Ideias e poesias, por mim próprio.
Domingo, 19 de Março de 2017
Como o Estado mata a Democracia

As 3 grandes causas da morte das democracias e do sequestro dos regimes políticos pelas classes e grupos de indivíduos mafiosos e corruptos: 1 - O Assistencialismo Estatal: os cidadãos são habituados a dependerem para tudo dos apoios estatais, tornando-se em meros consumidores domesticados e amorfos, perdendo as suas capacidades críticas, produtivas e, em última análise, preferem a supressão dos riscos inerentes à liberdade individual em troca de um sistema securitário que lhes garanta a "eliminação" do medo; 2 - A Entropia e a Morosidade dos serviços de Soberania do Estado: as promessas enganosas e demagogas de um "Estado Total" em todas as áreas da vida social e coletiva da comunidade leva ao esgotamento dos recursos comunitários e, face ao enorme volume de solicitações populares, desde as mais comesinhas (ex.:garantias permanentes de prestação de cuidados de alimentação, teto, emprego e de saúde) às mais elementares e cruciais (ex.:Justiça, Segurança e Defesa), dos cidadãos, e, no final, o arrastamento do mesmo Estado à total incapacidade de responder em tempo útil às superiores necessidades sociais e coletivos da manutenção das liberdades políticas e económicas, do garantia e segurança do exercício dos direitos, liberdades e garantias; 3 - Burocracia Estatal: o aumento exponencial do funcionalismo estatal preverte a pirâmide e a lógica da democracia, o que começa pos ser a proliferação de serviços infindáveis e inúteis que só servem para dar emprego e ocupação a funcionários estatais privilegiados, coloca o poder e a soberania do Povo nas mãos de uns poucos chefes partidários situamos no cimo da pirâmide social e política e assim se subtraindo dos poderes decisório e de soberania aos cidadãos e ao povo.



publicado por Sérgio Passos às 19:35
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Segunda-feira, 13 de Março de 2017
Deputados na engorda de vencimentos
Eis os deputados que acumulam imoralmente vencimentos e lugares no Estado à pala de Comissões e Conselhos criadas na Assembleia da República!
São eles: Filipe Neto Brandão, deputado socialista, Ricardo Leite, deputado social-democrata, António Gameiro, deputado socialista, Teresa Leal Coelho, deputada social-democrata, João Soares, deputado socialista,António Ribeiro Gameiro (deputado do PS), Luís Filipe Garrido Pais de Sousa (deputado do PSD), Maria Isabel Solnado Porto Oneto (deputado do PS), a somar entre muitos outros, como os ex-deputados como Paulo Mota Pinto e António Rodrigues.
Todos estes acumulam indiscriminadamente vencimentos e regalias do privado e do público, e os contribuintes a pagarem estas mordomias milionárias de centenas de milhar de euros!
Ficam ainda os nomes pomposos dos tachos e gamelas onde estes deputados engordam os seus vencimentos: Conselho de Fiscalização do Sistema de Informações da República Portuguesa (CFSIRP), Conselho de Fiscalização da Base de Dados de Perfis de ADN e o Conselho de Fiscalização do Sistema Integrado de Informação Criminal (CFSIIC).
Depois, não admira que haja tanta fome e miséria em Portugal!
 
 

ar.JPG

 



publicado por Sérgio Passos às 15:41
link do post | comentar | favorito
|

Sexta-feira, 3 de Março de 2017
Os submarinos do Estado Português Corrupto

A decisão de absolvição dos acusados no processo-crime das contrapartidas dos submarinos, não tem nada de admirar, tão-pouco merece qualquer censura.

A decisão, para além de ser jurídica e legalmente honesta, representa o desiderato moral do Portugal contemporâneo.

O absurdo reside naqueles que ainda não enxergaram a natureza própria do regime político português, dos seus princípios políticos, legais e constitucionais subjacentes, especialmente, da legitimação criminosa no abuso da coisa pública e do Estado, em benefício dos corruptores e delinquentes residentes nos partidos políticos.

Desde 25 de Abril de 1974 o fito legal que preside aos negócios do Estado é o enriquecimento arbitrário de um conjunto de impunes.

A pseudo-revolução abrilista fundou-se no branqueamento da corrupção da guerra do ultramar, o que legitima e naturalmente lhe sucedeu é o que vemos.

