Ideias e poesias, por mim próprio.
Quinta-feira, 29 de Dezembro de 2011
A vergonhosa venda da EDP aos criminosos dos direitos humanos da República Popular da China.

O vergonhoso actual Governo de Portugal faz negócios com os políticos criminosos dos Direitos Humanos da República Popular da China.

Para que o seu Primeiro-Ministro português, Passos Coelho, e o seu Governo não se esqueçam da repressão dos direitos humanos na República Popular na China, deixo aqui a notícia da vigília de ontem por Liu Xiaobo, o Prémio Nobel da Paz de 2010, preso na China por simples delito de opinião.

Quando amanhã Passos Coelho estiver a negociar com a ditadura comunista e repressiva da China, lembre-se deste homem e de muitos outros milhares de cidadãos chineses inocentes que sofrem perseguições e crimes contra a sua liberdade e as suas vidas só pelo simples factos de clamarem por liberdade, democracia e respeito pelos direito humanos básicos.

Eu tenho vergonha do actual Governo de Portugal que faz negócios com criminosos dos direitos humanos.

Lembro também ao Primeiro-Ministro português que Portugal é parte signatária nos tratados e convenções dos direitos humanos, nomeadamente na Declaração Universal dos Direitos Humanos e e do Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos, portanto encontrando-se obrigado ao seu respeito e prática, enquanto que a República Popular e Comunista da China desrespeita esses tratados e os direitos humanos básicos das pessoas.

A História de Portugal e a memória dos Direitos Humanos lembrará o actual Primeiro-Ministro português e o seu Governo, "os da triste memória", que fizeram negócios com os torcionários e criminosos dos direitos humanos da China comunista.

Eu também aqui estou para o lembrar disso e o farei sempre que puder.

E no dia em que Liu Xiaobo for libertado e houver democracia, liberdade e o respeito pelos direitos humanos na China eu hei-de recordar o presente Governo de Portugal e aos seus comparsas do negócio vergonhoso da venda da participação estatal da eléctrica nacional portuguesa EDP aos comunistas da China.

Vergonha!!!


https://www.facebook.com/passos.sergio?ref=tn_tnmn#!/events/269162006473837/



publicado por Sérgio Passos às 17:37
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Nós recordamos em Lisboa, no dia 28 de Dezembro, o aniversário de Liu Xiaobo, o Prémio Nobel da Paz 2010 preso: a vergonha da República Popular da China.

 

Liu Xiaobo foi laureado pelo Prémio Nobel da Paz de 2010, é crítico literário, escritor, professor, intelectual e activista pelos direitos humanos e por reformas políticas e democráticas, bem como o respeito pelos elementares direitos humanos, na República Popular da China, e encontra-se preso desde 8 de Dezembro de 2008, quando foi detido em resposta à sua participação na assinatura da "Carta 08".
Liu Xiaobo foi formalmente preso em 23 de Junho de 2009 sob a acusação de "incitar à subversão contra o poder do Estado".
Foi acusado pelos mesmos motivos em 23 de Dezembro do mesmo ano e condenado a 11 anos de prisão em 25 de Dezembro.

A sua prisão mais não é do que a resposta de intolerância e repressão das autoridades chinesas.



publicado por Sérgio Passos às 17:37
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Segunda-feira, 26 de Dezembro de 2011
Vigília em Lisboa, na Praça Marquês Pombal, a 28/12/2011, pelas 16 horas: Liu Xiaobo, o aniversário do Prémio Nobel da Paz.

No próximo dia 28 de Dezembro: Liu Xiaobo celebra o seu 56º aniversário.
 
Nós não o podemos esquecer!
 
