Ideias e poesias, por mim próprio.
Domingo, 18 de Agosto de 2019
Dados do Estado Português Marxista que arruina Portugal (dados de 2019)

O mesmo Estado Português que levou Portugal à falência e à ruína, com uma das maiores dívidas públicas do mundo (254,685 mil milhões de € = 121,5% do PIB = 23.850 € per capita = custo total anual em juros do serviço da dívida pública = 7.100 milhões de euros), continua a viver de um avassalador défice nas contas públicas (0,5% =912,8 milhões de euros), brutais impostos e carga fiscal sobre a economia (carga fiscal e contributiva de 35,4% do PIB - carga fiscal sobre o trabalho de 41,4%), aumento progressivo diário do endividamento externo (+ 11 milhões, 873 mil, 973€ por dia), aumento da dívida pública (+ 4.268 mil milhões de € em 2018), aumento da despesa pública (+4% em 2018), aumento do número de funcionários públicos (mais 15.690 - total de 690.079), das suas regalias e vencimentos (+ 481 milhões de euros - total de 22.545 milhões de euros = 10,8% do PIB), e redução do horário de trabalho (35 horas da função pública CONTRA 40 horas do privado).

 

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publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 14:24
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Dados do Estado Português Marxista que arruina Portugal (dados de 2019)


O mesmo Estado Português que levou Portugal à falência e à ruína, com uma das maiores dívidas públicas do mundo (254,685 mil milhões de € = 121,5% do PIB = 23.850 € per capita), continua a viver de um avassalador défice nas contas públicas (0,5% =912,8 milhões de euros), brutais impostos e carga fiscal sobre a economia (carga fiscal e contributiva de 35,4% do PIB - carga fiscal sobre o trabalho de 41,4%), aumento progressivo diário do endividamento externo (+ 11 milhões, 873 mil, 973€ por dia), aumento da dívida pública (+ 4.268 mil milhões de € em 2018), aumento da despesa pública (+4% em 2018), aumento do número de funcionários públicos (mais 15.690 - total de 690.079), das suas regalias e vencimentos (+ 481 milhões de euros - total de 22.545 milhões de euros = 10,8% do PIB), e redução do horário de trabalho (35 horas da função pública CONTRA 40 horas do privado).



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 13:06
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Sexta-feira, 12 de Julho de 2019
CCDR Norte cria taxas ilegais

O Estado Português Terrorista, não passa duma entidade de fantasia para os patetas que acreditam, e os outros que se alimentam, neste Regime Corrupto

O cúmulo do parasitismo de Estado Português, ou seja, esmifrar os particulares e privados até ao tutano, é como se pode definir a situação abaixo.

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte resolveu criar, por mero Despacho do seu Presidente, com data de 28-02-2018,  uma Tabela própria de custas e encargos (link abaixo), a aplicar, aos arguidos, nomeadamente, em matéria de ambiente, ordenamento do território e conservação da natureza.

Acontece que, o que eu estudo, entendo e defendo, esta Tabela é ilegal, e até mesmo inconstitucional, por razão de que a Constituição da República não permite que as autoridades administrativas legislem, criem, portanto, taxas e impostos.

Nos termos da Constituição da República Portuguesa, artigos 103.º, n.º 2, e 165.º, n.º 1, alínea i), é da exclusiva competência da Assembleia da República, salvo autorização legislativa ao Governo, a criação de impostos e taxas.

E, acrescente-se, que a Lei geral das Contra-ordenações e Coimas, pelo Regime Geral de Contraordenações e Coimas (Decreto-Lei n.º 433/82, de 27/10), no seu art. 92.º, n.º 1, expressamente determina que: “Se o contrário não resultar desta lei, as custas em processo de contra-ordenação regular-se-ão pelos preceitos reguladores das custas em processo criminal”.

E, por via de regra, nos termos do art. 513º do CPP, o arguido só é responsável pelas custas na fase judicial, suportando o pagamento da respectiva taxa de justiça, quando ocorra condenação e decaimento total de qualquer recurso.

