Ideias e poesias, por mim próprio.
Domingo, 23 de Abril de 2017
Partido Socialista goza com os emigrantes portugueses na Venezuela

Ora vejam lá bem a manhosice do Partido Socialista e a sua total indiferença para com a sorte e a vida dos emigrantes na Venezuela! Atente-se no voto manhoso, sobranceiro, cínico e hipócrita do Partido Socialista, aquando da votação da resolução da Assembleia da República sobre a situação na Venezuela: Com a abstenção do PS, os votos contra do PSD, do CDS-PP e de oito deputados socialistas, o segundo ponto aprovado manifesta “apoio e solidariedade à comunidade portuguesa” que, “como o povo venezuelano, é vítima da campanha de ingerência e desestabilização”. Mas qua é mesmo a ingerência externa e desestabilização é que a comunidade portuguesa é vítima??? O argumento da "ingerência e desestabilização" é "apenas e tão somente" o expediente que os chavistas, o PSUV e Nicolas Maduro utilizam para continuar a perpetuar aquele regime corrupto, assassino e narco-traficante!!! Ora digam lá se este Partido Socialista é ou não maquiavélico no seu pensamento e filosofia quanto aos emigrantes portugueses na Venezuela?! Para o PS os emigrantes portugueses na Venezuela são apenas carne para canhão, porque o que lhes interessa mesmo são os negócios na Venezuela com o regime Comunista-chavista, seguindo o exemplo de José Sócrates e Mário Soares que ganharam chorudas comissões de milhares de milhões de euros. Pois, os infelizes emigrantes portugueses na Venezuela a sofrerem agruras, abandonados à sua sorte, e o PS Português joga com palavras e politiquice não mostrando qualquer solidariedade coerente e digna com os nossos compatriotas . FDP, é o que são estes Xuxalistas!



publicado por Sérgio Passos às 11:09
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Segunda-feira, 10 de Abril de 2017
A Democracia, segundo Winston Churchill
A correcta citação da famosa expressão de Winston Churchill e a sua compreensão do que deve ser uma Democracia:
 
"De facto, já houve quem dissesse que a democracia é a pior forma de governo, à exceção de todas as outras que têm sido tentadas de quando em vez; contudo, nota-se, no nosso país, um sentimento muito difundido de que deve ser o povo a governar e a governar permanentemente, e de que a opinião pública, manifestada por todos os meios constitucionais, deveria moldar, guiar e controlar os atos dos ministros que são seus servos e não senhores".
"Na qualidade de inglês que nasceu livre, o que odeio é a sensação de estar à mercê de quem quer que seja ou sob o domínio de quem quer que seja, quer seja ele Hitler ou Atlee".
Toda esta ideia de ter um punhado de homens que tomam conta da máquina do Estado, tendo o direito de obrigar as pessoas a fazer o que convém ao seu partido e aos seus interesses ou doutrinas pessoais, é completamente às avessas de todas as conceções da democracia ocidental como a temos hoje", o discurso do governo sobre o mandato popular não passa duma converseta de pequenos partidos.
A democracia tem de ser um sistema no qual os pontos de vista populares, manifestados sob forma de "opinião pública", devem levados a sério pelos representantes e, deste modo, operando através de instituições que "sindiquem" a atuação dos governos e os forcem a reconsiderar e a abandonar as propostas de lei "disparatadas".
A democracia é mais do que o "governo do povo, pelo povo e para o povo", sendo um sistema de direitos em equilíbrio e de autoridade repartida, com muitas outras pessoas e corpos organizados a levar em conta além do governo que esteja no poder e dos funcionário de que ele se sirva.
Digo-vos que nos longos anos que hão de vir, todas as pessoas, não só desta ilha, mas por todo o mundo, onde quer que se oiça o chilrear do pássaro da liberdade no coração dos homens, irão olhar para trás para tudo o que fizemos e hão de dizer: 'não desespereis, não cedais à violência e à tirania, marchai sempre em frente e morrei se preciso for, jamais conquistados.
 
