Ideias e poesias, por mim próprio.
Quinta-feira, 3 de Outubro de 2019
Votos

António Costa tem alguma razão quando diz que os 4 últimos anos que "não foram só de redução do défice".

Mérito seja dado ao Governo socialista e da geringonça, foram mais 5 mil milhões para a despesa geral do Estado (60% só para aumento dos salários dos funcionários públicos), colocaram os serviços públicos na rota da má qualidade e no sobre-endividamento, com destaque para o anémico e mais caro Serviço Nacional de Saúde, agravando a carga fiscal contributiva a 34,9% do PIB (a mais elevada de sempre), permitindo a corrupção e o nepotismo em níveis nunca vistos, e, a cereja no topo do bolo, a balança nacional de transações de bens e serviços, desde 2012 com contas positivas, voltou ao saldo negativo (-0,2%) a partir do 1.º trimestre deste ano, somando -0,6% no final deste 1.º semestre.

E, para a selfie da propaganda do regime ficar perfeita, os Socialistas passaram a ter companhia festivaleira do Presidente da República.

A falta de isenção do Presidente, assumindo a sua aliança à Esquerda ao mostrar as cores rosas das suas partes pudibundas na despedida aos deputados da cessante legislatura, declarou-lhes “saudades da atual composição cessante da Assembleia da República”.

E, o que restava da alternância partidária, que ainda poderia vir da falsa Direita, faleceu de vez com a liderança pífia de Rui Rio.

O PSD conformou-se ao papel de muleta do Partido Socialista, a troco da procura do controlo das magistraturas e umas quantas contrapartidas nas próximas grandes obras públicas.

O almejado projeto partidário de controlo político-partidário dos Conselhos Superiores da Magistratura e do Ministério Público, tem como meta colocar os atuais 94% de arquivamento dos processos de corrupção em 100%.

E, a próxima grande obra pública, o aeroporto internacional do Montijo, megalomania faraónica, destruindo-se uma das maiores e mais ricas reservas ecológicas da Península Ibérica, de fauna e recursos naturais ímpares, a pagar dolorosamente pelos contribuintes, mas servindo para o enriquecimento privado de uns quantos, oferece aos dois Partidos do “Centrão” e seus acólitos uma altíssima rendibilidade em negócios imobiliários e financeiros.

As eleições legislativas cumprem o papel de grande negociata a pagar pelos contribuintes: a máquina eleitoral do próximo Outubro tem 9 milhões de euros para despesas, para a sua campanha eleitoral partidária serão 7,5 milhões e, nos próximos quatro anos, as subvenções aos Partidos Políticos somarão 100 milhões.

Afinal, o mau Estado Português é o reflexo do débil estado do seu Povo, os donos disto tudo são eleitos conscientemente pelo voto popular.

 

(twitter: @passossergio)

(artigo do autor, publicado na edição de 1 de Outubro de 2019 do jornal mensário regional "Horizonte" de Avelar, Ansião, Leiria)

 

Horizonte - Outubro 2019.jpg



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 11:18
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Segunda-feira, 30 de Setembro de 2019
Ruído

A chamada “Lei do Ruído” - Regulamento Geral do Ruído, Decreto-Lei n.º 9/2007, de 17/1 -, nas suas intenções e génese, foi uma lei progressista no combate à poluição sonora, para a defesa do meio ambiente, da saúde pública, nomeadamente das crianças, dos idosos e das pessoas mais débeis.

O seu mal congénito foi o de deixar às Câmaras Municipais a competência para o gerir e, pior, licenciar as suas exceções.

E, as Câmaras, pela mão dos seus boys e girls, para a seguir auferirem rendimentos ilícitos com os negócios do vício e da má vida noturnos, tornaram-se os maiores licenciadores, promotores e produtores de poluição sonora.

São hoje inúmeros os Municípios que, a coberto dos seus poderes, autorizam, facilitam e levam a efeito nos seus centros residenciais eventos de poluição sonora, fazendo-o a céu aberto, sem qualquer respeito horário, dos dias da semana e sem limites de decibéis, em clara violação das horas e dos direitos ao repouso, descanso e sono de milhões de portugueses, a partir potentes colunas de som e muitos outros e diversificados meios, em múltiplas atividades e concentrações esquizofrénicas e ululantes.

