Ideias e poesias, por mim próprio.
Segunda-feira, 31 de Março de 2014
Défice de 4,9% nas contas públicas, ou apenas excesso de incompetência?

Um défice de 4,9% nas conta de uma família portuguesa, atento o rendimento médio disponível estimado para 2013 de cerca de 30 mil euros, representa 1.500,00 €.
Se uma quaquerl família portuguesa chegasse ao fim do ano com um défice desta ordem de grandeza, de 4,9%, só podia por as mãos à cabeça e, perante um tal prejuízo, logo se colocaria perante uma enorme aflição, vendo as consequências de poder ver o seu salário penhorado,a sua casa e o seu carro ameaçados, ou seja, perder os seus bens, quiçá estar perante a eminência de caminhar para a falência e ir viver para o meio da rua.
O défice de 4,9% das contas do Estado Português, tomando-se em conta a despesa total do Estado em 2013 de 145.950 mil milhões de euros (mm€), representa um saldo negativo de 7.151,5 mm€.
Este valor é sensivelmente igual ao custo dos juros da dívida pública (7.276 mm€), é pouco menos do que o orçamento para a Solidariedade e Segurança Social (8.871 mm€), é quase tanto com o orçamento da Saúde (7.841 mm€), é mais do que o orçamento da Educação (6.537 mm€), ou é quase tanto como 4,5 salários de toda a função pública (7.425 mm€).
Refira-se que as necessidades totais de financiamento do Estado Português em 2013 atingiram o valor astronómico de 183.700 mm€!
Perante este quadro negro, temos de concluir, o que fica provado à evidência, o défice de 4,9% é apenas resultado acumulado do excesso de incompetência do passado e do presente de 40 anos de cleptocracia e nepotismo partidário em Portugal.

 



publicado por Sérgio Passos às 17:20
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Domingo, 30 de Março de 2014
A verdade escondida do manifesto dos 74.

O que o manifesto dos 74 não tem a coragem de pedir:

1 - a criação de uma legislação de combate à corrupção e ao enriquecimento ilícito, de modo a responsabilizar civil e criminalmente os governantes autores pela dívida (e aqueles que fossem condenados judicialmente por atos e decisões de má gestão e endividamento supérfluo do país, ficariam com o seu património confiscado, sendo sentenciados a penas de prisão com penas de trabalhos forçados);

2 - a proibição constitucional todo e qualquer endividamento das entidades públicas, criminalização da má gestão pública e governativa com a responsabilização civil dos políticos, governantes e gestores públicos pelos seus atos danosos, com dolo ou negligência grave, em prejuízo do erário público e ou das empresas públicas;

3 - o fecho imediato e total de todas as empresas públicas deficitárias;

4 - a total e completa proibição de todas ligações político-empresariais de gestores, titulares cargos públicos e quaisquer outras pessoas com ligações ou interesses no Estado ou em qualquer entidade pública;

5 - um regime alargado, no tempo e nas características, de incompatibilidades entre titulares, presentes ou passados, de cargos públicos nos negócios com o Estado ou com qualquer ente público;

5 - a urgente, completa e exaustiva auditoria da dívida pública contraída desde 1974 até aos dias de hoje, com o subsequente julgamento de todos os políticos e governantes responsáveis pela sua criação.

 

Isto estas pessoas não têm a coragem e a ousadia de pedir em benefício de todos os portugueses, da transparência da vida pública e em ordem a clarificar a vida política e a situação nacionais.

O que o manifesto dos 74 pretende mais não é do que manter tudo na mesma para aligeirar as responsabilidades dos criminosos políticos e governantes que levaram os portugueses a esta situação.

 

Tenham mas é vergonha!

 



publicado por Sérgio Passos às 14:54
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Sábado, 29 de Março de 2014
Apenas 70 demagogos.
A dívida pública e a austeridade são as duas faces da mesma corrupção.
Está é a realidade, a diferença está entre quem tem e quem não tem a coragem de a denunciar.
Os autores da petição para a reestruturação da dívida pública são os mesmíssimos responsáveis pela sua criação e delapidação dos recursos públicos de Portugal nos últimos 40 anos.
Já exigirem medidas e legislação que responsabilizem a corrupção e punam os autores criminosos pelo roubo do erário público isso ele não pedem.
Tomara!
"Vira o disco e toca o mesmo."


publicado por Sérgio Passos às 19:56
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Sexta-feira, 28 de Março de 2014
Decreto da morte do Tribunal de Ansião.

Saiu ontem no Diário da República a publicação do Decreto-lei n.º 49/2014, de 27 de março, que regulamente a Lei n.º 62/2013, de 26 de agosto (Lei da Organização do Sistema Judiciário) e estabelece o regime aplicável à organização e funcionamento dos tribunais judiciais (ROFTJ).

