Ideias e poesias, por mim próprio.
Domingo, 12 de Julho de 2020
Calamidade de Estado

Na atual pandemia sanitária do Covid 19 os portugueses viram-se forçados ao confinamento social, laboral e, especialmente, nas matérias dos direitos, liberdade e garantias, sob a vigência do Estado de Emergência depararam-se com as mais variadas restrições e limitações de movimentos e circulação.

Segundo o artigo 19.º da Constituição da República Portuguesa - da “Suspensão do exercício de direitos” -, o Governo e o Presidente da República “não podem, conjunta ou separadamente, suspender o exercício dos direitos, liberdades e garantias, salvo em caso de estado de sítio ou de estado de emergência, declarados na forma prevista na Constituição”.

Ou seja, somente e com a prévia declaração do Estado de Emergência pela Assembleia da República, segundo o artigo 19.º da  CRP, nos termos, condições e limites da  Lei n.º 44/86, de 30 de Setembro, é que os cidadãos podem ver os seus movimentos cerceados por banda do Estado e das forças policiais.

Outrossim, tem jurídica e legalmente de se perguntar, com que base e fundamentos jurídicos, no presente momento, por uma mera declaração de Estado de Calamidade - da Lei n.º 27/2006, de 3 de Julho, que aprova a Lei de Bases da Proteção Civil -, portanto que serve apenas e tão-somente para enquadrar atuações da Prevenção Civil, em matérias de acidentes, catástrofes e outros eventos anormais de âmbito local ou regional, as polícias se podem arrogar dos poderes de restrição dos movimentos e liberdades de pessoas e mercadorias, confinem idosos à força em casa, e até mesmo detenham pessoas na via pública sob o pretexto da prática de pretensos ilícitos penais de Crimes de Desobediência?

A atuação das polícias e do Governo limitando, restringindo e cerceando os direitos e as liberdades das pessoas sem o imprescindível suporte legal do Estado de Emergência, tem assim de entender-se como sendo manifestamente excessiva, padecendo de evidente ilegalidade e, não desprezando, de flagrante inconstitucionalidade!

E sem que tais atuações das forças policiais tenham suficientes apoio e escopo legal e constitucional, como é que fica devidamente salvaguardado e protegido o Estado de Direito Democrático, e, fundamentalmente, fica assegurado o normal funcionamento da administração da Justiça?

O Estado de Direito Democrático jamais pode ser suspenso, cabendo aos advogados especiais responsabilidades no “Acesso ao direito e tutela jurisdicional efetiva” por parte dos cidadãos em geral, previsto no artigo 20.º da Constituição da República Portuguesa, bem assim na execução das normas legais processuais e procedimentos de defesa dos cidadãos atingidos pelos poderes públicos.

Temos que, no Estado de Calamidade, que mais não pode servir do que para proteger a saúde e a integridade pessoal e moral dos portugueses, as polícias, as autoridades e demais agentes públicos jamais poderão atuar em prejuízo e atropelo dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos.

(twitter: @passossergio)

(artigo do autor, publicado na edição de 30 de Junho de 2020 do jornal mensário regional  "Horizonte" de Avelar, Ansião, Leiria)

horzontejunho2020.jpg

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 15:11
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Segunda-feira, 8 de Junho de 2020
Frentismo de esquerda

Os últimos dois meses, vividos na pandemia do Covid 19, veio-nos mostrar de volta a Portugal a pesporrência e o autoritarismo do frentismo de esquerda.

A restrição das liberdades e dos direitos dos portugueses, agilizada pelo Governo Socialista, serviu para tomar o Estado como sua propriedade privada.

Claro está, tudo com a anuência do Sempre-Candidato-Presidente-da República-Marcelo-Rebelo-de-Sousa, em troca da recompensa do respetivo apoio socialista nas próximas eleições presidenciais.

No dia 1 de maio quem quis ir à praia, passear, reunir-se com a família ou os seus amigos, rezar em Fátima, ou noutro local de culto, deparou-se com a força bruta das polícias, ameaçado de detenção e julgamento sumário em tribunal.

O abuso da força pública sustentou-se, ilegal e inconstitucional, num famigerado estado de calamidade, por meio desconhecidas e arbitrárias regras, agravada com a chantagem de um alegado crime geral de desobediência …a pretensas prescrições ou recomendações de proteção civil.

