Ideias e poesias, por mim próprio.
Quinta-feira, 17 de Novembro de 2011
Gosto de gente.

Gosto de gente.
Gente que te olha nos olhos.
Gente que se reparte por inteiro.
Gente que entende o valor do simples.
Gente que não complica.
Gente que não tem medo de abraçar sem medida e sem malicia.
Gente com sorriso largo.
Gente de coração acolhedor.
Gente que é sensata.
Gente que reconhece suas limitações.
Gente que saber discernir sem julgar.
Gente sempre disposta a recomeçar.
Eu gosto de gente que não tem medo de ser o que é.
Eu gosto de gente, simples assim!

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 15:34
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Terça-feira, 15 de Novembro de 2011
Os portugueses de rodapé.

Afinal os portugueses são uma nota de rodapé, muito bem visto digo eu também.

Cavaco Silva nos EUA, sentindo-se confortado a falar em inglês, tipo o seu discurso para as vaquinhas nos Açores, disse que os portugueses são uns patriotas que suportam alegremente os cortes e as privações da austeridade e que, vejam como assim se definem os portugueses, sem mais, as palavras dos críticos da opções governamentais mais não eram do que meras notícias de rodapé.

Ora muito bem, aplausos!

Não se esqueçam meu amigos, o PR disse tudo: vós e os mais 5 milhões de portugueses em graves dificuldades diárias, mais não são do que inócuas notícias de rodapé.



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 09:17
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Segunda-feira, 14 de Novembro de 2011
A santa hipocrisia.

O incómodo e o borburinho causados este fim-de-semana em alguns meios judiciais e políticos, quer por causa da reportagem do Diário de Notícias sobre a actividade da Maçonaria, quer por causa da denúncia de Marinho Pinto, o Bastonário da Ordem dos Advogados, contra os “cambões” de alguns escritórios de Advogados e as suas relações promíscuas com o Estado português, mais uma vez se assemelham aos esgares histéricos das pitonisas e falsas virgens enganadas.

Ora, desde há muito são já do domínio e conhecimento públicos o poder e as actividades da Maçonaria, as suas diferentes lojas, os seus membros e as suas práticas, nomeadamente as suas influências na política e nos Tribunais, bem como também já há muito é comentada a prática dos cambalachos de diversos grandes escritórios de advogados e a sua mancomunagem com a corrupção e o compadrio dentro do Estado.

Enfim, não admira já hoje a ninguém, na sociedade portuguesa, a prática generalizada, por meio de certos grupos de indivíduos, de muitos e gritantes exemplos tráficos de influências e de favores e dos abundantes crimes económicos por si cometidos.

Há muito que são denunciados nos meios dos altos tribunais portugueses, bem como nos da política governamental, a actuação dos lóbis da Maçonaria portuguesa, sejam do GOL ou da Maçonaria regular, a dimensão das suas teias e das suas maquinações, a prática da troca de favores entre os seus membros, os respectivos actos de tráfico de favores e das suas trocas de influências entre os seus sujeitos, os meios utilizados para as suas actividades criminosas, quais os seus actos comprovadamente criminosos e atentatórias contra o Estado de Direito e, especialmente, em prejuízo do Erário Público, do Estado e dos contribuintes, bem como são bem conhecidos e estão identificados a maioria de todos os seus autores e confessos criminosos.

Aliás, todos estes sujeitos, sem qualquer inibição ou pudor, gabam-se na actualidade publicamente da sua qualidade e da sua pertença a seitas criminosas e até, sem qualquer medo usam já hoje e a descoberto essa sua qualidade criminal para ameaçar e constranger os cidadãos honestos, chantagear instituições públicas e condicionar funcionários públicos, coagir empresas e controlar negócios, participar e exigir ilicitamente benefícios e comissões e até assim condicionarem as polícias e autoridades para, de tal modo, continuarem a levar por diante, à luz do dia e impunemente, as suas práticas criminosas.

Portanto, nada há mais já a estranhar, e até mesmo são conhecidas e amplamente divulgadas as acusações das suas práticas de tráficos e de compras de sentenças e acórdãos, de trocas de favores entre os seus membros e pelos seus clientes, dentro e fora dos tribunais, na política e na governação do Estado em geral.

