Ideias e poesias, por mim próprio.
Sábado, 26 de Maio de 2012
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Deus nos livre dos loucos que se preparam para Governar a Grécia.
O que me vale é que anda tudo louco, é fácil de explicar a crise na Europa.

Não se vão tratar não!



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 19:48
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O problema pela falta do respeito dos direitos humanos por parte das polícias é um grave problema em Portugal.
Há muito que o tenho vindo a denunciar e não me canso de o combater.
Não é assim que garantimos o Estado de Direito e, muito pior, nem sequer a segurança dos cidadãos.
Nos estabelecimentos prisionais e em muitas esquadras de polícia, vergonhosamente, as polícias usam bastas vezes a violencia contra cidadãos inocentes e indefesos.
O Estado Português ao usar a violência contra os seus cidadãos é um regime desumano!


publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 19:45
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O mundo resiste a tornar-se vulgar de cada vez que um homem assume tratar uma mulher como uma pessoa especial e única para si.



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 19:44
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Os portugueses politicamente são um povo muito pacífico e tolerante.
Até toleram cúmplices os políticos cometendo crimes no exercício das suas funções!



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 19:43
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Miguel Frasquilho, vice-presidente do PSD, vem agora dizer que é preciso urgentemente baixar os impostos...
Não me admiram nada estes burros tardios do PSD, só conseguem ver depois das enormes asneiras feitas.
Foi por isso que em 1999 pedi a minha saída e desfiliação do PSD: estava farto de assistir a um grande espetáculo de asnos e crápulas.



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 19:43
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A enraízada cultura portuguesa da mentira e dos mentirosos.

Portugal nos últimos 38 anos é bem uma história dos mentirosos e das mentiras da III República ou, se quisermos, o mentiroso regime democrático do pós-25 de Abril de 1974 ou, ainda mais em geral, a cultura portuguesa da mentira e dos mentirosos.

Nos últimos dias ficamos todos a conhecer que mais um Ministro, de nome Miguel Relvas, mentiu a uma comissão parlamentar, ou ao parlamento, enfim, afinal mais não fez do que mentir aos deputados e aos portugueses em geral.
Embora eu aqui vos diga de verdade que defendo que aquilo não me representa nem aos portugueses que tenham dignidade de si mesmos.

Mas o triste e vergonhoso episódio do Ministro Relvas não deve, nem devia jamais espantar ou causar qualquer espanto aos portugueses, e nem sequer interessa que a Lei preveja penas e sanções de prisão para quem minta ao Parlamento, porque isso é pura letra morta deste mentiroso regime político vigente.

A mentira, em geral, enquanto conceito e prática humana e social, é um património e um dado cultural e civilizacional assente e aceite do atual presente dos portugueses, portanto, como poderá ela, que não pode, estar a causar escândalo aos portugueses?

É conhecido o longo rol e a extensa lista de mentirosos e mentiras da III República Portuguesa, e eu quero mesmo acreditar, convencido e provado que estou, que a III República vive e alimenta-se de mentiras e mentirosos.

Logo em 1975, foi com a mentiras de Spínola e das do Partido Comunista e dos seus aliados vermelhos no Exército, entre os quais Otelo Saraiva Carvalho, falando eles então que respeitavam o regime democrático e partidário saído da Revolução que, ao invés e na penumbra, preparavam antes e entre si ataques e golpes militares, que a seguir, não fosse o “25 de Novembro”, quase iam mergulhando o país numa fratricida guerra civil.

Foi também com base em mentiras aos portugueses residentes nas colónias, ou províncias ultramarinas, que Mário Soares e demais traidores e irresponsáveis, prometendo a salvaguarda daqueles portugueses e dos seus bens, e o regime pós-abrilista os entregou, bem como às suas famílias, aos seus bens, bem como aos naturais desses territórios, ao abandono, ao roubo e ao assassinato generalizado dos terroristas armados, que a seguir vieram para destruir e matar, por ação de genocídio nesses territórios, contra os seus povos e as suas riquezas.

