Ideias e poesias, por mim próprio.
Terça-feira, 23 de Agosto de 2011
Democratas precisam-se, urgente.

Afinal, o que é mesmo ser um convicto democrata e um amante da liberdade?

Como sou um profundo crente Cristão exijo-me sempre a mim próprio, antes de pregar as minhas ideias aos outros, e obrigo-me a dar exemplos práticos e quotidianos do que penso e do que lhes digo.

Ora, a minha crença e o meu credo democrata e liberal exigem-me sempre primeiro dar o sacrifício e o exemplo.

Primeiro sou e estou obrigado a dividir e a fazer em prol dos outros e que de tal resulte sempre em beneficio do colectivo.

Contudo, noto com graça a hipocrisia de muitos bom falantes que se dizem democratas e que na sua actuação e nos exemplos que dão de si mais não são do que profundos e requintados mentirosos e hipócritas.

Pregam aos outros belas palavras e boas retóricas de críticas, juízos de valor e até, nalguns casos, arrogantemente condenam os outros segundo no melhor que se julgam e no que pensam, vá-se lá a saber com base em quê, serem melhores do que esses outros que julgam e avaliam.

Em contrapartida o que llhe leio, vejo e constato mais não são do que palavras ocas, mentirosa e hipócritas.

A sua democracia é vontade da negação de democracia dos outros.

Não são nem capazes de dar nem sequer o seu apoio, não dão sequer uma palavra de alento aos demais, não partilham nem uma migalha do que possuem, nem incentivam aquilo que os outros abnegada e desinteressadamente dão do melhor de si, com esforço e sincero empenho, em prol dos outros.

Não têm sequer obra, nem sequer lugar, para onde caírem mortos.

A sua cultura, a sua postura e as suas condutas são o puro e o mero egoísmo, a altivez, a hipocrisia e a mentira.

A sua liberdade é a assunção do poder e o domínio sobre as liberdades dos outros.

A sua liberdade é o poder de restringir a liberdade dos outros.

A sua liberdade é a tirania sobre os outros.

Até mesmo a crítica que fazem aos poderes estabelecidos mais não são do que puras invejas e um requintado ódio: se governassem ou detivessem poder nas suas mãos mais não seriam do que os piores e os mais sanguinários dos tiranos.

Pobres dos seus filhos e das criaturas com as quais repartem as suas vidas, decerto que à sua volta criam unicamente ervas daninhas ou bestas ferozes.

Pobres idiotas de belas vestes, que usam as palavras como meros adornos.

Andam nus, com as suas vísceras à vista.

Não servem nem para o pó que engolem quando abrem as suas bocas sujas.

Ainda assim, ainda assim, uns poucos lutam e esforçam-se por dar o melhor de si em prol do futuro de todo o colectivo e ainda acreditam, que é possível salvar a Humanidade.

Dão até o seu corpo às balas, entregam-se às causas, dão tudo de si e unicamente o melhor, sem olharem a meios ou a esforços.

São os heróis dos tempos modernos, os justiceiros e os corajosos que se entregam pela continuidade da boa semente.

Tem de haver, exijo-o, antes das propaladas democracia e liberdade, um bom Deus, porque para estes humildes, corajosos, intrépidos e sacrificados heróis e batalhadores, sejam justamente recompensados das suas lutas e do seu esforçado empenho e dos seus bons exemplos.

Estes são os homens e as mulheres que eu admiro, que eu procuro e procuro seguir e imitar.

Vejo-os e conheço-os, são poucos, mas brilham em qualquer ocasião, e até mesmo que me encontrasse na escuridão, na tormenta e na batalha, como as em que nos deparamos, e muito particularmente Portugal, os encontraria sempre.

Vivam os sinceros e humildes, mas verdadeiros e honestos, mesmo que poucos, homens e mulheres democratas e livres.

São estes os verdadeiros e livres democratas e libertários.

É com estes que contamos!



