Ideias e poesias, por mim próprio.
Terça-feira, 24 de Dezembro de 2013
Os cromos das mensagens de Natal na TV.

Este fenómeno não tem igual em mais nenhum país do mundo, é um fenómeno surreal e único dos lusitanos.

Ora vejamos: na coleção de cromos das mensagens de Natal o 1º e que lançou a moda, ainda no tempo da ditadura do Estado Novo, estávamos no final dos anos de 1960, portanto no tempo da "outra senhora", foi o então presidente do conselho Marcelo Caetano.

   

Depois vieram os cardeais patriarcas de Lisboa da Igreja Católica, começando por Dom António Ribeiro no final do anos 70, já no "reinado" da democracia da III República.

     

A seguir, no início dos anos 80, juntaram-se à coleção de natalinos os Presidentes da República, no presente temos o decano Cavaco Silva e a sua    "sempre" Maria.

       

Por último, a partir de meados de 1990 passámos a ter a companhia dos 1.os Ministros, temos agora o Passos Coelho via Facebook com as suas prendas da austeridade.

Eis senão quando o republicano, socialista e laico Partido Socialista fez neste 2013 a sua entrada com António José Seguro.

  

E para o ano será a vez do democrata-cristão, mas pouco, Paulo Portas?

  

E para quando a estreia natalícia do camarada Jerónimo de Sousa?

  

E mais quem se seguirá? O Presidente do Constitucional? O PGR? O secretário-geral da CGTP? O Cristiano Ronaldo? E...



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 22:37
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Feliz e Santo Natal.


publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 12:53
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Segunda-feira, 23 de Dezembro de 2013
Anunciação de Jesus a Maria e a Isabel.

"...

26. No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré,

27. a uma virgem desposada com um homem que se chamava José, da casa de Davi e o nome da virgem era Maria.

28. Entrando, o anjo disse-lhe: Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo.

29. Perturbou-se ela com estas palavras e pôs-se a pensar no que significaria semelhante saudação.

30. O anjo disse-lhe: Não temas, Maria, pois encontraste graça diante de Deus.

31. Eis que conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus.

32. Ele será grande e chamar-se-á Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi; e reinará eternamente na casa de Jacó,

33. e o seu reino não terá fim.

34. Maria perguntou ao anjo: Como se fará isso, pois não conheço homem?

35. Respondeu-lhe o anjo: O Espírito Santo descerá sobre ti, e a força do Altíssimo te envolverá com a sua sombra. Por isso o ente santo que nascer de ti será chamado Filho de Deus.

36. Também Isabel, tua parenta, até ela concebeu um filho na sua velhice; e já está no sexto mês aquela que é tida por estéril,

37. porque a Deus nenhuma coisa é impossível.

38. Então disse Maria: Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra. E o anjo afastou-se dela.

39. Naqueles dias, Maria se levantou e foi às pressas às montanhas, a uma cidade de Judá.

40. Entrou em casa de Zacarias e saudou Isabel.

41. Ora, apenas Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança estremeceu no seu seio; e Isabel ficou cheia do Espírito Santo.

42. E exclamou em alta voz: Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre.

43. Donde me vem esta honra de vir a mim a mãe de meu Senhor?

44. Pois assim que a voz de tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança estremeceu de alegria no meu seio.

45. Bem-aventurada és tu que creste, pois se hão de cumprir as coisas que da parte do Senhor te foram ditas!

46. E Maria disse: Minha alma glorifica ao Senhor,

47. meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador,

48. porque olhou para sua pobre serva. Por isto, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações,

49. porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso e cujo nome é Santo.

50. Sua misericórdia se estende, de geração em geração, sobre os que o temem.

51. Manifestou o poder do seu braço: desconcertou os corações dos soberbos.

52. Derrubou do trono os poderosos e exaltou os humildes.

53. Saciou de bens os indigentes e despediu de mãos vazias os ricos.

54. Acolheu a Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia,

55. conforme prometera a nossos pais, em favor de Abraão e sua posteridade, para sempre.

