Ideias e poesias, por mim próprio.

Sexta-feira, 10 de Outubro de 2014
O Estado Português na mão dos oligarcas.

O regime político português, quer o Estado Central, Descentralizado ou nas Autarquias, e até mesmo nos Órgãos de Soberania, possui uma vincada natureza autocrática e despótica: muitos ministros, autarcas, dirigentes, gestores ou agentes públicos para calarem e eliminarem os cidadãos que ousam fazer criticas ou denuncias públicas por atos corrupção, incompetência, mau governo e ou abuso de poder, retaliando persecutoriamente contra estas pessoas, por meio do uso e abuso criminoso dos poderes públicos legais, ou do erário público, para tanto lançando mão de atos persecutórios ao nível dos concursos, das contratações, nos licenciamentos, nos pagamentos, etc. etc., assim prejudicando pelas mais diversas formas os profissionais, empresas ou cidadãos e até mesmo as difamando.

Do que se tratam e são estes indivíduos, afinal, mais não são do que oligarcas.

Ou seja, os políticos para se manterem a todo e qualquer custo nas cadeiras do poder, usam o próprio poider político para atacarem os seus concidadãos.

Os partidos políticos, os agentes políticos e muitos titulares de cargos políticos usam os poderes e os meios públicos para atacarem e destruírem as pessoas que lhes façam frente.

Qual democracia qual quê, Portugal desceu já abaixo de uma República rameira e, despudoradamente, encontra-se ao serviço de reles criminosos e bandoleiros.

Bandidos, tenham vergonha, também há de chegar a vossa hora de serem justiçados!


 

oligarcas.png

 



publicado por Sérgio Passos às 11:00
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Segunda-feira, 15 de Setembro de 2014
Já é legal o terrorismo em Portugal?

Os já conhecidos e identificados jihadistas portugueses que lutam, matam, deflagram atentados bombistas, torturam e degolam seres humanos na Síria e no Iraque podem, segundo as autoridades policiais portuguesas, voltar tranquilamente a Portugal, entrar e sair livremente do território nacional, e sem que haja uma lei antiterrorista suficiente com que estas mesmas autoridades os possam deter, investigar ou julgar à luz das leis e dos tratados internacionais, nomeadamente pela prática, colaboração ou instigação de atos criminosos contra a Humanidade, terrorrismo, assassínios e matanças em massa, etc., praticados naqueles países estrangeiros.
Vamos a lá a ver que, segundo o douto entendimento das autoridades policiais, criminais e judiciais portuguesas, podem assim circular livremente em Portugal conhecidos criminosos e terroristas internacionais!
Esta nacional estupidez é de bradar aos céus, senhores!

O que eu posso dizer é que nas autoridades públicas portuguesas, a começar pelos legisladores, a terminar nas polícias portuguesas, campeia a cobardia e a negligência colaborante com todo o pior tipo de criminosos e bandidos.
Ora, ora... mais uma vez, isto e tudo o mais que conhecemos ser possível nesta pocilga lusitana, me leva a dizer que Portugal está convertida em terra de crime e de criminosos.
Valha-nos Deus, porque Portugal está já em situação pior do que o denominado farwest, onde pistoleiros e bandoleiros podem circular livremente, sem que a segurança, a lei e a ordem se façam aplicar.
Também é verdade que se torna muito perigosos eu estar a escrever este artigo, mas não há como evitar o meu escândalo perante esta nacional república das bananas, em que as autoridades e entidades do Estado, que deviam defender a segurança, a ordem e a tranquilidade públicas, afinal convivem cúmplice e alegremente com bandidos, criminosos e escroques da pior espécie!

Portugal está mesmo convertido num país da pior espécie e as autoridades públicas só podem merecer a denominação de bandoleiros e cangalheiros!

 

 

 

(Uma imagem retirada do vídeo divulgado terça-feira passada mostrando o repórter norte-americano James Foley momentos antes de ser executado pelos jihadistas do EI)



publicado por Sérgio Passos às 18:23
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Terça-feira, 26 de Agosto de 2014
Passos Coelho, um chefe de quadrilha.
O Padre António Vieira no "Sermão do Bom Ladrão" já nos avisava das quadrilhas de ladrões que vivem do Estado de Portugal.
Ora digam lá, à luz do presente, então se ele tinha ou não razão: os juros da dívida pública portuguesa há vário meses sucessivos têm vindo a baixar, mesmo com os sucessivos e enormes aumentos de impostos, mas ...a despesa do Estado Português, ao invés, tem vindo sucessivamente, e cada vez mais, a aumentar.
Isto é simples de perceber, é a lógica das quadrilhas dos ladrões do Estado: quanto mais dispõem à sua mão de "semear" mais roubam!

