Ideias e poesias, por mim próprio.

Segunda-feira, 1 de Maio de 2017
A norma fascista da Constituição Portuguesa

A Constituição da República Portuguesa dita no seu artigo 46º, n.º 4 que "não são consentidas associações nem organizações racistas ou que perfilhem a ideologia fascista".

Ora, temos de deixar algumas perguntas aos fascistas que chamam os demais de fascistas, aos antifascistas fascistas e aos fascistas antifascistas

Quem é que define o que é fascismo?

O que é que é o fascismo?

E qual é mesmo a diferença entre fascismo, comunismo ou outras formas e ideologias anti-democratas?

E o que é que definem, ou se define, como sendo o fascismo, ou quem são realmente os fascistas?

Ao longo dos últimos anos muitas foram os portugueses, democratas e outros menos, que foram, e continuam sendo outros, chamados de fascistas.

Em contrapartida muitos sujeitos, que de democratas não têm nada, antes pelo contrário, neles se incluindo fascistas, comunistas, antifascistas e demais ignorantes e energúmenos, e outros ainda que não fazem a mínima ideia do que é a democracia ou o que é ser democrata, ofendem outros portugueses, sinceros e verdadeiros democratas, apelidando-os, por ingnorância crassa, maldade e iliteracia, de fascistas.

Afinal de contas, chamar outros de fascistas tem muito de fascista!

Ou, este país está cheio de falsos democratas, de fascistas/comunistas, que falsamente se dizem anti-fascistas???

Ora, o que é muito necessário e escasseia em Portugal são mesmo os verdadeiros e reais democratas.

 

constituição 1976.jpg

 



publicado por Sérgio Passos às 11:50
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Estado de Crime

 

A sociedade portuguesa é assolada desde há 43 anos pelo poder dos grunhos.

A iniquidade do poder político, a inércia das polícias e a fraqueza do poder judicial, conjugaram-se de modo a colocarem os cidadãos pacíficos e cumpridores da lei sob o jugo do poder disruptivo do crime e dos mais variados delinquentes e criminosos.

As polícias, cada vez mais e por causa do elevado número dos seus efetivos ocupados nas tarefas do policiamento e da proteção dos muitos criminosos e delinquentes que transitam à volta da grande associação criminosa empresarial do futebol-construção civil-autarquias-partidos políticos, sobrando o patrulhamento rodoviário, não podem hoje mais acudir aos pedidos de socorro das vítimas dos crimes contra as pessoas, o património, a segurança e a ordem públicas.

O Estado Português demitiu-se da sua principal função, a proteção das liberdades políticas, económicas e sociais dos cidadãos honestos e trabalhadores, passando a ocupar-se de todo o tipo de delinquência avulsa, por sua vez o crime de colarinho branco campeia impunemente.

As estatísticas oficiais mentirosas publicitam a baixa da criminalidade, isto mais não é do que a prova provada do labor do crime!

O regime político instituído no pós 25 de Abril de 1974 colocou primeiro o Estado Central, Regional e Autárquico a desbaratar os recursos nacionais, sem nada produzir, ao serviço dos partidos políticos e dos seus interesses, para que, depois de consumada a destruição do tecido social pelos pseudo-democratas partidos políticos, finalmente a plutocracia financeiro-política e partidária tomasse o poder.

A Soberania do Povo e o Estado de Direito foram tomados pelo Estado de Crime.

O Conselho da Europa tem os os Legisladores e os Governos de Portugal como ativos e colaborantes cúmplices nos crimes de corrupção e tráfico de influências que assolam o Estado Português, conspurcam as condutas e as práticas dos funcionários e demais altos agentes e titulares de cargos públicos.

O Tribunal Europeu dos Direitos do Homem declarou o Estado Português como o pior exemplo europeu na violação das liberdades de expressão, de denegação de justiça e de reiterada violação das declarações universais dos direitos e liberdades humanas e sociais.

Mas, o fiado concedido pelo Banco Central Europeu ao gastador e careiro Estado Português tem servido de meio de manutenção das dementes elites políticas portuguesas.