..."
(Novo testamento, Evangelho segundo Sao Lucas, Capítulo 1)

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 12:33
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Domingo, 22 de Dezembro de 2013
Nós não somos o Estado!
"O estado é a organização social que visa a manter o monopólio do uso da força e da violência em uma determinada área territorial; especificamente, é a única organização da sociedade que obtém a sua receita não pela contribuição voluntária ou pelo pagamento de serviços fornecidos mas sim por meio da coerção.

Enquanto os outros indivíduos ou instituições obtêm o seu rendimento por meio da produção de bens e serviços e da venda voluntária e pacífica desses bens e serviços ao próximo, o estado obtém o seu rendimento através do uso da coerção; isto é, pelo uso e pela ameaça de prisão e pelo uso das armas.
Depois de usar a força e a violência para obter a sua receita, o Estado geralmente passa a regular e a ditar as outras ações dos seus súditos.

O grande sociólogo alemão Franz Oppenheimer apontou para o fato de que existem duas formas mutuamente exclusivas de adquirir riqueza: a primeira, a forma referida acima, de produção e troca, ele chamou de "meio econômico". A outra forma é mais simples, na medida em que não requer produtividade; é a forma em que se confisca os bens e serviços do outro através do uso da força e da violência. É o método do confisco unilateral, do roubo da propriedade dos outros.
Deve estar igualmente claro que o meio coercivo, explorador, é contrário à lei natural; é parasítico, pois em vez de adicionar à produção, apenas subtrai.

O estado, nas palavras de Oppenheimer, é "a organização dos meios políticos"; é a sistematização do processo predatório sobre um determinado território. Pois o crime é, no máximo, esporádico e incerto; já o parasitismo é efêmero e a coerciva ligação parasítica pode ser cortada a qualquer momento por meio da resistência das vítimas. O estado, no entanto, providencia um meio legal, ordeiro e sistemático para a depredação da propriedade privada; ele torna certa, segura e relativamente "pacífica" a vida da casta parasita na sociedade.
Dado que a produção tem sempre de preceder qualquer depredação, conclui-se que o livre mercado é anterior ao estado. O estado nunca foi criado por um "contrato social"; ele sempre nasceu da conquista e da exploração. O paradigma clássico é aquele de uma tribo conquistadora que resolveu fazer uma pausa no seu método — testado e aprovado pelo tempo — de pilhagem e assassinato das tribos conquistadas ao perceber que a duração do saque seria mais longa e segura — e a situação mais agradável — se ela permitisse que a tribo conquistada continuasse vivendo e produzindo, com a única condição de que os conquistadores agora assumiriam a condição de governantes, exigindo um tributo anual constante.

Um dos métodos de nascimento de um estado pode ser ilustrado como se segue: nas colinas da "Ruritânia do Sul", um grupo de bandidos organiza-se de modo a obter o controle físico de um determinado território. Cumprida a missão, o chefe dos bandidos autoproclama-se "Rei do estado soberano e independente da Ruritânia do Sul". E se ele e os seus homens tiverem a força para manter este domínio durante o tempo suficiente, pasmem!, um novo estado acabou de se juntar à "família das nações", e aqueles que antes eram meros líderes de bandidos acabaram se transformando na nobreza legítima do reino.

Uma vez estabelecido o estado, o problema do grupo ou "casta" dominante passa a ser o de como manter o seu domínio. Embora o seu modus operandi seja o da força, o problema básico e de longo prazo é ideológico. Pois para continuar no poder, qualquer governo (não simplesmente um governo "democrático") tem de ter o apoio da maioria dos seus súditos. E esse apoio, vale observar, não precisa ser um entusiasmo ativo; pode bem ser uma resignação passiva, como se se tratasse de uma lei inevitável da natureza. Mas tem de haver apoio no sentido de algum tipo de aceitação; caso contrário, a minoria formada pelos governantes estatais seria em última instância sobrepujada pela resistência ativa da maioria do público.
Uma vez que a depredação tem necessariamente de ser mantida por um excedente da produção, é um fato necessariamente verdadeiro que a classe que constitui o estado — a burocracia estabelecida (e a nobreza) — tem de ser uma pequena fração minoritária no território, embora possa, claro, comprar aliados entre os grupos importantes da população. Como tal, a principal tarefa dos governantes é sempre a de assegurar a aceitação ativa ou resignada da maioria dos cidadãos.