Como devem saber o Governo Português anunciou no passado dia 22 de Dezembro que a empresa estatal chinesa Three Gorges foram os escolhidos para comprar a posição de 21,35% do Estado português na companhia nacional eléctrica portuguesa EDP.
 Ora, no próximo dia 28 de Dezembro Liu Xiaobo, celebra a sua data de aniversário, fazendo 56 anos.
 Liu Xiaobo foi laureado pelo Prémio Nobel da Paz de 2010, é crítico literário, escritor, professor, intelectual e activista pelos direitos humanos e por reformas na República Popular da China, e encontra-se preso desde 8 de Dezembro de 2008, quando foi detido em resposta à sua participação na assinatura da "Carta 08".
 Liu Xiaobo foi formalmente preso em 23 de Junho de 2009 sob a acusação de "incitar à subversão contra o poder do Estado".
 Foi acusado pelos mesmos motivos em 23 de Dezembro do mesmo ano e condenado a 11 anos de prisão em 25 de Dezembro.
 Os activistas portugueses não podem deixar passar esta data, de 28 de Dezembro próximo, sem assinalar e manifestar a sua indignação pela prisão por mero "delito de opinião" de Liu Xiaobo.
 Assim sendo, convidamos todos os portugueses e activistas dos direitos humanos, a concentrarem no próximo dia 28 de Dezembro, pelas 16 horas, em frente à sede da EDP - Energias de Portugal, S.A. Sociedade, na Praça Marquês de Pombal, n.º 12, em Lisboa.
 Na ocasião será feita a entrega na EDP do documento "Eu não tenho inimigos", da autoria da Liu Xiaobo, a sua defesa no tribunal que o condenou à prisão e que foi lido por Liv Ullmann na Cerimónia de entrega do Prémio Nobel da Paz, a 10 de Dezembro de 2010, em Oslo, na ausência de Lio Xiaobo.
 Depois de entregue o documento seguirá uma vigilia no local, das pessoas presentes, até às 22 horas e 30 minutos.

 

https://www.facebook.com/Free.Liu#!/events/269162006473837/

 



publicado por Sérgio Passos às 14:04
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Democracia política e económica.

Como é que alguma vez será possível em Portugal, como Passos Coelho diz, "democratizar a economia"?
A afirmação dele é um exercício de demagogia vazia, pois: como se alguma vez pudesse ser possível inverter a racionalidade do actual sistema político e representativo português que se encontra exclusivamente concentrado e fechado nas mãos dos partidos políticos e dos seus acólitos mancomunados com as conhecidas empresas monopolistas e os declarados interesses corporativos.
Ora, daqui lhe respondemos e com verdade, que para a realização da democracia política e económica plena tem de se a fazer num país novo e num profundamente renovado sistema político e constitucional.
Ou seja, a democracia plena portuguesa só será possível a partir do momento em que a representatividade e a racionalidade políticas da democracia forem genuinamente respeitadas e agidos pelos princípios de que "a legitimidade do poder político emana do povo e a fonte de todo o poder político é o povo", ou seja a de que a soberania e o soberano são o povo e, finalmente, que a democracia é o instrumento público moderno para a criação de um governo "do povo, pelo povo e para o povo.
Até lá, também como o povo diz, Passos Coelho, ou seja quem for, não nos vendam patranhas.



publicado por Sérgio Passos às 01:29
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"Carta 08" (As exigências dos intelectuais, dos democratas e dos pacifistas chineses pela Liberdade e pela Democracia na China)

“Carta 08”

 

9 de Dezembro de 2008.:


I. Preâmbulo:

Este ano marca os 100 anos da primeira Constituição da China, o 60.º aniversário da promulgação da Declaração Universal dos Direitos Humanos, o 30.º aniversário do nascimento do Muro da Democracia e do 10.º ano desde que o governo chinês assinou o Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos.

Tendo experimentado um período prolongado de desastres de direitos humanos e lutas desafiadoras e tortuosas, os cidadãos chineses estão despertando cada vez mais conscientes de que os direitos da liberdade, da igualdade e os direitos humanos são valores universais compartilhados por toda a Humanidade e que, a democracia, o republicanismo e o governo constitucional compõem a estrutura básica institucional da política moderna.

A "modernização" desprovida desses valores universais, neste quadro político básico, é um processo desastroso que priva as pessoas dos seus direitos, que apodrece a sua humanidade e destrói a sua dignidade.
Para onde está indo na China do século 21?

Será que vai continuar com esta "modernização" sob o regime autoritário, ou vai endossar valores universais, juntar-se à civilização dominante e construir uma forma democrática de governo?

Esta é uma decisão inevitável.

