Ideias e poesias, por mim próprio.
Quarta-feira, 25 de Agosto de 2010
Fim do regime político de Portugal.

A República implantada em Portugal pela Constituição de 1976 está doente.

Gravemente doente.

O sistema actual sistema político representativo vigente, formal de semi-presidencial e de vertente parlamentar não tem servido os interesses dos portugueses trabalhadores, nem as empresas, nem a economia, nem o tecido empresarial e comercial, nem o progresso sustentado e tão-pouco o desenvolvimento harmonioso de Portugal, antes pelo contrário.

O actual sistema político-constitucional parece, e tem-no demonstrado à saciedade, só servir o interesse de um bloco político instalado no poder há mais de 30 anos, e que pouco tem dito aos comuns portugueses.

Após o 25 de Abril de 1974 a esquerda radical começou, com o “11 de Março de 1975” por destruir o aparelho produtivo do país, servindo-se a seguir desde esse momento, até aos dias de hoje, dos sindicatos para suas meras plataformas panfletárias e de arremesso político.

A esquerda radical e popular comunista mais não tem feito pelo país do que o cemitério dos ideais marxistas ultrapassados, de um sistema político que nunca vingou em Portugal.

Por sua vez, todo o restante espectro político partidário vigente que tem alternado no poder, mais não tem feito do que navegado ao sabor do seu enorme apetite e consumo dos meios do Estado e do erário público para os seus fins próprios, contudo estranhos ao bem comum dos portugueses.

Os escândalos públicos envolvendo políticos e os seus acólitos acumulam-se e os abusos dos partidos e da agiotagem política sobre os bens sociais e públicos mostram abundantemente a falta de sentido de futuro do actual sistema político.

Ora o actual sistema político e institucional representativo e da divisão de poderes de semi-presidencial, segundo a vigente Constituição da República Portuguesa, mais não tem servido do que para auto-preservar, reproduzir e alimentar uma permanente clientela de parasitas que vivem à custa de um número de cada vez menos cidadãos produtivos e contribuintes e de um cada vez mais exaurido erário público.

Na sociedade portuguesa, número de preguiçosos e ociosos aumenta, e o exemplo vindo de cima, do aparelho governamental é o pior: o país, a “coisa pública”, e o Estado encontram-se cada vez mais endividados e as suas, outrora famosas reservas de ouro, num terço foram já consumidas, sem que se saiba nem onde nem porquê, e o restante não chega já para pagar a dívida pública entretanto contraída, sem nada de melhor tenha sido construído, ou deixado de produtivo para as presentes ou vindouras gerações, com o seu dispêndio.

O cada vez maior, mais negligente, mais irresponsável e até nalguns casos escandalosamente criminoso, aparelho sucessivo do governo político e económico de Portugal, por outro lado, criou descrédito na própria democracia.

O povo vive sem rumo e sem destino, perdeu até a fé e não acredita já muito em si. Perece um povo e um país de moribundos.

O país está doente, a democracia definha dia a dia e os portugueses estão descrentes em tudo.

O sistema político e público instalado só tem servido para tornar os mais ricos e mais poderosos os que já o são, ficando, cada dia que passa, o comum dos portugueses mais pobres e mais vulneráveis aos riscos económicos.

A Justiça só parece servir os interesses dos ricos e dos poderosos, e os cidadão comuns e a classe média não recebem nem segurança nem paz, antes vendo a criminalidade comum e violenta a aumentar e ficando sem valores e princípios que servissem ao menos para uma melhor coesão social.

Os políticos profissionais e instalados no Estado e na “partidarite” são os mesmos há já 36 anos e os portugueses, sentem-se que não são ouvidos nem minimamente respeitados.

Os escândalos são cada vez mais e a Justiça não serve para os punir.

O sistema político-eleitoral cada vez chama menos portugueses aos actos eleitorais, e já nem sequer os atrai a participar na discussão dos assunto que lhe dizem respeito e aos da comunidade que o afectam.

Abstenção eleitoral é cada vez maior e ameaça até os próprios alicerces da permanência da Democracia representativa.

Muito vêem e dizem que o sistema está viciado e que em nada lhes diz respeito, ou que o jogo tem as "cartas marcadas", e é dito inclusivamente que certos e conhecidos grupos e lóbis são quem manda efectivamente no "jogo", quer até que se governo contra o próprio.

O Estado assemelha-se cada vez mais a uma ditadura fiscal com uso dos meios policiais.

Os próprios tribunais fazem hoje justiça contra o pagamento de um serviço de luxo e de acesso muito difícil, e no qual os custos judiciais são inacessíveis para a esmagadora maioria dos portugueses.

