Ideias e poesias, por mim próprio.
Quarta-feira, 10 de Setembro de 2014
Ética republicana.

A ética republicana deve plasmar-se em direitos e deveres iguais por lei para todos, aplicada por uma justiça isenta, imparcial e rigorosa tanto para pobres, como ricos ou poderosos e, a começar pelo topo de qualquer poder, seja ele político, económico, ou judicial, pela aplicação de sanções exemplares e dolorosas para os prevaricadores.

Em poucas palavras: ética republicana há-de ser muito respeitinho pela lei e pela justiça, ou, senão, quem infringir a lei, sem exceção, "vai de cana" ou "leva com a ripa".

Fora isto, a conversa fiada e de amolecer que por vai por aí é pura tanga de cínicos, hipócritas e mentirosos para adormecer os ingénuos.

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 21:15
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Segunda-feira, 8 de Setembro de 2014
Se faz favor, o "emplastro" para selecionador!

Só podem estar dececionados com a derrota de ontem de Portugal com a Albânia os ingénuos.

Ou, já se esqueceram das palavras do Paulo Bento, proferidas logo após o desastre do campeonato mundial do Brasil, quando disse que "...acontecesse o que acontecesse até 2016 não se demitia...."?!

Há lá palavras mais reveladoras da incompetência e de má-fé deste selecionador nacional?

Ou, alguém já perguntou aos responsáveis da Federação Portuguesa de Futebol as razões que motivaram a renovação do contrato de trabalho ao selecionador de futebol até 31 de Junho de 2016, poucos dias antes da partida da seleção para o Brasil?

Chamem mas é a seguir "o emplastro" para selecionador de futebol, porque aquele nabo já deu o que tinha a dar para o "peditório" da incompetência nacional!

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 21:15
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Sábado, 6 de Setembro de 2014
Comunistas ricos e latifundiários: o PCP do século XXI

O PCP vai comprar mais 7 hectares de terreno contíguos à sua Quinta da Atalaia, pelo milionário preço de 950 mil euros!

Elá ...querem lá ver, os comunistas, 40 anos depois do 25 de Abril de 1974, viraram latinfundiários e capitalistas?

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 19:18
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Sexta-feira, 5 de Setembro de 2014
Roubalheira de Estado agrava-se em 2014!

O défice das contas públicas portuguesas, no final de 2014, deverá chegar aos 10% do PIB nacional, ou seja, ao escandaloso montante de 16,6 mil milhões de euros.
O aumento com as despesas de pessoal, os juros da dívida pública e a capitalização do Novo Banco vão dar a maior ajuda para este enorme agravamento.
Também, a dívida pública portuguesa que era já de 129,4% do PIB (204.252.341.733€), deverá atingir os 130,8% em 2014 (aproximadamente, 217.847.400.00€), e voltando a subir em 2015, atingindo os 131,8%, do PIB (aproximadamente, 226.600.000.00€).
Ora, o ano de 2014 traz novamente apenas o que já há muito conhecemos, nada de substancial mudou com o novo Governo, ou com a nova maioria político-partidária que o suporta na Assembleia da República.
Constata-se, uma vez mais, como se prova, a austeridade até agora só tem servido para sacrificar os contribuintes e aumentar a criminosa fortuna dos beneficiários do regime nacional-partidarista.
Até hoja a austeridade nunca foi aplicada aos partidos políticos, políticos e ex-políticos, ociosos, banqueiros, gestores públicos e demais parasitas nacionais, nunca as mordomias de Estado foram extintas.
Não há mesmo qualquer vergonha na alta política nacional!
Até que os partidos de esquerda, constituída por despesistas e corruptos, amigos de subsídios e intervencionismo estatal, que vão desde o PSD e seus colaboracionistas até ao PCP, continuem a governar em Portugal o problema  só terá a tendência de se agravar.
Só haverá solução em Portugal no dia em que o Estado, esse monstro inútil, caro e corrupto, for fechado!

 

 

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 14:19
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Segunda-feira, 1 de Setembro de 2014
No Ministério da Justiça a ineptidão e a incompetência andam de mãos dadas!

Ouvi hoje nas notícias as palavras da Sra. Ministra (faz de conta) da Justiça, alegando em sua defesa que a SUA reforma era uma "grande reorganização judiciária e que seria normal haver alguns problemas de alguns dias...", e tive de ir ler uma vez mais a "Lei da Organização do Sistema Judiciário" - Lei n.º 62/2013, de 26/08, e o Decreto-lei que procede à sua regulamentação daquela lei - Decreto-lei n.º 49/2014, de 27/03.

Temos que a primeira Lei tem já mais de 1 ano de existência e o seu decreto-lei regulamentar quase meio!

Apreciando os factos, passado mais de um ano da promulgação daquela nova lei de organização judiciária, hoje, dia 1 de Setembro de 2014, princípio do novo ano judicial, e depois desbaratados erroneamente e sem fim à vista vários milhões de euros dos contribuintes, com muitos magistrados a trabalhar em contentores e com salas de audiências instaladas em pré-fabricados, os processos amontoados e empilhados ao deus dará, centenas de oficiais de justiça em falta e por colocar, várias secções e outros juízos instalados provisória e aleatoriamente por várias outras localidades, sem identificação ou previsão legal, muitas obras por concluir e outras por começar, com a plataforma CITIUS inacessível.