O excesso de ruído provenientes dos diversos estabelecimentos e diferentes atividades de agitação e frenesim noturnos, serve, fundamentalmente, para dar ocupação à criminalidade organizada, direta e indiretamente, ligada às atividades marginais, ilícitas e violentas, desde o consumo alcoólico e de estupefacientes, passando pelos tráficos e explorações de droga, jogo e armas, roubos, furtos e vários outros crimes contra bens e pessoas, até ao comércio e escravatura humana e sexual.

Os resultados notam-se nos aumentos anuais dos números e da gravidade de afeções na saúde, incapacitação, viciação e mortes de muitos milhares de pessoas, em especial, de jovens, no aumento da sinistralidade automóvel, perdas de produtividade e no absentismo laborais, destruição natural e ambiental que, entre muitos outros resultados danosos, vemo-los proliferando, um pouco e cada vez mais, à nossa volta.

O volumoso ruído diurno e noturno, vem também nos abusos e aumento dos muitos e ruidosos veículos automóveis, do exagerado e selvático turismo, dos aviões e outros meios mecânicos, materiais e tecnológicos, que as polícias e demais autoridades não fiscalizam, não dissuadem, não põem cobro e não sancionam, aliás, mostrando-se indiferentes e ou incapazes e, assim, incumprindo-se a lei, agredindo as pessoas, crescendo a desordem, a incivilidade e a anarquia.

O ruído, que por ação, quer pela negligência, do Estado, malgrado os nossos lamentos, queixas e sofrimento, martirizam hoje gravemente as nossas vidas e saúde.

Segundo dados da Agência Europeia do Ambiente, o ruído ambiental é hoje responsável, com números e gravidade crescentes, por mais de 10 mil casos de morte prematura por ano na Europa, e de mais de 8 milhões de adultos sofrendo de distúrbios de sono associados ao ruído.

Segundo a portuguesa Quercus o excesso ruído, alertando que está progressivamente a destruir a saúde pública dos portugueses, é causa direta de mais de duas centenas de mortes prematuras todos os anos em Portugal e, sem se saber com exatidão os seus números, resultando em milhares de portugueses sofrendo de doenças várias,

Todos os anos são admitidos nos hospitais europeus mais de 43 mil pessoas por doenças relacionadas com a poluição sonora, contando-se 900 mil casos de hipertensão originados pelo ruído ambiental. 

A Organização Mundial de Saúde publicou as últimas diretrizes para a Europa em matéria de ruído, alertando para o excesso continuado nos ambientes urbanos, apelando para a necessidade urgente de o medir e quantificar, mas com efeitos já determinados por diversos estudos: alterações no sono, problemas cardiovasculares, tensão, condutas agressivas, dificuldades de concentração, maior risco de obesidade abdominal ou diabetes, hipertensão, dificuldades de aprendizagem e de atenção entre os mais jovens, para além de afetar a saúde mental, o sistema metabólico e, claro, a qualidade de vida como um todo.

As diretivas europeias, tal como a Lei portuguesa, obrigam os Municípios a mapear o ruído, usando indicadores médios baseados nas medições quantitativas, em ordem combate-lo, atenuar e eliminar, mas estes deixam de lado a experiência, a perceção, as queixas e os danos dos cidadãos, não fazendo sequer respeitar minimamente os elementares direitos à saúde, repouso e bem-estar das pessoas.

O ruído noturno excessivo, os seus distúrbios, a violação do direito do descanso e ao repouso, constituem uma grosseira violação aos direitos de personalidade, à qualidade de vida, ao repouso, ao descanso e à saúde, portanto, merecendo a tutela e a defesa do Direito e da Lei.

Esta grave agressão confere o direito à indeminização às respetivas vítimas, para o ressarcimento dos danos morais, materiais e na saúde.

Mas o Estado Português, os seus burocratas e agentes, mostram-se indiferentes a toda esta enorme calamidade imposta aos inocentes e vítimas.

O silêncio, a saúde e o bem-estar das pessoas foi sacrificado em nome e para o proveito dos negócios e agentes criminosos associados ao ruído, passando à categoria de crime impune.

Afinal, é o Estado criminal em que vivemos.