- Winston Churchill -
 

winston chuchill.jpg

 

 
 


publicado por Sérgio Passos às 17:24
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Assembleia da República responde ao euacuso.blogs.sapo.pt

A resposta da Assembleia da República Portuguesa ao nosso texto.

 

https://www.parlamento.pt/Paginas/XIIL3S_EsclarecimentoSubsidiosNatalDeputados20131205.aspx



publicado por Sérgio Passos às 11:09
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Aeroporto do dito cujo

Aeroporto da "treta" e dos "tretas", digo eu.
Para o batizado do aeroporto da Madeira com o nome de Cristiano Ronaldo foram fretados dois aviões com incontáveis comitivas de engravatados, um à conta do Orçamento da Presidência da República, ou como eu chamo o do "palhaço da república", de o outro à conta do Orçamento da Presidência do Conselho de Ministros", ou como eu chamo o "maior ilusionista de Portugal".
Ou seja, dezenas de milhar de euros gastos em viagens, hotéis, estadias, alimentação, transportes e demais mordomias, e tudo a esmifrar os impostos dos contribuintes.
Fez-se a matança e comeram os porcos, e sem que ainda se soubesse, encontrando-se os Governos da República e o Regional à espera da resposta do pedido de parecer à Procuradoria-Geral da República se a atribuição do nome de Cristiano Ronaldo, ou seja, se o show para o enriquecimento da marca privada do CR7, é ou não legal.
Ora, digam lá se esta "alta vagabundagem" da República é ou não esperta?!

 

bustoronaldo.png



publicado por Sérgio Passos às 10:12
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Quarta-feira, 5 de Abril de 2017
As luxuosas portuguesas Entidades de Regulação e Supervisão

Tem de se fazer uma séria reflexão e os portugueses, mais cedo ou mais tarde, terão de fazer uma clara escolha, ou seja, a opção entre a continuação das atuais Entidades Reguladoras e de Supervisão, ou o reforço do poder da Cidadania Ativa?

Ou seja, mais Estado e mais Mafias ou mais Direitos e Liberdades dos Cidadãos?
Pela minha parte, defendo claramente a extinção das entidades reguladoras, que mais não passam do que sacos azuis caros e despesistas vivendo à custa dos contribuintes, ineficazes e de nulos resultados, a maioria destes até mesmo contra os cidadãos e os consumidores, e, no seu lugar, sendo legalmente reforçados os poderes de iniciativa e reclamação judicial dos particulares, o aumento das indemnizações a favor dos respetivos consumidores lesados pelas práticas desonestas dessas empresas, e o aumento dos valores das coimas e agravem as sanções acessórias a aplicar aquelas empresas trafulhas.

Ora, quanto mais tem sido o estatismo e maior a regulação, maior tem sido a mancomunagem entre as entidades reguladoras e as empresas e as suas práticas desonestas, e maior e mais impune tem sido a sua atividade delituosa (olhem o exemplo dos Bancos e das Operadoras de Telecomunicações).

O poder e a responsabilidade da cidadania é o que é mais preciso para debelar a charlanatice das empresas e as suas práticas de burlas.

São 11 as atuais as Entidades Reguladoras e de Supervisão portuguesas e que custam aos contribuintes e consumidores, seguramente, por mera estimativa, mais de 100  milhões de euros por ano.


AdC (Autoridade da Concorrência):

Administração: António Ferreira Gomes (presidente), Nuno Rocha de Carvalho e Maria João Melícias (vogais)

Salário anual da administração: 539.858 euros (valor global bruto de 2013)

Financiamento: transferências dos reguladores sectoriais (são 80% das receitas), taxas de notificação de concentrações e produto das coimas.

