Ideias e poesias, por mim próprio.

Segunda-feira, 15 de Setembro de 2014
As leis sempre adiadas para a transparência da democracia.

Não pode haver uma real democracia política em Portugal até que não se criem duas leis essenciais para a transparência e responsabilização da vida política e o controlo do património dos políticos: a primeira, a lei de responsabilização civil e criminal por atos ilícitos e danosos cometidos no exercício de cargos públicos e a segunda, a lei da criminalização do enriquecimento ilícito dos titulares dos cargos públicos. 

Enquanto estas duas leis não foram postas em prática o que temos, e continuaremos a ter em Portugal, são a absoluta impunidade política e governativa e a irresponsabilidade civil e criminal dos titulares dos cargos públicos e políticos por quaisquer abusos de poder!

E não se diga que existe a Lei dos Crimes da Responsabilidade de Titulares de Cargos Públicos, a lei n.º 34/87, de 16/7, porque esta lei é de muito difícil aplicação, e raros foram os políticos ou ex-políticos alvo da sua aplicação e e muito menos ainda objeto das suas sanções e penas.

 



publicado por Sérgio Passos às 12:25
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Sexta-feira, 25 de Julho de 2014
Políticos a fingir

Fingem que pagam, mas pagam-se

Fingem que falam, mas sussurram entre eles

Fingem que produzem, mas destroem

Fingem que entretêm, mas distraem-nos

Fingem que dão, mas não é deles

 

Fingem que administram, mas locupletam-se

Fingem que gerem, mas arruínam.

Fingem que investem, mas roubam

Fingem que poupam, mas esbanjam

Fingem que governam, mas governam-se

 

Fingem que estão connosco, mas só estão para eles mesmos

Fingem pelos nossos interesses, mas o seu desinteresse é interessado

São fingidores de fingir, maus atores de mau fingir

Fingem que são políticos, mas são apenas disfarces

Fingidos e fingidores, mas já lhe conhecemos as manhas.



publicado por Sérgio Passos às 17:40
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Domingo, 26 de Janeiro de 2014
A necessidade de responsabilizar os políticos pelos estragos que causaram a Portugal pelas suas ações

Qualquer automobilista é responsabilizado pelas suas ações no trânsito.

Um restaurante é responsabilizado pelo que serve à mesa.

Um médico é responsabilizado pela sua conduta profissional.

Um qualquer funcionário público é sancionado pelas suas falhas.

Então, por que razão, em Portugal nenhum político é responsabilizado pelos seus atos?

Instalou-se em Portugal um sistema de intocabilidade religiosa em dois meios fortemente interligados, que são o financeiro e o político.

O pior que pode acontecer a um financeiro ou a um político é não ser reeleito para o seu cargo.

As desgraças que as suas atuações causam a tanta gente são hoje consideradas irrelevantes.

Isto está profundamente errado!

Procurar vestígios de corrupção, para ver se algum político ou governante acumulou fortunas pessoais de forma ilegal, é apenas um levantar de uma cortina de fumo, para não mostrar a verdadeira gravidade da situação.

Os seus comportamentos devem ser vistos individualmente, tais como as origens das feridas que as suas ações causaram com os seus efeitos nefastos, ao povo e à pátria, que supostamente deviam defender.

Proponho que pessoas qualificadas "avaliem a performance" (permito-me, neste caso específico, a usar a terminologia dos próprios), de todos os políticos, que ocuparam cargos no pós-25 de Abril de 1974.

Apoderaram-se de uma nação, que existia em harmonia desde da Ilha do Corvo até Timor..

O que fizeram dela?

Devem ser calculados, em números, os prejuízos, que suas atuações causaram, não apenas ao que se designava de metrópole, mas também aos povos chamados de ultramarinos.

Deve ser criado um escalão onde se atribua as percentagens de peso nas decisões, que correspondam a cada lugar governamental e por dia de ocupação.

De seguida, deve-se procurar saber quais foram as pessoas que ocuparam estes lugares e qual o montante de estragos por elas causados.

Logicamente, devem ser responsabilizados pessoalmente; a igualdade de direitos e deveres com todas as outras profissões a isto obriga.