Salvo disposição legal em diploma próprio as custas na fase administrativa mais não podem configurar do que as despesas, portanto encargos, a que dêem lugar pelo respetivo processo, sendo enumeradas, salvo disposição legal expressa diversa e onde se estipulem diferentes regras criada por Lei ou Decreto-Lei, pelo disposto no artigo 94.º do RGCO

Finalmente, a própria Lei quadro das contra-ordenações ambientais, no seu artigo 57.º, n.º 2, que consigna que "Se o contrário não resultar desta lei, as custas em processo de contra-ordenação regulam-se pelos preceitos reguladores das custas em processo criminal".

Vá-se lá a saber com que critérios legais e materais, porque não há nenhuma Lei da Assembleia da República ou Decreto-Lei do Governo que a tenha autorizado, esta tabela foi criada pela CCDR Norte, em que o mínimo de custos vai de € 51,00 e podendo ir até a um máximo de € 600,00.

Eu aviso: o simples facto de deitar um balde de água suja para o quintal pode dar lugar uma coima de, no mínimo, € 200,00 e mais de custas € 51,00.

E deixo aqui um exemplo do abuso descarado daquela espertalhona Tabela, mas o que eu considero ser "apenas" um roubo violento de Estado contra os particulares:

Segundo esta Tabela a simples aplicação de uma admoestação a uma pessoa coletiva, passível de coima em abstrato de mais de € 24.000,00, pode-lhe ser aplicada um montante de custas mínimo de € 600,00, e a seguir a lei geral, (segundo o Regime Geral de Contraordenações e Coimas) veja-se o abuso... não permite o recurso, sob a forma de Impugnação Judicial, para os Tribunais da decisão de aplicação destas custas.

Ou seja, está aqui criada uma fórmula de extorquir dinheiro aos particulares, e não tendo estes quaisquer meios judiciais de se defenderem dos abusos do Estado, neste caso da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte.

Este país, verdadeiramente, é o que se pode dizer e estamos fartos de saber, vive sob o terrorismo de Estado para sustentar os parasitas.

Isto é uma pouca-vergonha e um abuso!

 

https://dre.pt/application/conteudo/114921236



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 11:06
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Domingo, 7 de Julho de 2019
País de vícios

Já sabíamos há muito que somos o país com o maior índice per capita de consumo de álcool no mundo e, mais recentemente, onde mais cresce a habituação tabágica, já não só de homens, mas, agora, de mulheres e crianças.

Nos últimos anos, assistimos a uma crescente e cada vez mais penetrante presença do vício do jogo na vida dos portugueses.

O jogo assume hoje em Portugal, como nunca, uma alienação predatória omnipresente, de servidão e ruína de mais de 5 milhões de portugueses, contribuindo decisivamente para empobrecimento nacional, o aprofundamento das dificuldades económicas das famílias e das pessoas e pior das mais pobres.

O vício do jogo tomou conta da vida e da economia das famílias, dos adultos, das mulheres e, até mesmo, o que é um escândalo, mas feito à vista desarmada, dos jovens.

Desde os primitivos jogos da Santa Casa, agora mais diversificados e viciosos, passando pelo crescente número de Casinos e Bingos, até aos jogos online, hoje, tudo são meios e oportunidades de exploração da crassa e crescente ignorância dos portugueses.

Não bastando, no último ano, passamos a assistir à implantação de uma série de unidades industriais e comerciais de droga.

Permite-se, a grosso, industrial, comercialmente, a troco de licenças estatais, a legalização do tráfico da droga em Portugal e o branqueamento dos seus lucros milionários.

O "zé da esquina" caso se atreva a cultivar um pé de canábis, num vaso em casa, para seu consumo próprio, dificilmente escapará da condenação contraordenacional e criminal, seja como traficante e ou consumidor.
Até porque a dita legislação progressista portuguesa relativa ao pequeno consumo de drogas, com cinismo e a hipocrisia, permite a posse para consumo próprio, mas já não permite, de nenhum modo, que o consumidor possa produzir para si próprio as doses mínimas.

