As pessoas podem ser o mais feliz possível quanto mais ambicionarem para si serem mais livres e mais dependentes de sim mesmas, quanto mais e melhor administrarem o que é seu de direito e propriedade, portanto, quanto mais estiverem e forem livres e donas exclusivas do que é seu, dos seus meios, dos seus bens e, finalmente, do seu destino.
O Estado e as suas funções, os políticos e os governantes, a burocracia e os burocratas estatais, chamem-se lá bondosamente de intervencionismo estatal, estatismo, ou estado-social, são exatamente a antítese, o contrário e o perigo da existência livre dessas mesmas liberdades e da realização individual da pessoa humana!