Vem aí o fim de centenas de tribunais de comarca, são extintos mais de 200 tribunais, é o princípio do desemprego de muitos advogados, o distanciamento da justiça das populações e o advento da "justiça pelas próprias mãos".
É o caos que se anuncia!

Entre outros, segundo o artigo 82º, n.º 1, alíneas j) e k), do Decreto-Lei n.º 49/2014, de 27 de Março, são criadas duas secções de execução, uma em Pombal e outra em Alcobaça.

Entretanto, no Anexo I, Mapa III, ficamos a saber que a secção de Pombal fica "provisoriamente" instalada em Ansião.

Afinal, era esta a grande vitória dos interesses locais de que falava Rui Rocha, o senhor Presidente da Câmara Municipal de Ansião?
Certamente, tem de se dizer com justiça, é uma vitória de "Pirro"!

E, no final, o que sobra para Ansião deste novo mapa judicial é um guiché para atendimento de reclamações e queixas, chamado muito pomposamente "secção de proximidade".

O concelho de Ansião vai, económica, social e humanamente, morrendo lentamente e o poder político local "laranja", controlado pelo PSD desde há 40 anos, revela a sua total incapacidade para defender os interesses locais!

Este é um dia muito triste para as populações de Ansião, devemos estar de luto!

 

 



publicado por Sérgio Passos às 15:37
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Quinta-feira, 27 de Março de 2014
40 anos de regime partidocrático custaram aos portugueses 310 mil milhões de euros.

De 1974 a 2014, portanto 40 anos de regime partidocrático português, o Estado contraiu uma dívida pública de 198 mil milhões de euros (mm), alienou 490 toneladas de ouros das reservas nacionais (22 mm euros a custos atuais) e desfrutou de mais de 90 mm de euros vindos gratuitamente da União Europeia.

Somados, o regime partidocrático português custou aos portugueses, pelo menos, 310 mil milhões de euros.

E aqui não se conta tudo o que o país entretanto produziu durante estes anos todos para sustento da classe política parasita!

E os pobres e desgraçados dos contribuintes portugueses já tão castigados pelo Estado com impostos, taxas e custos, abandonados ao Deus dará com miséria, doença, fome e desemprego, agora veem-se bombardeados, a torto e a direito, com contraordenações, coimas, multas, execuções e custas.

A dívida pública pode e deve ser paga, como país honrado que devíamos ser, ao invés de andarmos a assobiar para o lado e continuarmos a proteger, em vez de os responsabilizar e punir pelo que fizeram, a seita político-partidária que, nos últimos 40 anos saqueou, desbaratou e destruiu Portugal, e, ainda hoje, continua impune e alegremente a fazê-lo.

 

A democracia é o Estado de Direito e a Justiça igual para todos.
Ora, é fácil de constatar que não há nenhuma democracia em Portugal.
Parem de enganar os portugueses!

 

Agora a moda parece estar na lotaria de automóveis pelo fisco.

É caso para se dizer que "com papas e bolos se enganam os tolos."
Assim vai o Estado Português entretendo e enganando os tugas enquanto lhes rouba com o assalto fiscal para sustentar a corrupção partidária.
Este povinho mete mesmo dó!

                    

Entretanto Teodora Cardoso, a Presidente do Conselho de Finanças Públicas, em participação nas jornadas parlamentares do PSD, em Viseu, propõe taxar imposto sobre os depósitos bancários através da conta bancária.

Ou seja, o que ela diz é "dá cá o teu dinheiro, toma lá mais impostos!"

Ficamos agora a saber que vai ser criado mais um Banco do Estado e que o seu presidente, para início de funções, vai começar a ganhar 13.500 € mensais.

Daqui por meia dúzia de anos certamente estará a ganhar milhões de euros anuais.

Ora, o  mal não está no facto do futuro presidente novo do Banco de Fomento estatal vir a ganhar 13.500 €.
O pior com um novo Banco do Estado é criarem um novo antro de futuro despesismo, de corrupção, de compadrio, de tachismo e de delapidação do erário público, para os contribuintes virem a pagar com o seu suor e sangue!


Ao fim destes anos todos, temos de constatar, o bloco PS/PSD/CDS até pode governar em São Bento e em Belém, mas o PCP e a demais esquerda governam no Estado e nas empresas públicas há 40 anos.

 

Após a saída formal da troika e do processo de supervisão estrangeira, Portugal ficou ultra endividado, problema que este regime político não consegue ser capaz de resolver, verdadeiramente nem sequer está interessado em resolver, o que sucede é que estamos a empobrecer diariamente a olhos vistos e assim Portugal vai definhando.

 

Até quanto vamos aceitar esta infelicidade deste regime partidocrático?