Não admira pois que os portugueses comuns estejam cada vez mais pobres e os seus políticos cada vez mais ricos, somos já identificados como o país mais corrupto da Europa.

Esta é a imensa pornografia que destrói a nação portuguesa, mas, está visto, que aproveita aos partidos e políticos do regime cleptocrático e clientelar vigente!

 

elescomemtudo.jpg

 

 



publicado por Sérgio Passos às 11:28
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Domingo, 8 de Fevereiro de 2015
3 milhões de pobres em Portugal: com fome e carências graves.

Segundo os critérios europeus oficialmente aceites, em termos genéricos, um indivíduo é considerado pobre se viver numa família cujo rendimento por adulto equivalente seja inferior a 60% do valor mediano por adulto equivalente ao calculado para toda a população. De acordo com os dados de 2014, em Portugal o rendimento monetário disponível médio por adulto equivalente era de € 10.390 euros anuais e, segundo o critério de definição da pobreza, a linha mínima de exclusão da pobreza em Portugal encontra-se a partir de um rendimento anual mínimo igual ou inferior a € 6.234,00, ou seja, um rendimento mensal mínimo líquido de € 519,00. Ora, segundo este critério de determinação da pobreza, e de acordo com projeções oficiais, no final de 2014 existiriam em Portugal cerca de 3 milhões de portugueses, numa população de 10,5 milhões de habitantes, portanto correspondendo a 28% do total da população portuguesa, que viveriam com um rendimento médio disponível mensal igual ou inferior a 519,00 mensais. Outros dados relevantes da pobreza e da fome em Portugal: 14,5% (1.6 milhões) dos portugueses vivem em casas sobrelotadas. (fonte: INE). Taxa de risco de pobreza para menores de 18 anos: 24,4% (412 mil crianças) (fonte: UNICEF, dados de 2012). Crianças com fome diária permanente: 120 mil (mais 35 mil do que em 2012) (fonte: Banco Alimentar Contra A Fome-BACF). 21,8% das crianças viviam em agregados familiares com rendimentos per capita inferiores a 416,00 € mensais (INE) População com carências alimentares diárias: 26% (2 milhões e 750 mil portugueses), passavam fome permanente durante a semana, e 14% (1,5 milhões de portugueses) e, pelo menos, um dia por semana, não conseguem obter uma refeição completa (fonte: BACF). População com fome permanente diária: 375 mil portugueses assistidos diariamente pelo Banco Alimentar Contra A Fome (fonte: BACF). População em privação material severa: 41% (4.3 milhões) dos portugueses vivem com dificuldade, por exemplo, em pagar as rendas em atraso, manter a casa aquecida, ou fazer uma refeição de carne ou de peixe de dois em dois dias (fonte: INE)

image.jpg



publicado por Sérgio Passos às 23:04
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Segunda-feira, 8 de Setembro de 2014
Se faz favor, o "emplastro" para selecionador!

Só podem estar dececionados com a derrota de ontem de Portugal com a Albânia os ingénuos.

Ou, já se esqueceram das palavras do Paulo Bento, proferidas logo após o desastre do campeonato mundial do Brasil, quando disse que "...acontecesse o que acontecesse até 2016 não se demitia...."?!

Há lá palavras mais reveladoras da incompetência e de má-fé deste selecionador nacional?

Ou, alguém já perguntou aos responsáveis da Federação Portuguesa de Futebol as razões que motivaram a renovação do contrato de trabalho ao selecionador de futebol até 31 de Junho de 2016, poucos dias antes da partida da seleção para o Brasil?

Chamem mas é a seguir "o emplastro" para selecionador de futebol, porque aquele nabo já deu o que tinha a dar para o "peditório" da incompetência nacional!