A propriedade do Estado Português passou à pertença feudal dos Partidos Políticos e dos seus esquemas de confisco.

Na Alemanha os mesmos “amigos dos submarinos” foram condenados por corrupção, um país onde se trata de defender a coisa pública, os princípios do Estado de Direito, a Lei e os contribuintes.

O erário e património públicos do Estado Português, segundo a Constituição da República Portuguesa, são o quintal particular dos mesmos de sempre.

O coletivo de juízes que ditou a absolvição apenas se limitou a confirmar que o Estado, de acordo com a sua intrínseca natureza jurídica, tem como legal a regularidade do pagamento de luvas e vantagens financeiras indevidas, para nada interessando o escandaloso prejuízo dos contribuintes.

Há mais de 30 anos que se fala da produção duma legislação de combate à corrupção e ao enriquecimento ilegítimo de políticos e governantes, mas tal nunca viu, jamais poderá ver, a luz do dia.

Todos os governantes, desde a Presidência ao Governo, Governos e Assembleias Regionais, deputados, autarcas e demais altos funcionários do Estado, continuam apenas fazendo os seus legalizados corruptos negócios.

Os portugueses sabem e conhecem o país corrupto em que vivem, aliás a esmagadora maioria alinha, sustenta-se e alimenta-se dele.

O Estado Português é o órfão deste generalizado esquema criminoso, e no fim da cadeia alimentar ficam os contribuintes portugueses.

Ao fim destes anos todos só ainda foi escrito na legislação a expressão “viva a corrupção”, mas ela é legal, e podemos ler “os contribuintes que se lixem”.

 

subamrinos.jpg

 



publicado por Sérgio Passos às 10:52
link do post | comentar | favorito
|

Os subamrinos corruptos, o Estado Português Corrupto

 

A decisão de absolvição dos acusados no processo-crime das contrapartidas dos submarinos, não tem nada de admirar, tão-pouco merece qualquer censura.

A decisão, para além de ser jurídica e legalmente honesta, representa o desiderato moral do Portugal contemporâneo.

O absurdo reside naqueles que ainda não enxergaram a natureza própria do regime político português, dos seus princípios políticos, legais e constitucionais subjacentes, especialmente, da legitimação criminosa no abuso da coisa pública e do Estado, em benefício dos corruptores e delinquentes residentes nos partidos políticos.

Desde 25 de Abril de 1974 o fito legal que preside aos negócios do Estado é o enriquecimento arbitrário de um conjunto de impunes.

A pseudo-revolução abrilista fundou-se no branqueamento da corrupção da guerra do ultramar, o que legitima e naturalmente lhe sucedeu é o que vemos.

A propriedade do Estado Português passou à pertença feudal dos Partidos Políticos e dos seus esquemas de confisco.

Na Alemanha os mesmos “amigos dos submarinos” foram condenados por corrupção, um país onde se trata de defender a coisa pública, os princípios do Estado de Direito, a Lei e os contribuintes.

O erário e património públicos do Estado Português, segundo a Constituição da República Portuguesa, são o quintal particular dos mesmos de sempre.

O coletivo de juízes que ditou a absolvição apenas se limitou a confirmar que o Estado, de acordo com a sua intrínseca natureza jurídica, tem como legal a regularidade do pagamento de luvas e vantagens financeiras indevidas, para nada interessando o escandaloso prejuízo dos contribuintes.

Há mais de 30 anos que se fala da produção duma legislação de combate à corrupção e ao enriquecimento ilegítimo de políticos e governantes, mas tal nunca viu, jamais poderá ver, a luz do dia.

Todos os governantes, desde a Presidência ao Governo, Governos e Assembleias Regionais, deputados, autarcas e demais altos funcionários do Estado, continuam apenas fazendo os seus legalizados corruptos negócios.

Os portugueses sabem e conhecem o país corrupto em que vivem, aliás a esmagadora maioria alinha, sustenta-se e alimenta-se dele.

O Estado Português é o órfão deste generalizado esquema criminoso, e no fim da cadeia alimentar ficam os contribuintes portugueses.