O maior número de aditados, não esquecendo os vícios sexuais, dá causa à crescente perda de produtividade económica, à destruição humana e social das famílias e dos indivíduos, o aumento do número das doenças e baixas médicas, paranoias, depressões, e demais formas incapacitação humana, enfim, um sem número de vidas precocemente interrompidas.

Portugal está hoje convertido num enorme salão de vício e viciados, cujo principal agiota é o Estado Português, o fazendo deliberadamente para a manutenção do estado geral de crime, a contento e para o maior enriquecimento de um conjunto de indivíduos, grupos e empresas com vincadas e assumidas ligações político-partidárias do Regime.

 

(twitter: @passossergio)

(artigo do autor, publicado na edição de 1 de Julhode 2019 do jornal mensário regional "Horizonte" de Avelar, Ansião, Leiria)

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publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 06:11
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Quinta-feira, 27 de Junho de 2019
As lojas maçónicas e os despojos do país

Tudo não passa, e o país e o seu Estado mais não é do o respetivo local de REPASTO, da luta entre Lojas Maçónicas.

A ameaça da liberdade dos portugueses vem dos Partidos Políticos do Regime, ou seja, os Partidos Políticos da Assembleia da República.

A vida político-partidária, em geral, do País reconduz-se a jogos de interesses financeiros, na mama (xuxa) do Estado..., por banda das corporações, e o povo, que é como quem diz o melhor e equitativo interesse comum, que se lixe...

E a sociedade reflete isto, tornando-se cada vez mais lixo e em mais ignorância...

Pobres jovens e gerações futuras, especialmente!

A questão levantada pelo Partido Social Democrata, para a tomada do poder no Conselho Superior da Ministério Público, ...réplica de uma anterior do Partido Socialista no Conselho Superior da Magistratura, leva-nos, uma vez mais..., a uma inevitável conclusão.

O que o PSD queria, o em princípio até devia ser assim por respeito ao Povo, que é, nos termos do artigo 3.º da Constituição da República (CRP), o titular da soberania, e que o delega, nos termos do artigo 137.º CRP, na Assembleia da República.

Mas, a grande hipocrisia, ou falsidade disto tudo, é que os Partidos, os Magistrados, os Médicos, os Professores, e mais de meio mundo, enfim tudo o que é função pública e respetivos sindicatos..., andan a tratar não é dos superiores e melhores interesses do Povo..., o que estas corporações e corporaçõezinhas... andam tratar é de se aviarem o melhor €€€€ possível e terem mais PODER à MANJEDOURA do Estado!

E, para eles, o POVO Português que se LIXE!!!

Porque o POVO serve é para pagar as contas das manjedouras de luxo destes COMILÕES E GALIFÕES!

E as lojas maçónicas apenas se interessam em lutar pela conquista e pelo poder dos despojos do país!



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 11:06
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Sexta-feira, 14 de Junho de 2019
Mais vale um criminoso do que um insolvente

Num processo de insolvência pessoal, as mais-valias geradas pela venda pública do imóvel da anterior casa de morada de família dos insolventes, dão causa a que a Autoridade Tributária demande os insolventes para o pagamento dos respetivos impostos de rendimento.

Lembre-se que os insolventes foram desapossados da sua casa em favor da massa falida, agora sendo cidadãos falidos, muitas deles vivendo na maior penúria, e a seguir são notificados pelo Fisco para pagar os tributos das mais-valias geradas pela comercialização de um bem que já não é seu.

Ou seja, pessoas a quem financeiramente pouco, ou nada, resta, a quem a sociedade os conduziu à indigência, são novamente perseguidas e aviltadas pelo Estado.

Não bastando, a insolvência singular, segundo o disposto no artigo 245º, n.º 2, alíneas c) e d), do Código de Insolvência e Recuperação de Empresas, não concede aos falidos a exoneração das suas anteriores dívidas ao fisco e à segurança social.

Ou seja, na prática os sujeitos declarados insolventes, mesmo após decorridos 5 anos e da exoneração de todo o seu ativo, portanto depois de tudo terem perdido e lhe ter sido vendido na praça pública, para satisfação dos seus credores, acarretam ainda as dívidas fiscais para depois do termo da insolvência, continuando para todo o sempre a responder para com o Estado pelas suas antigas dívidas tributárias.