A máquina fiscal é hoje descrita por muitos com uma máquina da rapina.

O que é sabido é que as empresas e o tecido económico empresarial e comercial definha acelerada e gravemente, o desemprego, a miséria e a pobreza abundam e crescem e os jovens vêem o seu futuro hipotecado e sem esperança.

O sistema e o modelo público-privado económico, de todo o conjunto de empresas público-estatais, da parceria público-privadas, da economia subsidiada, participada ou subvencionada, das empresas monopolistas, Portugal Telecom, EDP, Águas de Portugal e muitas outras, a Banca, os gestores público-privados, o tráfico de influências entre grupos e lojas maçónicas, a Igreja arcaica e fechada sem fiéis, e a clientela juvenil partidária, que têm caracterizado todo o aparelho vivo do dito Portugal democrático, desde a “revolução dos cravos”, esta que de nada nem nunca teve de democrático, por unicamente ter servido para manter um “status quo” negociado de 2 partidos, PS e PSD, tornou-se visivelmente corrupto, incompetente, oneroso e ameaça já a própria sobrevivência da independência dos portugueses.

As desigualdades económicas e de classes acentuam-se e agudizam-se, crescendo o número de pobres e aumentando o fosso, cada vez maior, entre uns poucos cada vez mais ricos e um maior número de cada vez maior número de pobres ainda mais pobres.

A classe média, essa que conhece e debate os problemas e discute as soluções, encontra-se cada vez mais atacada e "rapinada" pelo poder político e pelo Estado.

O desígnio de alguns marxistas vê-se próximo de concretizar: exterminar a classe média, que ainda pensa, ainda discute e aponta os vícios e os autores de uma sociedade adoentada por sucessivas e maldosas governações que se instalam no poder do Estado de Portugal nos últimos 30 anos.

Os portugueses comuns e que vivem do seu suor diário, atacados pelos reais problemas do limiar da sobrevivência, sabem que têm de mudar, que é urgente mudar, porque o futuro que aí vem e o que se apresenta pela frente é uma inevitável mudança profunda, radical e dolorosa de maus hábitos, da profunda alteração de muitos vícios de muito tempo de incúria e irresponsabilidade colectiva.

Ora, a mudança final terá que ser de índole e carácter económico, que os poderá vir a atingir com uma já prevista violência devastadora nunca vista.

A bem ou a mal a mudança terá que ser feita.

Foram 36 anos seguidos de pro-fundo e completo descalabro, mistificado e escondido com muitas palavras enganosas, dinheiro fácil e barato, e de promessa vazias.

Os portugueses em desespero clamam por Salazar, o ditador de outrora.

Não querem mais a ditadura da “outra senhora”, preferem inequivocamente viver em democracia, mas esta democracia vigente em nada os convence, antes vêem-na com desdém e até já muito ódio.

Alguns até, com interesses maléficos e de ordem estranha ao interesse do bem comum advogam a violência como meio para a mudar e atacar os “inatacáveis”.

Ora, parece que a Democracia é já um credo assente e enraizado, mas os portugueses anseiam por uma mudança que tarda em chegar.

Parece unânime, e é aceite por muitos que o sistema político deve ser reformado e substituído por outro.

Está na hora do surgimento de uma nova República, com maior responsabilidade das pessoas, dos políticos e dos governos.

Uma pergunta é feita quotidianamente, contudo vai ficando ainda sem resposta: qual a alternativa, qual a reforma ou mudança a dar ao actual sistema e quais as soluções?

A meu ver, o que continuarei em outros escritos, para mim, pode ser um sistema Presidencial.

Ou seja uma República Presidencialista.

Se se quiser, para melhor ilustração do meu ver, uma República à norte-americana.

Voltarei a esta proposta num destes próximos dias.



publicado por Sérgio Passos às 16:53
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Segunda-feira, 23 de Agosto de 2010
O Senhor é o meu pastor; nada me faltará.

1 O Senhor é o meu pastor; nada me faltará.

2 Deitar-me faz em pastos verdejantes; guia-me mansamente a águas tranqüilas.

3 Refrigera a minha alma; guia-me nas veredas da justiça por amor do seu nome.

4 Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.

5 Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos; unges com óleo a minha cabeça, o meu cálice transborda.

6 Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida, e habitarei na casa do Senhor por longos dias.

 

(Salmos, 23)



publicado por Sérgio Passos às 00:31
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Quinta-feira, 19 de Agosto de 2010
Conheço os incendiários de Portugal.

