capachos, criados e serventuários dos estrangeiros vindos das nações estrangeiras e dos seus sequazes ladrões que vieram para Portugal para mandar e tomar como suas as casas, as terras e a pátria dos portugueses.
Triste este o Século XXI português: o tempo que ficará conhecido como o fim da nação portuguesa e o do triunfo dos homens e mulheres políticos e governantes imorais, ladrões e prostitutas que conduziram à derrota de Portugal e à sua entrega às potências estrangeiras.
Que vergonha esta a dos fracos portugueses!



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 20:56
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1 comentário:
De Jose Marques a 23 de Outubro de 2011 às 09:09
Nao sabia que os sindicatos não faziam parte do Povo Português e também não percebo como insultas tanto o Povo Português, mas ao mesmo tempo preocupas-te que estejam cá os estrangeiros a mandar. Até concordo com algumas coisas que escreveste mas não entendo como podes querer comparar a influencia dos sindicatos com a dos banqueiros ou das grandes multi-nacionais ??



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