Ideias e poesias, por mim próprio.

Domingo, 4 de Janeiro de 2015
Primeiro-Ministros ou criminosos?

José Sócrates invocou a condição de antigo primeiro-ministro para pedir a nulidade das escutas dos atos suspeitos de corrupção por, a terem sido praticados, ficam sob a alçada da qualidade especial de chefe de governo e, comitantemente, o que não foi no presente processo criminal, não ter sido pedida a autorização ao Presidente do Supremo Tribunal de Justiça para realizar tais escutas.

Mas isto é a pura hipocrisia ao serviço da política, mas bem revelador do tipo de regime político em que vivemos e a qualidade dos seus principais atores.

Está visto, como eu sempre pensei, a posição de Governante neste país confere a imunidade a criminosos!

Podemos assim constatar que não vivemos sob uma democracia, o que istop revela é que vivemos sob um regime nepotista e fascista governado por seitas de criminosos da pior espécie!

 

sócrates2.jpg

 

 

 



publicado por Sérgio Passos às 18:18
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Segunda-feira, 29 de Dezembro de 2014
Personalidade portuguesa do ano 2014: José Sócrates.

Pela primeira vez, decidi eleger a personalidade portuguesa do ano.

Para o ano que agora está a terminar, tomando em atenção a fenómeno mediático em que se transformou a prisão de um ex-primeiro ministro português, José Sócrates, entendi eleger uma personalidade em função da atenção popular despertada.

Nunca tal se havia visto em Portugal, uma das mais altas figuras do Estado e um destacado político a contas com a Justiça e logo enviado para a prisão.

José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa, como foi tratado pelo juiz de instrução Carlos Alexandre que o remeteu à prisão preventiva, José Sócrates para o portugueses, nome político de "guerra", esse mesmo, o ex-secretário geral do Partido Socialista, o primeiro líder político que deu uma maioria absoluta ao PS, voltou assim, embora de maneira aziada e desastrada, à fama em 2014 pelos piores motivos.

Preso preventivamente à ordem do processo judicial que investiga a sua súbita e mal explicada riqueza, com muitas suspeitas de proveniência ilícita de corrupção, José Sócrates vai terminar o ano de 2014 envolto na enorme paixão que desperta e sempre despertou tanto entre os inúmeros que o odeiam como os  muitos que o idolatram, e são mesmo muito poucos aqueles que o ignoram.

Apesar de se encontrar a contas com a Justiça portuguesa, José Sócrates, não podia, justamente ...diga-se, ame-se ou não a sua pessoa e a figura que representa, pelo destaque que (re)conquistou no espaço público em Portugal, deixar de merecer o primeiríssimo lugar nesta particular escolha.

 

jose socrates.png

(José Sócrates levado pelos inspetores da PJ a caminho da prisão preventiva que cumpre atualmente no Estabelecimento Prisional de Évora)



publicado por Sérgio Passos às 23:46
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Terça-feira, 16 de Dezembro de 2014
José Sócrates pode dar entrevistas em prisão preventiva?

José Sócrates está privado ilegalmente do seu direito constitucional de liberdade de expressão? Mas, pode ele dar entrevistas a partir da prisão?

Ora vejamos o que diz a lei:

Código da Execução das Penas e Medidas Privativas da Liberdade
Lei n.º 115/2009, de 12/10
 Artigo 75.º
Contactos com órgãos de comunicação social
1 - ...
2 - Os órgãos de comunicação social podem igualmente ser autorizados a realizar entrevistas a reclusos, com o consentimento esclarecido e expresso deste, quando tal não prejudique a sua reinserção social nem ponha em causa a disciplina, ordem ou segurança no estabelecimento prisional, as finalidades da prisão preventiva, a privacidade ou a segurança de terceiros.
3 - Na decisão prevista no número anterior são especialmente ponderados os riscos de estigmatização do recluso decorrente da sua excessiva exposição mediática, de impacte negativo sobre a vítima ou familiares desta, de violação da privacidade de terceiros e de desvalorização da conduta delituosa e das suas consequências.
4 - A decisão prevista no n.º 2 é da competência do director-geral dos Serviços Prisionais, podendo ser impugnada pelo recluso perante o tribunal de execução das penas.
5 - Tratando-se de recluso preventivo, a autorização da entrevista depende ainda da não oposição do tribunal à ordem do qual o recluso cumpre prisão preventiva, com base na ponderação do prejuízo da entrevista para as finalidades da prisão preventiva. 
...