 



publicado por Sérgio Passos às 21:15
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Quarta-feira, 13 de Agosto de 2014
A corrupção em Portugal: a sua interpretação.
"O crime de corrupção acontece normalmente quando um político, funcionário público realiza traição para obter proveito pessoal, omite o dever de assistir, protela por tempo indeterminado, ou abandona astuciosamente a assistência, ou recusa a atribuição do direito, através de falsidade ou qualquer outra forma astuciosas, de forma a obrigar o cidadão a oferecer-lhe vantagem patrimonial ou não-patrimonial, aproveitando a sua posição e os apoios ou direitos a atribuir e aproveitando sobretudo a necessidade de quem procura a Administração. A corrupção é promovida pelo próprio Estado porque os políticos e os funcionários vêm nela um modo de fazer renda fácil e rapidamente, mudando depois de cargo ou demitindo-se para ir trabalhar para o estrangeiro ou numa empresa, depois de realizar uma grande renda. Em países como Portugal a corrupção tem sido um crime promovido e protegido pelos tribunais, de várias maneiras, sendo que em grande parte os magistrados do Ministério Público e os Juízes são da família congénita e/ou política dos funcionários públicos e dos advogados, porque a sociedade é indivisível. Por conseguinte, para promover a corrupção apenas no meio político e repartições do Estado, acontece o seguinte: a) Não se considera crime os actos preparatórios (artigo 21º, do CP), o que pode incluir as causas do crime ou a autoria, muito embora sejam as causas do facto ou a idealização e a promoção os crimes maiores e principais na realidade. Se as causas forem omissas e não tidas como crime o crime é imediatamente promovido a direito. O objectivo é proteger o autor político de actos de crime que, sendo cometido por funcionário, é sempre violento em razão da sua abrangência e difusão em pirâmide; b) O Código Penal português define o crime de corrupção com o objectivo de responsabilizar as duas partes, ou seja, de forma a proteger as duas partes que conhecem o meio (designadamente o funcionário e outro familiar seu, ou amigo, ou o superior hierárquico, podendo terem tudo combinado antecipadamente); c) Por outro lado o Estado promove a corrupção em larga escala ao não separar o objectivo da decisão, já que em Portugal a mesma entidade recebe, analisa, decide e paga os apoios sociais e às associações, permitindo também, inconstitucionalmente, realizar transferências das Câmaras Municipais quer para as esquadras de polícia e quer para atribuir apoios financeiros individuais, que vão parar sobretudo aos familiares mais próximos dos presidentes e vereadores. Ou seja, os cidadãos não têm acesso a nada e vai-se alargando o fosso da desigualdade de oportunidades. Para além disso, quando se reclama, é sempre para a entidade que produziu o erro usando-se a reclamação como forma de motivar o cidadão a procurar a Administração como se fosse a forma de garantir os direitos. Daqui deriva a usura contra a população e a economia paralela (fora da economia informal gerada nas transacções da relação social), a desigualdade e a pobreza, pois, para que sobre renda, de modo a trocá-la entre famílias de funcionários, estes recusam quase sempre o concurso aos apoios, ou a programas de investimento através de meios astuciosos, ou pelo menos tentam sempre minimizar a cedência de direitos, ou falsificar documentos e a interpretação das leis, muitas vezes esses direitos são essenciais de modo a não criar o vício de estagnação da vida da pessoa em causa. Para além disso quem não conhece o meio e a forma de fazer a corrupção jamais poderá ter acesso a direitos em Portugal."

por @Miguel Vieira

Do sítio "apodrecetuga" uma lista de escandalosos casos de corrupção que assolam Portugal:

http://apodrecetuga.blogspot.pt/p/dos-crimes-de-corrupcao.html#.U-tGF2K9KSO



publicado por Sérgio Passos às 11:59
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Terça-feira, 5 de Agosto de 2014
A diferença entre um português e um pobre norte-americano. Ou, a diferença entre um país socialista e um país capitalista.
Segundo os critérios europeus oficialmente aceites, em termos genéricos, um indivíduo é considerado pobre se viver numa família cujo rendimento por adulto equivalente seja inferior a 60% do valor mediano por adulto equivalente ao calculado para toda a população”.
Segundo dados de 2013, em Portugal o rendimento monetário disponível médio por adulto equivalente era de € 10.390 euros anuais.
Portanto e seguindo o critério acima indicado, a linha mínima de exclusão da pobreza encontra-se a partir de um rendimento anual mínimo igual ou inferior a € 6.234,00, ou seja, um rendimento mensal mínimo líquido de € 519,00.
Já nos Estados Unidos da América, o rendimento monetário médio disponível por adulto era de € 24.515,00.
Ora, segundo o mesmo critério europeu para a delimitação da linha de pobreza, nos EUA o rendimento anual mínimo dísponivel que delimita a pobreza era de € 14.709,00 por pessoas, ou o equivalente ao rendimento mensal mínimo líquido abaixo ou igual de € 1.225,00.
Note-se, ainda segundo o mesmo critério europeu para a determinação da pobreza, que um português comum detentor de um rendimento médio anual de € 10.390,00 fica muito abaixo do índice de pobreza considerado para um norte-americano com um rendimento anual de € 14.709,00.
Ou, uma português de classe média é 41% mais pobre do que um pobre norte-americano.
Já agora, não são hoje conhecidas diferenças de maior entre o custo de vida média nos EUA e em Porugal, sendo muito semelhantes.
Podemos assim perceber a abissal diferença entre um país socialista como o português e um país capitalista como o norte-americano!



publicado por Sérgio Passos às 15:04
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Sexta-feira, 18 de Julho de 2014
O exército português está em guerra contra quem?

Em 1974 debatia-se o país com várias frentes de combate: Guiné, Cabo Verde, Angola, Moçambique e Timor e também estava integrado na NATO.

Tinha apenas 41 oficiais generais e contabilizava 243.795 efetivos militares, dos quais 216.195 no Exército, 17.600 na Marinha e 10 mil na Força Aérea, de acordo com os números fornecidos pelos 3 ramos militares.

Era uma média de 1 general para 5.946 efetivos

Nos dias de hoje Portugal não tem nenhuma frente de guerra e só cumpre, como antes, as suas obrigações militares na NATO.

De acordo com os dados do último anuário da Defesa Nacional disponível, de 2010,

Portugal possui atualmente 67 oficiais generais e 35.057 militares no ativo: 18.351 do Exército, 9.584 da Marinha e 7.122 da Força Aérea.

O que dá uma média de 1 general para 523 efetivos.

E ainda estão 123 oficiais generais na reforma, cada um recebendo uma pensão mensal média de 5.440 euros.

Temos de perguntar: o que se passou desde 1974 até aos dias de hoje para que em tempo de paz hajam tantos generais, ganhando tanto e fazendo pouco, e sendo tão poucos os militares subalternos?

Afinal, estarão estes generais em guerra contra o seu próprio povo?

 



publicado por Sérgio Passos às 17:55
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Terça-feira, 8 de Julho de 2014
Câmaras Municipais, servem para o quê?

O caso ocorrido nos últimos meses da grave poluição atmosférica proveniente de uma conhecida unidade industrial de transformação de Condeixa-a-Nova, somado ao longo passado e sob o contínuo olhar complacente de mais de 20 anos da sua Câmara Municipal, que só cessou após alguns populares terem organizado uma manifestação e um abaixo-assinado públicos, no qual eu fui o primeiro subscritor, só veio, uma vez mais confirmar, que o Estado Português é um declarado inimigo dos seus cidadãos.

E não há nada melhor do que conhecer os meandros das Câmara Municipais, portanto do Estado Local, para perceber e sentir o quanto o Estado está infestado de gente odiosa e psicopata que tudo faz para destruir as suas populações.

Da presidência da Câmara de Lisboa, com o seu despesismo escandaloso, a incompetência generalizada nos serviços, as greves na recolha do lixo e, pior, com o último caso do verdadeiro atentado urbanístico que tem sido a remoção da calçada de Lisboa e temos de concluir que vem aí mais uma péssima alternativa para Secretário-Geral do PS, chamado António Costa.

Qualquer pequena Câmara Municipal do país dá emprego a dezenas de filhos, afilhados e amigos dos dirigentes dos partidos políticos que as governaram.