Foi com mentiras que Álvaro Cunhal, Vasco Gonçalves e demais comunistas e esquerdistas, prometendo falsamente proteger os interesses de Portugal e dos trabalhadores portugueses, pelas costas destes, os iam lenta mas seguramente entregando, bem como às possessões, colónias, riquezas, gentes e economia, aos soviéticos e chegando até a preparar e a cozinhar uma ditadura pró-soviética em Portugal.

Foi falsamente prometendo o socialismo aos portugueses que Mário Soares se fez eleger, para logo a seguir o tratar de fechar e tais vãs promessas mentirosas na gaveta, para nunca mais delas, felizmente, ouvirmos falar, somente sabendo nós que ele e a sua família a partir daí enriqueceram multimilionariamente e a olhos vistos.

Foi prometendo desenvolvimento e integração europeia aos portugueses que Cavaco Silva, a troco de muitos milhares de milhões de contos (antigos escudos) que os portugueses, que maioritariamente nunca viram tal dinheiro nos seus bolsos e nem sequer viram alguma vez tais quantias astronómicas investidas em algo real, palpável e verdadeiro benefício para si, viram a governação do ex-1.º Ministro e agora Presidente da República desmantelar a capacidade e os meios de produção nacionais, as indústrias e as pescas, os recursos naturais e a capacidade produtiva portuguesa, bem assim entregando o território, a soberania e a independências pátrias aos interesses estrangeiros, tendo agora e no presente os portugueses, vejam-se a ignomínia e a vergonha nacionais, para até comerem os seus peixe, carne e demais alimentos, os terem de comprar, na realidade agora até os mendigarem, aos estrangeiros.

Foi com bases nas conhecidas mentiras com as SCUTS e outras demais Parcerias Público Privadas que António Guterres, mancomunado com interesses da corrupção e dos tráficos de influências políticas, começou a senda de serem falseadas as contas públicas, as manhosas práticas de desorçamentação pública, bem como a prática do falseamento do Orçamento Geral do Estado para e em ordem de os tratar de alienar gravosamente, bem como o património e o erário públicos, enfim o Estado em geral, os dar de mão beijada aos interesses do rédito e do roubo de empresas privadas, no que a seguir foi continuado por todos os outros governantes que se lhe sucederam e que acabaram por colocar os portugueses na conhecida atual situação de miséria e fome generalizadas.

Foi com base na mentira de uma eleição que um 1.º Ministro, Durão Barroso, logo a seguir largou o país e fugiu para o “el dorado” da Presidência da Comissão Europeia, isto logo depois de acabar de sair de umas eleições e de um Governo recém eleito para 4 anos.

Foi com base numa mentira de estabilidade política que o Presidente da República Jorge Sampaio aceitou a seguir um 1.º Ministro, Santana Lopes, e logo depois, em grave e ilegal atropelo à Constituição da República, dissolveu ilegal e inconstitucionalmente a Assembleia da República e uma sua maioria política parlamentar, para conseguir demitir um Governo e bem assim com o seu programa de Governo, com quem não simpatizava politicamente, e mormente porque queria impor aos portugueses um novo Governo socialista cheio dos seus amigos e correligionários.

Foi com base nas mentiras e fraudes das desnecessárias e caríssimas autoestradas, pontes e novas e outras desnecessárias e ruínosas PPP`s, levados a a efeito por meio de carissímos e lesivos contratos contra o Estado português e altamente prejudiciais para a própria sobrevivência dos portugueses, atentatórios contra as próprias independência e sobrevivência de Portugal, que um 1.º Ministro, de nome José Sócrates, mais tarde conhecido por ser detentor de uma ilegítima e injustificada fortuna, que Portugal foi colocado à beira da sua iminente falência e ruína.

