Ideias e poesias, por mim próprio.

Sábado, 31 de Janeiro de 2015
O cambão do Estado Português.

No dia em que fecharem o cambão de Estado (empresas do Estado e Municipais), ou seja, acabando efetivamente com a fonte e a causa de corrupção e do despesismo de Estado, será possível terminar com os défices públicos, pagar a dívida upública, eliminar o endividamento público e poupar o dinheiro dos contribuintes produtivos e, em seu lugar, colocar empresas privadas que criem riqueza e mais valias para os portugueses e para Portugal. Até lá só os políticos e os partidos vão enriquecendo à custa aumento da miséria generalizada dos portugueses e o contínuo definhamento de Portugal!

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Dicionário da Priberam, significado de Cambão: substantivo masculino 1. Aparelho com que se liga uma segunda junta à do cabeçalho do carro. 2. Pau a que se ligam as bestas dianteiras na atafona, nora, etc. 3. Pau com gancho para apanhar fruta. = CAMBO, LADRA 4. Associação de indivíduos que se conluiam para comprar objectos nos leilões a baixo preço. 5. [Brasil] Junta de bois. adjectivo 6. Que é coxo ou trôpego. = CAMBAIO, CAMBO, ZAMBRO "cambão".



publicado por Sérgio Passos às 14:35
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Sexta-feira, 5 de Setembro de 2014
Roubalheira de Estado agrava-se em 2014!

O défice das contas públicas portuguesas, no final de 2014, deverá chegar aos 10% do PIB nacional, ou seja, ao escandaloso montante de 16,6 mil milhões de euros.
O aumento com as despesas de pessoal, os juros da dívida pública e a capitalização do Novo Banco vão dar a maior ajuda para este enorme agravamento.
Também, a dívida pública portuguesa que era já de 129,4% do PIB (204.252.341.733€), deverá atingir os 130,8% em 2014 (aproximadamente, 217.847.400.00€), e voltando a subir em 2015, atingindo os 131,8%, do PIB (aproximadamente, 226.600.000.00€).
Ora, o ano de 2014 traz novamente apenas o que já há muito conhecemos, nada de substancial mudou com o novo Governo, ou com a nova maioria político-partidária que o suporta na Assembleia da República.
Constata-se, uma vez mais, como se prova, a austeridade até agora só tem servido para sacrificar os contribuintes e aumentar a criminosa fortuna dos beneficiários do regime nacional-partidarista.
Até hoja a austeridade nunca foi aplicada aos partidos políticos, políticos e ex-políticos, ociosos, banqueiros, gestores públicos e demais parasitas nacionais, nunca as mordomias de Estado foram extintas.
Não há mesmo qualquer vergonha na alta política nacional!
Até que os partidos de esquerda, constituída por despesistas e corruptos, amigos de subsídios e intervencionismo estatal, que vão desde o PSD e seus colaboracionistas até ao PCP, continuem a governar em Portugal o problema  só terá a tendência de se agravar.
Só haverá solução em Portugal no dia em que o Estado, esse monstro inútil, caro e corrupto, for fechado!

 

 

 



publicado por Sérgio Passos às 14:19
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Sábado, 12 de Abril de 2014
Metro e Carris, ou os negócios da corrupção?

Privatização das empresas públicas Metro e Carris para quê, se os contribuintes podem pagar a conta? A Câmara Municipal de Lisboa ao querer para si a concessão destas duas empresas públicas quer apenas arranjar mais um negócio ruinoso para os contribuintes virem a pagar num futuro próximo! Sempre dá jeito aos políticos e gestores para mais corrupção e negociatas com os dinheiros públicos, e aos sindicatos para não fazerem nenhum. É o Portugalito no seu melhor! Ainda vamos ter saudades da Troika, porque estes governantes e autarcas corruptos tudo fazem para nos levar novamente à falência. Os dirigentes políticos, governativos, públicos estatais e sindicais em Portugal tem algo que os une e assemelha como se fossem um só: a esmagadora maioria deles nas suas vidas pessoais nunca tiveram de se sustentar pelos seus próprios mérito e esforço, tendo sempre, essencialmente, vivido e feito a fortuna à custa dos contribuintes ou das negociatas com os lugares e os dinheiros públicos! Como poderão alguma vez os governantes virem a alcançar o sucesso para os governados se na sua vida pessoal anterior foram ou um desastre de ruínas ou dívidas ou se nem sequer fizeram nada de produtivo e assim tendo sempre vivido à custa dos contribuintes? Serão os portugueses assim tão lerdos para votar e eleger tamanhos incompetentes? Como se já não bastassem centenas de milhares de milhões de euros de prejuízos, défices e de desperdício a Câmara de Lisboa quer arranjar mais uma novo buraco para os contribuintes. É claro que o Governo de Passos Coelho e Paulo Portas, dois grandes amigos de negociatas com dinheiros públicos, implicados em negócios e luvas suspeitas em resultados de tráficos de influências e corrupção não deverão opor-se a esta novo negócio entre o Estado e a Câmara de Lisboa.