Claro que um dos métodos para assegurar o apoio é por meio da criação de interesses econômicos legalmente garantidos. Como tal, o rei sozinho não pode governar; ele precisa de um grupo considerável de seguidores que desfrutem os privilégios do domínio, por exemplo, os membros do aparato estatal, como a burocracia em tempo integral ou a nobreza estabelecida. Mas ainda assim isto assegura apenas uma minoria de apoiadores fervorosos, e até a compra essencial de apoio por meio de subsídios e outras concessões de privilégios não é suficiente para obter o consentimento da maioria. Para produzir esta aceitação crucial, a maioria tem de ser persuadida por uma ideologia de que o seu governo é bom, sábio e, pelo menos, inevitável e certamente melhor do que outras possíveis alternativas. A promoção desta ideologia entre o povo é a tarefa social vital dos "intelectuais".

em "A anatomia do estado", por Murray N. Rothbard.



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 15:11
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Sexta-feira, 20 de Dezembro de 2013
O Tribunal Constitucional e o "Triunfo dos Porcos".

 Segundo o romance de George Orwell, cujo título original é "Animal Farm", e publicado em 1945 a sua história relata a revolução dos animais da quinta Manor, propriedade do senhor Jones.
O velho Major, o mais respeitado dos porcos da quinta, reúne, numa certa a noite, todos os animais da quinta e conta-lhes um sonho que tivera - a sua morte estava para breve e compreendia, então, o valor da vida.

Explica logo aos companheiros que devem a sua miserável existência à tirania dos homens que, preguiçosos e incompetentes, usufruem do trabalho dos animais, vítimas de uma exploração prepotente.

O velho porco Major incita o grupo não só à rebelião, para derrotar o inimigo, como também a entoar o cântico de revolta "Animais de Inglaterra".
Três dias depois, morre o Velho Major.

Mas a revolução prossegue, com novos líderes - os porcos Snowball, Napoleão e Squealer, que criam o Animalismo, como sistema doutrinário, com "Os Sete Mandamentos".

Expulsam o dono da quinta e mudam o nome da propriedade para "Quinta dos Animais".

Dada a estupidez e a limitação de alguns, que não conseguem decorar os "Mandamentos", Snowball reduziu-os a uma máxima: "Quatro pernas, bom; duas pernas, mau".
O regime do Animalismo começa logo de forma vigorosa, com todos os animais a trabalharem, de forma a fazerem progredir a quinta – a autogestão estimulava o orgulho animal.

Snowball cria uma lista de comissões para conceber programas de desenvolvimento social, educação e formação.
Com o passar do tempo, os porcos tornam-se corruptos pelo poder.

Instala-se então uma nova tirania, sob o comando de Napoleão, que passa a impor um novo princípio: "Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais do que outros".

Ora, exatamente, decorridos que estão em Portugal 39 anos após o triunfo dos porcos, perdão, o 25 de Abril de 1974, e  segundo o Tribunal Constitucional Português neste seu último Acórdão, ao declarar-se que os pensionistas de luxo da Caixa Geral de Aposentações não podem ver de nenhum modo, em razão dos seus direitos previamente adquiridos, as suas pensões diminuídas, mesmo e apesar do país e dos demais comuns portugueses estarem numa situação de austeridade, portanto de séria diminuição dos seus direitos já muito constrangidos, temos de concluir também haverem dois distintos tipos de portugueses:

- o primeiro e privilegiado, o dos pensionistas milionários da Caixa Geral de Aposentações, que já antes auferiam salários, regalias e mordomias superiores à média dos portugueses, pagos com o trabalho do setor privado,

- e um segundo e desfavorecido grupo, o do Regime Geral da Segurança Social que e apesar de receberem pensões de menor valor, pagos e suportados integralmente com o produto do seu trabalho, sem quaisquer privilégios ou favores, mas que, em nome e benefício dos primeiros, podem ser arbitrariamente sacrificados, esmifrados e até mesmo padecerem de todos os sacrifícios que lhe venham a ser exigidos.

 

Ora digam lá que em Portugal não há uns porcos " mais iguais do que outros"?