"O sermão do bom ladrão" do Padre António Vieira: http://www.literaturabrasileira.ufsc.br/documentos/?action=download&id=28740



publicado por Sérgio Passos às 20:54
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Quarta-feira, 13 de Agosto de 2014
A corrupção em Portugal: a sua interpretação.
"O crime de corrupção acontece normalmente quando um político, funcionário público realiza traição para obter proveito pessoal, omite o dever de assistir, protela por tempo indeterminado, ou abandona astuciosamente a assistência, ou recusa a atribuição do direito, através de falsidade ou qualquer outra forma astuciosas, de forma a obrigar o cidadão a oferecer-lhe vantagem patrimonial ou não-patrimonial, aproveitando a sua posição e os apoios ou direitos a atribuir e aproveitando sobretudo a necessidade de quem procura a Administração. A corrupção é promovida pelo próprio Estado porque os políticos e os funcionários vêm nela um modo de fazer renda fácil e rapidamente, mudando depois de cargo ou demitindo-se para ir trabalhar para o estrangeiro ou numa empresa, depois de realizar uma grande renda. Em países como Portugal a corrupção tem sido um crime promovido e protegido pelos tribunais, de várias maneiras, sendo que em grande parte os magistrados do Ministério Público e os Juízes são da família congénita e/ou política dos funcionários públicos e dos advogados, porque a sociedade é indivisível. Por conseguinte, para promover a corrupção apenas no meio político e repartições do Estado, acontece o seguinte: a) Não se considera crime os actos preparatórios (artigo 21º, do CP), o que pode incluir as causas do crime ou a autoria, muito embora sejam as causas do facto ou a idealização e a promoção os crimes maiores e principais na realidade. Se as causas forem omissas e não tidas como crime o crime é imediatamente promovido a direito. O objectivo é proteger o autor político de actos de crime que, sendo cometido por funcionário, é sempre violento em razão da sua abrangência e difusão em pirâmide; b) O Código Penal português define o crime de corrupção com o objectivo de responsabilizar as duas partes, ou seja, de forma a proteger as duas partes que conhecem o meio (designadamente o funcionário e outro familiar seu, ou amigo, ou o superior hierárquico, podendo terem tudo combinado antecipadamente); c) Por outro lado o Estado promove a corrupção em larga escala ao não separar o objectivo da decisão, já que em Portugal a mesma entidade recebe, analisa, decide e paga os apoios sociais e às associações, permitindo também, inconstitucionalmente, realizar transferências das Câmaras Municipais quer para as esquadras de polícia e quer para atribuir apoios financeiros individuais, que vão parar sobretudo aos familiares mais próximos dos presidentes e vereadores. Ou seja, os cidadãos não têm acesso a nada e vai-se alargando o fosso da desigualdade de oportunidades. Para além disso, quando se reclama, é sempre para a entidade que produziu o erro usando-se a reclamação como forma de motivar o cidadão a procurar a Administração como se fosse a forma de garantir os direitos. Daqui deriva a usura contra a população e a economia paralela (fora da economia informal gerada nas transacções da relação social), a desigualdade e a pobreza, pois, para que sobre renda, de modo a trocá-la entre famílias de funcionários, estes recusam quase sempre o concurso aos apoios, ou a programas de investimento através de meios astuciosos, ou pelo menos tentam sempre minimizar a cedência de direitos, ou falsificar documentos e a interpretação das leis, muitas vezes esses direitos são essenciais de modo a não criar o vício de estagnação da vida da pessoa em causa. Para além disso quem não conhece o meio e a forma de fazer a corrupção jamais poderá ter acesso a direitos em Portugal."

por @Miguel Vieira

Do sítio "apodrecetuga" uma lista de escandalosos casos de corrupção que assolam Portugal:

http://apodrecetuga.blogspot.pt/p/dos-crimes-de-corrupcao.html#.U-tGF2K9KSO



publicado por Sérgio Passos às 11:59
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Segunda-feira, 11 de Agosto de 2014
Privatizar empresas estatais é o pior inimigo dos partidos políticos portugueses.
Na política não há escolhas inocentes, nem ideologias sem proveitos egoístas!
No raciocínio de António Costa de se manter a TAP nas mãos do Estado, para além de uma lógica natural da manutenção do despesismo financeiro público e do amiguismo de Estado com o fito da nomeação político-partidária dos seus boys e girls, há sempre o proveito dos negócios públicos com vista ao seu enriquecimento pessoal e dos grupos de amigos que o rodeiam.
Todos os partidos políticos, centrais sindicais e agiotas do sindicalismo há 40 anos bem sabem da evidente natureza e dos fins para o que serve e tem servido o Estado, e António Costa limita-se a dizer em público o que aqueles outros atores políticos pensam e desejam.
No dia em que não houverem empresas públicas a partidocracia extingue-se por ausência de negócios na política!
É evidente, Costa!



publicado por Sérgio Passos às 13:41
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Sábado, 21 de Junho de 2014
Santa Casa para quem?
É totalmente falsa a notícia de que um português ganhou o prémio de € 24.974.879,00 no sorteio do euromilhões no dia de ontem.
Descontados de 20% de imposto de selo para alimentar o Estado parasita e ladrão, ou sejam € 4.994.975,80, o apostador português só vai receber a quantia de € 19.979.903,20.