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 13:05
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Segunda-feira, 22 de Agosto de 2011
Limites aos políticos na Constituição de Portugal.

O caminho para tornar o Estado mais eficiente é reduzi-lo em 65%, ou seja passar de 750.000 para 250.000 o número total de funcionários públicos.

Portugal só tem capacidade para pagar os ordenados se o número total dos trabalhadores públicos forem no máximo 5% da população activa, devendo esse passar a ser o limite máximo que deve constar na Constituição.

Assim como se deve impor na mesma Constituição o tecto e limite da Divida Pública a um máximo de 30% do PIB.

Por último impor a obrigatoriedade de uma aprovação de maioria qualificada de 2/3 dos deputados do Parlamento para a alienação de qualquer quantidade de ouro do Banco de Portugal.

Tudo isto deve ser levado a efeito em ordem a nunca mais permitir que os políticos e governantes, como os que fizeram nos últimos 37 anos, possam hipotecar ou destruir Portugal.



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 10:28
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Domingo, 21 de Agosto de 2011
Basta de nepotismo e corrupção na Madeira.

 

Afinal, ficamos a saber que o propalado sucesso de Alberto João Jardim na Madeira foi efeito com rios de dinheiro, escandaloso endividamento e sucessivas derrapagens, gastos excessivos e nunca justificados

A dívida pública da Madeira, veja-se o escândalo, soma já hoje 7 mil milhões de euros.

Ficamos também a saber que o Regime das Imunidades da Assembleia Regional da Madeira tem dado consecutivamente protecção aos deputados do PSD, o mesmo não acontecendo com os deputados da restante Oposição.

As normas da imunidade em causa foram aprovadas única e exclusivamente pelos votos da maioria do PSD-Madeira e são consideradas unanimemente por todos os juristas como inconstitucionais, por violação flagrante da Constituição da República Portuguesa.

A Assembleia Regional da Madeira encontra-se actualmente pejada de políticos perseguidos pelo Ministério Público que, após serem eleitos pelas listas do PSD-Madeira, aí têm conseguido obter imunidade aos mais diversos crimes, delitos e abusos, com muitos e elevados proveitos patrimoniais e económicos, incluindo-se nestes os muitos e sobejos casos de corrupção, peculato e abusos de poder, conseguindo assim os seus autores escaparem à Justiça e à lei.

É para aí que se prepara para ir também o actual Presidente da Câmara de Porto Santo, Roberto Silva, e assim ir para escapar a responder criminalmente pelas suas responsabilidade na infeliz e muito avisada morte ocorrida no ano passado por ocasião de um comício do próprio PSD

É hora de dizer basta à corrupção e à pouca vergonha da Madeira, devendo ser chamado à responsabilidade o supremo autor do actual estado calamitoso das finanças públicas da Madeira: Alberto João Jardim.

Exigimos Justiça e severas penas de prisão para os criminosos responsáveis.



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 14:43
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A glória da Selecção Sub-20 de Portugal.

Eis um conjunto heróicos de homens de Portugal que, sem luxos nem salameques, foram capazes de distinguir o Nobre e Povo Valente de Portugal.

Parabéns aos jovens portugueses que se bateram brilhantemente pelo nome de Portugal.

Sem luxos nem vaidades, puro trabalho e suor, e muita inspiração.

Um exemplo a seguir por todos nós.



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 14:34
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Sábado, 20 de Agosto de 2011
Afinal, porque não quer Cavaco Silva o limite ao endividamento do Estado na Constituição?

A resposta ao que está por detrás da objecção de Cavaco Silva é simples, e os seus motivos e fins, tal como o conhecemos e ao seu percurso político de há 25 anos a esta parte, são ainda mais transparentes.

Vejamos:

Em 1974 a dívida pública portuguesa era pouco mais de 10% do PIB português, para hoje, volvidos meros 37 anos, ser já superior a 100% e virá a atingir até ao final de 2012 mais de 200% do mesmo PIB, após o recebimento do empréstimo da Troika e FMI para o resgate financeiro a Portugal.