 

 

 

 



publicado por Sérgio Passos às 14:30
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Domingo, 23 de Março de 2014
O problema é as empresas públicas, estúpido.
O velho conceito de que as empresas existem para ser sustentáveis ou dar lucros, no Estado isso não funciona, não se aplica e não se ambiciona.
O prejuízo é tão digno de prémios como o lucro, a má gestão garante cargos de chefia e de topo, a gestão criminosa é impune, o endividamento é apenas um procedimento normal a manter, parasitar é a razão da sua existência.
Esbanjar dinheiro público é tão somente a essência que as move.
A corrupção é a sua mais elevada meta a atingir, sendo mesmo digna de medalhas, comendas e honrarias públicas.
Muitas empresas públicas apresentam prejuízos elevados, mas, no entanto os seus gestores são premiados pela má gestão, com salários muito acima dos gestores privado que dão lucro.
Os gestores públicos, quaisquer que sejam os prejuízos, são premiados com aumentos, bónus e muitas regalias inerentes.
As empresas públicas não tem metas para atingir o lucro ou a poupança, têm metas de endividamento, podem desorganizar-se, esbanjar comprar muitos e muitos carros, podem endividar-se.e até ultrapassar todos os limites de endividamento.
As empresas públicas não se explicam, não são racionais, ...são fontes de inesgotáveis défices e dívidas
Nas empresas públicas, não há como espantar, apenas se constata!



publicado por Sérgio Passos às 14:46
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Segunda-feira, 2 de Dezembro de 2013
Estaleiros Navais da Incompetência Nacional.

Mas alguém em juízo perfeito pensará que estes governantes e políticos nos negócios do Estado Português "dão ponta sem nó"? Ou, como poderão explicar estes fulaninhos as suas vultuosas fortunas e a crescente ostentação de sinais de riqueza milhares de vezes superiores aos seus parcos e cada vez mais curtos salários oficiais? O processo da privatização dos Estaleiros de Viana do Castelo é apenas mais um, entre milhares de outros, casos suspeitos de negociatas muito mal explicadas, onde, certamente, também abundam inúmeros sinais de total incompetência dos decisores políticos. E as ligações promíscuas entre Ministros, Sociedades de Advogados e Gestores mercenários de ocasião apenas se limitam a revelar o óbvio das ligações perigosas que presidem aos processos negociais em causa. Os Estaleiros de Viana, como tantas outras, tais como a TAP, CP, Refer, Metros, etc., para além de mostrarem a péssima e enorme incompetência dos sucessivos governos na gestão das ineptas empresas públicas, põe também a nu o terrorismo político, económico e social dos demais atores envolvidos. Os sindicatos, os partidos políticos, os Governos Central e Regional, o Presidente da República, os Deputados e as Câmaras Municipais, em geral e em particular, são descarada e assumidamente agentes odientos e destrutivos que tudo fazem para destruírem e levarem Portugal ao charco. Onde é que está a justiça para punir estes tantos bandidos? É mesmo muita a pretensão a dos esquerdistas ao criticarem e quererem substituir os outros esquerdistas no governo das empresas públicas, julgando-se uns melhores do que os outros. Afinal, todos eles, só ainda não perceberam que a sua vaidade mostra-os exatamente iguais, porque e caso fossem melhores tudo fariam para se livrarem das causas da corrupção político e económica que está por detrás da sua gestão, ou seja, privatizando essas empresas públicas ruinosas. Mas, afinal de contas, o que todos eles querem é, como o povo diz sabiamente, mandar e mamar!

 

 



publicado por Sérgio Passos às 22:26
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Quarta-feira, 14 de Abril de 2010
Sociedades anónimas, pouco.

No caso do Sócrates e de muitos outros da laia dele, que infestam a altas instituições de imenso aparelho de Estado, das Empresas Públicas e demais Participadas e da inúmera classe política, basto-me com pequenas mas sábias e milenares lições de sabedoria popular: “diz-me com quem andas dir-te-ei quem és”.

Nunca a Ciência Política e a Justiça alguma vez terão ar suficientemente puro para explicar tão mundanas coisas.



publicado por Sérgio Passos às 00:53
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