Dos incendiários deste país conheço muitos e andam à solta e foram e são donos da política e do Estado: são e foram os autarcas, os deputados, os secretários de estado, os ministros, os presidentes, e todos os que os que promoveram e contribuíram para o empobrecimento dos meios rurais de Portugal. São e foram todos os que aceitaram promover os subsídios fáceis para desmantelar a capacidade produtiva de Portugal, ao ponto de desertificaram, primeiro os campos, depois as fábricas e finalmente, o que estão próximos de conseguir, o próprio Portugal. São e foram os que recebem chorudos salários a troco de fabricar a morte da esperança dos jovens, arruinando-lhes os sonhos de reproduzirem Portugal e os destinos próprios dos portugueses, e retirando-lhes o ânimo e a alegria da procura de um futuro. Estes incendiários, foram e são os autores do longo e prolongado incêndio que dura há já mais de 20 anos e já queimou 2/3, mais de 2 milhões de hectares, da floresta portuguesa. E já lhes falta pouco para terem conseguido o seu maior e mais escandaloso objectivo: reduzir a conzas o povo português e Portugal de “lés a lés”. Foram e são aqueles que incentivam e premeiam a preguiça e o ócio fácil e o laxismo ao povo nas suas cidades. São e foram eles que colocaram mães e mulheres jovens, e as demais africanas e sul-americanas, estas importadas, enxameando com prostitutas as estradas, as ruas e os bares do nosso país. São estes os políticos que queimam todos os dias as riquezas de Portugal, vendendo ao desbarato os recursos de Portugal a troco de nada e, em contrapartida, fornecendo ao estrangeiro mão-de-obra barata e cheia de fome: os portugueses. São quem queimam e destroem todos os dias Portugal,  arruínando a nobre pátria portuguesa.



publicado por Sérgio Passos às 17:40
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Segunda-feira, 16 de Agosto de 2010
Eles querem Portugal queimado.

A UE calcula que só neste ano, o custo económico directo dos incêndios, pelos danos na floresta, e o indirecto, no repovoamento florestal e na economia em geral, ascendem a 200 milhões de Euros. Ora, os meios aéreos para combater os fogos, mais um ano adiados, e reclamados há já quase 20 anos, de 6 canadairs e 10 helicópteros custariam aquela quantia. Agora sim, percebemos bem os burros que temos tido ao comando do Estado. Ou querem é mesmo deixar arder Portugal? Eu acho que sim.



publicado por Sérgio Passos às 21:25
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Vamos mudar Portugal.

http://www.facebook.com/event.php?eid=123427317702546&ref=mf


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publicado por Sérgio Passos às 21:25
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O Bloco de Esquerda e a salvação dos campos.

Agora é o Bloco de Esquerda que vem propor a criação de um "banco de terras. Propõem, para combater os fogos, que as terras ao abandono ou desmazeladas sejam integradas sob gestão pública. Dizem, para repovoar o interior e os meios rurais. Ouvimos bem? Vocês tão mesmo vê-los de "charros" na boca, de enxada ás costas e a caminho dos campos para cavar e semear? É só rir. Ou andam a fumar coisas estragadas? ahahahah



publicado por Sérgio Passos às 21:25
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Quanto custam a pagar as autarquias locais?

Contas que contam muito para o Défice. Façamos as contas de quanto custam as Autarquias e os Eleitos Locais e logo percebemos a dimensão do buraco que cresce todos os dias. Vejam-se e multipliquem-se por 308 concelhos e 4.257 freguesias, as remunerações dos políticos locais é só ve-las em: http://www.dgaa.pt/remun.htm. Ora, fazendo-se um cálculo, por uma média nacional, por concelho de 1 presidente de Câmara e 5 vereadores (e ainda os secretários e secretárias destes..., a receberem na proporção daqueles vencimentos), as senhas de presença de 15 deputados municipais e de um Presidente de Assembleia Municipal, 8 presidentes de Junta, 8 Secretários e ainda as senha para 10 membros das Assembleias de Juntas... é muito dinheiro que temos que pagar para esta gente. E aqui não se contam os boys and girls das Empresas Municipais, que já sabemos para os escândalos que muitas têm servido... Como é que Portugal aguenta tanta e tanta "mama"??? Vai à falência pois!!!



publicado por Sérgio Passos às 19:01
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Domingo, 15 de Agosto de 2010
Stephen Hawking: mais um derrotado.

Num novo artigo, por si assinado, o conhecido astrofísico Stephen Hawking vem dizer agora que se deve mandar a humanidade para o espaço. E já.

Diz ele que única hipótese de sobrevivência para a espécie humana é a colonização espacial nos próximos 100 anos.

Eu respondo-lhe e digo-lhe, sem pestanejar: Stephen Hawking tornou-se num novo pessimista, num novo derrotado. Está acabado.

