Ideias e poesias, por mim próprio.
Domingo, 1 de Dezembro de 2013
Paulo Morais "azedou"?

O Senhor Paulo Morais ao criticar o voluntariado e a bondade de dar sem olhar a quem do Banco Alimentar só pode mesmo andar azedo! Ou, como explicar o seu ataque a quem só se limita a apagar a fome a tantas dezenas de milhares de portugueses que não têm mais a quem recorrer, substituindo o Estado que falha e onde ninguém mais acode, senão ao Banco Alimentar Contra a Fome?! Qual o fundamento para criticar os pedidos de dádivas à porta dos supermercado? Aonde poderiam ser feitos os pedidos? Como poderiam as pessoas fazer dádivas sem que as comprassem? Ou, quem é só poderia fazer doações: só os produtores e os agricultores? Os portugueses deviam ser proibidos de dar os seus contributos e doações? Ou, preferirá ele que as crianças, os idosos e os famintos em geral, em nome da sua pureza ideológica morram de fome? Mas que raio lhe passou na cabeça? O Senhor Paulo Morais, tem de se acalmar, porque as suas reconhecidas e estimadas coragem e acutilância, servidas em excesso, como é este o caso, podem cegá-lo e mais não fazer do que o tornar totalmente insensível.

 



publicado por Sérgio Passos às 19:15
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2 comentários:
De Josué a 2 de Dezembro de 2013 às 06:31
Lamentável este comentário,que vai contra os princípios básicos do cristianismo puro! :(


De Manuel Moreira a 2 de Dezembro de 2013 às 10:17
Confesso que não conheço as declarações de Paulo Morais relativa a este tema, mas há um aspecto neste tipo de campanhas que dá que pensar.
Foi anunciado que o Banco Alimentar recolheu cerca de 2500 toneladas de alimentos. Fazendo uma média de custo de 1€ por quilo, dá a módica quantia de 1 milhão e meio de euros o que significará cerca de 400 mil euros para as lojas (quase na totalidade grandes superfícies), e um mínimo de 200 mil euros para o estado.
Sem pôr em causa o mérito do Banco Alimentar, coloca-se a questão: estamos a ajudar quem?
Para já demos um bom subsídio de natal à Sonae e à Jerónimo Martins.
As compras de alimentos para estas iniciativas não deveriam ser feitas em separado, sujeitas a uma redução de lucro por parte das lojas e isentadas de imposto?


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