Com o pretexto do Dia do Trabalhador, quem tivesse um cartão, ou um convite, do PCP e CGTP, pôde viajar alegremente e à vontadinha, em grupo e ao magote, com os seus camaradas, para ir festejar no Parque Eduardo VII, em Lisboa, e noutros locais.

Segundo a Constituição da República Portuguesa o Governo, a Assembleia da República e o Presidente da República, “não podem, conjunta ou separadamente, suspender o exercício dos direitos, liberdades e garantias, salvo em caso de estado de sítio ou de estado de emergência”.

O que assistimos, por uma mera declaração de Estado de Calamidade, que serve unicamente para enquadrar atuações da Prevenção Civil, em matérias de acidentes, catástrofes e outros eventos anormais de âmbito local ou regional, foi o Governo e as Policiais tratarem portugueses, arbitrária e discriminadamente consoante as suas opções ideológicas e partidárias.

Por um lado, privilegiando a extrema-esquerda e o seu braço anarquista sindical, que puderam livremente colocar em causa a saúde pública, em concentração e aglomerado público, nos vários eventos do 1 de Maio, e colocando em liberdade irrestrita delinquentes e criminosos, violentos e por tendência, que cumpriam penas de prisão.

Por outro lado, coagindo todos pessoas pacíficas à sua habitação, confinando os idosos em lares e reclusão e detendo e coartando cidadãos livres na via pública, sob o pretexto da prática de pretensos, mas inexistentes, ilícitos penais de …proteção civil.

A implantação da república soviética portuguesa só foi impedida no limite, em 25 de Novembro de 1975, pelos militares patriotas e democratas, contudo observamos hoje os mesmos acirrados grupos e indivíduos antidemocratas que procuram mergulhar o país nas trevas seguindo o exemplo do regime sanguinário da Venezuela.

Perante esta subversão em curso do Estado de Direito Democrático, um povo fraco governado por manhosos e oportunistas, perante uma oposição partidária colaboracionista e uma comunicação social cúmplice, a esquerda tem hoje o país como seu feudo.

(twitter: @passossergio)

(artigo do autor, publicado na edição de 30 de Maio de 2020 do jornal mensário regional  "Horizonte" de Avelar, Ansião, Leiria)

horizontemaio2020.jpg

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 09:34
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Domingo, 10 de Maio de 2020
Os boys e girls dos Partidos Políticos nas Direções das escolas públicas

A eleição dos Diretores dos estabelecimentos públicos da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário estão hoje convertidas em política partidária da pior espécie.
A pouca-vergonha, ou a falta dela, dos Partidos Políticos, que se servem localmente da Escola Pública para elegerem os seus caciques, boys e girls, de modo a alargarem a sua influência e base eleitoral local, tendo em vista as eleições Municipais e, nalguns casos mesmo, ensaiarem futuros candidatos aos respetivos círculos legislativos distritais.
Os meandros e processos destas promíscuas eleições são de tal maneira corruptos e ilícitos que vão até ao pońto de serem traficadas influências, utilizados e envolvidos meios financeiros, patrimoniais e institucionais das Câmaras Muncipais, do Estado, empresas municipais e outros, por troca de empregos no Estado, favores e dádivas com os dinheiros dos contribuintes, de modo a comprarem, influenciarem e até mesmo coagirem os os intervenientes e respetivos votos necessários à eleicão em causa do Diretor (ou Diretora).
Os superiores interesses do ensino, dos jovens e das famílias em nada interessam a estes arrivistas partidários, que se servem das Escolas para a sua promoção pessoal, o seu enriquecimento ilegítimo e ilícito e ascensão social político-partidária.
Com este Ensino Público assim promíscuído, hipotecam-se os jovens, desestruturam-se as respetivas famílias e abala-se todo o futuro de um país.
É este o país corrupto e putrefacto em que vivemos!



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 12:21
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Terça-feira, 5 de Maio de 2020
Oligarcas

No passado 25 de Abril vimos a oligarquia do regime a fazer alegremente a sua comemoração privada na Assembleia da República, tudo pago pelo povinho.

Já o Povo ficou confinado em casa, caso se atrevesse a sair à rua para celebrar era imediatamente ”convidado“ a fazer marcha atrás, sob pena de ser conduzido ao posto da polícia mais próximo e, posteriormente, responder pelo crime de desobediência.

As tísicas comemorações do 25 Abril na Assembleia da República, compostas por 60 oligarcas, escolhidos das plutocracias dos Partidos Políticos, e uns quantos mamões da República.