 

 



publicado por Sérgio Passos às 11:26
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Domingo, 23 de Março de 2014
O problema é as empresas públicas, estúpido.
O velho conceito de que as empresas existem para ser sustentáveis ou dar lucros, no Estado isso não funciona, não se aplica e não se ambiciona.
O prejuízo é tão digno de prémios como o lucro, a má gestão garante cargos de chefia e de topo, a gestão criminosa é impune, o endividamento é apenas um procedimento normal a manter, parasitar é a razão da sua existência.
Esbanjar dinheiro público é tão somente a essência que as move.
A corrupção é a sua mais elevada meta a atingir, sendo mesmo digna de medalhas, comendas e honrarias públicas.
Muitas empresas públicas apresentam prejuízos elevados, mas, no entanto os seus gestores são premiados pela má gestão, com salários muito acima dos gestores privado que dão lucro.
Os gestores públicos, quaisquer que sejam os prejuízos, são premiados com aumentos, bónus e muitas regalias inerentes.
As empresas públicas não tem metas para atingir o lucro ou a poupança, têm metas de endividamento, podem desorganizar-se, esbanjar comprar muitos e muitos carros, podem endividar-se.e até ultrapassar todos os limites de endividamento.
As empresas públicas não se explicam, não são racionais, ...são fontes de inesgotáveis défices e dívidas
Nas empresas públicas, não há como espantar, apenas se constata!



publicado por Sérgio Passos às 14:46
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Sábado, 22 de Março de 2014
A morte é uma indeterminação, segundo o Estado Português.



publicado por Sérgio Passos às 14:51
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Quinta-feira, 20 de Março de 2014
Portugal, a república da pândega.

Os mais conhecidos e badalados críticos do regime político português são, na sua maioria, de certeza, humoristas de péssima de má qualidade.
Isto apesar do seu bom ou um humor.
Porque o que fazem é dizer muitas graçolas, na sua maioria de muito mau gosto, mas, de tudo o que deitam para fora, resumido e concluído, não se aproveita de lá coisa nenhuma.
Não admira que Portugal não tenha mesmo piada nenhuma!

 



publicado por Sérgio Passos às 11:30
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A dívida e a austeridade públicas são a corrupção.

A dívida pode ser paga, em muito menos tempo e muito mais facilmente, Portugal pode crescer muito e os portugueses podem ser felizes, viverem em liberdade e numa verdadeira alegria. Mas, para isso ser possível é preciso tirar o Estado debaixo da mãos da partidocracia, desviar todo o dinheiro público da corrupção, fechar a central de negócios da corrupção estatal e colocar a economia privada e particular a trabalhar livremente e no respeito da lei e das regras do mercado. Fundamentalmente, os portugueses necessitam urgentemente "chamar os bois pelos nomes", deixar a ideologia e a cultura dominantes do palavreado vão e oco, deixarem-se de pantominices e de entretengas. Enfim, ou seja de um modo simples, desmantelar o sistema político-institucional social-comunista português. Claro está sem esquecer os crónicos problemas culturais do "endrominanço", da mentira, da preguiça, da inveja, da mesquinhez e, essencialmente, começarem a tratar melhor e mais responsavelmente da sua própria vidinha. Temos todos que mudar, radicalmente, de hábitos e de vida! Tenho dito. Bem-hajam! Cumprimentos.

 

 



publicado por Sérgio Passos às 10:34
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Terça-feira, 18 de Março de 2014
OCDE acusa Estado Português de beneficiar os ricos e aumentar a pobreza.

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) veio agora dizer que o Estado Português está ao serviço dos mais ricos, em detrimento dos desfavorecidos e dos mais pobres, e que está a contribuir para o aumento da pobreza em Portugal.

Eis mais uma prova do que tem sido a minha repetida denúncia e a razão da minha incessante acusação: o corrupto Estado Português agrava as desigualdades, beneficia os ricos e os privilegiados, e empobrece ainda mais os pobres.

O relatório da OCDE nota que as desigualdades em Portugal se mantêm entre as mais elevadas da Europa e que os 30% com maior rendimento recebem mais transferências em dinheiro – incluindo pensões – do que os 30% com menor rendimento.

Diz ainda que os jovens que não estão a trabalhar, a estudar ou em formação é de 15,3%, é superior à taxa média dos 33 países que pertencem à organização: 12,6%.

Pior que esta realidade só mesmo a Turquia e o México!

Afinal, onde é que está mesmo a democracia em Portugal?

Ora, a democracia em Portugal é uma treta, uma fraude e uma mentira pegada.

Os portugueses, em geral, têm de abrir a pestana, porque nós seremos os próximos pobres e sem-abrigo!

 

 

Relatorio em inglês: http://www.oecd.org/portugal/OECD-SocietyAtaGlance2014-Highlights-Portugal.pdf

 

 



publicado por Sérgio Passos às 11:56
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