 

ERS (Entidade Reguladora da Saúde):

Administração: Sofia Nogueira da Silva - Presidente, Álvaro Moreira da Silva - Vogal, Nuno Castro Marques - Vogal

Salário anual da administração: 218.367,57 (valor bruto)

Financiamento: cobrança de taxas e coimas

 

ANACOM (Autoridade Nacional de Comunicações):

Administração: Fátima Barros (presidente), José Manuel Perdigoto, João Confraria, Helder Vasconcelos e Filipe Boa Baptista, que acabou mandato em 2014 (vogais)

Salário anual da administração: 874.931 euros (valor global bruto de 2013)

Financiamento: cobrança de taxas e coimas e prestação de serviços dos laboratórios.

 

ERSAR (Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos):

Administração: Jaime Melo Baptista (presidente), Carlos Lopes Pereira (vogal)

Salário anual da administração: 400 mil euros.

Financiamento: cobrança de taxas, coimas e prestação de serviços

 

ASF (Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões):

É a herdeira do Instituto de Seguros de Portugal.

A nova designação da autoridade liderada por José Almaça (ex-ISP) entrou em vigor a 1 de Fevereiro de 2015. A ASF integra o conselho nacional de supervisores financeiros e o seu papel no dossier BES é lateral. O que não impediu críticas ao BdP. Quando, no início de 2013, a pedido do BdP, a ESFG criou uma “almofada” para responder a um eventual incumprimento dos reembolsos do papel comercial emitido pelo GES, a Tranquilidade foi dada em garantia e avaliada em 700 milhões (agora vendida por 40 milhões). Mais tarde, José Almaça observou que se o BdP lhe tivesse perguntado diria que apenas valia 200 milhões.

Administração: José Figeuredo Almaça, Filipe Aleman Serrano, Maria Nazaré Barros.

Salário Anual da Administração: 900 mil euros a 1 milhão e 300 mil euros.

 

AMT (Autoridade da Mobilidade e dos Transportes):

Conselho de Administração:  João Carvalho, Eduardo Rodrigues, Maria Sampaio, Nunes, Cristina Pinto Dias, José Ferreira de Lemos.

Salário Anual da Administração: € 1.300.000,00.

Financiamento: taxas sobre infraestruturas, licenciamentos, alvarás, automobilistas e demais consumidores, IMT, coimas e outras receitas.

 

ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos):

Administração: Vítor Santos (presidente), Alexandre Silva Santos e Maria Andrade (vogais)

Salário anual da administração: 548.044 (valor global bruto de 2013)

Financiamento: contribuições via tarifa elétrica e fundos comunitários destinados a projetos específicos.

 

BdP (Banco de Portugal):

Administração: Carlos Costa (governador), Pedro Duarte Neves e José Berberan e Santos Ramalho (vice-governadores), João José Amaral Tomaz, António Varela e Hélder Rosalino (directores).

Salário anual dos administradores do BdP em 2014, com subsídio de férias e Natal: 1173.029,18 euros. O governador auferiu 213.277,96 euros, os vice-governadores 199.948,14 cada, os directores 186.618,32 euros cada. Termo de comparação: os cinco membros do board da Reserva Federal dos EUA auferiram 881.071 euros em 2014)

Financiamento: Operações financeiras associadas à actividade da instituição.

 

ERC (Entidade Reguladora para a Comunicação Social):

Administração: Carlos Magno (presidente), Alberto Arons de Carvalho (vice-presidente), 3 vogais, e Fátima Resende (diretora executiva)

Salário anual dos 5 administradores: 331.416 euros (2012, último valor disponível) Financiamento: Orçamento de Estado, taxas e percentagem dos resultados da Anacom

 

ANAC (Autoridade Nacional da Aviação Civil):

Administração: Luís Ribeiro (presidente), Paulo Andrade e Lígia da Fonseca (vogais)

Salário anual da administração: 422 mil euros

 

CMVM (Comissão do Mercado de Valores Mobiliários):

Administração: PRESIDENTE: Gabriela Figueiredo Dias; VICE-PRESIDENTE: Dr.ª Filomena Pereira de Oliveira; Vogais: Rui Correia Pinto, João Gião, Afonso Silva.