A lei consagra um critério especial e individual de perseguição fiscal, impedindo a recuperação da normalidade do sustento individual, da liberdade financeira e patrimonial dos falidos, prosseguindo até à prescrição dos tributos, que acaba por nunca se dar, ou à até morte destes infelizes, para satisfação egoísta do Estado.

Esta perversa perseguição fiscal não existe em mais nenhum país do mundo!

Em contrapartida podemos ver que na social-esquerdista Constituição da República Portuguesa, no seu artigo 28.º, n.º 4, está taxativamente prevista a aplicação retroativa das leis penais, de conteúdo mais favorável, aos arguidos.

Contudo, em nenhuma outra norma constitucional está prevista a retroatividade das leis fiscais mais favoráveis aos contribuintes, seja a que título for.

Neste caso, mais uma vez, conclui-se que um contribuinte, até mesmo o mais cumpridor e com todos os seus impostos em dia, vale muito menos, nada mesmo, comparativamente, com um qualquer agente criminoso vil.

E, nada valendo mesmo perante a rapina fiscal.

Temos que a lei penal portuguesa permite que um qualquer criminoso possa liquidar as suas contas para com a sociedade, voltando a ocupar o seu lugar normal e igual na sociedade, mas isto já não é válido para o insolvente devedor de tributos ao Estado.

O criminoso, depois de extinta a sua pena, reocupa o seu lugar na sociedade, já um insolvente, por mera uma mera razão economicista e de rapina do Estado, é perseguido pelo Fisco até a fim da sua vida, assim vivendo por causa disso o inferno da pobreza e da indignidade.

Esta é uma prova evidente que o Estado Português, um ente injusto, desumano e perverso para com as famílias portuguesas, os seus cidadãos e as empresas, tem como interesse primordial a cobrança de impostos e angariação de receitas, em ordem a sustentar o parasitismo estatal e os grupos delinquentes financeiros, políticos e sociais associados.

Que Estado diabólico é este.

Insolvente.jpg

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 10:46
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Sábado, 8 de Junho de 2019
Saara

Já tínhamos a calamitosa proteção civil, entretanto criaram uma empresa pública para tomar a floresta privada e agora, para completarem o seu plano, querem nacionalizar o SIRESP.

Ficará assim garantida abreve trecho a redução a cinzas da floresta nacional, a somar ao deserto do Saara que apascenta no Algarve e no Baixo Alentejo.

Milton Friedemann disse um dia que se o socialismo administrasse os desertos em pouco tempo acabaria a sua areia, no caso de português, os socialistas em breve acabarão com a floresta nacional e transformarão o nosso território num imenso deserto.

E quanto maior for o número de meios de, falsamente ditos, de combate aos incêndios florestais, afinal negócios milionários para alguns, maiores serão os números da destruição do meio ambiente e da natureza.

Se há coisa que melhor sabem fazer do que ninguém, é aliar as perversões do capitalismo com a sua relativista e oportunista moral.

Traduzido, quanto maiores forem as disponibilidades de meios financeiros ao seu alcance, por via da apropriação político-partidária do Estado, dos seus meios e recursos públicos e dinheiro dos contribuintes, maiores serão os seus enriquecimento particular e esbulho da propriedade alheia e, como reverso, a destruição social, patrimonial e ambiental.

A floresta portuguesa é hoje uma falácia, não é por acaso que está tomado pelos incêndios e o combustível eucalipto, de particular interesse e para o melhor aproveitamento da ambientalmente poluente e contaminadora indústria do papel.

O progressivo enriquecimento, egoísta e individual, da atual classe político-empresarial, suportada pelo gravoso aumento da carga fiscal e pela anemia crónica da economia nacional, servem apenas o móbil da generalização da miséria, da democratização do empobrecimento e do igualitarismo do subdesenvolvimento social e económico.