As tremendas mudanças históricas dos meados do século 19 expuseram a decadência do sistema tradicional chinês autocrático e definiram o cenário para a maior transformação que a China tinha visto em vários milhares de anos.

O Movimento de Auto-Fortalecimento [1861-1895] procurou melhorias na capacidade técnica da China através da aquisição de técnicas de fabricação e o conhecimento científico e tecnologias militares do Ocidente, a derrota da China na Guerra Sino-Japonesa primeiro [1894-1895], mais uma vez expôs a obsolescência do seu sistema; a Reforma dos Cem Dias [1898] tocou em cima da área de inovação institucional, mas terminou em fracasso devido à supressão cruel pela facção die-hard [na corte Qing].

A Revolução Xinhai [1911], na superfície, enterrou o sistema imperial que durou mais de 2.000 anos e estabeleceu primeira república da Ásia.

Mas, devido às circunstâncias históricas particulares de problemas internos e externos, o sistema republicano de governo foi de curta duração e a autocracia fez um retorno.

O fracasso da imitação técnica e renovação institucional solicitou uma profunda reflexão entre os nossos compatriotas sobre a causa raiz da doença cultural da China e do que se seguiu ao Quatro de Maio [1919] e os Movimentos Nova Cultura [1915-1921], sob a bandeira da "ciência e da democracia".

Mas o curso de democratização política da China foi violentamente interrompida devido a frequentes guerras civis e invasões estrangeiras.

O processo de um governo constitucional começou novamente após a vitória da China na Guerra de Resistência contra o Japão [1937-1945], mas o resultado da guerra civil entre nacionalistas e os comunistas mergulharam China para o abismo do moderno totalitarismo.

A "Nova China" criada em 1949 é uma "república popular" no nome, mas na realidade é um "domínio do partido."

O partido governante monopoliza todos os recursos políticos, económicos e sociais.

Ela criou uma série de desastres de direitos humanos, tais como a Campanha Anti-direitista, o Grande Salto em Frente, a Revolução Cultural, Junho Quarto, a supressão de actividades religiosas não-oficiais e dos movimento de defesa dos direitos, fazendo dezenas de milhões de mortes e um exigente e um desastroso preço tanto do povo e como do país.

A "reforma e abertura" do final do século 20 retirou a China da pobreza generalizada e do totalitarismo absoluto da era Mao Zedong, aumentou substancialmente a riqueza privada e o nível de vida das pessoas comuns.

A liberdade económica individual e os privilégios sociais foram parcialmente restaurados, uma sociedade civil começou a crescer e exigiu que os direitos humanos e a liberdade política entre o povo aumentasse a cada dia.

Quem está no poder, enquanto implementava as reformas económicas que visam à mercantilização e a privatização, também começou a mudar a partir de uma primeira posição de rejeição de direitos humanos para aos poucos começar a reconhecê-los.

Em 1997 e 1998, o governo chinês assinou dois importantes tratados internacionais dos direitos humanos.

Em 2004, o Congresso Nacional do Povo emendou a Constituição para acrescentar que "[o Estado] respeita e garante os direitos humanos."

E este ano, o governo prometeu formular e implementar um "Plano Nacional de Acção de Direitos Humanos."

Mas até agora, este progresso político tem permanecido no papel: há leis, mas não há Estado-de-Direito, não há uma Constituição e nenhum Governo Constitucional, o que é e continua a ser a realidade política e o que é óbvio para todos.

A elite dominante continua a insistir nas suas garras autoritárias no poder, rejeitando a reforma política.

Isto causou a corrupção oficial, a dificuldade em estabelecer regra de direito, a ausência dos direitos humanos, a falência moral, a polarização social, o desenvolvimento económico anormal, a destruição, tanto do ambiente natural como cultural.

Sem a protecção institucionalizada dos direitos dos cidadãos à liberdade, à propriedade e à busca da felicidade, levam à acumulação constante de todos os tipos de conflitos sociais e ao aumento contínuo de ressentimento e, em particular, a intensificação do antagonismo entre o governo e o povo e o aumento dramático em incidentes de massa, indicam uma perda catastrófica do controle, sugerindo que o atraso do sistema actual chegou a um ponto onde a mudança deve ocorrer.

