Ideias e poesias, por mim próprio.
Segunda-feira, 27 de Janeiro de 2014
Não há crescimento económico sem natalidade.

A taxa de natalidade em Portugal em 2013 foi a mais baixa dos últimos 60 anos.

Em contrapartida, nos países que mais crescem na Europa e no mundo, como por exemplo a Suíça, que é o melhor local do mundo para o nascimento de crianças, o crescimento económico acompanha o crescimento populacional.

Não é por acaso que os países da Europa com menor número de nascimentos, como são os casos da Espanha, Portugal, Itália e Grécia, sejam, simultaneamente, os países europeus mais diminuídos e afetados no seu crescimento económico.

Chegando até mesmo ao ponto, o que é caso dos quatro referidos países, que o seu crescente défice na natalidade seja acompanhado do mesmo crescente défice nos seus indicadores negativos de produto interno bruto.

Estes mesmos países, com particular destaque para Portugal, assistem também a uma maior emigração da sua população.

A agudização da situação económica portuguesa irá aumentar cada vez mais, não nascendo bebés igualmente não teremos quam para pagar as reformas, lá para 2050 vamos ter 30% da população com mais de 65 anos e deixaremos em definitivo de ser 10 milhões para estarmos a rondar os 8 Milhões.

A diminuição da natalidade tem um efeito multiplicador do atrofiamento económico presente e futuro, afetando imediatamente hoje o crescimento ecónómico e diminuindo ainda mais no futuro a situação de todos.

O Estado, caso esteja interessado verdadeira e conscientemente no crescimento económico, não só deverá promover medidas de apoio à natalidade, como terá que incentivar e premiar o seu crescimento e robustecimento, e, jamais, como tem feito até aqui, continuando a apoiar medidas contra a natalidade, nomeadamente as incentivadoras do aborto, do homossexualismo e da destruição familiar.

Tem de existir uma ação concertada, por parte do Estado e da sociedade em geral, em vários setores, para que haja uma estrutura ativa equilibrada da sociedade e que deverão passar essencialmente pela promoção da vida, da sua qualidade, do seu progresso e, muito em particular, o aumento em número da população.

A promoção de políticas de natalidade é assim essencial, mesmo decisivo, para o futuro de Portugal.

Sem o imediato, rápido e forte aumento da natalidade em Portugal jamais haverá no futuro, no médio e no longo prazos, um robusto, duradouro e consolidado crescimento económico.

Não haverá nunca um verdadeiro e real crescimento económico em Portugal, com condições reais de consolidação, incremento e progressividade, sem uma efetiva e real política de forte aumento natalidade.

Isto é óbvio!

E só não o conseguem ver quem não quiser ver, ou quem estiver comprometido com a destruição de Portugal.

 

 



publicado por Sérgio Passos às 23:20
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3 comentários:
De Duarte Oliveira Joaquim a 31 de Janeiro de 2014 às 22:41
ah a serio? mas pra isso há uma solução ideal ke é capax de agradar a muita gente.. OS MAIS RIKOS KE OS TENHAM.. XD


De Duarte Oliveira Joaquim a 31 de Janeiro de 2014 às 22:44
além de contribuir pro crescimento económico, também combate as desigualdades sociais entre pobres e rikos


De Duarte Oliveira Joaquim a 3 de Fevereiro de 2014 às 10:49
Tenho uma ideia para gerar mais emprego e tentar meter este país nos eixos, que pode resultar ou não, então é o seguinte: devido à crise económica em que vivemos no nosso país acho que as pessoas das classes mais altas deviam ter mais filhos enquanto as pessoas das classes mais baixas deviam ter menos filhos. Isto porquê, porque as pessoas das classes mais altas que não têm tanto tempo como deviam ter para passar com os seus filhos teriam de contratar pessoas das classes mais baixas para tomar conta dos mesmos, visto que as pessoas das classes mais baixas não têm tantas possibilidades como as pessoas das classes mais altas para ter muitos filhos, já para não falar que os filhos das classes mais altas são criados em berço de ouro e têm a vida feita, enquanto os filhos das classes mais baixas não têm tantas possibilidades e muitas vezes acabam por andar à deriva. Assim tinha que haver mais creches, infantários, ATLs tal como mais babysitters, educadore(a)s de infância, etc. E além disto poder vir a diminuir o desemprego em Portugal podiamos continuar a preservar a nossa cultura, história e tradição.

Se concordas dá um gosto e/ou partilha, se não, não faças nada, mas pelo menos apresenta uma ideia melhor


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