Não existe fundamento lógico que justifique que os governantes não possam ser chamados à responsabilidade. Qualquer taxista, talhante, dentista ou educador é responsabilizado pelos seus atos.

Um julgamento público, devidamente transmitido pela comunicação social, é suficiente para acabar com o assassinato da identidade nacional e conseguir o restabelecimento imediato da justiça e da soberania!

Qualquer um dos políticos responsabilizados deve ter direito de defesa e explicação do porquê das suas ações.

A justiça e a ordem pública têm de prevalecer!

Se as suas ações forem consideradas justificáveis perante o povo e a pátria, será absolvido.

Se as suas ações tiverem sido causadoras de endividamento da nação, do empobrecimento (espiritual ou financeiro) do povo, terá que tentar indemnizar a nação e o povo. Caso não tenham bens suficientes para fazer face ao peso dos danos, terão que responder todas as pessoas, empresas (incluindo os seus acionistas), ou instituições, que lucraram com as suas decisões e responder dentro dos montantes por eles indevidamente recebidos, para que se reponha o estado da Nação ao nível da data da sua tomada de posse.

Este julgamento terá, como consequência imediata, a dissuasão do aparecimento de novos caçadores de fortunas fáceis na governação.

Isto, por sua vez, será a vassourada de limpeza ética que uma profissão (que devia ser merecedora de respeito) necessita urgentemente e, bem assim o restabelecimento da dignidade de todas as funções públicas e, muito em especial, as políticas e governativas.

Nós, os portugueses comuns, cidadãos anónimos e cumpridores de obrigações, trabalhadores, contribuintes e pagadores de impostos, portugueses, exigimos, urgentemente, justiça!

 



publicado por Sérgio Passos às 02:12
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Quinta-feira, 28 de Novembro de 2013
Patifes.

A primeira norma de uma qualquer Constituição Política, realmente justa e democrática, tem de imperiosamente estipular a obrigação de todos os patifes serem afastados da política e da sociedade em geral, incluindo, até mesmo e se necessário for, pela força.

 



publicado por Sérgio Passos às 16:03
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Terça-feira, 3 de Setembro de 2013
Como a Comissão Nacional de Proteção de Dados protege o sigilo dos rendimentos dos políticos.

Nunca é demais lembrar que a Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) é nomeada pela Assembleia da República, a mesma, portanto, que a financia.

Ora, melhor conveniência, não podia haver para a mesma CNPD vir a pronunciar-se pelo sigilo das subvenções e outras pensões atribuídas aos ex-titulares de cargos públicos, na sequência do pedido do jornal Correio da Manhã ao Gabinete da Sra. Presidente da Assembleia da República se acumulava, ou não, o que até hoje se ainda se desconhece, o seu salário como PR da AR com a subvenção pelos seu tempo anterior ao serviço como juíza do tribunal Constitucional.

Já havíamos tratado este assunto num nosso anterior post: http://euacuso.blogs.sapo.pt/71467.html

E, então, deixamos aqui o link para o "famoso" e sui generis parecer da CNPD: http://www.scribd.com/doc/145225252/Deliberacao-1141-2011-da-CNPD

 

 



publicado por Sérgio Passos às 13:04
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Quinta-feira, 1 de Março de 2012
...

Um país, uma nação e um povo para serem conduzidos à máxima realização possível necessitam de sonhar e aspirar ao amor.
Portanto, necessitam de poetas que os conduzam à liberdade e ao amor.
Jamais políticos, os indíviduos que procuram para si o poder e o domínio sobre os demais.



publicado por Sérgio Passos às 16:11
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Terça-feira, 22 de Novembro de 2011
Já não há vergonha em Portugal?

 O PSD e CDS vieram agora a público, pasme-se, por via da elaboração do Orçamento de Estado para 2012, declarar que querem aumentar contribuição extraordinária que incide sobre pensões milionárias da função pública que se encontrem acima de 5030 euros, passando estas a ser taxadas em 25% na parte que exceda aquele montante.

E ao mesmo tempo, para as pensões que excedam 18 vezes o Indexante de apoios Sociais, cerca de 7545 euros, propõem que a contribuição extraordinária será de 50% sobre a parte que exceda aquele montante.