O que ele nos vem dizer mais não é do que a sua própria falência e a já sua manifesta falta de capacidade para dar mais algo de novo à Humanidade, à ciência e ao conhecimento humano. Está acabado e mostra sinais de estar terminado, falido de ideias e nada mais tem a acrescentar, do que o seu mero delírio fantasista ou da pura ficção. Decepciona-me, ou talvez não. Só vem, mais uma vez, mostrar, que os cientistas não percebem, e raros foram aqueles que perceberam, mesmo onde se encontra a solução para os problemas do Homem: está no próprio Homem e nas suas infinitas capacidades mentais e espirituais. Stephen Hawking, como o comum dos seres humanos, bem como aquilo que é hoje é o comum e global pensamento humano, vive sem credo nem crédito na espécie humana e no seu semelhante. Vive virado para o egoísmo, para o umbigo e para o mero consumismo e materialismo. E como está só concentrado em si, logo limitado pelos sentidos, não percebe mesmo que só pela via da solidariedade humana, pela partilha, pelo amor ao próximo, pelo aprofundamento do espiritualismo, e pelo encontro de Deus nos Homem, o ser humano poderá conseguir superar os desafios do seu destino, da sua sobrevivência e do seu futuro neste planeta. O planeta tem capacidades e recursos infinitos para a satisfação óptima do Homem, caso sejam conjugadas com uma sua atitude positiva, de amor e construção, livre da mesquinhez, da avareza e do egoísmo por parte do Homem. Só quando todos os seres humanos tomarem a disposição, a atitude e actuação de viver em equilíbrio com os demais iguais, poderão gozar das possibilidade infinitas de gozarem na plenitude deste belo e maravilhoso planeta e dos seus recursos nos deixados por Deus criador. Sem a guerra, sem o ódio, sem a morte, afinal de contas, sem a destruição do “próximo”, do vizinho, do irmão. Porque a solução do Homem está no outro, no igual, no seu irmão, seja preto, seja branco, seja asiático, europeu, africano, pobre, rico, doente, diferente, igual, seja, seja, qualquer outro. Até lá, sim, e a continuarmos esta via e senda destrutiva, irrealista, guerreira, armada, desumana, consumista, materialista, ambientalmente desequilibrada e desprovida de um mínimo de Humanidade, sem amor e sem qualquer sentido, o Homem caminha a passos acelerados para a sua destruição.



publicado por Sérgio Passos às 11:34
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Sábado, 14 de Agosto de 2010
Como o Governo de Portugal explora os portugueses.

Enquanto o Zé-povinho aperta o cinto e muitos já passam fome eles continuam a gastar "`tripa forra": O Governo lançou um concurso para adquirir 2655 automóveis para o Estado, naquele que é o maior concurso de sempre. O Estado deverá desembolsar 35 milhões de Euros: 400 são motociclos e quadriciclos, 150 são automóveis ligeiros de passageiros, 40 veículos comerciais ligeiros, 35 pesados de passageiros e de mercadorias e 30 ambulâncias, as restantes viaturas são alugueres operacionais de veículos ligeiros. Alguém me explica para que são tantos carros novos? Exceptuando as abençoadas 30 (!) ambulâncias, alguém me esclarece quantos "Mercedes" e BMW´s" constam daquele rol? Para quem e para o quê 2625 carros novos? O dinheiro não lhes custa a ganhar! Ladrões.

http://tvnet.sapo.pt/noticias/detalhes.php?id=60633



publicado por Sérgio Passos às 15:19
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Sexta-feira, 13 de Agosto de 2010
Carlos Queirós e o "vaginagate".

Pobre Carlos Queiróz, o despeitado seleccionador nacional de Futebol sénior. Não posso deixar de sentir uma certa compaixão por ele. Após aquele triste espectáculo que foi a presença da Selecção Portuguesa na fase final Campeonato do Mundo, na África do Sul, o coitado sujeita-se agora ao ainda mais triste processo disciplinar da Federação Portuguesa de Futebol. Tudo por causa de uns tristíssimos palavrões que dirigiu a uns médicos. Mas…, será mesmo que o homem ainda não percebeu que o principal problema dele é que a esmagadora maioria dos portugueses, e até os próprios jogadores, não o querem mais à frente dos destinos da selecção? Será que os 4 milhões de euros que pretende de indemnização, por rescisão antecipada do contrato, de que não larga mão, o permitem sujeitar-se ao achincalhamento popular de se ver glosado com epítetos de “vaginagate”? Afinal, qual é o real custo da dignidade ou da falta dela?



publicado por Sérgio Passos às 12:55
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