Ao fim destes anos todos só ainda foi escrito na legislação a expressão “viva a corrupção”, mas ela é legal, e podemos ler “os contribuintes que se lixem”.



publicado por Sérgio Passos às 10:50
link do post | comentar | favorito
|

Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2017
17 mil milhões de euros desbaratados pelo Banco de Portugal

O Banco de Portugal em apenas 25 anos desbaratou 483,5 toneladas das reservas nacionais de ouro.

Em 25 de Abril de 1974 o Banco de Portugal (BdP) tinha 865.936 kg de ouro nas suas reservas, contudo em 31 de Dezembro de 2010 já só restavam 382.509,58 kg.

Ou seja, em 36 anos desapareceram 483.426,42 kg de ouro das reservas do BdP, o que dá uma média consumo de 13.428,5 kg por ano, ou seja, qualquer coisa como mais de 13 toneladas de ouro alienadas por ano!

Refira-se que desde o 25 de Abril de 1974, este regime político pseudodemocrático e corrupto gastou, em nada que se visse, mais de 483 toneladas de ouro, e só Vítor Constâncio, o penúltimo Governador do Banco de Portugal (BdP) de 2000 a 2010, que tinha à sua guarda 606 toneladas, em meros 10 anos, de 2001 a 2009, tratou desbaratar 224,4 toneladas.

Temos de perguntar quanto valeriam as toneladas de ouro se o se o BdP tivesse preservado as suas reservas de ouro.

Esta gente irresponsável andou a desbarata-lo quando a sua cotação era baixa e, agora que o valor é bem mais alto, o BdP tem muito menos da metade das reservas do que tinha antes à sua guarda em 25 de Abril de 1974.

Veja-se: em 2009, quando Vítor Constâncio parou a sua fúria de vendas do ouro de Portugal a onça (28,3495231 gramas) de ouro valia 373,00 €, mas, passados somente 3 anos, no ano de 2012, iria atingir o valor médio de 1.350,00 €.

Ou seja, o ouro passou a valer 6,5 vezes mais do que no período compreendido de 2001 até 2009, durante o qual Vítor Constâncio vendeu ao desbarato, sem que se saiba para o quê, uma parte substancial do nosso ouro.

Ora seja, e para que se perceba a irresponsabilidade do ex-Presidente do BdP, o atual vice-Presidente do Banco Central Europeu, Vítor Constâncio, caso aquelas 224,2 toneladas de ouro tivessem sido mantidas nos cofres de Portugal o seu valor representaria no final de 2012, na atual cotação de 979,00 € a onça de ouro, em números redondos e fazendo as contas, representariam hoje um acréscimo de reservas nacionais portuguesas no montante de aproximadamente de 8.000.000,00 €.

Por sua vez, as 483 toneladas de ouro alienadas desde o 25 de Abril de 1974 até aos dias de hoje, caso continuassem à nossa guarda e poupança, valeriam aproximadamente 17 mil milhões de Euros!

E ninguém pede contas a Vítor Constâncio, aos anteriores governadores e demais compinchas que alienaram as nossas reservas nacionais de ouro, sem que se saibamos o que lhe fizeram?

Governadores banco de Portugal.jpg

 

 



publicado por Sérgio Passos às 11:38
link do post | comentar | favorito
|

Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2017
Direito de roubar

 

O direito de roubar faz hoje parte da moral política dominante em Portugal.

A líder do Bloco de Esquerda, Mariana Mortágua propugnou "...ir buscar dinheiro a quem está a acumular dinheiro...", o PCP e seus acólitos creem na espoliação da propriedade privada (dos outros…), o PSD, o PS e o CDS-PP, à frente dos sucessivos Governos e tomando o Estado Português como seu domínio feudal, realizam-no por meio dos saques fiscais, o abuso e o peculato do erário público, as fraudes bancárias, as parcerias público-privadas, etc.

Nos próprios Tribunais há hoje quem, trajado das vestes do Direito e da Lei, defenda a relativização da propriedade particular em função da oportunidade do esbulho ou do intento de terceiros.

O direito de propriedade privada é hoje uma mera contingência, sujeito aos livres caprichos da desonestidade e à falta de escrúpulos pela mais diversa espécie de oportunistas, demagogos e, especialmente, políticos.

Um exemplo quotidiano do direito político de roubar pode perceber-se pelo número de Câmaras Municipais a mais que arruínam Portugal.

