Ideias e poesias, por mim próprio.
Segunda-feira, 12 de Agosto de 2013
Porta-aviões ao fundo!

A empresa pública Atlanticoline pediu no tribunal de execução a penhora do mesmo navio que recusou receber da outra empresa pública Estaleiros Navais de Viana de Castelo, isto tudo após um contrato agora conhecido de contornos contratuais muito obscuros, altamente ruínoso e de uma enorme incompetência de ambas.

O que se sabe é que após 6 anos de imbróglios jurídicos, contratuais e técnicos com este malfadado navio as gerências destas duas empresas públicas continuam a agir com a maior desfaçatez e leviandade perante o assunto, parecendo um jogo de batalha naval aos quadradinhos.

Afinal, para que hão-de eles se ralar se os contribuintes que é hão-de pagar as suas milionárias asneiras e os muitos milhões de prejuízos que já acumularam!?

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 14:59
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Porcos a andar de bicicleta.

Só num sistema político, legal e constitucional não democrático, como é o português, é que ainda se pode andar a discutir se é constitucional ou não as exceções aos cortes nas reformas.

Que eu saiba numa verdadeira democracia e num real estado-de-direito, portanto numa República, todos os cidadãos são, sem exceção, iguais perante a lei, mormente perante a sua Constituição, mas como vemos o não é manifestamente o caso português.
É claro que nem vale a pena citar o artigo 13.º da Constituição da República Portuguesa, que diz no seu n.º 1 que "todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei", porque há alguns portugueses de qual fina qualidade natureza aristocrática ou real que se atribuem a si mesmos privilégios e regalias acima da lei, ao caso falamos dos políticos, governantes e seus comparsas.

É fácil de concluir, vivemos de facto e de jure em Portugal como numa qualquer reles ditadura como tantas outras da América Latina, África, Ásia, quiçá como as da Coreia do Norte, Cuba ou China!

Estes constitucionalistas portugueses que dão a estas tristes figurinhas jurídicas é que deviam era ter vergonha de se chamarem democratas!

 

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 13:37
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Poluição democrática.

Falarem muito para não dizerem absolutamente nada, ou então dizerem muitas asneiras ou asneirolas, eis o sumo do comentário político produzido ao fim de semana por Marcelo Rebelo, Marques Mendes, José Sócrates, Morais Sarmento e muitos outros nas tv´s e rádios nacionais.

À falta de uma verdadeira democracia e em que a voz soberana fosse dada ao povo português, temos a nulidade do inenarrável do comentário politiquês que tomou conta da vida nacional.

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 10:48
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A salvação nacional da partidocracia portuguesa.

O filósofo Voltaire já dizia no século XVIII que o “melhor governo é aquele em que há o menor número de homens inúteis”.

Em Portugal e a partir de 1974, desde uma modesta junta de freguesia até ao Governo Central, passando pelos mais diversos serviços e empresas do Estado Central, Local ou Regionais, abundam os homens e as mulheres inúteis.

É o chamado fenómeno dos boys e girls, afilhados e cunhas, ou seja pessoal inútil, que enxameia o Estado.

Numa simples Câmara Municipal verificamos, tal qual como os demais serviços do Estado, que há inúmera gente paga milionariamente para desempenharem certos serviços e que são substituídos pelos privados para serem feitos com competência.

1 em cada 3 dos funcionários públicos existe exclusivamente para processar as regalias e as burocracias deles todos e o absentismo total acumulado num ano inteiro na mesma função pública equivale a ¼ da sua força total.

Portanto, estão a mais e inutilmente, pelo menos, 1/3 dos atuais 700 mil funcionários públicos.

Este pseudo-emprego público é apenas um pesado e oneroso fardo improdutivo para a economia nacional e só serve para aumentar a dívida e os défices públicos.

O peso dos vencimentos, regalias e despesas com pessoal político e o demais funcionalismo público orçará cerca de 25% das despesas totais do Estado e andará na ordem dos 12 mil milhões de euros anuais.

Ora, excetuando as funções de segurança pública e de soberania, é imperativo o fecho de tudo o que seja do Estado e que dê prejuízo, incluindo a saúde, a educação e os transportes públicos, e privatizar tudo o que seja feito lucrativamente em sua substituição.

Mas estes problemas não são resolvidos porque os partidos políticos PSD, CDS e PS andam é a tratar exclusivamente da sua salvação, a dos seus boys e girls e das suas parasitárias clientelas políticas e empresariais.

Já a restante esquerda, BE e PCP, nada mais dizem e esperam do que a destruição do que resta de Portugal para, no fim, argumentarem que tinham a sua necrófila razão!

 

(artigo do autor publicado na edição de 1 de Agosto de 2013 do mensário regional Horizonte, de Avelar, Ansião, Leiria - http://www.jhorizonte.com)



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 10:10
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Quinta-feira, 8 de Agosto de 2013
Qual ensino?
Os esquerdista, sindicalistas e seus demais comparsas vêm agora público bradar contra o anúncio da futura medida governamental do "cheque-ensino".

Claro está, não espanta o seu fundamentalismo político e ideológico e o seu nenhum interesse pela liberdade do ensino e nem sequer pela sua melhoria.

Há muito tempo que sabemos, tal qual como dos muitos sindicatos e dos seus verdadeiros intentos, que só lhes interessa manter o atual mau ensino porque lhes serve de leit-motiv e justificação das suas repetidas lutas político-partidárias, contanto que façam da Escola e do Ensino Públicos um palanque de luta política e um meio do pior ativismo sindicalista, de eminente cariz e fitos comunizóides e, finalmente, para a ocupação e justificação geral das suas agendas políticas e, em particular, das altas folhas salariais dos vários e muito conhecidos delegados e altos representantes sindicais.

Mas aos portugueses temos de colocar, com seriedade e sinceridade, algumas questões, para que reflictam e a seguir em consciência façam a melhor escolha entre o que querem do ensino privado ou do público, como: já não bastará deste dominante mau ensino público que, de ano para ano e cada vez mais, se encontra mais indisciplinado, menos respeitado e mais caótico e que maltrata e desprestigia até mesmo os seus professores? Porventura, querem os portugueses, pais e encarregados de educação continuar neste miserável sistema público em permanente ebulição, com problemas e lutas repetidas, em permanente confronto e sempre no fio das greves e das paralisações, que tantos jovens tem destruído e tanto tem contribuído para uma sociedade intelectualmente anã, amorfa e sem capacidade criativa? Querem os portugueses continuar a pagar tanto e tão caro um modelo de ensino tão dispendioso e ineficaz, com a contrapartida de todos os anos receberem os seus jovens com gritantes faltas de competências e habilitações técnicas, culturais e intelectuais, com baixíssimos índices de civismo e de integração social, e com uma enorme e efectiva taxa de iliteracia?

Ou, finalmente, chegou agora a altura de mudar e arrepiar caminho de um modelo público esgotado, sem boas perspectivas e bons resultados para o futuro, para um outro mais competitivo, aberto, independente e descentralizado?

Convém, no seu proveito, aos portugueses começarem a pensar nestas importantes e decisivas questões!

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 15:09
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