Ideias e poesias, por mim próprio.

Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2015
Para Portugal: "Podemos" e mais esquerdismo à Siryza, ou antes a liberdade?

Tenho escrito e intervindo muito, de acordo com as minhas modestas capacidades e forças, denunciando este sistema político corrupto e criminoso que vigora em Portugal.
Eu não tenho dúvidas: este regime e os partidos políticos governam e exercem os seus poderes, regalias e direitos contra o povo português.
São partidos, desde o PCP até ao CDS/PP, passando pelo BE e PSD, de formação e conteúdo fascista e esquerdista.
Estes partidos políticos atuam e exercem as suas prerrogativas na consciência e na conviccção que Portugal é uma sua quinta privada e, a seu bel-prazer, a retalham entre si.
O CDS/PP, o PSD e o PS vivem para traficar corrupção entre o Estado e as empresas privadas e o PCP e a demais esquerdalhada vivem para o grevismo sindical, a destruição das empresas públicas e da economia nacional.
Todos eles têm um fito em comum: aumentar o seu poder e a sua riqueza material.
Enquanto, e até que, não nos livremos desta partidocracia nefasta e maldosa e a seguir se entregue o poder ao povo, através do sistema de eleição dos deputados por meio dos círculos uninominais, o julgamento judicial pelo método do júri, o reforço da democracia direta, o referendo popular, as iniciativas legislativas individual e coletiva, o orçamento participativo popular, e outras medidas democráticas e populares, jamais nos livraremos da corrupção político-partidária, do aumento do endividamento do Estado e público, do aumento dos impostos, da progressiva miséria, do aumento da pobreza e do desemprego, etc.,etc., enfim da ruína dos portugueses e de Portugal.
O regime político português vigente baseia-se e alimenta-se do endividamento público, da corrupção e do enriquecimento dos políticos, dos privilégios dos titulares de cargos políticos e dos partidos políticos, do tráfico de influências e do roubo do produto do dinheiro dos contribuintes a favor dos partidos políticos e dos seus chefes.
Os portugueses ou escolhem ser donos da sua liberdade, do seu destino e da sua felicidade, ou continuarão a ser esmagados por estes partidos políticos e pelas suas seitas e mafias que tudo fazem para roubar o produto do nosso trabalho e esforços e destruir Portugal.
Eu escolho ser livre!

 

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publicado por Sérgio Passos às 11:37
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Segunda-feira, 3 de Fevereiro de 2014
A esquerda gay.

A aprovação pela Assembleia da República, com os votos dos deputados do PSD, do referendo popular sobre adoção e da coadoção de crianças pelos casais homossexuais, veio mostrar, especialmente por parte do PS e do BE, uma esquerda abespinhada e intolerante.

As críticas contra a adoção e a coadoção pelos homossexuais são várias.

Nas uniões homossexuais estão ausentes tanto a dimensão conjugal, que representa a forma humana e ordenada das relações sexuais, como os elementos biológicos e antropológicos do matrimónio e da família, que lhes possam dar um fundamento racional. Estas uniões não têm a aptidão da maternidade ou da paternidade, e a própria conceção artificial pelos casais gays só mostra a sua inadequação.

Tais crianças crescerão com a ausência de uma figura masculina, ou de uma feminina, portanto, perante a falta da normal bipolaridade sexual, o que é prejudicial para o seu normal desenvolvimento humano e para a sua adaptação social, para além do estigma de serem criadas por homossexuais. A coadoção de crianças por casais gays é ainda mais perversa, quebra os laços da criança adotada, contra a sua vontade, à sua família natural e biológica (avós, irmãos, etc.).

Os casais homossexuais não possuem nem estabilidade, nem maturidade, tanto ao nível emocional como psicológico, para educarem crianças. Os casais homossexuais tenderão a defender a sua opção sexual perante as crianças e a estimulá-las a também a adotarem essa mesma opção sexual. A homossexualidade e a pedofilia são partes comuns do homossexualismo, estando apenas separadas por legais artifícios etários.

A adoção e a coadoção de crianças por gays violam o princípio da Convenção Internacional da ONU sobre os Direitos da Criança, segundo o qual, o interesse superior a tutelar é sempre o da criança, que é a parte mais fraca e indefesa.

A esquerda portuguesa gosta de falar como se fosse o oráculo do povo, mas detesta-o quando ele não lhe dá razão. Relembro os dois referendos sobre o aborto até à sua aprovação, que foram para esquerda bons referendos. Ora, a esquerda revela-se assim, do ponto de vista ético e político, desonesta e hipócrita. E se o Presidente Cavaco Silva vetar o referendo, nada haverá a espantar perante a sua conhecida incapacidade democrática.

Contudo, há que reconhecer, a esquerda portuguesa é hoje, profunda e convictamente, mais gay do que democrática.

 



publicado por Sérgio Passos às 15:15
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Quarta-feira, 22 de Janeiro de 2014
Defensores da Constituíção da República? Aonde?
A defesa que eles fazem da Constituição saída do 25 de Abril de 1974 é apenas a defesa dos seus privilégios, das suas mordomias e dos seus favores de Estado.
Ou, por acaso, ouviram-nos a indignarem-se contra a corrupção e a pedirem o julgamento dos seus autores implicados, ou contra os abusos e gastos supérfluos dos dinheiros públicos, ou exigirem que a lei e a Constituição se faça cumprir contra tantos outros conhecidos escândalos com o erário e os interesses públicos?
Não, o que eles querem é o" bem bom" para eles, já quanto aos portugueses comuns e anónimos o que lhe percebemos dizer é que se "amanhem com o pão que o diabo amassou".
Hipócritas!


publicado por Sérgio Passos às 09:04
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Domingo, 17 de Novembro de 2013
Mais um partido político e mais tachos.

Jã não bastava existirem mais de uma dúzia de partidos de esquerda em Portugal, desde o CDS/PP até ao PCP, passando pelo PSD, PPM, PS, BE, MAIS, MPT, Verdes, etc, agora, o euro-deputado Rui Tavares, ex-eleito pelo BE para o Parlamento Europeu, que vê acabar-se lhe o rico tacho em Estrasburgo, vem agora arranjar mais um partido esquerdista para ser chefe e viver à custa das subvenções do Estado. O Orçamento Geral de Estado fica a sustentar mais um partido político e os contribuintes têm de suportar mais um encargo com a partidocracia. Os políticos portugueses são uns tristes! Não sabem mesmo fazer nada de útil e precisam da política para sobreviverem, é o que é!

 

 



publicado por Sérgio Passos às 12:29
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Segunda-feira, 4 de Novembro de 2013
Ainda há a divisão entre esquerda e direita?

A minha resposta é sim, sem qualquer dúvida que ela não só existe, como ela está de facto e ideologicamente bem vincada.

A diferença fundamental entre a esquerda e a direita políticas e ideológicas não está nos grupos a que se associam, ou seja, se dos trabalhadores, no caso da esquerda, ou do capital, no caso da direita.

Verdadeiramente, enquanto a esquerda prefere diluir as diferenças individuais no anonimato do coletivo, a direita procura o desenvolvimento coletivo por meio do mérito do indivíduo.

Naturalmente, a esquerda é historicamente regressiva e propende para a mediocridade, já a direita encontra o futuro na liberdade e tende a buscar incessantemente o desenvolvimento.

 



publicado por Sérgio Passos às 10:14
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