Dois casos, entre muitas outras centenas:

De Ansião a Pedrógão Grande distam 31 quilómetros, passando por Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos são pouco mais do que 66 quilómetros, e a distância que separa Alvaiázere de Penela são 28,4 quilómetros.

Somados os dois percursos, não chega a 100 quilómetros, temos 6 Concelhos e Câmaras Municipais, com 18 Juntas de Freguesia, somando 32.386 (Censo de 2011) habitantes, distribuídos por uma área de 577,55 quilómetros quadrados - densidade de 56 habitantes por quilómetro quadrado –, em 2017 vão custar aos contribuintes 54,5 milhões de euros.

 E de Condeixa-a-Nova a Anadia distam 60 quilómetros, passando-se por 5 Concelhos e Câmaras Municipais - Condeixa-a-Nova, Coimbra, Cantanhede, Mealhada e Anadia - com 55 de Juntas de Freguesia, somando 246.647 habitantes, distribuídos por uma área de 1.076,26 quilómetros quadrados - densidade de 229 habitantes por quilómetro quadrado -, em 2017 vão custar 137,7 milhões de euros.

Cada um destes dois conjuntos de Câmaras podia, com enormes vantagens económicas e financeiras para os seus munícipes, instituições e empresas, ser conformado a uma só Câmara Municipal, assim se reduzindo o encargo dos contribuintes, pelo menos, a 1/5 do atual.

Os demais milhões de euros são todos os dias deitados ao vilipêndio de elevados vencimentos, empregos fictícios para amigos e amantes, burocracia, luxos, viaturas automóveis, cartões de créditos, prendas, jantaradas e garrafas de whisky, mordomias, regalias e corrupção!

A libertação do rédito em muito ajudaria a dinamizar a economia real e as empresas, de modo a produzirem mais riqueza e emprego, aliviando os contribuintes, desafogando as famílias e combatendo-se as crescentes miséria e fome que grassam em Portugal.

O saque fiscal do Estado Português em 2016 ascendia já a 133,920 mil milhões de euros e em 2017 subirá a 143,854 mil milhões (79% do PIB), por cada dia a dívida pública portuguesa aumenta mais de 26 milhões de euros.

Numa democracia o Povo é servido pelo poder político em ordem à sua exclusiva felicidade, em Portugal temos a ditadura do roubo em que a política mercenária, servindo-se do Estado parasita, aumentando os proventos e o património dos Partidos Políticos e dos seus chefes e acólitos sob a crescente e generalizada miséria e pobreza populares.

 

direitoderoubar.jpg

 



publicado por Sérgio Passos às 14:53
link do post | comentar | favorito
|

Sábado, 21 de Janeiro de 2017
Portugal, o país do ilusionista e do palhaço

António Costa, o maior ilusionista português da atualidade, no passado dia 21 de Dezembro veio impingir-nos mais um monstruoso malabarismo.

Até foi simples, com a maior desfaçatez do mundo, foi à televisão dizer-nos que o défice das contas públicas em 2016 ficou em 2,5%.

Ora, é totalmente falso que o défice das contas públicas tenha ficado somente em 2,5%, basta ler o Orçamento Geral do Estado (Lei n.º 7-A/2016 de 30 de Março) e cruzar os seus dados com os boletins mensais do Instituto de Gestão do Crédito Público (www.igcp.pt).

O verdadeiro e real défice das contas públicas nacionais em 2016 vai ser de, pelo menos, 20,3% (e até é bem superior!).

Mas em Portugal, o país há muito governado por ilusionistas e presidido por palhaços, é possível mentir aos portugueses, porque muitos destes inocentes (palermas?) até gostam de ser enganados.

Os reais números das contas públicas portuguesas são estes:

  1. I) Receitas do Estado Português: 88,798 mil milhões de euros (mme).
  2. II) Despesas correntes do Estado: 90,650 mme.

III) Despesa total do Estado (despesas correntes mais as despesas com encargos de capital): 133,920 mme (74% do PIB português, de 179,369 mme).

  1. IV) Aumento do endividamento público em 2016: 18,081 mme (até Outubro de 2016).

Face a estes dados oficiais, é mesmo muito fácil determinar o verdeiro número do défice das contas públicas!