Cavaco Silva faz parte da geração de políticos e democratas, nos quais se incluem, Mário Soares, António Guterres, Durão Barroso, Santana Lopes, Freitas do Amaral, José Sócrates, Passos Coelho e Paulo Portas, entre muitos outros da direita à esquerda, que têm uma profunda aversão à democracia liberal, aos referendos populares e à democracia directa, e não aceitam, nem aceitaram nunca, o primado da democracia popular e o respeito pela soberania do povo.

Para todos eles, bem como para todo o demais espectro político crente e constituinte da vigente Constituição da República Portuguesa e do regime instaurado no pós-25 de Abril, bem à semelhança dos fascistas do Estado Novo, e nisto o Portugal político nunca mudou nada em grande parte no Século XX, o povo nada mais serve, qual burro de carga e meros pagantes de impostos, que não seja para aceitar calado e mudo o que as elites políticas, industriais e financeiras do país, entre si e na antecâmara dos bastidores, no âmbito das suas negociatas muito bem na sua real gana decidem, determinam e entre si retalham e distribuem. 

O povo, segunda a óptica destes iluminados, mas obscuros, democratas, é uma enorme maçada que não serve nem sequer para ser consultado em referendo das muitas escolhas que foram feitas à sua revelia, e na qual a entrada em 1986 na CEE ainda hoje a esmagadora maioria dos portugueses desconhecem, bem como os seus principais efeitos e consequências, e ao que nunca foi chamado, como devia, a pronunciar-se.

Após 37 anos da implantação da III República, com a alienação de um imenso território ultramarino, das Africas e das suas possessões até Timor, com essa desastrosa e traidora descolonização, com a alienação de quase 2/3 da reservas de ouro do Banco de Portugal, no equivalente a mais de 30 mil milhões de euros, da criação de uma escandalosa e inútil dívida pública externa real de bem mais de 300 mil milhões de euros, da dependência alimentar portuguesa ao estrangeiro, do desmantelamento de uma considerável parte do seu aparelho produtivo, de uma situação de taxa real de desemprego já hoje superior a 15%, e que não é superior em resultado da emigração, qual expulsão coerciva e forçada de centenas de milhares de portugueses nos últimos 10 anos, aos portugueses resta hoje saberem e sentirem bem na carne a capacidade destrutiva dos seus políticos e governantes da vigente democracia partidária e do atoleiro em que Portugal se encontra mergulhado, e sendo já hoje praticamente um país sem soberania nem independência. 

É este mesmo Presidente Cavaco Silva que nos últimos anos e perante o grave descalabro em que os Governos Sócrates iam mergulhando Portugal, achou e ainda hoje acha inconveniente que se faça uma auditoria a essa mesma imensa dívida pública.

Ora, Cavaco Silva mais não é do que a ponta do icebergue do imenso regime político-económico vigente, que odeia profundamente o seu povo, que o prefere entretido em futebóis, Fátima, vinho e outros demais vícios, inculto, estúpido, ressabiado, não cívico ou alheado da realidade do seu país e do estado da coisa pública.

Para Cavaco Silva e para os demais acólitos do regime político vigente, bem espelhado no espectro partidário com assento na Assembleia da República, o povo não serve nem para votar e muito menos para decidir os destinos de Portugal e, tal como Mário Soares uma dia disse, que só contavam os que votavam e os demais não faziam falta, Cavaco Silva acrescentou que quem não vota não tem direito a opinar.

Portanto e na boa tradição secreta, obscura, anti-democrática, tudo na melhor tradição social-fascista plebiscitária do regime e dos seus actores, hoje dessiminados pela vasta Administração Pública e em boa parte dos Órgãos de Soberania, os quais hoje já bem conhecemos e aos seus actos e respectivas consequências danosas, o povo não deve nem pode tomar parte na decisão relativa à dívida que o Estado Português contrai: serve é certo para a pagar com o seu sangue e o dos seus filhos, mas, decerto, não é parte nem no seu beneficio, nem na decisão ou na responsabilidade de quanto, como e a quem a mesma se destina efectivamente e dela tira, como tirou, real proveito.

