Ideias e poesias, por mim próprio.
Sexta-feira, 9 de Março de 2012
O dono da tabacaria e a sua namorada. (1)

Na verdade, cada vez mais me convenço, apesar mesmo de poder ser entendido como um sortilégio, o amor é algo que só está ao alcance de pessoas de muita e fina sensibilidade.

Ou então, vá-se lá perceber  e no que não existe alguma contradição, pode até funcionar ao contrário: aqueles que o recebem em jorros e abundantemente, sem nada fazerem para o receberem, apenas o aceitando, basta-lhes e abunda pela mera paz de espírito de o aceitar e receber, qual cria apascentando-se no leite materno.

O amor é também para mim, no que penso só há bem pouco tempo e vim a constatar, o maior e mais evidente sinal de inteligência e sabedoria conquistadas por qualquer ser humano pode alcançar.

Não é nem o conhecimento de matemática, nem física quântica ou nuclear, não é cirurgia vascular ou neurocirurgia, nem sequer é possuir um elevado Quociente de Inteligência.

O amor é pura inteligência, a mais alta capacidade de um qualquer ser humano.

Mas o amor é também de uma tal evidência e simplicidade, que assusta mesmo aos mais intrigados e estudiosos sobre o assunto.

O amor possui também vários graus e diferentes expressões, mas todos eles se encaminham e se encontram nesse particular desprendimento da alma humana e no ato de querer fazer absolutamente feliz o outro, por maior qualquer que seja o custo, até mesmo e como se sabem nalguns casos, com o sacrifício da sua própria vida.

Este é o verdadeiro amor, o único e mais nenhum outro existe; claro está que pode assumir e revelar-se em várias facetas e várias formas: no amor de mãe, de filho, dos cônjuges ou até mesmo entre amigos.

Um amor assim, tão desprendido e, portanto, benigno, jamais pode fazer-se e dar-se em prejuízo de si mesmo, portanto do sentimento e das próprias pessoas ou de um qualquer terceiro.

É algo que cresce e se manifesta recíproca, fielmente e sem dor entre duas pessoas, é uma sementeira que é colheita, é um semeador acariciando a semente e alimentando-se dos seus frutos.

Vem tudo isto a propósito do amor do dono da tabacaria da minha rua e da sua namorada!

 

(continua)



publicado por Sérgio Passos às 00:35
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