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Sábado, 21 de Setembro de 2019
Corrupção até 10%

A Corrupção é legal se só parecer até 10%?
Qual é mesmo a diferença dum membro do Governo, dum Governo Regional, ou duma Autarquia, deter até 10%, 11%, ou 1%, ou mais ou menos, numa empresa comercial, ou que seja da propriedade de um irmão, de um ascendente ou descendente, ou parente próximo, cujo único propósito, ou quase exclusividade, da sua atividade é fazer negócios com o Estado, o Governo duma Região Autónoma, ou Autarquia?
Claramente que a Lei n.º 64/93, de 26 de agosto, que estabelece o Regime Jurídico de Incompatibilidades e Impedimentos dos Titulares de Cargos Políticos e Altos Cargos Públicos, está mal feita e só serve, e tem como exclusivo fito, para branquear, iludir e enganar o povinho sobre o real problema em causa.
Ora, até que não se cortem cerce todos os potenciais conflitos de interesses daqueles que andam na política e os negócios com o Estado, ou seja acabando promiscuidade entre a política e os interesses económicos associados a ela, jamais se porá fim à corrupção, aos tráficos de influências, à prevaricação, ao enriquecimento e demais abusos do poder político e seus comparsas sobre a Coisa Pública.
Portanto, tudo isto não passa duma gigantesca farsa para enganar os tolos.
Não me queiram iludir com Pareceres, mais ou menos doutos, não brinquem com a minha inteligência, “só é mesmo cego quem não quer ver”.

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Terça-feira, 3 de Setembro de 2019
Ruído noturno (2)

Segundo dados da Agência Europeia do Ambiente, o ruído ambiental é hoje responsável, com números e gravidade crescentes, por mais de 10 mil casos de morte prematura por ano na Europa, e de mais de 8 milhões de adultos sofrendo de distúrbios de sono associados ao ruído.

Segundo a portuguesa Quercus o excesso ruído, alertando que está progressivamente a destruir a saúde pública dos portugueses, é causa direta de mais de duas centenas de mortes prematuras todos os anos em Portugal e, sem se saber com exatidão os seus números, resultando em milhares de portugueses sofrendo de doenças várias,

Todos os anos são admitidos nos hospitais europeus mais de 43 mil pessoas por doenças relacionadas com a poluição sonora, contando-se 900 mil casos de hipertensão originados pelo ruído ambiental. 

A Organização Mundial de Saúde publicou as últimas diretrizes para a Europa em matéria de ruído, alertando para o excesso continuado nos ambientes urbanos, apelando para a necessidade urgente de o medir e quantificar, mas com efeitos já determinados por diversos estudos: alterações no sono, problemas cardiovasculares, tensão, condutas agressivas, dificuldades de concentração, maior risco de obesidade abdominal ou diabetes, hipertensão, dificuldades de aprendizagem e de atenção entre os mais jovens, para além de afetar a saúde mental, o sistema metabólico e, claro, a qualidade de vida como um todo.

As diretivas europeias, tal como a Lei portuguesa, obrigam os Municípios a mapear o ruído, usando indicadores médios baseados nas medições quantitativas, em ordem combate-lo, atenuar e eliminar, mas estes deixam de lado a experiência, a perceção, as queixas e os danos dos cidadãos, não fazendo sequer respeitar minimamente os elementares direitos à saúde, repouso e bem-estar das pessoas.

O ruído noturno excessivo, os seus distúrbios, a violação do direito do descanso e ao repouso, constituem uma grosseira violação aos direitos de personalidade, à qualidade de vida, ao repouso, ao descanso e à saúde, portanto, merecendo a tutela e a defesa do Direito e da Lei.

Esta grave agressão confere o direito à indeminização às respetivas vítimas, para o ressarcimento dos danos morais, materiais e na saúde.

Mas o Estado Português, os seus burocratas e agentes, mostram-se indiferentes a toda esta enorme calamidade imposta aos inocentes e vítimas.

O silêncio, a saúde e o bem-estar das pessoas foi sacrificado em nome e para o proveito dos negócios e agentes criminosos associados ao ruído, passando à categoria de crime impune.

Afinal, é o Estado criminal em que vivemos.

 

(twitter: @passossergio)

 

(artigo do autor, publicado na edição de 1 de Setembro de 2019 do jornal mensário regional "Horizonte" de Avelar, Ansião, Leiria)

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Terça-feira, 27 de Agosto de 2019
Ruído noturno (1)

A chamada “Lei do Ruído” - Regulamento Geral do Ruído, Decreto-Lei n.º 9/2007, de 17/1 -, nas suas intenções e génese, foi uma lei progressista no combate à poluição sonora, para a defesa do meio ambiente, da saúde pública, nomeadamente das crianças, dos idosos e das pessoas mais débeis.

O seu mal congénito foi o de deixar às Câmaras Municipais a competência para o gerir e, pior, licenciar as suas exceções.