(Lei aprovada aprovada com os votos favoráveis do PS (com José Sócrates a 1.º Ministro) e BE, abstenção do PSD, PCP; PEV, e contra CDS-PP)

prisaoevora.jpg

 



publicado por Sérgio Passos às 15:28
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Sábado, 2 de Agosto de 2014
A injustiça segundo José Sócrates.
Na última entrevista de José Sócrates na RTP, a propósito da notícia da Revista "Sábado" sobre o seu alegado envolvimento com o branqueamento de capitais e fugas ao Fisco, o próprio respondeu ao entrevistados José Rodrigues dos Santos que a "ser verdade isso seria uma injustiça".
Tenho pensado nesta expressão e fico a meditar sobre esta expressão enigmática e o que queria dizer com ela José Sócrates: foi um mero lapsus linguae? a memória a atraiçoa-lo? uma expressão idiomática e com longo alcance? Uma tirada filosófica socrática? a antecipação do próprio do fim que vem aí? um presságio, ou um pressentimento? ...
Aguardemos então pelos próximos tempos e logo se poderá perceber melhor o real significado de mais uma tirada socrática!



publicado por Sérgio Passos às 11:48
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Segunda-feira, 7 de Abril de 2014
A prudência do trambiqueiro.

Um conhecido trambiqueiro nacional, que até já foi primeiro-ministro, o que é uma excelsa qualidade indispensável na república partidocrática para se chegar a tamanha honraria político, sim porque não vai para lá quem é inteligente ou dotado, esta funesta pessoa que fez negócios com todos e mais alguns com os mais ardilosos objetivos, tendo negociado em nome do país até que a sua mãe pensionista de mera sobrevivência apareceu rica com contas milionárias em offshores, veio agora, na sua conhecida capacidade de mentiroso e aldrabão, mas sempre querendo levar a melhor, sempre tentando enganar os portugueses, lançar mais uma das suas verborreias.

Disse o fulano: "o pedido de resgate financeiro em 2011 só aconteceu por "prudência".

Nada que se assemelhe a resgate, ou salvação, de uma bancarrota nacional.

Eufemismos meus senhores, porque o rei vai nu.

E pinócrates dixit!

 



publicado por Sérgio Passos às 18:48
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Quinta-feira, 13 de Fevereiro de 2014
Pinócrates, o extraterrestre.
José Sócrates verbera o neoliberalismo e diz que foi o Estado Social que libertou o indivíduo.
Se qualquer um de nós fosse extraterrestre, muito provavelmente, não saberia que foi ele em Portugal, em apenas 6 anos de Governo, de 2004 a 2011, quem mais negócios fez com o grande capital e as grandes empresas e mais colocou em causa o Estado Social em Portugal com os gravosos empréstimos e o enorme endividamento público, que tanto o asfixiam e ameaçam destruir.
Ou será que este efabulador compulsivo foi abdutado e vive noutro planeta, que não o nosso, e pensa que está a falar para marcianos?



publicado por Sérgio Passos às 20:08
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Terça-feira, 21 de Janeiro de 2014
Vale do Tua: a Edp e a mais escandalosa Parceria Público Privada do Estado Português!

A prova de facto, com provas materiais e financeiras em como o Estado, à data de então do Governo de José Sócrates, firmou em Janeiro de 2011 um contrato com a EDP, ruinoso para o Estado Português e altamente lesivo para os contribuintes portugueses, que só servirá para enriquecer ainda mais os seus acionistas privados e os seus gestores e executivos, ao invés criando enormes dívidas para o Estado Português e encarecendo ainda mais o preço de eletricidade em Portugal.

Querem mais e melhores provas do qualidade do corrupto Governo de Portugal chefiado por José Sócrates?

 

     

 

   

 



publicado por Sérgio Passos às 16:52
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Domingo, 20 de Outubro de 2013
A cleptocracia segundo José Sócrates.