Desde as suas ligações sujas, corruptas e perigosas entre e por meio dos membros dos sucessivos Governos dos últimos 15 a 20 anos, aos muitos negócios e práticas lesivas contra o Estado, o património e o erário públicos, às suas ligações a certos conhecidos governantes, ministros, juízes, procuradores, deputados e outros diferentes actores políticos e a sua actuação ao serviço e em favor de grandes sociedades financeiras, dos Bancos, e das grandes empresas de Construção Civil, que levaram o Estado português à quase bancarrota e à actual miséria generalizada do povo português, até aos conhecidos processos judiciais mal esclarecidos da Cova da Beira, Freeport, etc., etc., até ao agora muito conhecido processo da Face Oculta, os portugueses comuns e mais ou menos informados bem sabem hoje, o que é do completo domínio público, o poder e a influência esmagadora da Maçonaria e dos seus agentes sobre o Estado português, sobre os seus diferentes Órgãos de Soberania e bem assim dos seus titulares.

A presença esmagadora destes indivíduos nas empresas monopolistas vulgo EDP, PT e outras similares, e de uma maneira geral o seu domínio e poder nos grandes negócios e nas grandes obras públicas, é já hoje omnipresente e quase totalitária de sul a norte de Portugal.

Praticamente e nos dias que correm já nada meche ou se faz de significativo em Portugal, senão mesmo ninguém consegue hoje um bom negócio ou um melhor emprego, sem ser pela cunha e pelo favor destas seitas de adoradores de belzebu.

O Ministério Público há muito que detém as acusações, tem as provas e tem identificado os envolvidos nestas práticas e actividades.

Depois disto tudo e do que é sobeja e abundantemente conhecido e do domínio público, afinal, porque há ainda tanta gente a tentar e tão empenhada a esconder o “sol com a peneira” e porque se ouvem os tão sentidos e hipócritas pruridos das deusas vestais e das chorosas pitonisas da praça pública portuguesa?

Só podemos concluir e responder que, realmente neste país, antes e mais significativo do que o culto da nossa Senhora em Fátima, em dimensão, importância e unanimidade, só o ultrapassa o culto e a veneração públicas da santa hipocrisia.

Ora pois, assim sendo e a contento das alminhas presentes dos portugueses, viva então a santa hipocrisia nacional, à boa maneira da nossa terrinha.

 

 

 

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 11:26
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Domingo, 13 de Novembro de 2011
Mercados internacionais de corrupção.

‎"Mercados financeiros": eufemismo para os vultuosos empréstimos irresponsáveis e criminosos a que os Estados e os Governos corruptos, ditos das democracia das bananas, recorrem para continuarem a sustentarem os parasitas e corruptos de luxo colarinho branco e os preguiçosos e vadios das calças com os fundilhos sujos, em detrimento e com o sacrifício dos grupos dos contribuintes, dos trabalhadores e das empresas produtivas.



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 13:25
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Sexta-feira, 11 de Novembro de 2011
Afinal, a actual Constituição da República Portuguesa serve para o quê?

"Fico perfeitamente siderado quando vejo constitucionalistas a dizer que não há qualquer problema constitucional em decretar uma redução de salários na função pública. 
Obviamente que o facto de muitos dos visados por essa medida ficarem insolventes e, como se viu na Roménia, até ocorrerem suicídios, é apenas um pormenor sem importância. 
De facto, nessa perspectiva a Constituição tudo permite. 
É perfeitamente constitucional confiscar sem indemnização os rendimentos das pessoas. 
É igualmente constitucional o Estado decretar unilateralmente a extinção das suas obrigações apenas em relação a alguns dos seus credores, escolhendo naturalmente os mais frágeis. 
E finalmente é constitucional que as necessidades financeiras do Estado sejam cobertas aumentando os encargos apenas sobre uma categoria de cidadãos. 
Tudo isto é de uma constitucionalidade cristalina. 
Resta acrescentar apenas que provavelmente se estará a falar, não da Constituição Portuguesa, mas da Constituição da Coreia do Norte.
É por isso que neste momento tenho vontade de recordar Marcello Caetano, não apenas o último Presidente do Conselho do Estado Novo, mas também o prestigiado fundador da escola de Direito Público de Lisboa. 
No seu Manual de Direito Administrativo, II, 1980, p. 759, deixou escrito que uma redução de vencimentos “importaria para o funcionário uma degradação ou baixa de posto que só se concebe como grave sanção penal”. 
Bem pode assim a Constituição de 1976 proclamar no seu preâmbulo que "o Movimento das Forças Armadas […) derrubou o regime fascista". 
Na perspectiva de alguns constitucionalistas, acabou por consagrar um regime constitucional que permite livremente atentar contra os direitos das pessoas de uma forma que repugnaria até ao último Presidente do Estado Novo.
Diz o povo que "atrás de mim virá quem de mim bom fará". 
Se no sítio onde estiver, Marcello Caetano pudesse olhar para o estado a que deixaram chegar o regime constitucional que o substituiu, não deixaria de rir a bom rir com a situação."