Os restantes partidos políticos com assento na Assembleia da República, essa casa da vergonha ou da falta dela, calam-se, anuindo ao "laissez faire, laissez aller, laissez passer" que também tanto convém às suas clientelas.

Lido e ouvido isto assaltam-me logo à ideia os mais 3 milhões de pobres em Portugal, as suas mais de 700 mil crianças em situação de fome, subnutrição e privações várias, os crescentes milhares de sem-abrigo, os quase 1 milhão de desempregados, os mais de 1 milhão de idosos com crescentes e graves dificuldade de saúde e morrendo por falta de capacidade para o pagamento dos seus medicamentos vitais de saúde, as dezenas de milhares de famílias em aflição financeira, etc., etc.

No meu íntimo fica-me uma pergunta repetida a pesar: descontos ou taxas sobre as pensões douradas, mas a que títulos?

Mas digam-me lá outra vez, porque eu ainda não conseguir mesmo perceber!
Ou seja, o que eu pergunto é como num Estado falido, parasitário, endividado e deficitário, ainda há quem receba essas escandalosas pensões de luxo, pagas a peso de ouro?

Tem de haver maneira de perguntar aos portugueses se não há quem se insurja contra este abuso dos políticos e em seu favor, ou estaremos perante um completo absurdo?

E não vejo nada nem ninguém a erguer-se contra isto, nem a protestar, nem tão-pouco a indignar-se.

Verifico o silêncio cúmplice dos portugueses perante afronta.

Perante isto tido fico cada vez mais espantado.

Vivemos num país de faz de conta, em que os luxos de uns são pagos com a miséria absoluta de muitos.

Ora, perante a passividade popular generalizada a que assisto, numa coisa eu estou completamente seguro: um povo que suporta este gozo descarado e os abusos deste tamanho escancarado e escandaloso dos seus governantes é decerto um povo ignóbil e reles.

Com o coração a sangrar digo e sinto: tenho vergonha de ser português!



publicado por Sérgio Passos às 19:29
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Segunda-feira, 16 de Agosto de 2010
Eles querem Portugal queimado.

A UE calcula que só neste ano, o custo económico directo dos incêndios, pelos danos na floresta, e o indirecto, no repovoamento florestal e na economia em geral, ascendem a 200 milhões de Euros. Ora, os meios aéreos para combater os fogos, mais um ano adiados, e reclamados há já quase 20 anos, de 6 canadairs e 10 helicópteros custariam aquela quantia. Agora sim, percebemos bem os burros que temos tido ao comando do Estado. Ou querem é mesmo deixar arder Portugal? Eu acho que sim.



publicado por Sérgio Passos às 21:25
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O Bloco de Esquerda e a salvação dos campos.

Agora é o Bloco de Esquerda que vem propor a criação de um "banco de terras. Propõem, para combater os fogos, que as terras ao abandono ou desmazeladas sejam integradas sob gestão pública. Dizem, para repovoar o interior e os meios rurais. Ouvimos bem? Vocês tão mesmo vê-los de "charros" na boca, de enxada ás costas e a caminho dos campos para cavar e semear? É só rir. Ou andam a fumar coisas estragadas? ahahahah



publicado por Sérgio Passos às 21:25
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Quinta-feira, 5 de Agosto de 2010
Crimes dos políticos são imprescritíveis.

Precisamos com urgência de uma nova Assembleia Constituinte, fundada no genuíno e profundo povo, onde assenta a legitimidade de todo e qualquer poder. Mas caso os políticos e os demais que possuíram e desgovernaram a coisa pública nos últimos 36 anos não saiam a bem do poder, vão sair a mal, pela força e com violência, se necessário for. A próxima revolução não vai ser com flores. Não vai não. Vai ser uma revolução à séria, em que muitos vão ter que pagar com o justo preço e na cor adequada as iniquidades por eles cometidas. E toda a riqueza acumulada nestes anos todos por esses corruptos terá que ser devolvida ao Povo e ao Estado português.



publicado por Sérgio Passos às 19:15
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