É exatamente este tipo de fulanos que nos comprovam em Portugal não vivermos numa democracia.

Uma cleptocracia, certamente!

 



publicado por Sérgio Passos às 12:05
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Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2011
A responsabilidade pessoal e solidária dos políticos e governantes portugueses dos últimos 20 anos pela actual dívida externa.

Abram os olhos e aprendam com uma lição sábia da recente História de Portugal que nos ensina como responsabilizar os políticos e os corruptos portugueses pela impagável e criminosa actual Dívida Externa Portuguesa:

1828-1834: A fatura do "miguelismo".

Com o enterro de D. João VI em 1826, abre-se uma crise de sucessão que desaguou numa guerra civil entre liberais constitucionalistas e conservadores miguelistas que se agrupavam em torno da viúva Carlota Joaquina e do filho Miguel Maria.
O apoio geopolítico vinha do chanceler austríaco Metternich, então o chefe de uma Santa Aliança europeia, uma coligação fundada pela Prússia, Rússia e Áustria contra o liberalismo, e que teria a oposição dos ingleses e dos americanos.
Miguel governaria entre 1828 e 1834 e precisou de um empréstimo, que ficou conhecido nos meios financeiros internacionais como "empréstimo de Dom Miguel".
No meio da guerra civil, Miguel negociou em 1832 um empréstimo de 40 milhões de francos junto dos banqueiros parisienses Outrequin & Jauge, com um juro de 5% com uma maturidade generosa a 32 anos.
Apesar dos riscos envolvidos, os banqueiros franceses conseguiram que estes títulos fossem admitidos para cotação na Bolsa de Paris, onde, aliás, se mantiveram até 1837.
"Os credores internacionais que emprestaram ao governo de D. Miguel sabiam que estavam a apostar num governo com a possibilidade de cair. Sabiam que corriam um grande risco.
Foi um empréstimo político", sublinha Pedro Lains, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, e editor da "História Económica de Portugal".
Os juros e a amortização ainda foram pagas até setembro de 1833.
Depois, derrotado Miguel, o empréstimo viria a ser renegado pelos liberais e depois pelo governo de Dona Maria da Glória, sobrinha de Miguel.
O empréstimo não foi considerado legítimo.
Eram contas do tio que, entretanto, fugira para a Alemanha.

Que o fossem cobrar à Baviera, onde ele morreria.
O assunto passou, assim, a contencioso.
Os credores franceses organizaram-se em comité em 1840 e várias manobras diplomáticas continuaram pelas décadas seguintes a ver se conseguiam reaver pelo menos 2,5 milhões de francos, cujos papéis comprovativos consta que se encontravam no Tesouro em Lisboa.

 

Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/o-bau-das-bancarrotas

 

Lido isto, pergunta-se: em vez de andarmos a pagar o que a esmagadora maioria de nós não deve, o que fazemos com imenso sofrimento e dor enquanto os Sócrates, Cavacos, Guterres, Durões, Santanas, Varas, Loureiros, Oliveiras e outros que tais que se abotoaram com o dinheiro da escandalosa e corrupta dívida externa e vivem no "bem bom", porque não corremos é com estes malandros para fora das nossas fronteiras e dizemos aos credores internacionais que vão cobrar a esses malandros o dinheiro que eles nos roubaram???

Não será então tempo do Povo português abrir os olhos e responsabilizar efectivamente aquela malandragem, tal como fez o Rei D. Pedro ao Rei D. Miguel "o renegado"?



publicado por Sérgio Passos às 16:08
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Quinta-feira, 8 de Dezembro de 2011
Para quando a justa Justiça para José Sócrates?

As declarações de José Sócrates em Paris, a partir da sua Universidade em faz actualmente as suas férias douradas, a propósito e defendendo o não pagamento da dívida pública portuguesa é de molde, a mim, a lembrar-me também é que este fulano, rodeado de luxo e conforto, continue a viver sossegada e ufanamente e ainda tem direito a gozar com a miséria em que deixou os portugueses.
Só posso mesmo concluir que a máxima regra política vigente em Portugal seja a de que qualquer bandido com os amigos certos, pode até viver com a maior das impunidades.



publicado por Sérgio Passos às 23:28
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