E, as Câmaras, pela mão dos seus boys e girls, para a seguir auferirem rendimentos ilícitos com os negócios do vício e da má vida noturnos, tornaram-se os maiores licenciadores, promotores e produtores de poluição sonora.

São hoje inúmeros os Municípios que, a coberto dos seus poderes, autorizam, facilitam e levam a efeito nos seus centros residenciais eventos de poluição sonora, fazendo-o a céu aberto, sem qualquer respeito horário, dos dias da semana e sem limites de decibéis, em clara violação das horas e dos direitos ao repouso, descanso e sono de milhões de portugueses, a partir potentes colunas de som e muitos outros e diversificados meios, em múltiplas atividades e concentrações esquizofrénicas e ululantes.

O excesso de ruído provenientes dos diversos estabelecimentos e diferentes atividades de agitação e frenesim noturnos, serve, fundamentalmente, para dar ocupação à criminalidade organizada, direta e indiretamente, ligada às atividades marginais, ilícitas e violentas, desde o consumo alcoólico e de estupefacientes, passando pelos tráficos e explorações de droga, jogo e armas, roubos, furtos e vários outros crimes contra bens e pessoas, até ao comércio e escravatura humana e sexual.

Os resultados notam-se nos aumentos anuais dos números e da gravidade de afeções na saúde, incapacitação, viciação e mortes de muitos milhares de pessoas, em especial, de jovens, no aumento da sinistralidade automóvel, perdas de produtividade e no absentismo laborais, destruição natural e ambiental que, entre muitos outros resultados danosos, vemo-los proliferando, um pouco e cada vez mais, à nossa volta.

O volumoso ruído diurno e noturno, vem também nos abusos e aumento dos muitos e ruidosos veículos automóveis, do exagerado e selvático turismo, dos aviões e outros meios mecânicos, materiais e tecnológicos, que as polícias e demais autoridades não fiscalizam, não dissuadem, não põem cobro e não sancionam, aliás, mostrando-se indiferentes e ou incapazes e, assim, incumprindo-se a lei, agredindo as pessoas, crescendo a desordem, a incivilidade e a anarquia.

O ruído, que por ação, quer pela negligência, do Estado, malgrado os nossos lamentos, queixas e sofrimento, martirizam hoje gravemente as nossas vidas e saúde.

 

(twitter: @passossergio)

(artigo do autor, publicado na edição de 1 de Agosto de 2019 do jornal mensário regional "Horizonte" de Avelar, Ansião, Leiria)

 

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Domingo, 18 de Agosto de 2019
Dados do Estado Português Marxista que arruina Portugal (dados de 2019)

O mesmo Estado Português que levou Portugal à falência e à ruína, com uma das maiores dívidas públicas do mundo (254,685 mil milhões de € = 121,5% do PIB = 23.850 € per capita = custo total anual em juros do serviço da dívida pública = 7.100 milhões de euros), continua a viver de um avassalador défice nas contas públicas (0,5% =912,8 milhões de euros), brutais impostos e carga fiscal sobre a economia (carga fiscal e contributiva de 35,4% do PIB - carga fiscal sobre o trabalho de 41,4%), aumento progressivo diário do endividamento externo (+ 11 milhões, 873 mil, 973€ por dia), aumento da dívida pública (+ 4.268 mil milhões de € em 2018), aumento da despesa pública (+4% em 2018), aumento do número de funcionários públicos (mais 15.690 - total de 690.079), das suas regalias e vencimentos (+ 481 milhões de euros - total de 22.545 milhões de euros = 10,8% do PIB), e redução do horário de trabalho (35 horas da função pública CONTRA 40 horas do privado).

 

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publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 14:24
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Dados do Estado Português Marxista que arruina Portugal (dados de 2019)


O mesmo Estado Português que levou Portugal à falência e à ruína, com uma das maiores dívidas públicas do mundo (254,685 mil milhões de € = 121,5% do PIB = 23.850 € per capita), continua a viver de um avassalador défice nas contas públicas (0,5% =912,8 milhões de euros), brutais impostos e carga fiscal sobre a economia (carga fiscal e contributiva de 35,4% do PIB - carga fiscal sobre o trabalho de 41,4%), aumento progressivo diário do endividamento externo (+ 11 milhões, 873 mil, 973€ por dia), aumento da dívida pública (+ 4.268 mil milhões de € em 2018), aumento da despesa pública (+4% em 2018), aumento do número de funcionários públicos (mais 15.690 - total de 690.079), das suas regalias e vencimentos (+ 481 milhões de euros - total de 22.545 milhões de euros = 10,8% do PIB), e redução do horário de trabalho (35 horas da função pública CONTRA 40 horas do privado).