Após a gigantesca fraude mancomunada em torno dos apoios financeiros destinados às vítimas de Pedrógão Grande, Castanheira de Pera, Góis, Arganil e demais concelhos, avassalados pela tragédia dos incêndios florestais de 2017, é hoje, por demais evidente, a lógica destrutiva residente por detrás destes bufarinheiros.

Às vítimas dos incêndios e à floresta enegrecida acrescentam o deserto de gentes e areia.

 

(twitter: @passossergio)

(artigo do autor, publicado na edição de 31 de Maio de 2019 do jornal mensário regional "Horizonte" de Avelar, Ansião, Leiria)

 

Horizontejunho2019.jpg

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 08:58
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Prémio Nobel da Paz 2019 para Juan Guaido

Juan Guaido, o Presidente Encarregado da Venezuela, deve ser, justamente, nomeado para o Prémio Nobel da Paz de 2019. Lembrem a luta pela paz e democracia na Venezuela. Por favor, não esqueçam o horror que sofrem o martirizado povo venezuelano.

juan guaido.jpg

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 08:48
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Terça-feira, 28 de Maio de 2019
Por uma urgente Assembleia Geral de Filiados do PDR

Exmos. Senhores:

Presidente do PDR

Partido Democrático Republicano

Presidente do Conselho Nacional do PDR

Presidente do Conselho de Jurisdição do PDR

 

Condeixa-a-Nova, 28 de Maio de 2019

 

          Assunto: Realização da Convocatória da e respetiva marcação da Assembleia Geral de Filiados para a eleição do novo Presidente do Partido Democrático Republicano (PDR).

 

           Exmos. Senhores:

 

           No passado dia 24 de Maio, do corrente ano, completaram-se 4 anos após a eleição do atual Presidente do Partido Democrático Republicano, Dr. António Marinho e Pinto.

           Efetivamente, no dia 24 de Maio de 2015, o Dr. António Marinho e Pinto, na Assembleia de Filiados do Partido Democrático Republicano, realizada em Lisboa, foi eleito como Presidente do Partido Democrático Republicano, para um mandato de 4 anos.

           Nos termos do disposto do artigo 11.º, n.º 4, dos Estatutos do Partido Democrático Republicano “o Presidente do PDR é eleito para um mandato de quatro anos”.

            Portanto, no presente momento, decorridos e ultrapassados que estão os quatro anos do referido mandato, encontra-se já esgotada a Presidência do PDR.

             Aliás, este mandato até já cessou no passado dia 24 de Maio de 2019 e, assim, mantendo-se o atual Presidente, para todos os devidos efeitos dos Estatutos do PDR, apenas e somente como Presidente interino, ou em mero “exercício de funções”, e, assim, nada mais podendo ele realizar do que meros atos de gestão e, fundamentalmente, devendo dar urgente cumprimento aos Estatutos do PDR.

           Nomeadamente convocando a Assembleia Geral de Filiados em ordem à eleição do novo Presidente do PDR.

           Tudo, o que tem como consequência inelutável, necessária e democrática, a convocatória de uma Assembleia de Filiados do PDR e a sua rápida e urgente marcação e, por fim realização, a fim de nesse conclave se proceder à eleição do novo Presidente do PDR.

            E, é também tempo dos filiados do PDR serem convocados a estarem presentes numa reunião magna do Partido, para aí poderem expressar os seus pontos de vista, debaterem aberta e de forma plural, e sem quaisquer constrangimentos ou impedimentos, a vida interna do PDR, fazerem as suas críticas construtivas, e, finalmente, poderem propor e apresentar soluções e caminhos, diferentes e diversos dos até agora trilhados, para o nosso Partido e para Portugal.

            E, após os infelizes e muito negativos resultados eleitorais obtidos nas últimas eleições europeias, do passado dia 26 de Maio de 2019, atravessando um momento de profunda e sentida crise, impõe-se uma reunião geral de todos os filiados em ordem a debaterem o presente e o futuro.

            É este o tempo de se fazerem contas, se debater o presente e preparar o futuro do PDR!