Está por fazer o 25 de Abril, vivemos sob a ditadura da Partidocracia altamente corrupta.

A pandemia do Covid19 vai servir para justificar um novo monstruoso endividamento do Estado Português, os excessos do funcionalismo público e os vícios da oligarquia ditam a lei.

O povo português, em todos os tempos, sempre se conheceu pobre, trabalhando incansavelmente de noite e de dia, limitando-se a matar a fome com as migalhas que sobram da mesa da burguesia estatal.

Mais dívida pública são mais vícios e desperdício para benefício da oligarquia e dos seus meninos e meninas, mais encargos e sacrifícios para o povo e o futuro dos seus filhos.

A austeridade vem aí com mais impostos, em volume e em número, com especial incidência nos contribuintes privados, mais cortes nos apoios sociais, mais cativações e uma miríade de novas taxas e taxinhas.

No setor privado abundará o desemprego, o preço das dívidas monstruosas do Estado que oneraram os esforçados trabalhadores, operários e empresários.

O problema da economia portuguesa só resolverá no dia em que os mais de 5 milhões de arregimentados do Estado sejam postos a trabalhar e a produzir, retirados da vida parasitária e ociosa.

Produzir e poupar são coisas não fazem parte do pensamento e do vocabulário destes manda-chuva.

Os campos, os vales e as serras de Portugal jazem abandonadas ao arbítrio do desperdício, do mato e dos animais selvagens, para que as poderosas bestas livremente destruam o que resta da pátria.

Nem tão-pouco lhes interessa debelar a corrupção no Estado Português que custa anualmente aos contribuintes 18,2 mil milhões €, são “só” duas vezes o orçamento de toda a Saúde dos portugueses.

Este montante chegava e sobrava para termos os hospitais, médicos, enfermeiros, medicamentos, máscaras, proteções, desinfetantes, respiradores e muitos outros meios que agora nos fazem falta para proteger e tratar de todas as pandemias, a fome e muitas outras carências que sucessivamente nos assolam.

Mas o lema de António Oliveira Salazar faz escola nestes oligarcas, “manda quem pode obedece quem deve.”

 

(twitter: @passossergio)

(artigo do autor, publicado na edição de 30 de Abrilde 2020 do jornal mensário regional  "Horizonte" de Avelar, Ansião, Leiria)

 

horizonte abril 2020.jpg

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 16:46
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Sábado, 2 de Maio de 2020
A ditadura de esquerda está a um passo

Vivemos neste Primeiro de Maio a mais escancarada violação da Constituição da República Portuguesa (CRP).

O Governo e o Presidente da República, segundo o artigo 19 da Constituição da República Portuguesa - da Suspensão do exercício de direitos” “não podem, conjunta ou separadamente, suspender o exercício dos direitos, liberdades e garantias, salvo em caso de estado de sítio ou de estado de emergência, declarados na forma prevista na Constituição”.

Ou seja, só e na condição de prévia declaração de Estado de Emergência, segundo o artigo 19 da  CRP, nos termos, condições e limites previstos e regulados na  Lei n.º 44/86, de 30 de Setembro, é que os os direitos, liberdades e garantias dos cidadãos poderão ser objeto de limitação por banda do Estado e das suas dorças policiais.

Portanto, tem jurídica e legalmente se questionar: com que base e fundamentos jurídicos e com que meios legais, no presente caso, por uma mera declaração de Estado de Calamidade - da Lei n.º 27/2006, de 3 de Julho, que Aprova a Lei de Bases da Protecção Civil -, portanto que serve apenas e tão somente para enquadrar atuações da Prevenção Civil, em matérias de acidentes, catástrofes e outros eventos anormais de âmbito local ou regional, como o que serviu no presente a este Governo Socialista, pode permitir-se que as polícias restrinjam movimentos e liberdades de pessoas e mercadorias, confinem idosos à força em casa e se detenham pessoas na via pública, sob o pretexto da prática de pretensos ilícitos de Desobediência?

Ora, como é bom de ver e se pode bem perceber, a atuação das polícias e do Governo limitando, restringindo e limitando os direitos de liberdade de circulação das pessoas é abusiva, Ilegal e Inconstituciona!

Perante estes escancarados abusos policiais, temos de perguntar:

Será o povo português assim tão capacho que possa aceitar vive sob a pata destes títeres, os seus tiques de autoritarismo e pesporrência, atrevendo-se impunemente a exibir que estão acima da Lei e da própria Constituição da República?