Para Cavaco e para o regime vigente, o Estado, o Poder Político, as Leis e a Justiça, a Constituição da República, a Coisa e o Erário Públicos, são tudo coisas exclusivas e para benefício da elite político-partidária e financeira, e o Povo, esse servo da gleba, escravo e animal estúpido de carga, que se entretenha com a fome e a miséria, que são coisas que bem conhece desde que há História de Portugal há mais de 900 anos e com as quais seguramente vai ter de continuar a entreter-se se não tiver para onde fugir.



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 22:41
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Provas da destruição de Portugal pelo Governo de Passos Coelho.

A actual política do actual Governo PSD-CDS/PP de lançar uma razia fiscal sobre os rendimentos das pessoas, por via do agravamento dos impostos, como o foi o imposto de confisco sobre o Subsídio de Natal, é de tal maneira destrutiva da economia real, nomeadamente no que causa por efeito a destruição do actividade económica que, como bem podemos constatar nos lugares turísticos: apesar de haver ainda (...) alguma procura de alguns serviços, falo da restauração/alimentação, estes, pura e simplesmente, em grande número encontram-se fechados, por razões do seu desaparecimento/encerramento de actividade, deixando os turistas apinhados nos poucos que ainda têm a coragem de abrirem as suas portas.

Ora, quando mais o país e a sua actividade económica necessitavam a reactivação e a reanimação económicas, quer ao nível do consumo, como aos níveis do emprego e do investimento da actividade das pequenas empresas e dos pequenos comércios, tudo de modo a gerarem e criarem riqueza para o país, no que isso também traria de positivo para a criação de emprego e até mesmo a gerarem mais receitas e mais impostos, o que nós vemos suceder pelo efeito nefasto das políticas governamentais é exactamente o contrário.

Não deixa de ser interessante que no famoso livro, top de vendas, "Portugal na Hora da Verdade", o conhecido Álvaro Santos Pereira advogue e defenda em teoria a necessidade urgente do crescimento económico como meio de ajudar a retirar Portugal da situação calamitosa em que se encontra, mas, agora que é Ministro da Economia, o que lhe vemos na prática governamental é fazer exactamente o contrário.

Eis estas algumas das provas de que, no meu entender, o Governo presidido por Passos Coelho mais não pretende, efectivamente, do que terminar a tarefa iniciada pelos Governos anteriores de José Sócrates: destruir Portugal e entregá-lo aos interesses estrangeiros.



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 02:01
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Sexta-feira, 19 de Agosto de 2011
As ratices do Governo de Passos Coelho.

O PSD, recém-empossado Governo de Portugal, continua a demonstrar a demagogia política subjacente a todo o regime político e partidário vigente em Portugal.

A ideia, mais uma vez repetida com nojo, de retirar a escolha dos altos dirigentes da administração pública da tutela dos partidos e de os submeter a concurso abertos mais não se destina do que a enganar a opinião pública.

Mas nós já sabíamos bem disto há muito, tal qual como há muito mais tempo sabemos a massa de mentirosos e de demagogos de que são feitos os partidos políticos portugueses.

A medida anunciada por Passos Coelho foi unicamente para enganar os pobres eleitores e destinou-se unicamente para, uma vez mais também, a animar o calor da campanha eleitoral e a iludir o cada vez menor número de iludidos votantes.

O PSD é e sempre foi apenas mais um partido dos tachos, como os demais partidos do espectro político português.

A medida de fundo impossível que se esperava e espera há mais de 30 anos em Portugal jamais será colocada em prática num país e num sistema viciados de nomeações de dirigentes públicos.

