Ideias e poesias, por mim próprio.
Sábado, 18 de Janeiro de 2014
Referendo, o sim ou o não?
O homossexualismo é uma escolha sexual que por via do livre direito da sua opção, naturalmente, abdicou da possibilidade de procriar, portanto não pode, nem deve adoptar ou coadoptar o que lhe é manifestamente estranho!
Nas uniões homossexuais estão totalmente ausentes os elementos biológicos e antropológicos do matrimónio e da família, que poderiam dar um fundamento racional ao reconhecimento legal dessas uniões.
Estas não se encontram em condição de garantir de modo adequado a procriação e a sobrevivência da espécie humana.
A eventual utilização dos meios postos à sua disposição pelas recentes descobertas no campo da fecundação artificial, além de comportar graves faltas de respeito à dignidade humana, não alteraria minimamente essa sua inadequação.
Nas uniões homossexuais está totalmente ausente a dimensão conjugal, que representa a forma humana e ordenada das relações sexuais.
Estas, de facto, são humanas, quando e enquanto exprimem e promovem a mútua ajuda dos sexos no matrimónio e se mantêm abertas à transmissão da vida.
Como a experiência confirma, a falta da bipolaridade sexual cria obstáculos ao desenvolvimento normal das crianças eventualmente inseridas no interior dessas uniões.
As crianças crescerão com a ausência ou de uma figura masculina, ou de uma figura feminina, o que será prejudicial para o seu desenvolvimento.
Falta-lhes, de facto, tanto a experiência, como a aptidão para tanto, da maternidade ou paternidade.
Inserir crianças nas uniões homossexuais através da adopção significa, na realidade, praticar a violência sobre essas crianças, no sentido que se aproveita do seu estado de fraqueza para introduzi-las em ambientes que não favorecem o seu pleno desenvolvimento humano.
E a coadoção de crianças por casais ainda é mais perversa, veja-se: caso uma criança venha a ser co-adoptada pelo outro par do casal, em caso da morte da sua mãe ou pai natural, ela perde legalmente os laços à sua família natural (avós, irmãos, etc.) e, até mesmo contra a sua vontade, nunca mais poderá, pelo menos enquanto for menor, recuperar essa sua ligação natural, filial e legal à anterior família do seu anterior progenitor.
Sem esquecer que as crianças criadas dentro de famílias homossexuais estarão sempre socialmente constrangidas, tendo maiores dificuldades na adaptação social, por causa do estigma que sofrerão, por serem criadas por homossexuais.
Os casais homossexuais não possuem nem estabilidade, nem maturidade, tanto ao nível emocional como psicológico, para educarem uma criança.
A co-adopção e adopção de crianças por homossexuais é sempre potencialmente negativa..
Obviamente que os casais homossexuais tenderão a defender a sua opção sexual perante as suas crianças e a estimulá-las a também a adotarem essa mesma opção sexual homossexual.
A homossexualidade dentro de um casal é condicionante da liberdade sexual das crianças inseridas dentro desse casal.
Não existe qualquer dúvida que uma tal prática seria gravemente imoral e pôr-se-ia em aberta contradição com o princípio reconhecido também pela Convenção internacional da ONU sobre os direitos da criança, segundo o qual, o interesse superior a tutelar é sempre o da criança, que é a parte mais fraca e indefesa.


publicado por Sérgio Passos às 20:02
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1 comentário:
De Viriato a 22 de Janeiro de 2014 às 09:12
http://youtu.be/-MK1q9fZjeI


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