E, a Assembleia da República, que se diz representar o Povo, a Democracia e a Constituição da República, perante este atentado vergonhoso à Constituição e aos direitos dos cidadãos, cala-se e e come como parva?

Eu concluo, estamos numa Tugulândia governada por manhosos e prepotentes esquerdistas perante um povo fraco e capacho.



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 10:37
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Frentismo de Esquerda de volta a Portugal

O Frentismo de Esquerda em Portugal tem o apoio violento e prepotente do Estado, ficamos a perceber agora no 1 de Maio.
Se quiseres ir trabalhar, ajudar os teus familiares ou amigos nos seus trabalhos e tarefas nos concelhos limítrofes, ou ires celebrar, ou festejar um nascimento, um casamento, um batizado, ou qualquer participares em qualquer outro evento ou acontecimento, ites à praia com os amigos, ou até mesmo ires a Fátima ou qualquer outro templo rezar, ou reunires-te com quaisquer amigos, colegas e camaradas, ou tantas outras reuniões ou eventos, tu és proibido por polícias, sustentando-se eles ilegal, inconstitucional e abusivamente num pretenso Estado de de Calamidade e nas suas inconstitucionais regras ameaçando-te com o uso da força e um processo judicial por pretenso... crime de desobediência.
Mas, em contrapartida, já se tiveres um cartão do PCP ou da CGTP já podes viajar alegremente e à vontade, em grupo e ao magote com os teus camaradas para irem reunir em festival do 1 de Maio no Parque Eduardo VI, em Lisboa.
George Orwell, perante o atual quadro nacional, certamente, nos diria: “em Portugal há uns animais mais iguais do que outros“.



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 10:19
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Quarta-feira, 29 de Abril de 2020
Uma lição do Covid
Uma coisa que esta crise do Covid 19, com o isolamento, a inatividade e, especialmente, a perda de rendimentos me veio ensinar é que, embora ficando um pouco mais pobre, mas vivendo mais descansado e integrado na vida sã e na natureza, podemos e devemos viver com menos stress, canseira e sacrifício.

Portanto, passar a viver com mais qualidade de vida e pagando muito menos impostos e custos ao Estado.

É que, no final de contas, a maior parte do nosso esforço e o respetivo produto do trabalho vai parar sempre às mãos do Estado e dos “milhentos“ de parasitas que sustentamos.

E isto com a vantagem de nos livramos dos burocratas, dos seus maquiavelismos, das suas complicações e da sua loucura, que só pretendem nos causar dano, fazer mal e destruir.

Ora, o meu objetivo de agora em diante vai ser passar a trabalhar menos, descontar menos e pagar muito menos impostos.

O que eu mais quero é que os bandidos mamões do Estado, seus respetivos parasitas, ociosos, oligarcas, boys e girls de luxo, que vivem à minha custa, que vão mas é trabalhar, ou em alternativa vão dar o seu ... à beira da estrada, porque eu já dei muito da minha parte, do meu suor e do meu sangue para sustentar a sua boa vida, os seus vícios, vadiagem e privilégios.

O raio que parta o Estado!


publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 18:43
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Terça-feira, 28 de Abril de 2020
António Costa, o arrivista e ignorante Primeiro-Ministro de Portugal

No dia de ontem, António Costa reagiu às dúvidas constitucionais levantadas pelos conhecidos Constitucionalistas Vital Moreira e Bacelar Gouveia, que afirmaram que não bastar a mera declaração de calamidade pública para proibir a circulação de pessoas, ou a reabertura dos serviços, ou tão-pouco as sancionar, mas antes sendo imprescindível uma nova declaração de Estado de Emergência, e, não disfarçando irritação, declarou:  "Sou jurista, sei a capacidade enorme dos juristas em inventar problemas. 

Ora, estas não são declarações adequadas  dum Governante responsável e decente, mas só podendo ser admitidas a um ignorante, e jamais um jurista poderia dizer um tamanho disparate, ou estupidez.

E o pior é que isto é bem revelador do pensamento típico do português trafulha e oportunista, alcandorado a político, no caso que chegou a chefe de Governo de Portugal.

Porque esta afirmação para além de demonstrar um profundo desconhecimento jurídico e legal da Constituição da República Portuguesa, mostra também um enorme desrespeito pelos profissionais juristas, aliás.

Mas António Costa revela um  menosprezo das suas próprias qualificações e habilitações, porque ele próprio é um licenciado em Direito.