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 13:06
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Sexta-feira, 12 de Julho de 2019
CCDR Norte cria taxas ilegais

O Estado Português Terrorista, não passa duma entidade de fantasia para os patetas que acreditam, e os outros que se alimentam, neste Regime Corrupto

O cúmulo do parasitismo de Estado Português, ou seja, esmifrar os particulares e privados até ao tutano, é como se pode definir a situação abaixo.

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte resolveu criar, por mero Despacho do seu Presidente, com data de 28-02-2018,  uma Tabela própria de custas e encargos (link abaixo), a aplicar, aos arguidos, nomeadamente, em matéria de ambiente, ordenamento do território e conservação da natureza.

Acontece que, o que eu estudo, entendo e defendo, esta Tabela é ilegal, e até mesmo inconstitucional, por razão de que a Constituição da República não permite que as autoridades administrativas legislem, criem, portanto, taxas e impostos.

Nos termos da Constituição da República Portuguesa, artigos 103.º, n.º 2, e 165.º, n.º 1, alínea i), é da exclusiva competência da Assembleia da República, salvo autorização legislativa ao Governo, a criação de impostos e taxas.

E, acrescente-se, que a Lei geral das Contra-ordenações e Coimas, pelo Regime Geral de Contraordenações e Coimas (Decreto-Lei n.º 433/82, de 27/10), no seu art. 92.º, n.º 1, expressamente determina que: “Se o contrário não resultar desta lei, as custas em processo de contra-ordenação regular-se-ão pelos preceitos reguladores das custas em processo criminal”.

E, por via de regra, nos termos do art. 513º do CPP, o arguido só é responsável pelas custas na fase judicial, suportando o pagamento da respectiva taxa de justiça, quando ocorra condenação e decaimento total de qualquer recurso.

Salvo disposição legal em diploma próprio as custas na fase administrativa mais não podem configurar do que as despesas, portanto encargos, a que dêem lugar pelo respetivo processo, sendo enumeradas, salvo disposição legal expressa diversa e onde se estipulem diferentes regras criada por Lei ou Decreto-Lei, pelo disposto no artigo 94.º do RGCO

Finalmente, a própria Lei quadro das contra-ordenações ambientais, no seu artigo 57.º, n.º 2, que consigna que "Se o contrário não resultar desta lei, as custas em processo de contra-ordenação regulam-se pelos preceitos reguladores das custas em processo criminal".

Vá-se lá a saber com que critérios legais e materais, porque não há nenhuma Lei da Assembleia da República ou Decreto-Lei do Governo que a tenha autorizado, esta tabela foi criada pela CCDR Norte, em que o mínimo de custos vai de € 51,00 e podendo ir até a um máximo de € 600,00.

Eu aviso: o simples facto de deitar um balde de água suja para o quintal pode dar lugar uma coima de, no mínimo, € 200,00 e mais de custas € 51,00.

E deixo aqui um exemplo do abuso descarado daquela espertalhona Tabela, mas o que eu considero ser "apenas" um roubo violento de Estado contra os particulares:

Segundo esta Tabela a simples aplicação de uma admoestação a uma pessoa coletiva, passível de coima em abstrato de mais de € 24.000,00, pode-lhe ser aplicada um montante de custas mínimo de € 600,00, e a seguir a lei geral, (segundo o Regime Geral de Contraordenações e Coimas) veja-se o abuso... não permite o recurso, sob a forma de Impugnação Judicial, para os Tribunais da decisão de aplicação destas custas.

Ou seja, está aqui criada uma fórmula de extorquir dinheiro aos particulares, e não tendo estes quaisquer meios judiciais de se defenderem dos abusos do Estado, neste caso da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte.

Este país, verdadeiramente, é o que se pode dizer e estamos fartos de saber, vive sob o terrorismo de Estado para sustentar os parasitas.

Isto é uma pouca-vergonha e um abuso!

 

https://dre.pt/application/conteudo/114921236



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 11:06
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Domingo, 7 de Julho de 2019
País de vícios

Já sabíamos há muito que somos o país com o maior índice per capita de consumo de álcool no mundo e, mais recentemente, onde mais cresce a habituação tabágica, já não só de homens, mas, agora, de mulheres e crianças.