E o real défice das contas públicas acha-se do seguinte modo:

  1. A) défice de 20,3%, se for calculado tomando-se as (I) receitas e (II) despesas correntes em relação ao (IV) aumento da dívida pública;
  2. B) défice de 150,08%, se for calculado tomando-se (I) as receitas e as (II) despesas correntes em relação (III) às despesas correntes mais as despesas com encargos de capital.

Portanto, o pretenso défice de 2,5% reside em se tomar unicamente a conta entre, por um lado, as (I) receitas correntes e, por outro, as (II) despesas correntes!

Os 2,5% mais não são do que uma maquilhagem, truque, deste Governo, para se apregoar a uma absoluta falsidade ideológica.

Afinal, são estes os "grandes" sucessos do Governo da "geringonça”, e nós os tontos vivemos num país de palermas, só pode!

Mas quando o país estourar, para o que já não falta muito tempo, com os alto custos económicos e sociais que isso vai representar para todos, ou seja o chamado segundo “resgate” financeiro nacional e uma nova troika, então é que vai ser o delas.

Em breve, os portugueses irão "chiar" alto e bom som com o que a futura “Venezuela da Europa” ainda lhes vai doer no corpinho!

marceloecosta.png

 

 



publicado por Sérgio Passos às 21:19
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Debalde

No diagnóstico superficial parecemos estar todos de acordo, a esmagadora maioria dos portugueses desejam de verdade uma profunda e substancial mudança de Portugal, queremos mesmo que ela suceda e a curto prazo.

Como já alguém disse, os portugueses exigem mudar as coisas, mas não são capazes (não querem, ou são passivos, preguiçosos) de se levantarem, ou mexerem, da sua comodidade, para o fazerem.

O grande óbice para a efetiva mudança (sempre a mudança…) reside primeiro em propor e encontrar as corretas e adequadas soluções para resolver positivamente os problemas de Portugal.

Sem querer, que não quero, parecer cínico, nem hipócrita, e também porque não sou pessimista, pode dizer-se que, em geral e em regra, não há hoje em Portugal quem, seja um político, uma figura pública, ou uma personalidade de mérito e reconhecimento público, ou outra, capaz e capacitada para vir a terreiro apresentar propostas ou soluções para tanto, porque não as têm, nem as possuem, de modo e no fito de ser levada a cabo essa tão ansiada e desejada mudança nacional política, económica e social.

Na base deste situacionismo, imobilismo e porreirismo nacional está todo um pensamento político dominante e condicionante pós-Constituição de 1976, de matriz social-esquerdista, partidocrático, oligárquico, clientelar e marxista, do tipo, ou procedimento, mafioso, que informa, em geral, as instituições do Estado e, em particular os Partidos Políticos com assento parlamentar dos últimos 40 anos.

Ainda assim, eu penso, passe a imodéstia, que alguns cidadãos portugueses mais descomprometidos com a presente situação e o atual estado de coisas nacional, seriam, e são bem capazes, de apresentar boas soluções, com credíveis meios, para a reforma a bem de Portugal.

Realmente, o maior problema de Portugal é todo um sistema ordem cultural, político e económico que, per si, veda, bloqueia e cerceia a transformação que Portugal tanto necessita e anseia para a sua própria sobrevivência.

Portugal, afinal de contas, vive, de facto e de direito, sob uma ditadura partidocrática de cariz mafioso, mas, decisiva e crucialmente, é o seu povo o seu principal agente, o maior responsável e, no final, culpado da desgraçada situação sob a qual vive.

Dito assim, em jeito de nota de bom humor, mas de verdade, os portugueses querem uma mudança, mas não se querem mudar.

O povo português é, sem dúvidas e muito por razão duma sua teimosa displicência, a maior vítima de si mesmo.

 

penico.jpg

 



publicado por Sérgio Passos às 21:14
link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2016
Portugal: um país de palermas governado por sacanas

Portugal, definitivamente, este é um país de palermas governado por sacanas!
Ora, a Dívida Pública Portuguesa aumentou num só mês (Outubro de 2016) mais de 12 mil milhões de euros.
É este o "grande" sucesso do Governo da "geringonça"?!
Então, a ser assim, devemos viver num país de palermas, só pode!

Quando o país estourar, com os alto custos económico e social que isso vai representar para todos, para o que já não falta muito tempo, ou seja o chamado "segundo resgate" financeiro da troika, é que vai ser o delas, então os portugueses irão "chiar" alto e bom som com o que lhes vai doer no corpinho!