 

II. Os Nossos Conceitos Fundamentais:

Neste momento histórico que irá decidir o destino futuro da China, é necessário reflectir sobre o processo de modernização dos cem anos já passados e reafirmar os seguintes conceitos:

Liberdade: A liberdade está no cerne de valores universais.

Os direitos de expressão, publicação, crença, reunião, associação, movimento de greve, de protesto e de manifestação, são todas as expressões concretas da liberdade. Onde a liberdade não floresce, não há civilização moderna para falar.

Direitos Humanos: Os direitos humanos não são concedidos por um Estado, são direitos inerentes usufruídos por cada pessoa.

A garantia dos direitos humanos é tanto o objectivo mais importante de um governo e da fundação da legitimidade da sua autoridade pública, é também a exigência intrínseca da política de "colocar as pessoas em primeiro lugar."

Sucessivos desastres políticos da China têm sido intimamente relacionados com o desrespeito pelos direitos humanos pelo poder estabelecido.

As pessoas são o esteio de uma nação, uma nação serve ao seu povo; o governo existe para o povo.

Igualdade: A integridade, dignidade e liberdade de cada indivíduo, independentemente do status social, sexo, ocupação, circunstâncias económicas, etnia, cor da pele, religião ou crença política, são iguais.

Os princípios da igualdade perante a lei para cada pessoa e na igualdade dos direitos sociais, económicos, culturais e políticos de todos os cidadãos devem ser implementadas.

Republicanismo: republicanismo é "o conjunto por todos os que regem a convivência pacífica", isto é, a separação dos poderes de freios e contrapesos e a ponderação dos interesses, isto é, uma comunidade que inclui muitos interesses diversos, diferentes grupos sociais, e uma pluralidade de culturas e crenças, buscando pacificamente lidar com os assuntos públicos com base na igualdade de participação, a concorrência leal e a discussão conjunta.

Democracia: O significado mais fundamental é que a soberania reside no povo e do governo eleito pelo povo.

A democracia tem as seguintes características básicas: (1) A legitimidade do poder político emana do povo, a fonte do poder político é o povo. (2) O controle político é exercido através de escolhas feitas pelo povo. (3) Os cidadãos gozam do direito real de voto; os funcionários em posições chave em todos os níveis de governo devem ser o produto de eleições em intervalos regulares. (4) Respeito pelas decisões da maioria, protegendo os direitos humanos básicos da minoria.

Em uma palavra, a democracia é o instrumento moderno pública para a criação de um governo "do povo, pelo povo e para o povo."
Constitucionalismo: Constitucionalismo é o princípio de garantir as liberdades e os direitos fundamentais dos cidadãos, tal como definido pela Constituição, através de disposições legais e do Estado-de-Direito, limitando e definindo os limites do poder do governo e da sua conduta, e fornecendo a capacidade institucional adequada para realizá-la. Na China, a era do poder imperial há muito desapareceu, para nunca mais voltar; no mundo em geral, o sistema autoritário está em declínio; os cidadãos devem se tornar os verdadeiros mestres de seus Estados.

A maneira fundamental para a China deve encontrar-se na eliminação da noção de dependência subserviente aos "governantes esclarecidos" e dos "funcionários de pé," promovendo a consciência pública dos direitos fundamentais e a participação como um dever, pondo em prática a liberdade, a prática de democracia e respeitando a lei.

 

III. As Nossas Posições Básicas:

Assim, no espírito de cidadãos responsáveis ​​e construtivos, estendem as seguintes posições específicas sobre vários aspectos da administração do Estado, dos direitos e interesses dos cidadãos e no desenvolvimento social:
1. Emenda Constitucional: Com base nos valores acima mencionados e conceitos, alterar a Constituição, suprimindo cláusulas na Constituição actual que não estão em conformidade com o princípio de que a soberania reside no povo, para que a Constituição se torne realmente um documento que garante os direitos humanos e permite o exercício do poder público, e tornando-se a lei suprema e aplicável que nenhum indivíduo, grupo ou partido pode violar, que institui a fundação da autoridade legal para democratizar China.