Em resumo, os cidadãos e os advogados sem saber onde estão os seus processos e impossibilitados de intervir nestes, os prazos a correr e sem se poderem cumprir, os julgamentos suspensos e, o que é evidente, a justiça suspensa, como se em estado de sítio se encontrasse, e com todos os prejuízos sociais, económicos, jurídicos e legais daí decorrentes.

Ou seja, com o manifesto e gravíssimo prejuízo para a cidadania, para o estado de direito e a aplicação da justiça, temos agora de apreciar e julgar das qualidades, ou da falta delas, da Sra. Ministra.

E já vemos, que é manifestamente incompetente, porque teve muito mais de um ano para prever os efeitos da temerária reforma que iria levar a cabo, portanto, teve todo o tempo e as muitas possibilidades de, com razoabilidade e normalidade, previamente prever no que se metia, como a se acautelar melhor e devidamente o que tinha de fazer, mas não fez, para cumprir com eficácia e escrúpulo o que se propôs fazer, ao invés de preferir continuar a agir com arrogância e prepotência.

Ou, temos nós agora de lhe perguntar: face às suas últimas palavras e desculpas esfarrapadas, afinal, tudo o que ela fez  durante este tempo todo, foi de tal modo irresponsável, elaborando a lei em cima do joelho e, depois, não se pôs, como devia, a ditar no alcance e nas consequências do seus (infelizes) atos?

Mas, então isso ainda é pior, é o sinal de um problema de inadequação mental daquela personagem, e isso é algo que não se pode aceitar em alguém que chega a um alto cargo ministerial!

Mas, como já estamos a ver, ela não só mediu devidamente e com cautela a empreitada na qual se metia, nem, como agora se prova, sabia o tempo e os meios necessários para lograr o bom cumprimento das suas vãs e falsas promessas.

Logo, o que se demonstra à saciedade, a Sra. Ministra é manifestamente incompetente!

E, ao não conseguir cumprir com a obrigação legal a que se propôs, portanto, a de colocar a funcionar normalmente os tribunais na data proposta correspondente ao início do novo ano judicial de 2014, mas sabendo ela antecipadamente não ter a arte e o engenho para tanto, contudo teimosamente levando por diante a sua reforma, demonstra também ser inepta.

Ora, como podemos facilmente alcançar, tamanha mediocridade seria suficiente para, num país normal e decente, demitir um qualquer responsável público, quanto mais um titular de um alto cargo como a da Ministra da Justiça.

Mas, não esqueçamos, como já dizia Eça de Queiroz,:

      "Ordinariamente todos os ministros são inteligentes, escrevem bem, discursam com cortesia e pura dicção, vão a faustosas inaugurações e são excelentes convivas. Porém, são nulos a resolver crises. Não têm a austeridade, nem a concepção, nem o instinto político, nem a experiência que faz o Estadista. É assim que há muito tempo em Portugal são regidos os destinos políticos. Política de acaso, política de compadrio, política de expediente. País governado ao acaso, governado por vaidades e por interesses, por especulação e corrupção, por privilégio e influência de camarilha, será possível conservar a sua independência?"

       - in "O distrito de Évora" (1867)

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 16:21
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O fascismo do século XXI

O simulacro de desordem pública e o aparato policial nos dias 16 a 18 de Agosto na Barragem de Odivelas, em Ferreira do Alentejo, não são fruto do mero acaso, nem um produto de formação espontânea.

Depois da revelação do enorme roubo de contornos financeiros e políticos, mais um (!), praticado no BES, pelo qual os contribuintes portugueses vão pagar mais de 4 mil milhões de euros, a partidocracia debate-se agora com a premente necessidade de organizar meios massivos de manipulação e desinformação da opinião pública.

Os acontecimentos de Ferreira do Alentejo são fruto de uma ação organizada estruturada e mais ampla, têm um fito e objetivos bem concretos e determinados e visando um processo mais alargado, permanente e contínuo.

Depois de terminada a presença da Troika em Portugal, a política e os meios oficiais da rapina fiscal dos contribuintes, do confisco e do esbulho da propriedade e do rendimento privados, necessitam de novas formas de imposição de legitimidade e aceitação populares.

A partidocracia e as suas máfias associadas convergem em ordem a fazer mergulhar o país no aparente caos e na ilusória anarquia, para, a seguir, justificarem a tomada de amplas medidas policiais repressivas.

A sobrevivência política destes grupos políticos criminosos passa pela criação de ilusórios meios de alteração da ordem pública e do Estado do Estado de Direito.

As burguesias constituídas no pós-25 de Abril de 1974, organizadas em partidos políticos de Estado, vulgo partidocracia, tudo farão em ordem a manter os seus domínio de classe e controlo do Estado.

Estas novas burguesias fascistas, tal como as precedentes do século XX, operam silenciosamente nas antecâmaras do poder, levando a cabo meios e formas para a manutenção da atual política de austeridade.

O poder fascista e as corporações da Assembleia da República têm pronto, e para que se dê em pouco tempo, um putsch policial sob a III República Portuguesa.

Revolvidos 100 anos, a História repete-se, uma vez mais, e o século XXI apresenta-nos o novo fascismo e os novos fascistas, a ditadura está a um passo.

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 14:44
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