 

 

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 16:29
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O Tribunal Constitucional apenas confirmou a natureza comunista do regime.

A última decisão do Tribunal Constitucional só vem confirmar o tratamento de desigualdade política e humana que subjaz ao regime político protegido pela Constituição da República Portuguesa.

O TC apenas veio defender um regime e tratamento priveligiado para os pensionistas da Caixa Geral de Aposentações, ou seja, uma minoria de funcionários do regime político e do Estado vigentes, portanto, funcionários públicos já só por si tratados e privilegiados duplamente durante muitos anos e em desfavor dos demais portugueses e trabalhadores do regime geral da Segurança Social, que pelos vistos, e até mesmo perante situação de emergência nacional, não podem nem sequer abdicar de 10% das suas gordas pensões.

E não podemos esquecer que estes privilégios salariais passados foram adquiridos recentemente com favor e a acima da média relativamente à sua real produtividade e por mera decisão de política de atribuição de salários de luxo em relação aos demais portugueses comuns.

E se já antes os seus salários fantásticos foram pagos especialmente com a criação de dívida pública, agora as respetivas pensões de luxo vão ter de continuar a ser suportados e pagos pelos já muito sacrificados protugueses contribuintes produtivos.

E como estes aparatchiks não pode ver nem sequer reduzidas em 10% as suas milionárias pensões, muitas delas de 3, 4 ou mais de 5 mil euros mensais, a alternativa é coagir com IVA e sacrificar ainda mais os mais pobres e os mais carentes, os desempregados, as crianças esfomeadas e subnutridas, aumentando o fecho das empresas, o aumento do desemprego e a destruição da economia nacional.

É oficial segundo o TC, pelos vistos é conforme a Constituição, que hajam uns portugueses que não podem deixar de ter os seus privilégios, mesmo em relação aos mais desfavorecidos e ao agravamento das desigualdades.

Mas isto não é nada que verdadeiramente me surpreeenda vindo de um regime político social-comunista!

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 14:10
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O futuro é o indivíduo, o Estado vai morrer
A batalha que se está a travar em Portugal é entre o indivíduo e o Estado.
Vivemos hoje uma tentativa por parte dos titulares dos cargos públicos e os políticos, em geral, para escravizar os cidadãos, tornando-os reféns de uma política e uma ideologia de hegemonização e domínio do Estado sobre as pessoas, que procura predominantemente a sua escravização.
No futuro próximo vamos assistir ao caos, mais confusão e o agudizar da batalha entre o indivíduo e o Estado.
Mas o indivíduo é o mais forte e vai ganhar.
O Estado é uma ficção santificada por Hegel, Marx e os seguidores destes para controlar o indivíduo.
Mais tarde ou mais cedo as pessoas vão acordar e vão querer libertar-se de toda e qualquer tutela que venha de qualquer partido, ideologia ou domínio, e o Estado não terá mais justificação ou legitimidade.
Para que os indivíduos alcancem a sua libertação e emancipação temos que nos livrar da armadilha da esquerda-direita, esta é a armadilha Hegeliana e Marxista para dividir e controlar.
A batalha não é entre direita e esquerda, é entre nós e eles.
A luta pela liberdade exige que os indivíduos exerçam o máximo poder individual sobre as suas vidas, libertando-se o mais possível do poder centralizador do Estado.



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 00:41
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Quinta-feira, 19 de Dezembro de 2013
5 advogadas estreiam no youtube.