2. Separação de poderes e freios e contrapesos: Construir um governo moderno que separa os poderes e mantém freios e contrapesos entre eles, que garante a separação dos poderes legislativo, judiciário e executivo.

Estabelecer o princípio da administração legal e um governo responsável, para evitar a expansão excessiva do poder executivo; o governo deve ser responsável para os contribuintes; estabelecer o sistema de separação de poderes e freios e contrapesos entre os governos central e local, o poder central tem de ser claramente definidos e mandatado pela Constituição e as localidades devem exercer plena autonomia.

3. A democracia legislativa: Os órgãos legislativos em todos os níveis devem ser criados por meio de eleições directas; manter o princípio de equidade e justiça na tomada de lei e implementar a democracia legislativa.
4. Independência Judicial: O poder Judiciário deve transcender o partidarismo, ser livre de qualquer interferência, ser exercido com independência judicial e garantir a justiça judicial, devendo ser criado um Tribunal Constitucional e um sistema para investigar as violações da Constituição e defender a autoridade da Constituição.

Abolir o mais rapidamente possível do Partido as Comissões de Assuntos Políticos e Legislativos em todos os níveis que comprometem seriamente regra do país de direito. Evitar o uso privado de instrumentos públicos.

5. Uso público de instrumentos públicos: Trazer as forças armadas sob controle estatal. Os militares devem processar a fidelidade à Constituição e ao país. As organizações dos partidos políticos devem retirar-se das forças armadas; elevar o nível profissional das forças armadas.

Todos os funcionários públicos, incluindo a polícia devem manter a neutralidade política. Abolir a discriminação na contratação de funcionários públicos com base na filiação partidária e devendo haver igualdade na contratação, independentemente da filiação partidária.

6. Garantias de Direitos Humanos: Garantia de direitos humanos a sério; proteger a dignidade humana. Criar uma Comissão de Direitos Humanos, responsável perante o órgão máximo da vontade popular, para evitar abusos do governo da autoridade pública e as violações dos direitos humanos, e, principalmente, para garantir a liberdade pessoal dos cidadãos. Ninguém deve sofrer prisão ilegal, detenção, intimação, interrogatório ou punição. Abolir o sistema de Reeducação pelo trabalho.

7. Eleição dos Funcionários Públicos: Uma pessoa um voto, implementar o sistema de eleições democráticas para realizar os direitos de voto iguais com base na sistemática e progressivamente as eleições directas dos chefes administrativos em todos os níveis. As eleições regulares baseadas na livre concorrência e participação dos cidadãos nas eleições para cargos públicos são inalienáveis leis dos direitos humanos básicos.

8. Igualdade Urbano-Rural: Abolir a corrente urbano-rural de duas camadas bem como o sistema de registro de casa, para ser realizado efectivamente o direito constitucional de igualdade perante a lei para todos os cidadãos e garantir o direito dos cidadãos de circularem livremente.

9. Liberdade de Associação: O direito dos cidadãos de garantia à liberdade de associação. Alterar o actual sistema de registo da aprovação para grupos da comunidade para um sistema de mera manutenção de registos. Levantar a proibição de criação dos partidos políticos. Regular as actividades dos partidos nos termos da Constituição e da lei; abolir o privilégio de monopólio do partido único no poder; estabelecer os princípios da liberdade de actividades dos partidos políticos e de concorrência leal para os partidos políticos; normalizar e regular legalmente a política partidária.

10. Liberdade de reunião: Liberdades para demonstrar de forma pacífica, passear, demonstrar e expressar [opiniões] são as liberdades fundamentais dos cidadãos previstos na Constituição, não devendo tal estar sujeita a interferências ilegais e inconstitucionais restrições pelo partido no poder e o governo.

11. Liberdade de Expressão: Realizar a liberdade de expressão, liberdade de publicar, e liberdade académica; garantir o direito dos cidadãos à informação e o direito de fiscalização das instituições públicas. Aprovar uma "Lei de Notícias" e uma "Lei Publishing," levantar a proibição de apresentação de relatórios, revogar o "crime de incitação à subversão do poder estatal" da Lei Penal vigente e colocar um fim ao crime e à punição da liberdade discurso.