Prof. Dr. Luís Menezes Leitão - Constitucionalista.



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 12:53
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Quinta-feira, 10 de Novembro de 2011
Portugal exige um futuro!

Da actual Constituição da República Portuguesa, de uma ponta à outra, há muito que os portugueses concluíram que se trata de uma pura incongruência e uma fantasia irrealizável. 

Isto para além de a considerarem também contraditória em muitos dos seus pontos com a realidade e, pior ainda, irrealizável em relação ao país desenvolvido que os melhores portugueses desejavam e desejam para Portugal. 
Passaram-se mais de 35 anos desde a sua aprovação e vigência e os portugueses em geral concluem agora, com certeza, absoluta, que a Constituição ultrapassou todos os piores receios. 

Constatamos, muitos de nós, agora o estado em que miseravelmente Portugal se encontra e que, em muito, fala pelo balanço da vigência de tal texto político, das suas instituições e de todo o sistema que criou: um país inteiro colapsado. 

Não bastando tal, mas decerto que eles se bastam bem a si mesmos e às suas clientelas, os Partidos políticos da esquerda portuguesa com assento parlamentar, começando no PSD e acabando no PCP, passando pelo PS, BE, pelos Verdes e demais grupelhos políticos, teimam num passado ideológico e programático, nada mais, nada menos do que, de resultados amplamente provados de destrutivos para Portugal. 

Os actuais partidos políticos com assento na Assembleia da República, que formam o espectro do poder, insistem e persistem na sua teimosia, na sua arrogância e na sua cegueira, mostrando-se cruelmente indiferentes ao sofrimento de milhões de portugueses, mostrando-se assim alheios, deste modo e por meio das suas condutas públicas, ao progressivo desalento e à crescente destruição de Portugal e das famílias e dos jovens portugueses.

Face à iminência da até já admitida e possível perda de independência de Portugal, um expressivo número de portugueses apelam já hoje a todos os corajosos e genuínos democratas portugueses, ainda existentes em Portugal, instando-os a baterem-se pelo futuro e pela liberdade de todos nós, em nome e pela honra do sangue derramado dos "egrégios" avós, que tomemos o nobre e valente esforço pela derradeira salvação de Portugal. 
Ora, nós os portugueses preocupados e angustiados não esquecemos, antes sentimos no nosso bater do coração e do sangue que pulsa nos nossos corações pela História, pelos antepassados, e pelos presentes filhos e bem assim como pelo futuro de Portugal.

Para os democratas portugueses basta já de destruição, de insensibilidade, de miséria, de sofrimento e da agonia profunda pela qual passa a Portugal inteiro de lés a lés.

Nós os democratas de boa e recta consciência, que trazemos no coração o pesar e o sentido de Portugal, é a hora de nos levantar e lutar esforçada, mas e sempre meritória e dignamente, pela independência, pela liberdade e pela democracia da nossa pátria, pela vida e pelo futuro da nossa língua e pela dignidade ímpar da alma portuguesa, propugnando sem desfalecer e sem nunca temer por um novo e radioso futuro de Portugal.

Pela salvação de Portugal, exigimos o nosso lugar e a nossa continuidade na História Universal.

Passaram já 868 anos da fundação de Portugal, e a esperança por um brilhante futuro Portugal é uma certeza entre nós, querendo-o nós por muitos e muitos mais anos e sem cessar.

Nós não desistimos e nós não vacilamos.

O nosso empenho e o nosso caminho são a certeza da nossa esperança e da nossa entrega, sem contrapartidas mas e só pela certeza do futuro dos portugueses e de Portugal.

Por Portugal, tudo.

Viva Portugal!



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 10:05
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Quarta-feira, 9 de Novembro de 2011
Um mero e frugal exemplo de Estado.