Salário anual com todo o pessoal: 9,085 milhões de euros

Financiamento: cobrança de taxas de supervisão

 

Enfim, um país falido, mas com alguns lordes republicanos (entre muitos outros) vivendo luxuosamente!



publicado por Sérgio Passos às 11:44
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Sexta-feira, 31 de Março de 2017
Parasitas

 

Diz-se Parasitismo a relação assente “daquele que come ao lado de outro”, ou associação de exploração entre seres vivos, um ser apenas que se beneficia e sendo o outro sempre o prejudicado.

Nesta relação temos, num lado o parasita, agente agressor ou patogénico, retirando os nutrientes do ser no qual está hospedado e, noutro lado, o hospedeiro, o agente sugado que abriga em si o parasita, portanto, a infeção.

Enquanto existe um estado em que o hospedeiro sofre apenas alguns pequenos danos, conquanto ainda não se encontra identificado qualquer sintoma específico, não há doença. 

Quando a infeção ocasiona sintomas claramente prejudiciais ao hospedeiro, o resultado normal, este passou a ter uma doença.

Os portugueses, em resultado da ação dos parasitas que os governam há mais de 40 anos, sofrem já duma grave doença terminal.

Ora, são três as grandes causas da morte das democracias pela ação do parasitismo das classes e grupos de indivíduos estatais, os parasitas, sugando os portugueses trabalhadores e contribuintes particulares, os hospedeiros.

O Assistencialismo Estatal: os cidadãos são habituados a dependerem para tudo dos apoios estatais, tornando-se em meros consumidores domesticados e amorfos, perdendo as suas capacidades críticas, produtivas e, em última análise, preferem a supressão dos riscos inerentes à liberdade individual em troca de um sistema securitário que lhes garanta a "eliminação" do medo.

A Entropia e a Morosidade dos serviços de Soberania do Estado: as promessas enganosas e demagogas de um "Estado Total" em todas as áreas da vida social e coletiva da comunidade leva ao esgotamento dos recursos comunitários que, face ao enorme volume de solicitações populares, desde as mais comezinhas (ex.: garantias permanentes de prestação de cuidados de alimentação, teto, emprego e de saúde), às mais elementares e cruciais (ex.: Justiça, Segurança e Defesa), dos cidadãos, no final, arrastam o mesmo Estado à total incapacidade de responder em tempo útil às superiores necessidades sociais e coletivos da manutenção das liberdades políticas e económicas, a garantia e a segurança do exercício dos direitos, liberdades e garantias.

A Burocracia Estatal: o aumento exponencial do funcionalismo estatal perverte a pirâmide e a lógica da democracia; o que começa por ser a proliferação de serviços infindáveis e inúteis que só servem para dar emprego e ocupação a funcionários estatais privilegiados, coloca o poder e a soberania do Povo nas mãos duns poucos chefes partidários situados no cimo da pirâmide social e política, assim se subtraindo os poderes decisório e de soberania aos cidadãos e ao povo.

Portanto, o problema português é simples, tão-somente sofre de parasitismo estatal, e até que não seja extirpado o parasita e debelada a infeção, os portugueses vão continuar a padecer.



publicado por Sérgio Passos às 12:28
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Domingo, 19 de Março de 2017
Como o Estado mata a Democracia