Nos últimos anos, assistimos a uma crescente e cada vez mais penetrante presença do vício do jogo na vida dos portugueses.

O jogo assume hoje em Portugal, como nunca, uma alienação predatória omnipresente, de servidão e ruína de mais de 5 milhões de portugueses, contribuindo decisivamente para empobrecimento nacional, o aprofundamento das dificuldades económicas das famílias e das pessoas e pior das mais pobres.

O vício do jogo tomou conta da vida e da economia das famílias, dos adultos, das mulheres e, até mesmo, o que é um escândalo, mas feito à vista desarmada, dos jovens.

Desde os primitivos jogos da Santa Casa, agora mais diversificados e viciosos, passando pelo crescente número de Casinos e Bingos, até aos jogos online, hoje, tudo são meios e oportunidades de exploração da crassa e crescente ignorância dos portugueses.

Não bastando, no último ano, passamos a assistir à implantação de uma série de unidades industriais e comerciais de droga.

Permite-se, a grosso, industrial, comercialmente, a troco de licenças estatais, a legalização do tráfico da droga em Portugal e o branqueamento dos seus lucros milionários.

O "zé da esquina" caso se atreva a cultivar um pé de canábis, num vaso em casa, para seu consumo próprio, dificilmente escapará da condenação contraordenacional e criminal, seja como traficante e ou consumidor.
Até porque a dita legislação progressista portuguesa relativa ao pequeno consumo de drogas, com cinismo e a hipocrisia, permite a posse para consumo próprio, mas já não permite, de nenhum modo, que o consumidor possa produzir para si próprio as doses mínimas.

O maior número de aditados, não esquecendo os vícios sexuais, dá causa à crescente perda de produtividade económica, à destruição humana e social das famílias e dos indivíduos, o aumento do número das doenças e baixas médicas, paranoias, depressões, e demais formas incapacitação humana, enfim, um sem número de vidas precocemente interrompidas.

Portugal está hoje convertido num enorme salão de vício e viciados, cujo principal agiota é o Estado Português, o fazendo deliberadamente para a manutenção do estado geral de crime, a contento e para o maior enriquecimento de um conjunto de indivíduos, grupos e empresas com vincadas e assumidas ligações político-partidárias do Regime.

 

(twitter: @passossergio)

(artigo do autor, publicado na edição de 1 de Julhode 2019 do jornal mensário regional "Horizonte" de Avelar, Ansião, Leiria)

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Quinta-feira, 27 de Junho de 2019
As lojas maçónicas e os despojos do país

Tudo não passa, e o país e o seu Estado mais não é do o respetivo local de REPASTO, da luta entre Lojas Maçónicas.

A ameaça da liberdade dos portugueses vem dos Partidos Políticos do Regime, ou seja, os Partidos Políticos da Assembleia da República.

A vida político-partidária, em geral, do País reconduz-se a jogos de interesses financeiros, na mama (xuxa) do Estado..., por banda das corporações, e o povo, que é como quem diz o melhor e equitativo interesse comum, que se lixe...

E a sociedade reflete isto, tornando-se cada vez mais lixo e em mais ignorância...

Pobres jovens e gerações futuras, especialmente!

A questão levantada pelo Partido Social Democrata, para a tomada do poder no Conselho Superior da Ministério Público, ...réplica de uma anterior do Partido Socialista no Conselho Superior da Magistratura, leva-nos, uma vez mais..., a uma inevitável conclusão.

O que o PSD queria, o em princípio até devia ser assim por respeito ao Povo, que é, nos termos do artigo 3.º da Constituição da República (CRP), o titular da soberania, e que o delega, nos termos do artigo 137.º CRP, na Assembleia da República.

Mas, a grande hipocrisia, ou falsidade disto tudo, é que os Partidos, os Magistrados, os Médicos, os Professores, e mais de meio mundo, enfim tudo o que é função pública e respetivos sindicatos..., andan a tratar não é dos superiores e melhores interesses do Povo..., o que estas corporações e corporaçõezinhas... andam tratar é de se aviarem o melhor €€€€ possível e terem mais PODER à MANJEDOURA do Estado!

E, para eles, o POVO Português que se LIXE!!!

Porque o POVO serve é para pagar as contas das manjedouras de luxo destes COMILÕES E GALIFÕES!

E as lojas maçónicas apenas se interessam em lutar pela conquista e pelo poder dos despojos do país!



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 11:06
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