É o último fais divers da Ordem dos Advogados, é o que é, o falatório que vai à volta do famoso e badalado vídeo publicitário das 5 advogadas de Lisboa, anunciando, vestidas com saias decotadas e blusas de seda, os seus milagreiros serviços jurídicos e forenses. Já existem queixas apresentadas na OA por outros colegas advogados e os comentários críticos são mais que muitos nas redes sociais. Os queixosos, a meu ver, estão a dar demasiada importância ao assunto, muito mais do que aquilo que para as próprias serviu o efeito publicitário do dito anúncio vídeo. Sinceramente, pela minha parte, não lhe daria qualquer importância, acho até que aquilo é pindérico e patético e, portanto, infelizmente, só deslustra e prejudica as próprias. A reação da OA e das queixas dos colegas é completamente desproporcionada e até é, salvo o devido respeito, mesquinha, por se assemelhar muito uma reação revanchista, saloia e de mau gosto machista. Tanta histeria à volta do dito vídeo mais se assemelha a um ressabiamento balofo e tardio do mais puro marialvismo. Ofende bem mais, o que parece que anda agora na moda e alguns advogados também gostam de usar, uma placa publicitária de advogados com o fundo vermelho e com as dimensões de 3 X 4 por metros, que esteticamente mais se assemelha ao exbicionismo de uma hemorragia feminina! Mas ao falar-se do assunto efetivamente é a forma de se dar a publicidade desejada pela senhoras doutoras. Pela minha parte, envio votos de boas festas às colegas e já basta! Ora, há coisas muito mais e verdadeiramente importantes, portanto mais apropriadas aos advogados e à própria Ordem dos Advogados para serem tratadas, como sejam, os inúmeros problemas da justiça, nomeadamente, a corrupção e a violação dos direitos humanos, onde se deviam efetivamente ocupar e preocuparem mais atentamente. Haja dó!

 

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 00:31
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Quarta-feira, 18 de Dezembro de 2013
O ensino oficial público causa efeitos idênticos aos dos pedófilos!

A porno-charada com os exames de avalização dos professores, as guerrinhas entre o Governo, os Partidos Políticos, os Sindicalistas e o senhor Mário Nogueira, o senhor comuno-profissional das greves, e os intermináveis e incalculáveis prejuízos causados na vida, na formação e na educação dos jovens, ou seja e afinal de contas, a destruição que o Estado e os políticos fazem no ensino e na educação dos jovens, só me faz concluir, uma vez mais, que o Estado jamais devia possuir escolas e nem sequer devia interferir ou dar quaisquer palpites sobre o Ensino.
O Estado e os Sindicatos e os efeitos que causam nos jovens são totalmente comparáveis aos efeitos que os pedófilos causam sobre as crianças.
Pela minha parte, contribuinte farto de ver deitado inutilmente à rua o dinheiro dos meus impostos, exijo a privatização total do ensino e das escolas já e os alunos fora das mãos destes nojentos e criminosos politiqueiros!

 

 

 

 

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 15:27
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Terça-feira, 17 de Dezembro de 2013
Deputados apanhados a falsificar o livro de ponto na Assembleia da República!

A história veio na imprensa deste fim de semana e tem os ingredientes todos para ser um caso de polícia. Mas, ou há justiça, ou ainda vai parecer que há um deputado da Assembleia da República, de nome Rui Duarte, do PS de Coimbra, que, ou possui asas a jacto ou, ainda mais espantosamente, deterá o dom divino da ubiquidade! Vá-se lá a ver que o deputado Rui Duarte terá estado no Brasil, no dia 15 de Dezembro de 2012, na boda do casamento do seu irmão e, nessa mesma altura, porém, o deputado tem presenças registadas na AR. Para que conste: as presenças na AR são registadas presencial e pessoalmente por via electrónica, quando os deputados inserem as respectivas passwords e logins nos computadores, nos seus lugares no plenário. Devia ser assim, mas passou-se uma coisa diferente. E então o caso piora: o deputado faltoso terá contado com a ajuda de um outro colega deputado que fraudulentamente inseriu os dados do faltoso para, afinal, o dar como presente!!! Ou seja, e a ser verdade esta história denunciada na imprensa, temos dois deputados com o rabo preso no livro de ponto da Assembleia da República. O primeiro já não tem como fugir, falta só saber quem foi o compincha. É de pasmar, a ser verdade a ocorrência desta fraude este parlamento português ainda corre o risco de ser identificado como uma escola de crime! Finalmente, ainda segundo o Semanário "O Sol", o caso desta eventual fraude das faltas encontra-se sob investigação do Ministério Público e, assim, ficamos todos a aguardar que, ao menos e a bem da Justiça portuguesa, estes deputados sejam levados a julgamento!

 

o link da notícia: http://sol.sapo.pt/inicio/Politica/Interior.aspx?content_id=94832

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 00:00
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