Foi com base em mentiras e falsas promessas eleitorais, nomeadamente da baixa de impostos e o alívio fiscal geral, da manutenção dos direitos e regalias dos portugueses que, então um futuro 1.º Ministro, Passos Coelho, se fez eleger, para logo depois de eleito levar cabo e ao contrário do anteriormente prometido um dos maiores ataques, diminuições e reduções de direitos do conhecido e chamado Estado Social, com profundos cortes na saúde, reduções salariais dos trabalhadores em geral, bem como e ao invés do prometido um gravíssimo e asfixiante aumento generalizado de taxas e impostos.

Mas isto nem sequer deve causar já estranheza nem admiração: este contínuo processo de há já 38 anos a esta data, desta toda longa e pegada mentira, atualmente é já uma prática e uma generalizada cultura enraízada de mentira e mentirosos.

Os portugueses, no presente, vivem e convivem facilmente com a mentira e com os mentirosos, comungam e praticam delas e neles diariamente chafurdam, seja no seu dia a dia, no seu trabalho, nas relações sociais, nas relações familiares e ou matrimoniais, seja na relação ou nas infidelidades com os cônjuges ou com os demais dependentes, seja no desrespeito generalizado e reiterado nas suas relações e compromissos comerciais e civis, em que ninguém cumpre com qualquer das suas obrigações mínimas, seja no desrespeito e nas violações constantes com as instituições, com o património ou a propriedades privada ou pública alheias, seja no desrespeito para com a sociedade em geral, a mentira e os mentirosos fazem a moralidade e prática social, económica e política dominantes.

A mentira, a falsidade e a abominação, são muito mais do que uma instituição social e cultural  generalizadas e aceites, elas são não só praticadas generalizadamente pelos portugueses em tudo o que lhes diga respeito, como são um hábito, uma filosofia, uma mentalidade e até mesmo já uma própria religião, noutras mesmo uma prática religiosa, da esmagadora maioria dos portugueses.

A mentira, a falsidade, o perjúrio são até já ensinados e passados de muitos pais para filhos, entre amigos, vizinhos e concidadãos, de professores e educadores para os educandos e alunos, de padres e pastores para os seus fiéis, do Estado para os cidadãos e os contribuintes e vice-versa, são e encontram-se na lei, na moral e nos hábitos, seja na Justiça, na Política, nas relações laborais, na vida e na sociedade em geral.

Afinal de contas, os portugueses vivem e comungam na mentira, estimam-na e honram-na publicamente, sendo até inclusivamente muitos mentirosos e muitas mentiras agraciados e medalhadas pelos poderes públicos, com destaque nas cerimónias nacionais do 10 de Junho ou Dia de Portugal, portanto, consideravelmente os mentirosos são uma causa e uma realidade aceites e reconhecidos social e institucionalmente.

Ora, os portugueses quando vêm o Ministro Relvas a mentir-lhes mais não veem do que o fiel retrato de si próprios e do seu quotidiano.

Ora bem: qual é mesmo o espanto e porque se perdem tempo e energias a pedir responsabilidades a apenas a mais um mentiroso português de entre e no meio de tantos outros milhões?
O espanto mesmo e a incredulidade científica causariam ao mundo era um país, como é o caso de Portugal, crescer, desenvolver-se e criar riqueza no meio de tanta mentira e governado por tantos mentirosos!

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 17:19
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Quinta-feira, 24 de Maio de 2012
Portugal vive já sob a Ditadura, não duvidem!

Quem ainda tem dúvidas que Portugal vive já sob a ditadura?
Só os tolos, mesmo!

Vejam: o Supremo Tribunal de Justiça veio agora declarar por meio de Acórdão de Fixação de Jusrisprudência - Acórdão n.º 5/2012, de 18/04 -, e estabelecendo que «O Ministério Público, em processo penal, pode praticar acto processual nos três dias úteis seguintes ao termo do respectivo prazo, ao abrigo do disposto no artigo 145.º, n.º 5, do Código de Processo Civil, sem pagar multa ou emitir declaração a manifestar a intenção de praticar o acto naquele prazo».
Ou seja, ao Ministério Público é conferido um prazo extraordinário de 3 dias para a prática de actos processuais judiciais em Processo Penal, sem sequer haver a necessidade de justificar as razões da demora, se negligente ou até mesmo propositadam, criando uma desilgualdade entre as partes no processo a favor do Estado.
Este acórdão mais não é do que a sagração da iniquidade, como muito bem sugere o (único) voto de vencido do Juíz Conselheiro J. Carmona da Mota.