Os partidos continuam a pensar o Estado como coisa sua e mais não fazem do que continuar a alimentar o discurso da ilusão, enquanto na sombra, mais ou menos à descarada, continuam a manter os seus apparatchik activos.

Claro está que o seu discurso cada vez mais se vai esgotando e se tornando cada vez mais clara a sua hipocrisia.

Esta hipocrisia ficou escancaradamente revelada quando o projecto de lei governamental veio dizer que os concursos para o efeito terão sempre a última e decisiva palavra do Ministro da tutela que, sem obrigação de sequer se justificar ou ter de dar explicações, poderá sempre recusar a escolha do júri e propor, em alternativa, a sua própria selecção.

Perguntamos, pois: afinal, para que servem os concursos?

Ora, servem para continuar a justificar a burocracia política para enganar a opinião pública e para continuar a manter tudo na mesma.

O que nós já sabíamos bem é que não eram lebres, mas que nós afinal não sabíamos é que não são nem sequer gatos mas são ratices, e que estes nem para caçar servem.



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 12:40
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Os traidores que agem para destruir Portugal.

No jornal "Público" de ontem (18/08/2011) foi mencionado a queixa dos industriais da pesca de atum que, segundo estes, se debatem com falta de quota pesqueira de atum nas nossas águas territoriais portugueses, inviabilizando o aumento das exportações e das receitas de um sector fundamental para a criação de riqueza e o ingresso de importantes receitas para a economia portuguesa.

Ora, e segundo estes industriais a distribuição das quotas da pesca do atum, refira-se de novo nas águas nacionais portuguesas, a Comissão Europeia tem atribuídas a Portugal 180 toneladas e a Espanha 2.000.

Repito: Portugal 180 e Espanha 2.000 (Duas mil)!!!

É caso para perguntar aos Governos de Portugal e perante este acto de lesa economia nacional: quem são os autores irresponsáveis e criminosos, ou os colaboradores nestes Governos com estes actos de destruição e traição a Portugal?

Digam-me lá como apelidar estes sujeitos que prejudicam assim os interesses de Portugal e entregam os parcos recursos de Portugal nas mãos do estrangeiro? 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 00:30
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Quinta-feira, 18 de Agosto de 2011
A nova e democrática Constituição Política da Cidadania de Portugal.

Pela minha parte estou convencido que com as actuais Constituição Política da República e a Lei Eleitoral da Assembleia da República jamais será possível mudar a actual situação calamitosa económico-social.

Estes mais não servem do que meios exclusivos para a legitimação da estrutura dos actuais Partidos políticos, do inepto aparelho de Estado e da sua gastadora Administração Pública, e no qual se destaca a cabeça bicéfala da Assembleia da República e do Tribunal Constitucional, e que têm somente como únicos objectivos e fins a auto-preservação/manutenção do seu status-quo.

Sem matar esta complexa "bette noire" não há progresso e liberdade possíveis.

Só com os estabelecimentos de uma Constituição Política democrática e de uma livre Lei Eleitoral para um Parlamento democrático de cidadãos será possível assegurar um futuro novo para os portugueses.

E a Presidência da República mais não é hoje do que um mera despesa inútil aos Contribuintes, e servindo unicamente de centro de cerimónias ao decadente regime.



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 09:49
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Quarta-feira, 17 de Agosto de 2011
O que são os neolberais.

Neoliberais são os indivíduos ou os grupos que visam a supressão das liberdades cívicas, políticas e patrimoniais dos cidadãos, bem como têm em vista a limitação da democracia dos povos ao mero direito e acto do consumo na estrita necessidade e no interesses dos poderes ditatoriais fascistas ou social-fascistas, e que, em última análise mas derradeira razão, pretendem impor a total alocação das capacidades das pessoas para as colocar ao estrito serviço das nomenclaturas de domínio dos seus respectivos poderes económico e político-partidário.



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 16:12
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