            Nestes termos, e segundo os Estatutos do Partido Democrático Republicano, deve imediatamente e sem mais demora, PORQUE TEM DE SER… CONVOCADA, o que até já há muito havia de ter sido realizado, para tanto recorrendo-se à analogia ao preceituado no artigo 125.º, n.º 1, da Constituição da República Portuguesa (eleição do Presidente da República Portuguesa), e realizada nos próximos 30 dias, após este requerimento a Assembleia geral de Filados do PDR, para se proceder à realização da eleição universal, democrática e por voto secreto, do próximo Presidente do PDR.

            E, no prazo de 10 dias, recorrendo-se por analogia ao artigo 86.º, n.º 1 do Código de Procedimento Administrativo, deverão os Exmos. Senhores Presidentes dar resposta a este requerimento, assim, fazendo cumprir e respeitar os Estatutos do PDR.

           E caso não seja dado cumprimento ao agora requerido, o que será um absurdo, portanto, não sendo respeitados os Estatutos do PDR, impedindo que em curto prazo sejam realizadas democraticamente as eleições para o Presidente do PDR, serão oficiados deste incumprimento o Tribunal Constitucional, a Procuradoria-Geral da República, a Assembleia da República e o Presidente da República.

          Envio as minhas melhores saudações democráticas e republicanas.

 

O requerente:

(Sérgio Marcos de Abreu Mendes Ferreira Passos – filiado n.º 35)

 

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publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 19:14
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Segunda-feira, 6 de Maio de 2019
Inveja

A causa maior do atrofiamento social, económico e humano que atravessa a sociedade portuguesa atual é a inveja.

A inveja é hoje um veneno social e humano muito disseminado, ajudando a explicar nacionalmente o que está por detrás de muitos atos de violência sem causa aparente, caracterizando igualmente o nosso crónico subdesenvolvimento coletivo.

Na política nacional, a inveja, esse sentimento malquisto de angústia e rancor pelo que o outro tem, e que o próprio, por autolimitação, vício ou preguiça não tem, manifesta-se usualmente por meio de duas formas ambivalentes.

Ambas se exteriorizam coletivamente e por meio de forças contraditórias, contudo básicas, primárias e semirracionais.

Uma é da união dos semelhantes, a outra é da exclusão dos dissemelhantes, demarcando entre si a fronteira dos domínios dos senhores e dos serviçais.

A primeira é a do nepotismo, elemento característico e residente do sistema da Partidocracia.

O nepotismo é o meio organizado de conluio do favorecimento de parentes (ou amigos próximos) em detrimento de pessoas mais qualificadas, especialmente no que diz respeito à nomeação ou elevação de cargos

Originalmente a palavra aplicava-se exclusivamente ao âmbito das relações parentais, sendo atualmente utilizada como sinónimo da concessão de privilégios, ou cargos, a parentes, amigos ou protegidos no Estado, no Governo ou no funcionalismo público.

O nepotismo levado ao extremo nas elites políticas e económicas tende à forma de oligarquia.

A segunda é a tribal, o estado primário social pós animalesco e pré-humano.

O tribalismo é o estado de organização sob o qual grupos de indivíduos vivem em pequenos grupos, as tribos, fechados e avessos à evolução, ao invés de viverem em sociedades plurais, abertas e em desenvolvimento.

O tribalismo atual verifica-se hoje na maneira de tacanha de pensar, comportar e exteriorizar.

Vemo-lo na tendência grupal de votar no Partido Político, como quem se identifica com a sua paixão clubística, ou de futebol.

A inveja global sob a qual vivemos coloca-nos num país-faz-de-conta, os indígenas nacionais mantêm a apetência pelo desfrute desordenado, subsistindo sob a condição subsidiada e servil.

O Estado serve a sua função bovina e alimentar, a presa para abate e redistribuição pelos apetites dos clãs e afins.

Quem se rende assim vive sob uma serventia dócil e adocicada.

 

(twitter: @passossergio)

(artigo do autor, publicado na edição de 1 de Maio de 2019 do jornal mensário regional "Horizonte" de Avelar, Ansião, Leiria)

horizontemaio2019.jpg

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 00:06
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