Ideias e poesias, por mim próprio.
Sexta-feira, 4 de Maio de 2012
Este Portugal morreu.

O grande problema português é humano e está refletido na sua forma como ele se comporta e age em relação ao meio social nacional no qual está inserido.
Os sinais da falência humana geral dos portugueses verificam-se e constatam-se quer no modo e contributo produtivos, quer no seu comportamento ou na interação social, portanto no resultado com que ele contribui para com o todo da sociedade nacional, por um lado, e como ele colhe e recolhe desse mesmo todo, por outro.

O que sabemos é que em regra e também no resultado geral e final constatamos um profundo e grave défice no dever e haver do cidadão comum.

Este défice sente-se de uma maneira geral na comunidade nacional e que tão bem se encontra ilustrada e exemplificada, com os resultados desastrosos conhecidos, nas contas do Estado.

O português comum é um individuo improdutivo, ou pouco produtivo, muito consumista, prejudicial ao meio ambiente e ao meio humano com o qual lida, deficitário nos planos educacional, cultural, muito pouco instruído, mal habilitado e, de uma maneira geral, com um alto défice de litaracia.

O Homem Português é um ser falhado e destruído.

E só por um momento, nesta precisa asserção ou significado, consigo concordar que o Estado somos todos nós: Portugal e o seu Estado, ou seja, todos nós e enquanto um conjunto nacional, faliram.

Portugal, concluo sempre e quando equaciono os caminhos, as soluções ou as alternativas, segundo o modelo geral económico, político e social português, está MORTO.

Portugal morreu!

Naturalmente, os portugueses têm, e vão faze-lo certamente, encontrar novos rumos para si e que passam, necessariamente, encontrar o seu lugar o seu destino ou a sua sobrevivência fora de Portugal, com ou sem Portugal.

E Portugal, enquanto país, nação, ou comunidade, pouca conta.

E para vos ser sincero, para mim, os portugueses também pouco contam, e não digam que não sabem bem, no nosso dia-a-dia, atentos ao isolamento dominante que vamos sofrendo nos nossos esforços, quanto são marcados e vincados os egoísmo e individualismo característicos dos portugueses.

Os atuais portugueses estão derrotados e não têm nem solução, nem capacidades para a encontrarem, senão mesmo para se martirizarem neste sofrimento autoinfligido.

Não me escandaliza nada, e é até algo que me tranquiliza o espírito e alivia a alma, que equacionem o fim de Portugal e o país seja entregue a uma qualquer potência estrangeira.
A bem do nosso conforto e na nossa melhor sobrevivência, ou seja o melhor fim disto tudo é, certamente, um fim indolor da crise, mesmo que nos passemos a chamar como Noruegueses, Suecos ou até Marroquinos.

A vergonha e o escândalo de ser português já cansam.



publicado por Sérgio Passos às 20:15
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