Decerto o curso de Direito não lhe terá valido de muito, ou nada mesmo, ou então jamais entendeu o que é ser um jurista.

António Costa mostra um estremo desprezo pela lei, pelos direitos, direitos, liberdades e garantias dos portugueses, tal como se encontram consagrados na Constituição da República Portuguesa.

Esquece-se que vivemos num Estado de Direito Democrático, onde não basta a um Governo, ou um Primeiro-Ministro, por simples decreto proibir ou limitar direitos e liberdades de comércio, é ainda necessário que a Constituição, lei suprema do país, de acordo com regras, garantias e limites, permita restringir as liberdades, os direitos e garantias dos cidadão.

Mas não para este Senhor, ou seja, para ele tudo isto mais não é do que mera oportunidade, negócio, ou mero aproveitamento nas circunstâncias, pouco lhe interessando, nem sequer preocupando a Lei.

Ou, não fosse ele um puro boy carreirista do Partido Socialista!

De Estadista não tem nada!

Também, a sua afirmação, como muitas más línguas dizem, mostra igualmente a natureza das das suas próprias raízes e características.

E o pior é que ele demonstra-se como um indivíduo perigoso, sinuoso e sem verticalidade, que joga na vida sem respeito por regras e limites legais e jurídicos pela lei suprema polítca do país, permitindo-se passar por cima da própria lei geral da República, fazendo-o para impor a sua própria conduta arbitrária, ditatorial e oportunista, de acordo com a sua particular e oportunista visão das circunstâncias.

Porque os juristas são técnicos, podem até problematizar e especular, mas jamais inventam, porque isso seria e é imediatamente refutado e desprezado, portanto, o que estes técnicos somente fazem é aplicar a lei e o direito aos problemas que se lhe levantam.

Ora, tudo isto que António Costa revela é próprio dum perigoso burgesso, e já percebeu que de jurista ele não tem absolutamente nada.

Ignóbil Povo que elege para Chefe de Governo do seu país um arrivista destes!



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 13:21
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Sábado, 18 de Abril de 2020
E, os advogados não existem no Estado de Emergência?

Com é facto sabido e consabido no esmagador presente que atravessamos, resultante da pandemia sanitária e de saúde públicas, em consequência do Coronavírus do Covid 19, Portugal encontra-se forçado e muito limitado sob o Estado de Emergência, primeiro segundo a declaração do Decreto do Presidente da República n.º 14-A/2020, de 18 de março (Declara o estado de emergência, com fundamento na verificação de uma situação de calamidade pública) e, posteriormente, as suas respetivas renovações, segundo os seus Decretos n.ºs 17-A/2020, de 02 de abril, e 20-A/2020, de 17 de Abril.

Todos estes decretos presidenciais que foram objeto de concessão de autorização, pelas Resoluções da Assembleia da República n.ºs 15-A/2020, de 18 de março (Autorização da declaração do estado de emergência), 22-A/2020, de 02 de abril e 23-A/2020, de 17/4 (Autorizações para a renovação do estado de emergência).

E, perscrutados os três Decretos de Execução do Estado de Emergência, emanados do Governo da República, o Decreto n.º 2-A/2020, de 20 de março, nomeadamente no seu artigo 22.º - Acesso ao direito e aos tribunais -, o Decreto n.º 2-B/2020, de 02 de abril, no seu artigo 32.º - Acesso ao direito e aos tribunais -, e o Decreto n.º 2-C/2020, de 17 de abril, no seu artigo 35.º - Acesso ao direito e aos tribunais -, não se encontrando aí qualquer menção à Ordem dos Advogados e aos seus profissionais, mas verificando-se aí mencionados “Conselhos Superiores e a Procuradoria-Geral da República”, face a esta excecional situação de suspensão, limitação e restrição de direitos, liberdades e garantias legais e constitucionais dos cidadãos, temos de perguntar em que lugar, papel e função são colocados os advogados?

Recordam-se os mais distraídos que, segundo o artigo 3.º do Estatuto da Ordem dos Advogados - Lei n.º 145/2015, de 9 de setembro -, são Atribuições da Ordem dos Advogados - “Defender o Estado de Direito e os direitos, liberdades e garantias dos cidadãos e colaborar na administração da justiça”.

E, segundo o artigo 208 - do Patrocínio forense -, da Constituição da República Portuguesa - “A lei assegura aos advogados as imunidades necessárias ao exercício do mandato e regula o patrocínio forense como elemento essencial à administração da justiça”.