Temam!!!
A ditadura mostra tão-somente mostra seus dentes, este Estado Português é perigoso e mostra, sem margem para dúvidas, que não é de fiar nem confiar.



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 16:27
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Proposta para um novo Estatuto Anti-Corrupção dos Deputados Nacionais e Regionais.

1. O deputado será pago apenas durante o seu mandato e não terá reforma proveniente exclusivamente do seu mandato.
2. O vencimento do deputado corresponderá ao rendimento monetário disponível médio por adulto equivalente, atualmente de € 10.390 euros anuais, correspondente à quantia ou vencimento mensal de 866 euros, acrescido de subsídio de natal e 13.º mês.
3. O deputado deverá contribuir para a Segurança Social de maneira igual e correspondente ao dos restantes cidadãos.
Todos os deputados, sem exceção, gozarão dos mesmos direitos, benefícios e regalias exatamente como todos os outros cidadãos, não gozando de nenhum outro privilégio para além daqueles.
4. O deputado deve pagar seu plano de reforma, como todos os portugueses e da mesma maneira.
5. O deputado deixará de votar o seu próprio aumento salarial, devendo cada um dos aumentos salariais serem objeto de referendo e aprovações populares.
6. O deputado gozará do mesmo sistema de saúde como todos os outros cidadãos portugueses.
7. O deputado estará sujeito às mesmas leis que o resto dos portugueses, não gozando de nenhuma outra prerrogativa, direito ou privilégio, para além dos iguais direitos, liberdades e garantias penais previstas nas leis gerais penais, sendo abolidas e ou proibidas quaisquer outras imunidades para além das decorrentes e resultantes do mero e estrito exercício do cargo de deputado.
8. Nenhum deputado poderá ser eleito ou exercer mais de dois mandatos consecutivos, após o que e sem que sejam decorridos mais 4 anos ficará impedido de uma qualquer nova candidatura a todo e qualquer cargo político.
9. Nenhum deputado poderá ser eleito caso tenha sido condenado pela prática de um qualquer crime e sem que ainda não tenham decorrido um número igual de anos correspondentes à moldura da pena de prisão, ou outra, máxima que abstratamente lhe caberia.
10. Nenhum deputado poderá vir a exercer funções, remuneradas ou não, em qualquer sector, cargo ou funções privadas, públicas, empresarial ou outro, gratuita ou remuneradas, para ou no qual tenha intervindo em qualquer ato legislativo.
11. Todos os deputados deverão apresentar no ato de candidatura e depois no de posse nessa qualidade a sua respetiva declaração de rendimentos e interesses patrimoniais, incluindo uma declaração da sua filiação ou inscrição em qualquer organização, associação ou seita, pública, privada, secreta ou não, devendo tais declarações serem tornadas públicas e de acesso livre a qualquer cidadão.
12. O deputado deverá auferir uma remuneração condigna e adequada ao seu exercício de funções, que deverá cessar imediatamente com o término do seu mandato.
13. A eleição dos deputados será feito por lista uninominal e pessoal, em círculo eleitoral, correspondendo a sua eleição à sua obrigação pessoal de tomada de posse e exercício do respetivo mandato, sob pena de não o fazendo, ou caso venha a renunciar ao respetivo lugar, não poder ser substituído por nenhuma outra pessoa, bem assim como ficar imediatamente impedido de se poder candidatar e a ser eleito, para novo mandato, por um período de tempo igual ao correspondente a esse mandato eleito.
14. Nenhum deputado poderá recusar a sua tomada de posse como deputado e ocupar o respetivo lugar eleito para, no período de tempo correspondente ao do seu mandato, no que lhe fica vedado, tomar lugar ou o exercício de quaisquer outros cargos público ou governativo.
15. O deputado responderá perante os seus respetivos eleitores do círculo eleitoral pelo qual foi eleito, podendo a todo o tempo ser destituído imediatamente do seu mandato por referendo local, convocado por 1/10 dos eleitores inscritos no seu círculo e com a aprovação por maioria dos votos expressos dos eleitores inscritos.
16. À condenação de um deputado por crime de corrupção corresponderá a proibição vitalícia de nova candidatura a todo e qualquer cargo político.
17. Após o término do respetivo mandato e nos 4 anos seguintes ao da cessação do seu mandato, o deputado deverá demonstrar publicamente a sua declaração de rendimentos e interesses patrimoniais, a qual será alvo de verificação e examinação para os fins efeitos da averiguação da respetiva correspondência patrimonial aos rendimentos declarados até esse momento.
18. A condenação criminal de um deputado durante o exercício de funções por qualquer crime corresponderá à imediata e automática perda de mandato.
19. A acusação e julgamento de qualquer deputado terá prioridade sob os demais cidadãos, e jamais podendo ser ele alvo de qualquer amnistia ou perdão prévia ou posterior à sua condenação.
20. O deputado será eleito pelo seu respetivo círculo uninominal, correspondente ao seu concelho eleitoral, apresentando a sua candidatura individual, sendo eleito por maioria dos votos expressos do ato eleitoral, e respondente única e exclusivamente perante os seus eleitores.