Eis a evolução da dívida líquida:

Dezembro de 2010 : 158.736 mil milhões de € (boletim 04/2013)
Dezembro de 2011 : 170.904 MM€(boletim 04/2013)
Dezembro de 2012 : 187.900 MM€ (boletim 04/2013)
Dezembro de 2013 : 196.304 MM€(boletim 04/2014)
Dezembro de 2014 : 208.195 MM€(boletim 01/2016)
Dezembro de 2015 : 218.093 MM€(boletim 03/2016)
Setembro de 2016 : 224.307 MM€(boletim 10/2016)
Outubro de 2016: 236.774.835.815 MM€ (boletim 11/2016).

(Fonte: Instituto de Gestão do Crédito Público)

macacos.jpg

(claro, com todo o respeito e sem ofensa pelos macacos, que não têm culpa dos portugueses ...)



publicado por Sérgio Passos às 20:05
link do post | comentar | favorito
|

Sábado, 5 de Novembro de 2016
Europeus

A União Europeia definha todos os dias, o empobrecimento de largas camadas da sua população, a sua classe média asfixiando sob o peso dos numerosos impostos, a economia apresentando-se cada vez mais anémica.

Enquanto isso, um grande número de burocratas e políticos, uma pequena minoria, enriquecem a olhos vistos, aumentam a sua fortuna e os seus privilégios.

Os britânicos, cientes da perversão social, económica e política da União Europeia, optaram pelo êxodo.

Só a Europa Continental tem à fome e à miséria quotidiana 50 milhões dos seus cidadãos!

O Parlamento Europeu, constituído por 751 eurodeputados, cada um deles com o vencimento mensal (14 vezes) de mais de 15 mil euros líquidos, o Presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, com mais de 20 mil euros, e uma reforma milionária ao fim de apenas 4 anos de mandato, perfaz uma despesa global de mais, e sempre a crescer, de 1.756 milhões de euros por ano!

Com todo este dinheiro aplicado em políticas sociais não ficaria um só pobre, um só desvalido e nem sequer um faminto: a Europa seria o paraíso!

O PE, que não possui quaisquer poderes efetivos para legislar sobre o quer que seja, representando somente uma velha e decadente oligarquia política, económica e social, lugar habitual de angariação de segundas e terceiras milionárias reformas, encontra-se ocupado pelos mais diversos tipos de torpes e inúteis de indivíduos, que aí vão tratar dos seus próprios interesses e egoísmos.

Ora, na causa maior da crise económica, social e política da Europa, estão as suas elites políticas, inúteis, tecnocratas e demagogas.

Mas, os povos europeus, tanto os do norte como os do sul, são, em geral e em particular, os maiores culpados da sua crise: a cultura e o credo da preguiça, o consumismo fácil, o vazio espiritual e a idiotice humana generalizada, fazem da Europa um território e uma comunidade mentalmente doente, desalmada e largamente improdutiva.

A União Europeia, contudo, tem e deve continuar a prosseguir os seus melhores projetos económicos, sociais, culturais e humanos, que trouxeram ao “velho continente” o maior período de paz e prosperidade que conheceu desde que tem história, mas constituída por gente séria, honesta, humilde, trabalhadora e, decisivamente, com políticas e opções menos materiais, mas muito mais humanas e solidárias.

 

(artigo do autor publicado na edição de 1 de Novembro de 2016 do jornal mensário regional "Horizonte" de Avelar, Ansião, Leiria - http://www.jhorizonte.com)

 

horizontenovembro2016.jpg

 



publicado por Sérgio Passos às 10:42
link do post | comentar | favorito
|

mais sobre mim
pesquisar
 
Março 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
10
11

12
14
15
16
17
18

20
21
22
23
24
25

26
27
28
29
30
31


posts recentes

Como o Estado mata a Demo...

Deputados na engorda de v...

Os submarinos do Estado P...

Os subamrinos corruptos, ...

17 mil milhões de euros d...

Direito de roubar

Portugal, o país do ilusi...

Debalde

Portugal: um país de pale...

Europeus

arquivos

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

tags

todas as tags

links
Contador
blogs SAPO
subscrever feeds