Ideias e poesias, por mim próprio.
Sexta-feira, 20 de Setembro de 2013
O Estado ou a Liberdade?

Em Portugal, o crescimento do intervencionismo estatal nos últimos 25 anos foi visto com muita facilidade, desejado e agradecido até por um cada vez maior número de pessoas, especialmente os mais beneficiados com privilégios e benefícios estatais e, especialmente pelo seu crescente número de empregados fáceis.

Além do aumento exponencial da intervenção estatal na economia nos últimos anos, começamos a assistir a uma excessiva intromissão do estado na vida privada.

Vários grupos de pressão barulhentos, desde os mais ilustres aos mais proletários, tomaram conta do aparelho estatal e usaram-no para impor a todos um modo de vida: foram desde os sindicatos do funcionalismo público, os empresários de ocasião com o fito nos milionários subsídios estatais e europeus, os esquerdistas e seus aliados comunizóides, na esperança de chegaram ao poder por via de um take-over político, foram os regulacionistas que querem controlar todos nossos hábitos sociais, pessoais, familiares e até mesmo privados; os abortistas, os homossexuais e demais seus amiguinhos, os burocratas e demais interesseiros vindos das escolas e agências de emprego político-partidários, os politicamente corretos, que querem criminalizar a liberdade de expressão de pensamentos e ideias, enfim, todos os indivíduos mesquinhos que não toleram a inovação, a riqueza e o sucesso dos outros etc..

Para um verdadeiro liberal, os direitos fundamentais são a vida, a liberdade e a propriedade, isto é, "direitos negativos", que não exigem um fazer estatal.

A verdadeira e genuína lei é a que protege o indivíduo contra ataques a esses direitos e, mormente, a que em última instância não permite que nenhuma maioria, até mesmo que seja o Estado, e nem sequer mesmo uma minoria, controle ditatorial e arbitrariamente os outros grupos ou expressões.

Hoje, porém, a lei foi pervertida, e o Estado, que para os liberais clássicos deveria existir apenas para garantir esses direitos, é o seu maior agressor.

Uma série de supostos "direitos positivos", que exigem um fazer estatal, foram criados do nada (moradia, saúde, educação, emprego etc.), como se não vivêssemos num mundo de escassez, como se tais "direitos" pudessem ser criados com por uma mera vontade poítica, ou até mesmo um decreto, e não por meio de acordos consensuais.

Para dar esses novos "direitos" a todos, o Estado agigantou-se e passou a agredir os direitos fundamentais essenciais, fazendo uso cada vez mais intenso da regulação e da tributação, por exemplo.

Ora, face ao desastre a que chegamos por esta via socializante, socialista ou social-democrata, chegou a hora de arrepiar caminho e temos, outra vez mais, de travar uma enorme luta pelas nossas liberdades essenciais, isto se nos quisermos libertar da eminente ditadura que ameaça cair sobre nós todos.

 



publicado por Sérgio Passos às 18:28
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