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 10:45
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Domingo, 20 de Maio de 2012
Temam: voltaram a ser legais as prisões administrativas e os presos políticos em Portugal!

No passado dia 11 de Maio foi publicada em Diário da República a revisão do Lei n.º 44/86,de 30 de Setembro, ou o Regime do Estado de Sítio e do Estado de Emergência, permitindo e facilitando ao Governo decretar o Estado de Sítio ou de Emergência, portanto suspender as liberdades, direitos e garantias dos cidadãos e as públicas, sem sequer consultar previamente a Assembleia da República e sem o obrigar a justificar-se com fundadas ou ponderosas razões de ordem e ou segurança públicas para tanto, ou sem que existam as respectivas justificações adequadas, necessárias e proporcionais e, ainda muito mais grave, a raiar a ditadura, sem sequer a necessidade de prévia consulta à Assembleia da República e bem assim a sua necessária aprovação.

Os partidos políticos, da direita à esquerda, por meio desta revisão legal e atribuição de poderes excecionais ao Governo, dando-lhe a possibilidade de recorrer à arbitrariedade pública, sem que existissem presentemente necessidades ou razões presentes e públicas prementes que se justificassem, mostram, uma vez mais, serem autores diretos e coniventes com um grave, severo e discricionário ataque à liberdade dos cidadãos e aos livres direitos de reunião e manifestação populares.

Mais uma vez fica demonstrado o regime fascizante, repressivo e antidemocrático defendido e suportado pelos Partidos Políticos com assento na Assembleia da República: promovem a prisão arbitrária e política dos cidadãos, recolocando em vigor as prisões administrativas e arbitrárias de cidadãos pacíficos por meros delitos de opinião.

Os Partidos Políticos com assento da Assembleia da República, com unanimidade partidária, bem mostram que odeiam o povo e tudo fazem para os asfixiar neste regime e sob a pata deste Regime Político e deste Estado que nos conduzem à miséria e à fome.

Temam estes actuais fascistas e ditadores que se sentam na Assembleia da República!



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 20:48
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Temam profundamente pela vossa segurança e pelo vosso futuro quando os políticos, os governantes e os titulares dos poderes públicos sussurram ameaças de destruição dos indivíduos livres e honestos.

Tragicamente, estes são já os dias do presente em Portugal, vivemos já sob o domínio de uma tenebrosa e asquerosa ditadura.



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 18:39
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