Ideias e poesias, por mim próprio.
Terça-feira, 22 de Outubro de 2013
Leis retrógradas de um país ainda feudal.

Temos hoje um Código Civil dos mais ultrapassados do mundo, com quase 50 anos, 48 exatamente, que foi pensado e elaborado para uma realidade que não existe mais, avesso à novidade, ao desenvolvimento e às novas tecnologias e que, pior, foi depois, nas décadas de 70, 80 e 90, sendo sucessiva e até contraditoriamente, reescrito, retalhado e, não poucas vezes, usado até para meros fins políticos e conjunturais.

O Código Civil é hoje uma enorme manta de retalhos, confuso, cheio de incongruências, destratado ou maltratado e descaracterizado por novas leis e novos legisladores, especialmente os dos anos 90 e seguintes, juridicamente ignorantes e analfabetos.

Mas as novas e avulsas leis que foram sendo criadas depois deste Código nunca atingiram a sua excelente perfeição técnico-jurídica.

Temos uma Constituição Política da República altamente burocrática e das mais rígidas do mundo, avessa à novidade, inimiga da modernidade e da liberdade, antidemocrática mas obviamente partidocrática, adversária modernização, genocida da esperança das novas gerações e esmagadora dos jovens e, sem dúvida, adepta de um regime político perseguidor dos portugueses inovadores, livres e construtivos.

É claramente uma Constituição politica, social e economicamente ignorante, estupidamente marxista e atrasadamente social-comunista, ditatorial, odienta da criação da riqueza, amiga do empobrecimento e adepta da miséria e da infelicidade geral dos portugueses.

Foi uma Constituição feita claramente para manter o status quo do processo revolucionário do 25 de Abril de 1974, é um longo e quimérico texto, não percetível, nem se pretendeu para tal, ao comum dos portugueses, extremamente confuso, burocrático, muito idealista, utópico e nada realista, descarada e vincadamente inimiga do Povo, mas, claramente, estatista, grande amiga e serventuária dos interesses dos partidos políticos, e especialmente feita para nos manter amarrados ao passado, portanto, inimiga do progresso, da evolução e jamais adepta da felicidade dos portugueses.

Por último, temos Tribunal Constitucional politizado, partidarizado, caro e demasiado luxuoso para as posses dos portugueses, o pior exemplo dos privilégios e mordomias dos políticos, e fechado em si mesmo e hermético ao mundo real e às reais e atuais necessidade dos portugueses.

Em verdade, serve os piores interesses dos inimigos da justiça, mas serve para entorpecer a boa e célere aplicação da justiça comum dos demais tribunais.

Tudo isto é resultado que foi sendo feito nos últimos 40 anos, exatamente para Portugal não funcionar, mas para manter privilégios e satus quo de uma elite política e económica dominante, ligadas a famílias aristocratas do antigo regime monárquico e feudais, e acabando-se por transformar numa enorme força contrária às mudanças e ao progresso dos vindouros e das novas gerações e dos seus novos anseios.

São portanto institutos e instituições jurídicas inimigas da inteligência, anti progresso, retrógradas, naturalmente, desumanas.

Um país assim, com leis retrógradas, ultrapassadas e inimigas da progresso, da evolução e da felicidade terá de, necessária e obrigatoriamente, continuar amarrado ao passado e, de certeza, de conduzir os portugueses à infelicidade e à destruição de Portugal.

É urgente, a bem da felicidade dos portugueses e da salvação de Portugal, acabar de vez com os dinossauros!

 



publicado por Sérgio Passos às 12:31
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