12. Liberdade de Religião: Garantir a liberdade de religião e a liberdade de crença, implementar a separação entre religião e Estado, para que as actividades envolvendo a religião e a fé não estejam sujeitas à interferência do governo. Examinar e revogar os estatutos administrativos, normas administrativas e os estatutos locais que restringem ou privam os cidadãos da liberdade religiosa; fim da gestão e da proibição de actividades religiosas pela legislação administrativa. Abolir o sistema que exige que os grupos religiosos (inclusive locais de culto) tenham de obter a aprovação prévia do seu estatuto jurídico ou dos seus registos, sendo substituídos por um sistema de manutenção de registos que não requer nenhum escrutínio.

13. Educação cívica: Abolir a educação política e os exames políticos que são pesados na ideologia e no serviço do Estado de Partido único. Popularizar a educação cívica baseada em valores universais e nos direitos civis, estabelecer a consciência cívica e defender as virtudes cívicas em servir a sociedade.

14. Protecção da Propriedade: Estabelecer e proteger os direitos de propriedade privada, implementar um sistema baseado numa economia de mercado livre e aberta; garantir a liberdade empresarial, eliminar os monopólios administrativos; criar um Comité de Gestão da propriedade do Estado, responsável perante o órgão máximo da vontade popular; lançamento da reforma dos direitos de propriedade de uma forma legal e ordenada, esclarecer a titularidade dos direitos de propriedade e os seus titulares; lançar um movimento de novas terras, procede à privatização da terra com antecedência, garantir a sério os direitos de propriedade à terra aos cidadãos, particularmente os agricultores.

15. Reforma fiscal: Democratizar as finanças públicas e garantir os direitos dos contribuintes ". Configurar o mecanismo de estrutura e funcionamento de um sistema de finanças públicas com autoridade e responsabilidades claramente definidas, e estabelecer um sistema racional e eficaz de autoridade financeira descentralizada entre os diversos níveis de governo; realizar uma grande reforma do sistema fiscal, de forma a reduzir taxas de impostos, simplificar o sistema tributário e equalizar a carga tributária. Os departamentos administrativos não devem aumentar os impostos ou criar novos impostos à vontade, sem sanção por parte da sociedade e obtidos através de um processo público electivo e por meio da resolução pelos órgãos de vontade popular. Aprovar a reforma dos direitos de propriedade para diversificar e introduzir mecanismos de concorrência no mercado; diminuir o limiar para a entrada no campo financeiro e criar condições para o desenvolvimento de empresas de propriedade privada financeiros, e agilizar totalmente o sistema financeiro.

16. Segurança Social: Estabelecer um sistema de segurança social que abranja todos os cidadãos e lhes forneça a segurança básica na educação, os cuidados médicos, cuidados para os idosos e no emprego.

17. Protecção Ambiental: Protecção do ambiente ecológico, promover o desenvolvimento sustentável e assumir a responsabilidade para as gerações futuras e de toda a humanidade; esclarecer as responsabilidades e impor apropriadamente que o Estado e o Governo e os funcionários em todos os níveis devem tomar para esse efeito, promover a participação e supervisão de grupos da sociedade civil na protecção ambiental.

18. Republica Federal: Participar na manutenção da paz e do desenvolvimento regionais com uma atitude de igualdade e justiça, e criar uma imagem de uma grande potência responsável. Proteger os sistemas livres de Hong Kong e Macau. Partindo da premissa de liberdade e democracia, procurar um plano de reconciliação para o Continente e Taiwan, através de negociações igual e interacção cooperativa. Sabiamente explorar caminhos possíveis e projectos institucionais para a prosperidade comum de todos os grupos étnicos, e estabelecer a República Federal da China no quadro de um governo democrático e constitucional.

19. Justiça Transicional: Restaurar a reputação de indemnização estatal e dar aos indivíduos, bem como suas famílias, que sofreram a perseguição política durante os últimos movimentos políticos; libertar todos os presos políticos e prisioneiros de consciência; libertar todas as pessoas condenadas por suas crenças; estabelecer uma Comissão para Investigação para encontrar a verdade dos acontecimentos históricos, determinar a responsabilidade e defender a justiça; buscar a reconciliação social sobre esta fundação.