As 3 grandes causas da morte das democracias e do sequestro dos regimes políticos pelas classes e grupos de indivíduos mafiosos e corruptos: 1 - O Assistencialismo Estatal: os cidadãos são habituados a dependerem para tudo dos apoios estatais, tornando-se em meros consumidores domesticados e amorfos, perdendo as suas capacidades críticas, produtivas e, em última análise, preferem a supressão dos riscos inerentes à liberdade individual em troca de um sistema securitário que lhes garanta a "eliminação" do medo; 2 - A Entropia e a Morosidade dos serviços de Soberania do Estado: as promessas enganosas e demagogas de um "Estado Total" em todas as áreas da vida social e coletiva da comunidade leva ao esgotamento dos recursos comunitários e, face ao enorme volume de solicitações populares, desde as mais comesinhas (ex.:garantias permanentes de prestação de cuidados de alimentação, teto, emprego e de saúde) às mais elementares e cruciais (ex.:Justiça, Segurança e Defesa), dos cidadãos, e, no final, o arrastamento do mesmo Estado à total incapacidade de responder em tempo útil às superiores necessidades sociais e coletivos da manutenção das liberdades políticas e económicas, do garantia e segurança do exercício dos direitos, liberdades e garantias; 3 - Burocracia Estatal: o aumento exponencial do funcionalismo estatal preverte a pirâmide e a lógica da democracia, o que começa pos ser a proliferação de serviços infindáveis e inúteis que só servem para dar emprego e ocupação a funcionários estatais privilegiados, coloca o poder e a soberania do Povo nas mãos de uns poucos chefes partidários situamos no cimo da pirâmide social e política e assim se subtraindo dos poderes decisório e de soberania aos cidadãos e ao povo.



publicado por Sérgio Passos às 19:35
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Segunda-feira, 13 de Março de 2017
Deputados na engorda de vencimentos

Deputados a acumularem vencimentos e regalias, o regabofe na Assembleia da República: 100 mil euros por ano a somar aos vencimentos, é o total descaramento!

A cleptocracia na Assembleia da República no seu esplendor, são 5 os deputados que acumulam imoralmente vencimentos e lugares no Estado, à pala de Comissões e Conselhos criadas na Assembleia da República, para engordarem os seus vencimentos à razão de 100 mil euros anuais.

São eles: Filipe Neto Brandão, deputado socialista por Aveiro, Ricardo Leite, deputado social-democrata por Lisboa, António Ribeiro Gameiro, deputado socialista por Santarém, Teresa Leal Coelho, deputada social-democrata por Lisboa, João Soares, deputado socialista por Lisboa.

Nesta lista de vencimentos temos ainda os ex-deputados Luís Filipe Garrido Pais de Sousa, ex-deputado PSD, Maria Isabel Solnado Porto Oneto, ex-deputada PS, Paulo Mota Pinto, ex-deputado PSD, e António Rodrigues, ex-deputado PSD e advogado.

Todos estes ex-deputados acumulam indiscriminadamente vencimentos e regalias do privado e do público, com os contribuintes a pagarem estas mordomias milionárias.

Ficam ainda os nomes pomposos dos tachos e gamelas onde estes deputados engordam os seus vencimentos: Conselho de Fiscalização do Sistema de Informações da República Portuguesa (CFSIRP), Conselho de Fiscalização da Base de Dados de Perfis de ADN e o Conselho de Fiscalização do Sistema Integrado de Informação Criminal (CFSIIC).

Depois, não admira que haja tanta fome e miséria em Portugal!

 
 
 

ar.JPG

 



publicado por Sérgio Passos às 15:41
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Sexta-feira, 3 de Março de 2017
Os submarinos do Estado Português Corrupto

A decisão de absolvição dos acusados no processo-crime das contrapartidas dos submarinos, não tem nada de admirar, tão-pouco merece qualquer censura.

A decisão, para além de ser jurídica e legalmente honesta, representa o desiderato moral do Portugal contemporâneo.

O absurdo reside naqueles que ainda não enxergaram a natureza própria do regime político português, dos seus princípios políticos, legais e constitucionais subjacentes, especialmente, da legitimação criminosa no abuso da coisa pública e do Estado, em benefício dos corruptores e delinquentes residentes nos partidos políticos.

Desde 25 de Abril de 1974 o fito legal que preside aos negócios do Estado é o enriquecimento arbitrário de um conjunto de impunes.

A pseudo-revolução abrilista fundou-se no branqueamento da corrupção da guerra do ultramar, o que legitima e naturalmente lhe sucedeu é o que vemos.

A propriedade do Estado Português passou à pertença feudal dos Partidos Políticos e dos seus esquemas de confisco.

Na Alemanha os mesmos “amigos dos submarinos” foram condenados por corrupção, um país onde se trata de defender a coisa pública, os princípios do Estado de Direito, a Lei e os contribuintes.