E, segundo o artigo 6.º - do Acesso aos Tribunais - da Lei do Estado de Emergência (Regime do Estado de Sítio e do Estado de Emergência) - alterada pelas Leis Orgânicas n.ºs 1/2011, de 30 de novembro, e 1/2012, de 11 de maio -, encontra-se expresso que “na vigência do estado de sítio ou do estado de emergência, os cidadãos mantêm, na sua plenitude, o direito de acesso aos tribunais, de acordo com a lei geral, para defesa dos seus direitos, liberdades e garantias lesados ou ameaçados de lesão por quaisquer providências inconstitucionais ou ilegais.”

E, finalmente, ainda segundo a Lei do Acesso ao Direito e aos Tribunais - Lei n.º 34/2004, de 29 de julho (modificada), nomeadamente nos seus artigos 1.º - Finalidades do acesso ao Direito e aos Tribunais, e 2.º - da sua Promoção -, a informação e proteção jurídicas será sempre realizada pelos indispensáveis, imprescindíveis e necessários meios das instituições representativas das profissões forenses.

E, assim, nós temos de perguntar, sem os advogados, em que mãos, responsabilidades e com que profissionais próprios ficam devida, adequadamente salvaguardados e protegidos o Estado de Direito e os direitos, liberdades e garantias dos cidadãos e o normal funcionamento da administração da justiça?

Reiterando-se que segundo a Lei n.º 49/2004, de 24 de Agosto – Lei dos atos próprios dos advogados -, que, segundo o seu artigo 1.º - Dos Atos próprios dos advogados e dos solicitadores: “1 - Apenas os licenciados em Direito com inscrição em vigor na Ordem dos Advogados e os solicitadores inscritos na Câmara dos Solicitadores podem praticar os atos próprios dos advogados e dos solicitadores”.

E, nós temos de perguntar, com o devido respeito, o que fez e faz a Ordem dos Advogados junto daqueles Órgãos de Soberania, portanto da Presidência da República, da Assembleia da República e do Governo da República, para se fazerem cumprir e respeitar o lugar, os ditames e funções próprias, conforme são suas obrigações e responsabilidades Constitucionais e Legais, da Ordem dos Advogados, tudo conforme melhor se acham consagradas nos acima citados normativos?

Fico assim na expectativa, na pendência do Estado de Emergência e das respetivas consequência nefastas, face às flagrantes, preocupantes e gravosas omissões jurídicas, legais e constitucionais que constato relativamente à Ordem e aos Advogados, de ver estas minhas angústia e preocupação respondidas.

 

toga.jpg

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 12:27
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Sábado, 4 de Abril de 2020
O Estado Português na mão dos oligarcas.

O regime político português, quer o Estado Central, Descentralizado ou nas Autarquias, e até mesmo nos Órgãos de Soberania, possui uma vincada natureza autocrática e despótica.

Muitos titulares de cargos políticos e públicos, ministros, autarcas, dirigentes, gestores ou agentes públicos para calarem e eliminarem os cidadãos que ousam fazer criticas ou denuncias públicas por atos corrupção, incompetência, mau governo e ou abuso de poder, retaliando persecutoriamente contra estas pessoas.

Esta perseguição social, política e estatal é levada a efeito por meio do uso e abuso criminoso dos poderes públicos legais, ou do erário público, para tanto lançando mão de atos persecutórios ao nível dos concursos, das contratações, nos licenciamentos, nos pagamentos, etc. etc., assim prejudicando pelas mais diversas formas os profissionais, empresas ou cidadãos e até mesmo as difamando.

Do que se tratam e são estes indivíduos, afinal, mais não são do que oligarcas.

Ou seja, os políticos para se manterem a todo e qualquer custo nas cadeiras do poder, usam o próprio poder político para atacarem os seus concidadãos.

Os partidos políticos, os agentes políticos e muitos titulares de cargos políticos usam os poderes e os meios públicos para atacarem e destruírem as pessoas que lhes façam frente.

Qual democracia qual quê, Portugal desceu já abaixo de uma República rameira e, despudoradamente, encontra-se ao serviço de reles criminosos e bandoleiros.

Bandidos, tenham vergonha, também há de chegar a vossa hora de serem justiçados!


 

oligarcas.png

 



publicado por Sérgio Passos (twitter: @passossergio) às 13:14
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