O no meu modelo o Estado é honesto com os cidadãos, só cobra um máximo de 20% da riqueza produzida, não alimenta compadrio, nem cunhismo, nem padrinhos, nem afilhados, respeita e dignifica as pessoas sérias e honestas, é isento e imparcial, respeita a liberdade dos cidadãos, cultiva e aprofunda a democracia, privilegia os cidadãos e nunca os partidos políticos, não alimenta a corrupção, nem os tráficos de influências, nem os favores particulares, tem em vista o bem comum e a dignificação nacional, respeita a pátria e a História, não persegue os cidadãos honestos antes favorece os empreendedores e procura a felicidade do seu povo, protege a independência nacional e o seu povo, persegue e pune os criminosos e todos aqueles que atentam contra o erário público, contra a soberania e os interesses nacionais. 
Este actual Estado precisa muito mais do que para além de ser corrigido, necessita de ser incinerado e com ele todos os parasitas e corruptos que levaram à destruição da Pátria e da Nação quase 9 Séculos de existência. 
Este actual Estado é da pertença dos corruptos, dos mafiosos e dos criminosos e não é o meu. 
O Estado que eu procuro é um Portugal bem diferente para melhor, mais solidário, mais fraterno e igual para todos os portugueses. 
Neste caso, o detalhe é o todo.



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 10:24
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Alma minha gentil.

Há um recanto no espaço entre este arvoredo

Por aqui onde se enrolam e abraçam os ramos

Neste canto há uma vida encoberta, contudo

Aqui mesmo correram vidas, correm dias e correrias

Neste dia e nesta noite há aqui uma luz cantando

A uma só voz são perspectivas se digladiando

Vou neste caminho nesta passagem

Vou nesta vereda nesta desfolhada

O ser é um ter de experiências e contos

Aqui há passados, presentes e vindouros

Uma vida de várias vidas fazendo a sua natureza.

 

Há aqui um recanto e nele abundam vidas

O sol espreita lá de cima e entre as ameias

Dias não são dias nem são, e

Nem só de pão são feitas as nossas tristezas

Noites não são dias nem de noite, e

Nem só da fartura nem da alegria não

Tenho dias e não tenho, dias são

Tenho o meu canto e me canta e me cansa

Pode até chover e haver dúvidas neste recanto,

Mas seguramente eu juro e não devo, exijo

Há-de haver onde se façam o seu sol e as suas respostas.



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 10:24
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Terça-feira, 8 de Novembro de 2011
Onde é que está a democracia em Portugal? Contra factos não há argumentos...


publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 20:49
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Segunda-feira, 7 de Novembro de 2011
Demitam-se, incompetentes!

Portugal lentamente está a definhar, os problemas económicos agudizam-se, as falências das empresas e das pessoas singulares sucedem-se e agravam-se, o comércio lenta e severamente paralisa, o desemprego galopa todos os dias, a depressão económica afoga o país, a fome generalizada começa a crescer por todos os cantos, as crianças sofrem já os primeiros efeitos da subnutrição, os idosos vêem dia a dia deteriorar a sua saúde por falta de medicamentos, as famílias encontram-se cada vez mais privadas de tudo e observam a sua sobrevivência a infernizar-se, os portugueses encontram-se em situação de enorme e agudo sofrimento e desespero.

A depressão é geral e toma conta dos portugueses.

Os portugueses assistem já a um país inteiro parado e dominado pelo medo, pela crise económica e social, pelo aumento exponencial da criminalidade, pela demência geral da política, dos políticos e dos seus governantes, a Justiça não responsabiliza nem pune os autores dos vultuosos crimes cometidos contra a o erário público e contra a pátria, o país segue sem rumo e sem destino.

Basta, já basta.

Portugal necessita urgente e rapidamente de uma nova Governação.

Portugal necessita urgente e desesperadamente por uma plano de choque de crescimento da economia.

Portugal precisa e desespera por crescimento e actividade económicas.

Os portugueses precisam de trabalho, de pão, de esperança, de futuro e de alegria.

Ora, se os actuais políticos e governantes não são capazes de fornecerem as prementes e vitais soluções económicas e políticas ao Portugal só lhes basta uma opção: demitam-se seus incompetentes e entreguem os destinos de Portugal aos mais capazes e competentes para que se salve Portugal.



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 11:19
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