O erário e património públicos do Estado Português, segundo a Constituição da República Portuguesa, são o quintal particular dos mesmos de sempre.

O coletivo de juízes que ditou a absolvição apenas se limitou a confirmar que o Estado, de acordo com a sua intrínseca natureza jurídica, tem como legal a regularidade do pagamento de luvas e vantagens financeiras indevidas, para nada interessando o escandaloso prejuízo dos contribuintes.

Há mais de 30 anos que se fala da produção duma legislação de combate à corrupção e ao enriquecimento ilegítimo de políticos e governantes, mas tal nunca viu, jamais poderá ver, a luz do dia.

Todos os governantes, desde a Presidência ao Governo, Governos e Assembleias Regionais, deputados, autarcas e demais altos funcionários do Estado, continuam apenas fazendo os seus legalizados corruptos negócios.

Os portugueses sabem e conhecem o país corrupto em que vivem, aliás a esmagadora maioria alinha, sustenta-se e alimenta-se dele.

O Estado Português é o órfão deste generalizado esquema criminoso, e no fim da cadeia alimentar ficam os contribuintes portugueses.

Ao fim destes anos todos só ainda foi escrito na legislação a expressão “viva a corrupção”, mas ela é legal, e podemos ler “os contribuintes que se lixem”.

 

subamrinos.jpg

 



publicado por Sérgio Passos às 10:52
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Os submarinos corruptos, o Estado Português Corrupto

 

A decisão de absolvição dos acusados no processo-crime das contrapartidas dos submarinos, não tem nada de admirar, tão-pouco merece qualquer censura.

A decisão, para além de ser jurídica e legalmente honesta, representa o desiderato moral do Portugal contemporâneo.

O absurdo reside naqueles que ainda não enxergaram a natureza própria do regime político português, dos seus princípios políticos, legais e constitucionais subjacentes, especialmente, da legitimação criminosa no abuso da coisa pública e do Estado, em benefício dos corruptores e delinquentes residentes nos partidos políticos.

Desde 25 de Abril de 1974 o fito legal que preside aos negócios do Estado é o enriquecimento arbitrário de um conjunto de impunes.

A pseudo-revolução abrilista fundou-se no branqueamento da corrupção da guerra do ultramar, o que legitima e naturalmente lhe sucedeu é o que vemos.

A propriedade do Estado Português passou à pertença feudal dos Partidos Políticos e dos seus esquemas de confisco.

Na Alemanha os mesmos “amigos dos submarinos” foram condenados por corrupção, um país onde se trata de defender a coisa pública, os princípios do Estado de Direito, a Lei e os contribuintes.

O erário e património públicos do Estado Português, segundo a Constituição da República Portuguesa, são o quintal particular dos mesmos de sempre.

O coletivo de juízes que ditou a absolvição apenas se limitou a confirmar que o Estado, de acordo com a sua intrínseca natureza jurídica, tem como legal a regularidade do pagamento de luvas e vantagens financeiras indevidas, para nada interessando o escandaloso prejuízo dos contribuintes.

Há mais de 30 anos que se fala da produção duma legislação de combate à corrupção e ao enriquecimento ilegítimo de políticos e governantes, mas tal nunca viu, jamais poderá ver, a luz do dia.

Todos os governantes, desde a Presidência ao Governo, Governos e Assembleias Regionais, deputados, autarcas e demais altos funcionários do Estado, continuam apenas fazendo os seus legalizados corruptos negócios.

Os portugueses sabem e conhecem o país corrupto em que vivem, aliás a esmagadora maioria alinha, sustenta-se e alimenta-se dele.

O Estado Português é o órfão deste generalizado esquema criminoso, e no fim da cadeia alimentar ficam os contribuintes portugueses.

Ao fim destes anos todos só ainda foi escrito na legislação a expressão “viva a corrupção”, mas ela é legal, e podemos ler “os contribuintes que se lixem”.



publicado por Sérgio Passos às 10:50
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