Na, verdade as Câmaras Municipais parece servirem bem a função de um papel de embrulho para fins diferentes dos que lhes competem

E as contratações diretas, sem qualquer concurso público, as obras faraónicas, as sementeiras de “rotundas” e os milhentas despesas inúteis só serviram para enriquecer os sucessivos presidentes de câmaras, as suas famílias e os seus amigalhaços.

As Câmaras Municipais parece desempenharem bem os seu papel de centrais de negócios e de empregos para os partidocratas e seu amigos e familiares que as governam.

E as Câmaras Municipais de norte a sul do país, sejam elas geridas por qualquer partido que seja, da direita à extrema-esquerda, estão submersas em dívidas, e muitas delas aprestam-se a declarar falência.

E o Estado português continua refém destes “pequenos” corruptos e corruptores.

A política oficial de austeridade e a sua rapina fiscal, que asfixiam os portugueses, são o preço, cada vez maior, que tempos de pagar para sustentar o parasitismo oficial de Estado, modo de vida da partidocracia.

Só no dia em que nos livremos da partidocracia, votando e elegendo apenas pessoas, naturalmente e por consequência ficaremos livres dos custos da austeridade.

Mas se a partidocracia e os partidocratas nunca estiveram tão ricos, como não haviam de nos roubar cada vez mais!?

 



publicado por Sérgio Passos às 18:55
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Domingo, 18 de Maio de 2014
Democracia suíça versus Partidocracia portuguesa.
No dia de hoje os suíços foram chamados a votar em referendo o aumento do seu salário mínimo para mais de 3 mil euros.
Os portugueses, em contrapartida, vêem-se confrontados com propostas de baixa do seu, já por si escasso, salário mínimo de apenas 485 euros.
Na verdade, a qualidade de uma democracia determina a qualidade vida e a riqueza dos seus povos.
É o caso para olharmos bem para a elevada qualidade da democracia participativa da Suíça e as correspondentes riqueza e felicidade do seu povo e, ao invés, ver a obscura e opaca partidocracia portuguesa e as consequentes miséria e o sub-desenvolvimento em que os portugueses estão mergulhados.
Ora, diz-me a qualidade da tua democracia e te direi como vives!

Constituição Federativa da Suíça: http://www.admin.ch/org/polit/00083/index.html?lang=it&download=NHzLpZeg7t,lnp6I0NTU042l2Z6ln1ah2oZn4Z2qZpnO2Yuq2Z6gpJCDdH9,fmym162epYbg2c_JjKbNoKSn6A--

Constituição da República Portuguesa: http://www.parlamento.pt/Legislacao/Paginas/ConstituicaoRepublicaPortuguesa.aspx




publicado por Sérgio Passos às 21:32
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Sábado, 26 de Abril de 2014
Sá Carneiro, o verdadeiro pai da democracia civil portuguesa.
Para que se perceba a verdade da vitória democrática em Portugal, recordem-se as palavras de Sá Carneiro em entrevista ao programa radiofónico "Dito e Feito" à RDP em 22 de Janeiro de 1979.
Para o apuramento da verdade sobre democracia em Portugal em oposição às pantominices da esquerda, convém ler e saber o que foi corajosamente levado a cabo pelo verdadeiro combatente da causa democrática civil, quando até Mário Soares se opunha à revisão Constitucional e aceitava o papel tutelar militar do Conselho da Revolução.
A Revisão Constitucional que acabou de suceder em 1982, já depois da morte de Sá Carneiro quiçá o seu preço pessoal pago na nunca esclarecida tragédia de Camarate.

"No meu projecto isso está explícito. Não me refiro apenas à extinção do Conselho da Revolução mas de qualquer papel político das Forças Armadas. No meu projecto de revisão da Constituição há um exemplo claro: o Chefe de Estado- Maior das Forças Armadas é nomeado pelo Presidente da República, mas sob proposta do Governo, em igualdade de condições com o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça e com o Procurador-Geral da República. Esse, creio, é um princípio fundamental da civilidade da democracia."



http://www.psd.pt/ficheiros/multimedia/ficheiro1389611410.pdf


publicado por Sérgio Passos às 16:04
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