publicado por Sérgio Passos às 11:35
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Domingo, 23 de Março de 2014
O problema é as empresas públicas, estúpido.
O velho conceito de que as empresas existem para ser sustentáveis ou dar lucros, no Estado isso não funciona, não se aplica e não se ambiciona.
O prejuízo é tão digno de prémios como o lucro, a má gestão garante cargos de chefia e de topo, a gestão criminosa é impune, o endividamento é apenas um procedimento normal a manter, parasitar é a razão da sua existência.
Esbanjar dinheiro público é tão somente a essência que as move.
A corrupção é a sua mais elevada meta a atingir, sendo mesmo digna de medalhas, comendas e honrarias públicas.
Muitas empresas públicas apresentam prejuízos elevados, mas, no entanto os seus gestores são premiados pela má gestão, com salários muito acima dos gestores privado que dão lucro.
Os gestores públicos, quaisquer que sejam os prejuízos, são premiados com aumentos, bónus e muitas regalias inerentes.
As empresas públicas não tem metas para atingir o lucro ou a poupança, têm metas de endividamento, podem desorganizar-se, esbanjar comprar muitos e muitos carros, podem endividar-se.e até ultrapassar todos os limites de endividamento.
As empresas públicas não se explicam, não são racionais, ...são fontes de inesgotáveis défices e dívidas
Nas empresas públicas, não há como espantar, apenas se constata!



publicado por Sérgio Passos às 14:46
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Sábado, 22 de Março de 2014
A morte é uma indeterminação, segundo o Estado Português.



publicado por Sérgio Passos às 14:51
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Terça-feira, 18 de Março de 2014
OCDE acusa Estado Português de beneficiar os ricos e aumentar a pobreza.

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) veio agora dizer que o Estado Português está ao serviço dos mais ricos, em detrimento dos desfavorecidos e dos mais pobres, e que está a contribuir para o aumento da pobreza em Portugal.

Eis mais uma prova do que tem sido a minha repetida denúncia e a razão da minha incessante acusação: o corrupto Estado Português agrava as desigualdades, beneficia os ricos e os privilegiados, e empobrece ainda mais os pobres.

O relatório da OCDE nota que as desigualdades em Portugal se mantêm entre as mais elevadas da Europa e que os 30% com maior rendimento recebem mais transferências em dinheiro – incluindo pensões – do que os 30% com menor rendimento.

Diz ainda que os jovens que não estão a trabalhar, a estudar ou em formação é de 15,3%, é superior à taxa média dos 33 países que pertencem à organização: 12,6%.

Pior que esta realidade só mesmo a Turquia e o México!

Afinal, onde é que está mesmo a democracia em Portugal?

Ora, a democracia em Portugal é uma treta, uma fraude e uma mentira pegada.

Os portugueses, em geral, têm de abrir a pestana, porque nós seremos os próximos pobres e sem-abrigo!

 

 

Relatorio em inglês: http://www.oecd.org/portugal/OECD-SocietyAtaGlance2014-Highlights-Portugal.pdf

 

 



publicado por Sérgio Passos às 11:56
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Domingo, 23 de Fevereiro de 2014
Fisco português multou um morto por falta de entrega de declaração de IRS.

Esta história é mesmo real, como aqui documentamos.

O Fisco português resolveu aplicar uma coima a um cidadão português falecido em 1999, por este não ter entregue em 2012, no ano passado, ou seja, 13 anos depois de morrer, a sua declaração de IRS!

Pasme-se, isto é mesmo verdade!

Para que não haja dúvidas, esta pessoa foi  e está oficialmente participada e documentada como morta ao próprio Fisco desde o mesmo ano de 1999, do que esses serviços oficiais são conhecedoras e estão devidamente documentados.

Lembramos que a morte, para todos os devidos e legais efeitos fiscais, nomeadamente a Lei Geral Tributária, extingue as obrigações tributárias pessoais dos contribuintes e jamais, o que é causa da sua automática extinção, permite a aplicação de uma coima.

Mas, pelos vistos, a atual avidez de impostos do Estado Português é tanta que já nem os mortos escapam da exigência de entregarem a sua própria declaração de IRS e também de pagarem impostos!

Enfim... só fica a dúvida qual a profissão que o morto, segundo este mesmo Fisco, deverá declarar na sua próxima declaração de IRS relativa ao ano de 2013: "fabricante de tijolos"?

 

Abaixo deixamos as cópias dos documentos oficiais da coima aplicada pelo Fisco, da liquidação oficiosa de imposto em substituição da faltosa e, para que se prove, da certidão de óbito da pessoa em causa.

 

IMPORTANTE: rasuramos alguns elementos e dizeres nos 3 documentos em causa relativos ao falecido, o que fizemos em seu respeito e à sua família.

 

 

 

 

 

 



publicado por Sérgio Passos às 21:31
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