IV. Conclusão:

A China, como uma grande nação do mundo, um dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas, e um membro do Conselho de Direitos Humanos, devem fazer a sua própria contribuição para a paz para a humanidade e para o progresso nos direitos humanos.

Lamentavelmente, porém, de todas as grandes nações do mundo de hoje, a China sozinha ainda se apega a uma forma autoritária de vida e tem, como resultado, criado uma cadeia ininterrupta de desastres de direitos humanos e crises sociais, deteve o desenvolvimento dos chineses e das pessoas, e impediu o progresso da civilização humana. Esta situação tem de mudar!

Não podemos adiar reformas democráticas e políticas por mais tempo. Portanto, no espírito cívico de ousar agir, estamos a emitir a "Carta 08".

Esperamos que todos os cidadãos chineses que compartilham este sentimento de crise, tomando a missão e a responsabilidade, os funcionários ou pessoas comuns e independentemente da sua origem social, coloquem de lado as diferenças e procurem um terreno comum e venham a tomar parte activa no movimento de cidadãos, para promoverem a grande transformação da sociedade chinesa em conjunto, para que possamos em breve estabelecer uma nação livre, democrática e constitucional, cumprindo as aspirações e sonhos que nossos compatriotas têm buscado incansavelmente por mais de uma centena de anos.


(Tradução por Sérgio Passos)



publicado por Sérgio Passos às 01:29
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Sexta-feira, 23 de Dezembro de 2011
Os incompetentes conhecem-se pela austeridade.

Incompetência dos Governos de Portugal apelidam-se há vários anos de austeridade, tanto podendo serem chamados de 5,2% de défice, ou de 5%, ou 2,1%, ou 7%, ou a 3%, ou...
Uma vez incompetentes, incompetentes para toda a vida, sejam eles do PS, ou do PSD, ou do CDS/PP, ou seja quem for.
Enquanto o povo português não acordar e libertar-se do Estado que o conduz à miséria e ao subdesenvolvimento, vai continuar a sofrer na pele os efeitos da austeridade.



publicado por Sérgio Passos às 17:44
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Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2011
As urgentes e completas melhoras da Eusébio da Silva Ferreira.

 

Que o mais notável português vivo recupere logo dos seus problemas de saúde.
As melhoras Eusébio!!!



publicado por Sérgio Passos às 23:01
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Fome.

Todos os dias no mundo inteiro morrem 32.000 crianças, maioritariamente causadas pelas fome, desnutrição, malária e diarreia.

O que está cada um de nós efectiva e realmente hoje mesmo a fazer, para amanhã, só que seja e pelo menos, salvar uma delas?



publicado por Sérgio Passos às 10:55
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Quarta-feira, 21 de Dezembro de 2011
...

O dinheiro ou a falta dele não é o que justifica a crise ou sequer explica as suas causas.
A (nossa) crise é o resultado da nossa alienação, passividade ou aceitação aos grupos e indivíduos que, vendendo a ideia da existência e da aparência da crise, se justificam e legitimam com ela para nos alienarem a nossa liberdade e os nossos meios da nossa sobrevivência, acumulando eles uma cada vez maior concentração da riqueza e, assim, nos conduzem à pobreza e à escravatura.



publicado por Sérgio Passos às 17:41
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Terça-feira, 20 de Dezembro de 2011
É urgente acudir à fome em Portugal.

Lembremo-nos de efectivamente de acudir às necessidades e privações dos mais pobres e dos mais carenciados com a dádiva de géneros e bens alimenticios, abrigo e algum conforto.
Nesta época de grave crise e dificuldades nacionais devemos também olhar e agir efectivamente, o que é uma obrigação de civismo e cidadania, por quem atravessa as mais elementares e básicas privações, dando uma parte do nosso conforto e da nossa sobrevivência a quem nada tem ou passa carências graves, nomeadamente os sem-abrigo, os pobres, os desempregados, os doentes, os idosos abadonados e as crianças carenciadas.
Vamos lá a agir!

 

 

 

 

 

 


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publicado por Sérgio Passos às 17:13
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